Mostrar mensagens com a etiqueta geringonça. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta geringonça. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 29 de agosto de 2019

DEPOIS de, ONTEM na TVI, e ENTREVISTA no EXPRESSO
Sobretudo BE mas também PCP e acólitos melancia, devem estar a pensar exactamente assim - mas como é que aquele gajo foi lá parar? Fomos nós?
AC
Ps: A explicação, clara como água, que Costa deu sobre o não dar lugares em governo a Catarinas e outros, fez esgotar a noite passada nas farmácias da grande Lisboa todas as pastilhas para a azia. 

terça-feira, 20 de agosto de 2019

Os QUE BEBEM do FINO face à GREVE
Só um desonesto intelectual não reconhece que as greves são uma enorme chatice para o cidadão comum, utilizador de transportes públicos, e com mês a crescer sem dinheiro.

Creio que o cidadão comum, em larga medida, compreende a maioria das razões por detrás de muitas greves.
Acredito que muitos cidadãos comuns tendam a ter um certo sentimento de solidariedade para com muitos trabalhadores que se lançam numa greve.
Mas também estou convencido que poucos portugueses olham com agrado uma greve e anúncios de greves por causa de discussões fracassadas relativamente a objectivos para 2021 em diante.

Por agora a greve dos transportadores de combustíveis acabou. Ninguém ao nível do cidadão comum quer uma greve, eu não queria a greve e quando ela começou acautelei-me.

E não quero greves. Mas a greve é direito Constitucional. Já escrevi sobre isto.
O advogado que fala pelos motoristas das perigosas faz-me levantar o sobrolho.
Ele e os seus representados imporem uma ou duas condições antes do início do processo de mediação é sinal óbvio de que não vão ceder.
Mas como cidadão, e apesar dos transtornos que eles se preparam para causar, bem gostava que eles não desistissem.
Porquê?
Porque para mim está já muito claro que neste processo melhor, neste negócio dos combustíveis e abastecimentos, se eles só trabalharem 8 horas diárias fica o caos.
15 a 18 horas muitas vezes, como diz Pardal, sem remuneração digna? Há 20 anos? E a fiscalização do sor Vieira?

O PCP não sabe disto há anos?
O PS não sabe disto há anos?
O padre Louçã não sabe disto há anos?
O PSD e o CDS não sabem destas coisas há anos?
Todos os PM não sabem disto há anos?
E os PR e em particular Marcelo?

Que País é este?
E em outras profissões? 
Não se passarão coisas semelhantes?
Será por exemplo que no IPO de Lisboa está fechada uma ala ou uma secção porque não existe pessoal?
Será que nas Forças Armadas ás 6ªs Feiras sobretudo num dos Ramos há grande dispensa de pessoal para assim se poupar dinheiro nas refeições?
Será que nas forças de segurança para os fracos vencimentos tentam compensar com várias folgas?
E os vazios nos hospitais da parte da tarde?
Será que acontecem coisas destas?

Quanto aos combustíveis e aos motoristas que os transportam será que o Pedrinho Nuno Santos ficou com as perninhas a tremer depois de tantas horas hoje darem em fracasso total?
E António Costa vai continuar a sorrir enquanto desce a N2?
Os que bebem do fino ficam muito constrangidos com estas coisas.
Eu raramente bebo do fino, e tudo isto me constrange, me irrita, e cada vez mais me confirma o País de faz de conta em que vivo.
Grande parte das coisas em sociedade estão torcidas, escondidas, manipuladas, roubadas, distorcidas, desequilibradas, ERRADAS. PONTO.
AC

segunda-feira, 19 de agosto de 2019

Deputado PATAROCO ? E o Ministro ?
Pelo que se lê por aí, um "ESPERTO em DEFESA" por parte dos laranjas, ao fim de vários dias de greve e de decisões governamentais, insurgiu-se contra a geringonça por causa do emprego de militares no âmbito desta crise energética. 
Questionou o ministro Cravinho jr.  Valentão. Assim é que eu gosto
O ministro aparentemente respondeu-lhe agora.
Quer um quer outro invocam a CRP, o laranja para dizer que tem muitas dúvidas sobre o recurso aos militares, e o rosáceo ministro para dizer que está tudo bem e até que a coisa está também muito bem enquadrada pela lei da requisição civil
Quer um quer outro, e aliás como é costume nestes políticos portugueses da TRETA, nunca referem para cidadão perceber com rigor, as normas específicas que foram ou não feridas pela decisão governamental.
O costume da superficialidade e do faz de conta.

E o que diz a CRP ? Diz:
Artº 275º nos seus nº 6 e 7:
nº 6 - As Forças Armadas podem ser incumbidas, nos termos da lei, de colaborar em missões de proteção civil, em tarefas relacionadas com a satisfação de necessidades básicas e a melhoria da qualidade de vida das populações, e em acções de cooperação técnico-militar no âmbito da política nacional de cooperação.
nº 7 - As leis que regulam o estado de sítio e o estado de emergência fixam as condições do emprego das Forças Armadas quando se verifiquem essas situações.

E não há mais nada. Não há nem houve estados de sítio ou de  emergência.
Permiti-me sublinhar a amarelo a parte que, porventura, juridicamente, pode enquadrar a decisão do governo, decisão aliás que o almirante chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas (conselheiro militar do governo) que certamente não recusou quando foi previamente consultado pelo sr Cravinho jr. Presumo que tenha sido.

Quanto à lei da requisição civil, posso ter visto mal e desde já me penitencio mas, ao "googlar", só me apareceu através do DRE a lei, melhor, o DL 637/ 74. Parece permanecer intacto.

E o que diz essa lei que me pareça poder ter relevância para o caso?
Sublinhei a amarelo as partes onde o governo se terá agarrado.

Decreto-Lei n.º 637/74, de 20 de Novembro, Promulgado em 23 de Outubro de 1974, pelo Presidente da República, FRANCISCO DA COSTA GOMES
Considerando a necessidade de assegurar o regular funcionamento de certas actividades fundamentais, cuja paralisação momentânea ou contínua acarretaria perturbações graves da vida social, económica e até política em parte do território num sector da vida nacional ou numa fracção da população;
Tendo, no entanto, presente que no regime democrático, decorrente do Programa do Movimento das Forças Armadas, a intervenção dos Poderes Públicos para fazer face a tais situações só tem justificação em casos excepcionalmente graves;
Em vista da inadequação dos anteriores meios legais que regulamentam a requisição civil de bens, serviços e empresas;
Usando da faculdade conferida pelo n.º 1, 3.º, do artigo 16.º da Lei Constitucional n.º 3/74, de 14 de Maio, o Governo Provisório decreta e eu promulgo, para valer como lei, o seguinte:
Artigo 1.º - 1. A requisição civil compreende o conjunto de medidas determinadas pelo Governo necessárias para, em circunstâncias particularmente graves, se assegurar o regular funcionamento de serviços essenciais de interesse público ou de sectores vitais da economia nacional.
2. A requisição civil tem um carácter excepcional, ......
Art. 2.º - 1. Sem prejuízo das convenções internacionais, a requisição civil pode ser exercida em todo o território nacional, no mar territorial com o seu leito e subsolo e na plataforma continental.
2. A requisição civil dos navios ou aeronaves nacionais pode executar-se fora do território nacional, efectivando-se por notificação da requisição na sede da empresa proprietária ou exploradora.
3. No caso de a requisição civil respeitar a um serviço público ou empresa, o Governo pode determinar-lhe uma actividade de natureza diferente do normal, desde que assim o exijam os interesses nacionais que fundamentam a requisição.
4. A requisição civil de pessoas ou de empresas pode limitar-se à prestação de determinados bens, isto é, à obrigação de executar com prioridade a prestação prevista com os meios de que dispõe e conservando a direcção da respectiva actividade profissional ou económica.
Art. 3.º - 1. Os serviços públicos ou empresas que podem ser objecto de requisição civil são aqueles cuja actividade vise:
a) O abastecimento de água (captação, armazenagem e distribuição);
b) A exploração do serviço de correios e de comunicações telefónicas, telegráficas, radiotelefónicas e radiotelegráficas;
c) A exploração do serviço de transportes terrestres, marítimos, fluviais ou aéreos;
d) As explorações mineiras essenciais à economia nacional;
e) A produção e distribuição de energia eléctrica, bem como a exploração, transformação e distribuição de combustíveis destinados a assegurar o fornecimento da indústria em geral ou de transportes públicos de qualquer natureza;
f) A exploração e serviço dos portos, aeroportos e estações de caminhos de ferro ou de camionagem, especialmente no que respeita à carga e descarga de mercadorias;
g) A exploração de indústrias químico-farmacêuticas;
h) A produção, transformação e distribuição de produtos alimentares, com especial relevo para os de primeira necessidade;
i) A construção e reparação de navios;
j) Indústrias essenciais à defesa nacional;
l) O funcionamento do sistema de crédito;
m) A prestação de cuidados hospitalares, médicos e medicamentosos;
n) A salubridade pública, incluindo a realização de funerais.
Art. 4.º - 1. A requisição civil depende de prévio reconhecimento da sua necessidade por Conselho de Ministros.
2. A requisição civil efectiva-se por portaria dos Ministros interessados.
3. Quando a requisição civil implique a intervenção das forças armadas, efectiva-se por portaria do Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas, referendada pelo Ministro da Defesa Nacional e pelos Ministros interessados. (houve ??)
4. Na portaria que efectivar a requisição devem indicar-se:
a) O seu objecto e a sua duração;
b) A autoridade responsável pela execução da requisição;
c) A modalidade de intervenção das forças armadas, quando tenha lugar;
d) O regime de prestação de trabalho dos requisitados;
e) O comando militar a que fica afecto o pessoal, quando sujeito a foro militar
.
Art. 5.º - 1. Quando se verificar a necessidade da intervenção das forças armadas no processo de requisição civil, aquela intervenção terá um carácter de progressividade e poderá, consoante as circunstâncias, revestir-se das seguintes modalidades, em separado ou conjuntamente:
a) Sujeição do pessoal do serviço público ou da empresa ao regime disciplinar previsto no artigo 36.º do Regulamento de Disciplina Militar e ao foro militar;
b) Enquadramento militar do serviço público ou da empresa;
c) Contrôle da gestão do serviço público ou da empresa, ainda que utilizando o respectivo pessoal civil;
d) Utilização de pessoal militar para substituir, parcial ou totalmente, o pessoal civil.
2. O pessoal do serviço público ou da empresa que se encontre na situação militar de disponibilidade ou licenciado pode ser chamado ao serviço efectivo durante o tempo em que se mantiver a requisição e para efeitos desta.
3. A partir do momento em que for dada a conhecer a intervenção das forças armadas no processo de requisição civil, cometem o crime de deserção os indivíduos que abandonem o serviço de que estavam incumbidos ou que, estando dele ausentes, não se apresentem nos prazos para o efeito fixados para o tempo de guerra.
4. Para efeitos de procedimento no foro militar, os indivíduos abrangidos pela requisição ficam, consoante a natureza da actividade e a área em que a mesma se desenvolve, subordinados ao comando da região militar correspondente, ao Comando Naval do Continente ou ao Comando da 1.ª Região Aérea.
Art. 6.º - 1. A gestão do serviço público ou da empresa requisitada pode ser deixada à responsabilidade da direcção do respectivo serviço público ou empresa ou ser exercida por uma comissão directiva, cabendo a decisão aos Ministros interessados.
2. Quando for constituída uma comissão directiva, o despacho que a criar fixará a sua composição e o âmbito das suas atribuições.
3. No desempenho da sua missão, a comissão directiva ficará na dependência dos Ministros dos departamentos interessados, os quais poderão, por simples despacho, determinar que a ela sejam agregados indivíduos que, pelas suas qualificações técnicas ou outras, sejam necessários para a boa execução das decisões tomadas.
4. Quando houver intervenção das forças armadas, a comissão directiva é nomeada por despacho conjunto do Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas, do Ministro da Defesa Nacional e dos Ministros interessados, ficando na dependência do Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas.
Art. 7.º - 1. A requisição civil de pessoas pode abranger todos os indivíduos maiores de 18 anos, mesmo os não abrangidos pelas leis de recrutamento ou isentos do serviço militar.
2. A afectação dos requisitados terá em consideração, quando possível, as respectivas profissões, aptidões físicas e intelectuais, a idade, o sexo e a situação familiar.
3. O serviço prestado nos termos do presente diploma não é contado para efeitos de serviço militar efectivo que a cada um como cidadão competir.
Art. 8.º Da decisão de requisição será dado conhecimento aos interessados através dos meios de comunicação social, produzindo efeitos imediatos, podendo, nos casos individuais, ser transmitida através de documento escrito autenticado pelos Ministros interessados ou pela entidade em que tenham delegado.
Art. 9.º - 1. A requisição civil das pessoas não concede direito a outra indemnização que não seja o vencimento ou salário decorrente do respectivo contrato de trabalho ou categoria profissional, beneficiando, contudo, dos direitos e regalias correspondentes ao exercício do seu cargo e que não sejam incompatíveis com a situação de requisitados.
2. O Governo pode determinar a substituição de pessoal de nacionalidade estrangeira em serviço nas empresas requisitadas por indivíduos de nacionalidade portuguesa enquanto a situação de requisição se mantiver.
Art. 10.º - 1. A determinação administrativa de quaisquer indemnizações devidas a particulares por efeito de requisição civil será regulada por portaria.
2. A fixação administrativa da indemnização não prejudicará o recurso ao tribunal pelos interessados.
3. Quando os bens requisitados tenham preços tabelados ou correntes, vigoram estes.
Art. 11.º A mobilização e a requisição para satisfação de necessidades das forças armadas são reguladas por legislação especial, em particular o diploma que contempla a organização da Nação para o tempo de guerra.
Art. 12.º Este diploma entra imediatamente em vigor.



Em vez de declarações superficiais, que sugerem que o deputado laranja pouco ou nada percebe do assunto em que será tido como "esperto", e do ministro da dita Defesa Nacional que se limitou a zurzir e bem no deputado mas nada referiu se da parte do CEMGFA foram cumpridos todos os passos que a lei determina, pode ficar nos cidadãos a legitima dúvida se, mais uma vez, não houve a cena da subserviência e todos se agacharam.

Porque nisto de Forças Armadas, creio bem, temo bem, que persista e muito a NÃO destrinça entre submissão e subordinação.
As Forças Armadas estão constitucionalmente e muito bem subordinadas aos poderes políticos democráticos. 
Não estão ou não devem estar, SUBMISSAS.

Como cidadão, cada vez tenho mais dúvidas em que param as modas lá pela instituição militar.
António Cabral (AC)

sexta-feira, 16 de agosto de 2019


UMA das MELHORES da SEMANA
Não há governo apoiado pela CDU.!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Secretário-geral do PCP diz que medidas positivas têm a marca do PCP e, em muitos casos, tiveram a "resistência" do Governo socialista
Jerónimo de Sousa já anda em campanha e não poupou críticas ao PS num convívio de verão em Monte Gordo. “Sim, camaradas, o que se conseguiu, em muitos casos, teve sempre pela frente a resistência do Governo do PS, que mantém presente na sua governação opções essenciais da política de direita, tal como fizeram anteriores Governos do PSD e CDS”, afirmou, ontem à tarde, o secretário-geral dos comunistas
.
O Apoio da CDU (vermelhos mais as melancias apolónicas que nunca foram a votos) é coisa que nunca existiu desde 2015, é coisa inventada pelos incautos concidadãos, como se tem visto.
A lábia, o despudor deste geronte dinossauro são os do costume e continua convencido que convence mais alguém para além dos cegos ortodoxos.
Coitado dele, não , coitados de nós que temos de levar com este palavreado constante.
Permanente descarada ausência de vergonha na cara.
AC

sexta-feira, 2 de agosto de 2019

É  NATURAL.........
Parece natural que haja “paz social”(???) isto é, ausência de greves, enquanto os sindicatos de esquerda tenham acesso ao poder e os partidos de esquerda possam frequentar os corredores do governo. 
Também parece natural que haja um “clima optimista” para os negócios, enquanto os patrões tenham fácil contacto com os governantes. Tudo isso parece natural e faz parte do jogo político Tuga. 
Tudo natural, LITERALMENTE, até o não haver informações e relatórios e auditorias em tudo o que é coberto pelo ministério das finanças incluindo empresas que tutela. Tudo natural, tudo transparência, tudo contas certas, tudo alternativa boa e rosácea.
Mas, como estamos de paz social, a sério ? 
Paz social, ora ..........vejamos............
Ahhh.........olhando para trás e depois vindo até ao presente, tivemos / temos, taxistas, pessoal do SEF, pessoal do Metro, TAP, enfermeiros à vez por especialidades para ser menos difícil angariar dinheiro venha lá ele de onde vier (coisa curiosa), professores, estivadores,  guardas prisionais, oficiais de justiça, médicos, bombeiros, funcionários da RTP, transportes públicos (como não podia deixar de ser), juízes, pessoal da Misericórdia de Lisboa, oficiais de justiça, magistrados do MP, fabricas de automóveis, INATEL, e um etc que nunca mais acaba. 
E de certeza que me esqueci de algumas classes e vários episódios, mas estas enumerações CANSAM muitoooooo......
Tanto que não acaba, que várias outras greves foram sendo  anunciadas/ programadas e agora que o tuga vai de férias e sobretudo eleições se apresentam a curto prazo, eis que sindicatos fora das garras da CGTP e da UGT estão a preparar-se para parar a Tugolândia. E o curioso, é estarem a aparecer outros sindicatos de camionistas a juntar-se à bagunça. Matérias perigosas, não perigosas, fofinhas, a granel, etc. Nunca houve tanto pré-aviso e tanta greve. O tal caminho encetado em 2015 e que a patética atriz quer prosseguir, enquanto o tio Jerónimo anda cada vez com mais má cara, coitado.
Sociedade equilibrada? Pois Tá Claro !!

Uma das coisas mais inacreditáveis, para mim naturalmente, é esta coisa /esta mania de continuar a dizer que Portugal é um País rico.
NÃO É, SOMOS POBRES. E DEVEMOS, melhor, DEVÍAMOS, PERSISTENTEMENTE LUTAR PARA ACABAR COM ESTE ESTADO DE COISAS.
Saímos da uma crise arranjada pelo PS e veio a Troika, e agora a descarada ausência de vergonha na cara aumenta exponencialmente. 
Mas tudo certo e rosáceo. 
E as anestesias à populaça incauta ignara inconsciente e ignorante aumenta todos os dias.
Já não chegava futebol a toda a hora nas TV ainda vamos pagar mais um canal de bola, agora da federação ou lá o que é.
E nós a pagar.
Racionalidade política, política séria a bem da sociedade e não das freguesias de amigalhaços, com e sem avental? Pois.

E ele dá pulinhos  de contentamento, que aprendeu com um dos ajudantes quando foi ministro anos atrás.
AC

quarta-feira, 31 de julho de 2019

PORQUE me TEREI LEMBRADO DISTO ???
AC
12 Agosto, Motoristas, e desavergonhados
Desavergonhados, com descarada ausência de vergonha nas trombas, estão por aí vários. MUITOS.
Quanto aos portugueses, refiro-me à maioria dos cidadãos comuns, não devem ser estúpidos.
Por exemplo, devem abastecer-se de combustível no máximo até 9 de Agosto. 
Depois, toca a ficar em casa, andar a pé ou de bicicleta.
Férias? Deslocações por causa das férias programadas?
NÃO, têm de ficar em casa. 
Ouçam  os ministros, cumpram as recomendações desses ministros palradores.
Sim, até porque eles vão dar o exemplo.
Não acreditam?
Não têm vergonha de não  confiar, de não acreditar?
Pois fiquem a saber.
Que no gabinete do PM Costa, quer nos dos ministros que quase diariamente nos andam a ensinar o que fazer durante a greve que se iniciará em 12 de Agosto, quer também nos gabinetes dos restantes membros do governo, e a coisa vai até até ao nível de assessores, a esmagadora maioria desses motoristas vai ficar às ordens do ministro da chamada defesa nacional, para englobarem o lote dos motoristas que o sr Cravinho diz ter à disposição.
Motoristas de cargas perigosas são quantos? Quantos milhares?
Ou dezenas de milhares?
Pois tá claro que os motoristas das forças armadas e será sobretudo do Exército, vão suprir as ausências desses motoristas.
E a eles se juntarão sob coordenação de Cravinho, os motoristas de fatinho que normalmente estão ao serviço dos titulares de orgãos de soberania (só os do governo).
A questão dos camiões serem propriedade privada, isso não é problema.
Estou a ver um soldadinho entrar num camião de transporte de combustível e toca a andar. Depois, na estação de serviço, alguém lhe explicará como tratar de tirar o combustível do camião para o depósito. Detalhes.
GANDA Cravinho!!!!!!
Grandes ministros.
Grande Costa.
Desgraçado País, desgraçados de nós, cidadãos comuns.
AC


segunda-feira, 29 de julho de 2019

POSSÍVEL GERINGONÇA,  OUT 2019
PM - António Costa

Ministros:
> Adjunto para as Causas Fracturantes 
> Adjunto para a definição do Politicamente Correcto
> Adjunto para a definição de tudo o que deva ser gratuito, creches, escolas, hospitais, etc (fundos Europeus têm que pagar)
> Adjunto para coordenar os contratos familygate
> Finanças e cativações
> Emergência Climática e da Baixa de Impostos
> Negócios Estrangeiros
> Justiça à nossa moda
> Serviço Nacional de Justiça
> Serviço Nacional das Quotas
> Agricultura, Hortas Biológicas, Florestas, Desenvolvimento Rural, e verificação se existem agricultores no interior
> Defesa Nacional e extinção gradual de efectivos militares
> Tachos Governamentais e Autárquicos
> Ordenamento Territorial segundo os mesmos arquitectos
> Administração Interna e proliferação de guetos
> Cultura, e inventariação de património disperso
> Ciência, Bué de Tecnologia e Ensino Superior
> Educação, 
planeamento de férias e de tempos livres
> Trabalho, Solidariedade, Segurança Social, e muitos subsídios
> Promoção da Saúde, apenas quanto baste
> Planeamento, Promessas e manutenção das infra-estruturas que ainda existam
> Economia caseira
> Ambiente e folclore
> Mar, riachos, portos, e pescarias lúdicas



AC

terça-feira, 16 de julho de 2019

EXPRESSÕES IDIOMÁTICAS FRANCESAS
> Renvoyer aux calendes - Adiar indefinidamente
> Filer un mauvais coton - Atravessar uma crise perigosa
> Demander la lune - Pedir a lua
> Avoir des gorges chaudes - Troçar de alguém
> Un homme entre deus vins - Indeciso no partido a tomar

Será pelas palhaçadas a que se vai assistindo que me lembrei disto?
AC

sexta-feira, 12 de julho de 2019

MÉDICOS para o ALGARVE?
Verdade?
Ora vejam a notícia da TVI do jornal das 1500 horas. Ilustrativo da cambada de bandidos mentirosos que por aí andam.
AC
COMO CLASSIFICAR os AGENTES da PSP?
Uns ordinários?
Uns malandros?
Uns safardanas?
Uns agentes do PCP ou do BE ou dos dois?
Agentes do PSD e do CDS?
"ATÃO", e o respeito pelos titulares dos orgãos de soberania, neste caso, pelos, inefável sorridente e matreiro PM António Costa e pelo inefável MAI Cabrita?
ATÃO, não há respeito?
Que vergonha, virarem as costas aos senhores.
Francamente, isso só se faz aos direitolas.
Não se faz a quem vira a página, a quem acabou com o empobrecimento, a quem alterou a imagem de Portugal no estrangeiro.
Esperem..........estão aqui a sussurrar-me que António Costa, depois da cerimónia desta manhã na praça do Império, desabafou com o Augustinho Santinho da Silva e confessou que fez mal em não ter insistido em Bruxelas que o nomeassem para qualquer coisa, para ver se se ia  embora daqui e deixava os cacos ao Pedrinho.
AC

SÃO COMO ROSAS SENHOR
7 000 novas vagas para creches
1 000 novas vagas para......
1 000 novas vagas para......
1 000 novas vagas para......
AC

quinta-feira, 11 de julho de 2019

FRASES IDIOMÁTICAS FRANCESAS
Porque me terei lembrado disto?
- Deménager à la cloche de bois - Mudar à sucapa
- Être à sec - Não ter dinheiro
- Se mettre en quatre - Tornar-se muito prestável
- Faire flèche de tout bois - Lançar mão a tudo
- Faire de l'esbrouffe - Fazer espalhafato

Não deve ter sido por nada na vida política nacional.
AC

quarta-feira, 26 de junho de 2019

O que TRANSPARECE no QUOTIDIANO
O que transparece no quotidiano nunca é o que de maravilhoso se passa por acção dos governos.
Em Portugal é assim.
Tudo funciona bem, tudo está no melhor dos mundos.
O SNS, de acordo com o sempre e cada vez mais admirável Centeno, nunca esteve tão bem, nunca teve tantos médicos e enfermeiros e outros funcionários.
Tudo aquilo que persistentemente vem na comunicação social não passa de dislates tal como, quando se vai ao hospital, não há diferença nenhuma por exemplo, entre o atendimento e tratamento na FChampalimaud e hospital de S.José. 
Já na justiça, certamente em função de cursos e mestrados tirados em acelerado tal como acontece com o comum dos mortais, nunca a justiça esteve tão bem.
Apenas aqui e ali existem por exemplo uns imbecis que, para tirar senhas que se esgotam rapidamente, vão para a porta das repartições pelo menos uma hora antes da abertura. Uns imbecis, só pode.
E, para lá das custas judiciais, atrasos, os problemas com os oficiais de justiça (basta ir ver as despudoradas declarações da Van Dunem sobre o tema) etc, claro que haver apenas dois juízes naquele tribunal que lida com as grandes broncas isso é apenas um detalhe sem importância alguma.
Tem razão o tiranete insular, vê-se bem quem manda no País.
AC

terça-feira, 25 de junho de 2019

Não eram precisos exemplos diários
Mas estes "SUCIALISTAS" insistem em demonstrar, diariamente, a repugnância que lhes está associada.
- “fenómeno” dos cidadãos que vão aos “mesmos serviços, à mesma hora” -
AC

quarta-feira, 19 de junho de 2019

A  PROVA  INSOFISMÁVEL
Dizem os jornais que, desde a Troika, não havia tanto anúncio de greve. Quase não há sector que, este ano, não tenha estado ou venha a estar em greve.
É a prova insofismável que faltava?
Não, não era preciso mais isto, para que os incautos milhões dos meus concidadãos tivessem a certeza absoluta que o intrujão-mor deste País não tinha virado a página, nem tinha acabado com a austeridade.
Não é verdade?
Pois claro que é verdade.........
Gostam dele, continuem. 
Por mim, estou de consciência tranquila, não votei nem voto neles nem nos episodicamente associados, e o meu problema como sempre tenho dito, é que procuro gente séria na política e vejo-me cada vez mais angustiado.
Agora até há quem vá para fora para saber comandar no futuro.
Sim, porque quase nenhum problema está resolvido na minha sociedade.
O que mudou é que temos diariamente mais fantochadas e mentiras, mudança de roupa em público, coroações patéticas, incoerências constantes nas promulgações de certa legislação, e a manutenção generalizada dos mesmos problemas de sempre. Enganando uns quantos, sempre, aqui e ali.
E muito futebol. 
Todos bem anestesiados, como lhes convém, e como aliás no fim de contas o pessoal parece gostar, sejam eles atirados para as bebedeiras no Marquês de Pombal do futebol, ou para dentro de transportes públicos a que se vão tirando bancos e assentos.
GADO, puro. 
Votem neles outra vez, por favor, pode ser que isto estoire de vez. 
AC





sábado, 8 de junho de 2019

INJUSTIÇA dos JORNALISTAS e SINDICATOS

É muito injusto da parte dos sindicatos da GNR dizerem que os socialistas capitaneados por Costa estão a preparar um número político para ter efeitos na campanha eleitoral para as legislativas. 
E é igualmente muito injusto os jornalistas darem cobertura a isso.
Claro que 100 viaturas novas precisam de ser avaliadas antes de entrarem ao serviço, ver se os faróis acendem, por exemplo. 
Com certeza.
E como estas coisas demoram, e metem-se daqui a nada as férias de Verão, as viaturas devem vir a ser mostradas ao público com pompa e circunstância lá para Setembro. 
Só por causa do tempo que estas coisas levam a fazer.
Qual número político. Ingratos, injustos, botabaixistas.
É apenas dedicação total ao serviço público, à sociedade, por parte de António Costa e do seu colaborador Eduardo Cabrita, pugnando sempre pela defesa dos cidadãos, e pelo adequado equipamento das forças de segurança para estas prestarem um bom serviço à população.
E sempre com contas certas.
AC 

quinta-feira, 6 de junho de 2019

ANDO PREOCUPADO COM MARCELO
Verifico que o actual inquilino de Belém persiste em comentar muita coisa mas também fica convenientemente calado quanto a outros assuntos. Curioso.
- Tancos, nunca mais disse nada.
- Ao brilharete de Ronaldo, nada disse.
- A americana que vem acusando Ronaldo, passou a coisa para tribunal federal; gostava saber o que pensa o PR.
- Os selvagens dos muitos britânicos que para aí andam fazem desacatos no Norte, e o PR não telefona à rainha, nem critica esses desacatos?
- Manuela Ferreira Leite fez uma declaração acerca do défice e Marcelo "népia".
- O MDN fez uma declarações sobre defesa nacional e Marcelo nada.
- Os transportes designadamente na grande Lisboa está um caos e Marcelo caladinho.
- Os voos de e para a Madeira têm atrasos constante de 2 a 3 horas e vários são cancelados, e Marcelo bico calado.
- Por exemplo na linha de Sintra passam-se coisas inacreditáveis incluindo tiroteios, e Marcelo nada.
- Na TAP, com prejuízos brutais e amigalhaços de António Costa no grupo dirigente da TAP, dividendos chorudos para uns poucos e Marcelo népia.

Ah, e a culpa de tudo isto é de Salazar, ou pelo menos culpa de Passos Coelho e do Trump ( que é de facto um paspalhão)

É como estamos, mas é o que os portugueses gostam. E de selfies.
Mas depois não se queixem.
AC
TAL como o PAI
Lê-se nos online que o actual ministro da chamada defesa nacional
esteve na AR e fez declarações elogiosas a seu próprio respeito, tendo feito aparentemente um balanço positivo do tempo que leva como ministro, concretamente desde Outubro de 2018.
Pelo que se lê parece que um dos que mais zurziu o ministro foi o CDS através dos seus representantes na comissão em causa.
O CDS?  Dá vontade de rir.
Claro que um ministro que ainda nem há um ano está no cargo, poucas culpas terá no que corre mal, no que está mal, tal como pouco se devia gabar quanto ao que eventualmente não esteja muito mal. E esquece-se que herda o que vem detrás e é da responsabilidade do seu partido e do governo que passou a integrar.
Mas estes socialistas são assim, palavrosos e sem decoro.
Uma coisa é evidente para quem analise com rigor e isenção as coisas na defesa nacional e no que respeita às Forças Armadas, as quais não são a defesa nacional, mas apenas um dos pilares, o pilar militar.
E no que respeita às FA, é caótico o que lá se passa.
Meios humanos, materiais e financeiros, inadequados.
Décadas após o 25 de Abril os partidos políticos continuam a não se entender e a não debater a defesa nacional. 
Nunca é assunto falado nas diferentes campanhas eleitorais.
Continua o País sem ter uma definição clara quanto a que FA deve ter no quadro presente em que está este enlouquecido mundo.
Continua ano após ano um aviltante achincalhamento dos militares.
Ao longo dos anos, algumas chefias militares muito ajudaram uns quantos e desavergonhados políticos no apoucamento das FA.
Basta olhar para os exemplos mais recentes a propósito da telenovela TANCOS, onde algumas declarações em sede de comissão na AR suscitam reações antagónicas, vontade de chorar e de rir ao mesmo tempo.
Desgraçado País.
AC

terça-feira, 28 de maio de 2019

O ESTADO a QUE ISTO CHEGOU
Leio depois de almoço uma série de online.
A alarvidade desta gentalha que nos esmaga diariamente, que nos espolia com a aprovação dos gordos e anafados da cor bem entrosados em diferentes e múltiplas instituições e clubes de amigos à mesa orçamental sentados, é cada vez mais estratosférica.
E depois atiram-nos por exemplo, com questões reputacionais.
Cambada de vigaristas.
O descaramento dos Costas Centenos e seus lacaios chega ao ponto de querer cobrar dívidas na estrada. Acabo de ver que o escabroso atingiu tal ponto que parece mandaram cancelar a coisa.
E ninguém vai preso.
Eu sei que anda aí muita cambada com dívidas vergonhosas, mas....
Depois os riscos reputacionais, quando a realidade é para tentar que não se percebam as teias urdidas em décadas democráticas, ligando gentalha de todas as cores.
Tudo a roubar.
Da maneira que isto está é mesmo para seguir para Bingo.
O estado em que isto está. 
Mas o povão gosta, como se viu neste Domingo: o das sonecas obrigatórias e programadas a ter um eurodeputado.
Rio a continuar a não perceber, Cristas a não se ver ao espelho e não corar de vergonha, tio Jerónimo a achar que as pouca vergonhas dos seus acólitos e familiares foi tudo invenção da reação, a actriz contentinha a encenar um mau teatro onde ninguém paga bilhete, e o intrujão-mor contentíssimo vai-se a ver poucos mais votos teve o partido que a vitória poucochinha.
Desgraçado país.
AC