Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
sábado, 26 de setembro de 2026
sábado, 19 de setembro de 2026
OUTONO VEM AÍ, depois, INVERNO
Aqui no burgo onde vivo, andam a limpar sarjetas. Vá lá!
E quanto a isto, melhorámos imenso, certo ?
Estávamos no tempo Costiano e, certamente, a par das milhares de casas que no "reinado" dele foram prometidas construir (até aos 50 anos do 25 de Abril não haverá . . . . .)quinta-feira, 20 de agosto de 2026
O sr Carneiro conhecerá este boneco?
A sua lista de promessas é longa sr Carneiro, à semelhança do seu ídolo Costa de que me pareceu em Olhão não falou, pareceu-me mais uma à Guterres!
Em algumas coisas tem razão (opinião pessoal, naturalmente), como por exemplo na história dos exames, no SNS, na habitação, nas Forças Armadas, nos serviços públicas, em questões de dinheiros.
Mas se fosse intelectual e politicamente honesto, que vem mostrando que não é lá muito, teria e continuaria a fazer justas críticas, repito, JUSTAS, a este governo, mas acrescentaria para os portugueses tudo perceberem melhor de que não há só imbecilidade e alguma incompetência deste governo em várias áreas.
Devia dizer alto bom som, que a questão da digitalização começou a ser equacionada em 2018 (lembra-se?), que as promessas de habitação foram entre outras por exemplo estas em 2018 (lembra-se ?)
que as carreiras dos médicos e dos enfermeiros e de muito mais coisas no SNS foram resolvidas (???) durante 8 anos e semanas (lembra-se?), que os problemas e questões das Forças Armadas foram resolvidas no meio de tanta viragem de página (lembra-se?) como já no tempo de Guterres (lembra-se?), que as suas/ vossas contas certas resultaram sobretudo das brutais cativações executadas por Centeno/ Costa com os resultados que estão à vista nos diversos serviços públicos (lembra-se ?) etc.
Enfim, sr Carneiro, não sei se é tudo da sua lavra ou se tem a brilhante ajuda do inestimável e inarrável Brilhante . . . .
António Cabral (AC)
segunda-feira, 10 de agosto de 2026
Incêndios: Seguro pede mais prevenção e Neves diz que reparos são alerta para pensar e corrigir.
Primeiro, o Presidente da República falou, na Guarda, sobre incêndios, a seguir, o ministro da Administração Interna reagiu, em Mirandela.
António José Seguro insistiu na necessidade de reforçar a prevenção e a capacidade de resposta das autoridades e dos meios de socorro perante os incêndios.
Mas criticou, sobretudo, a inacção dos sucessivos governos desde 2017. Disse que “muito ficou por fazer” na sequência dos incêndios desse ano e defendeu uma acção mais eficaz na prevenção e na resposta a situações de emergência.
Oh Costa, já viste como ele é injusto sobretudo para contigo, que apenas governaste (??) entre início de 2016 e as eleições em 2024, ou estou enganado?
AC
sábado, 18 de julho de 2026
Do FB de João Gonçalves
“Live by the press, die by the press”.
Estou a pensar em Luís Neves.
A direcção da PJ com melhor imprensa nos últimos anos. Coberturas antes, durante e depois garantidas. De bandidagem simples à complexa, de quilos a toneladas de materiais apreendidos. O inesquecível desembarque de centenas de agentes de polícia criminal na Madeira a lembrar 1415. A presença do próprio director nacional numa manif de apoio aos trabalhadores do grupo Global Media há coisa de três anos.
A jornalista, das mais credenciadas em matérias crime e respectivas agências de combate ao dito, transformada em adjunta “principal” do novo ministro.
Para dentro, para a casa, a negociação directa com António Costa dos aumentos salariais na PJ. Um herói português, de pulso e a pulso. Proximidades com o poder socialista que, ainda hoje, lhe valem ora elogios, ora críticas a ataques “ad hominem”.
Uma das razões pelas quais o MP, na altura, trocou a PJ pela PSP na intervenção “Influencer”.
Tinha de ser com surpresas e não sem surpresa.
Lealdade total ao novo poder por parte do alto e experimentado funcionário do Estado. Aparições conspícuas em eventos do PSD como nunca antes em algum do PS.
O erro mudou, no verso do Pessoa, ou mais prosaicamente, o que é que mudou sendo a fibra a mesma e o conhecimento do “terreno” inexcedível? Um charco? Não acredito.
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Um bom amigo enviou-me este interessante texto.
O que é que mudou, pergunta João Gonçalves?
Duvido muito que ele não saiba a resposta. A razão.
Eu que sei "poucachinho" (Costa dixit) de quase tudo, diria que nisto tudo há mãozinha reservada, discreta. Clube enorme!
Aliás, e além do que eu já escrevi noutro texto, as defesas de João Soares e Sérgio Sousa Pinto particularmente o primeiro, só confirmam que nisto tudo há forçosamente uma certa "clubite" discreta a funcionar, a proteger. Clubite a que não pertencerão a Cabrita e a Felgueiras. Aguardemos pelos próximos episódios
AC
sexta-feira, 17 de julho de 2026
terça-feira, 14 de julho de 2026
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015
MAIS UMA POUCA VERGONHA DE POLÍTICO
sábado, 11 de julho de 2026
sexta-feira, 3 de julho de 2026
LIDO no SAPO, esta "OPINIÃO" de Joana Petiz -A grande mentira de Costa.
Sublinhados da minha responsabilidade
AC
Os números do INE revelaram enfim a realidade ignorada ou deliberadamente escondida, mas afinal bem percebida: em três anos, os imigrantes duplicaram e todos empobrecemos. Imigrantes incluídos.E agora, já se pode falar da grande mentira de António Costa? Não é fácil escolher uma só, claro. A herança é gorda, entre os repetidos anúncios de "médicos de família a chegar a todos os agregados", o milagre do hidrogénio verde e do canal ibérico que atravessaria os Pirenéus para levar energia limpa e nova a toda a Europa, a ferrovia que ligaria o país por dentro e para fora, a "habitação digna para todos" em meia dúzia de anos... é à escolha do freguês.
É reconhecida a capacidade desse ex-primeiro-ministro, promovido a presidente do Conselho Europeu depois de abandonar um governo entalado num vergonhoso caso de corrupção, de anunciar o que nunca fez por cumprir e escapar ileso à revolta dos carecas a quem o elixir cabeludo falhou, enquanto o seu séquito lhe alisa os incumprimentos pela medida da narrativa que melhor serve a ocasião.
Há porém um vencedor destacado nesse rol de engodos: a negação do efeito de chamada, mais vezes do que Pedro negou Jesus, e as consequências trágicas de uma lei que escancarou as portas do país, fazendo o total de imigrantes duplicar para os atuais 1,6 milhões e levando até a União Europeia a castigar Portugal por pôr em risco a segurança do Espaço Schengen.
Nos anos em que vigorou, a manifestação de interesse trouxe a Portugal mais de 1 milhão de estrangeiros, a maioria deles a chegar entre 2021 e 2024. Precisamente, enquanto se rebentava com um Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) que era caso de estudo internacional, com o único objetivo de salvar a pele a António Costa e a um ministro que, no seu governo, colecionou casos e casinhos, do familygate às golas antifumo —agradeçamos aos céus que já não nos governassem quando se descobriu o caso da esquadra do Rato, ou teriam decerto acabado com a Polícia no seu todo.
Em três aninhos apenas, entraram e ficaram por cá mais de 700 mil estrangeiros — o único critério, terem a passagem de avião (quantos a conseguiram à boleia de máfias ainda estamos para saber...). Muitos chegaram do Brasil, de Angola, de Cabo Verde,países que partilham connosco a língua, as raízes culturais e em muitos casos até são família. Mas nestes três anos houve uma mudança fundamental nos fluxos: os que vieram da Índia, meros 35 mil em 2022, são agora tantos quantos os angolanos com quem partilhamos séculos de história; os nepaleses tornaram-se no quinto povo mais representado. Se alargarmos ao Indostão (juntando a estes dois países os cidadãos que chegaram do Bangladesh e do Paquistão), esta tornou-se, em três anos, na segunda maior comunidade imigrante. Reino Unido, Itália ou França deixaram de figurar no top 5.
Como agora confirma o INE, nesse período chegaram a Portugal 334 mil brasileiros (mais que duplicando a presença, para os atuais 574 mil) e os nem 90 mil indostânicos registados triplicaram para os atuais quase 250 mil, sendo maioritariamente homens (cerca de 60%) e a viver sobretudo na Grande Lisboa.
Não é um desvio, não são perceções. É a prova cabal de que a legislação apadrinhada por António Costa foi um absoluto desastre, responsável por sobrecarregar infraestruturas sem apelo nem agravo, estilhaçar a coesão social, agravar sarilhos que já eram grandes com a habitação à cabeça. São estes imigrantes (quantas vezes a viver em condições sub-humanas) que competem com os jovens e a classe média por casas na cidade; porque quem as tem disponíveis demasiadas vezes cede à tentação pouco escrupulosa de quadruplicar a renda, cobrando não pelo apartamento mas por cama.
Os números da imigração que resultam do consulado de Costa & companhia — deliberadamente escondidos ou desconhecidos por absoluto desinteresse — põem finalmente a nu a total irresponsabilidade de quem nos governava e a absoluta indiferença quanto ao estado em que deixou o país e quanto aos imigrantes que aqui chegaram de rajada, à procura de uma vida melhor. Nunca houve a menor preocupação com a capacidade de receber e integrar estas mais de 700 mil pessoas; todos os avisos foram descartados como "alarmismo" e "xenofobia", todos os sinais atirados para o cesto das "perceções sem ligação à realidade".
Agora que a verdade se tornou inegável, os discípulos de Costa encetaram as manobras de circo habituais, entre o esgotado argumento de que sem estas pessoas não tínhamos quem trabalhasse e contribuísse para o Estado Social e o vergonhoso desprezo pela necessidade de ensinar-lhes língua, costumes, hábitos e regras. Uma integração impossível de fazer de sopetão, que compromete, desde logo, as possibilidades de melhores perspetivas de vida dos próprios imigrantes.
Nesta fuga para a frente de que o PS fez modalidade olímpica, tirando bom partido da falta de memória e da contaminação ideológica da bolha comentadeira, há um campeão destacado: Miguel Prata Roque, que conseguiu dizer e repetir, sem nunca se rir, que foi o governo de Passos Coelho que acabou com o SEF.
Mas voltemos à vaca fria (sem ofensa a animalistas e wokes) e aos argumentos com que ainda tentam vender-nos que é normal e até desejável esta transformação social. Dizem-nos que se não tivessemos recebido estas pessoas, não teríamos quem trabalhasse os nossos campos, fizesse as obras de que o país precisa e nos entregasse a comida em casa — mas quantas colheitas ficaram por fazer em 2021, quando tínhamos metade dos imigrantes? E quantas entregas ficaram por fazer. Há assim tanta gente que não pode levantar o rabo da cadeira e ir fazer as compras ou buscar o seu jantar... Mais, quem pode garantir que se não houvesse tantos imigrantes a agarrar estes serviços nao haveria tantos jovens estudantes a agarrá-los como forma de ganhar uns trocos? E por que razão, com este boost de trabalhadores, se fala em escassez de mão-de-obra na construção, a ponto de o custo desse fator subir a uma média de 8% ao ano desde 2022?
O país precisa de imigrantes, claro que sim. Mas não a qualquer custo. E certamente não para perpetuar o trabalho pouco qualificado e pior remunerado que só quem está desesperado aceita fazer.
Depois vem o inevitável grito das contribuições: se não fossem estes imigrantes. os nossos velhinhos não tinham reforma! É verdade que os estrangeiros que aqui chegaram ajudaram a Segurança Social a pagar as despesas sociais com os 4 mil milhões a mais que entregaram à Previdência no último ano (numa receita total de 46 mil milhões); mas também é bastante óbvio que não resolvem o mais que anunciado colapso das contas de um país em que já há menos de dois trabalhadores a sustentar cada pensionista e a curva demográfica continua vergada ao envelhecimento, com 30% dos poucos jovens que temos a desistir de viver em Portugal (e não, a culpa não é do Passos, a troika já foi há mais de uma década!). Nada resolverá senão a diversificação de formas de garantir rendimentos futuros em convivência com o depauperado sistema de pensões.
Quanto ao IRS, bem, por alguma razão nunca é trazido à baila neste tema. Com baixas qualificações ou impossibilitados de fazer valer as suas competências porque nada conhecem do país e da língua, nove em cada dez imigrantes não chegam a receber mil euros por mês, uma miséria que os isenta de imposto mas também contribui para manter a média salarial esmagada sob a necessidade de subir os salários mais baixos, em nome da dignidade mínima do cada vez maior número de pessoas que vive nesta fasquia de rendimentos. E se fizermos bem as contas, agora que temos números reais, em breve vamos perceber que o se somou à riqueza do país, depois de dividido por todos, se traduz num PIB per capita mais baixo do que tínhamos antes de duplicar a imigração. Estamos todos pior, imigrantes incluídos.
À boleia das políticas ditas socialistas de António Costa, vendidas como baluarte da bonomia e da evolução europeia, promoveu-se os baixos salários e os trabalhos de pouco valor acrescentado, comprometeu-se o desenvolvimento económico e a atração de investimento diferenciado, desprezou-se o talento e empurrou-se os jovens para paragens mais florescentes, deitou-se gasolina sobre a fogueira da radicalização (que Costa sempre alimentou por a saber garantia da sua sobrevivência), desprezou-se a fundamental integração e gerou-se na sociedade uma hostilidade que nunca tivemos para com os nossos imigrantes.
A grande mentira está a nu. O preço que iremos pagar por ela, ainda mal começámos a descobri-lo.
sexta-feira, 5 de junho de 2026
5 JUNHO 2011
Neste dia a agência de notação financeira Moody's colocou Portugal como lixo Baa2.
No meio de muita coisa bem feita em que infelizmente misturou discursos e tiradas que verdadeiramente caem na definição de bacoradas insuportáveis, e de aqui e ali ter ido estupidamente (opinião pessoal, naturalmente) além do que a Troika estabelecera, e ainda por cima deixando coisas importantes por fazer (i.e. juntou por exemplo freguesias mas deixou por fazer uma reforma de fundo subsistindo freguesias de várias cidades mais populosas que muitas das chamadas cidades) o governo liderado por Passos Coelho fez basicamente o que tinha de ser feito.
Globalmente bem, mas com várias lamentáveis situações.
Se a memória não me falha no início de 2015 tínhamos cumprido.
Daí para cá até Costa e sequazes terão interiorizado que as contas certas tinham de ser um objectivo a cumprir.
Daí para cá é conhecido o que se passou, oito maravilhosos anos e umas semanas de extraordinária governação (???) com virar de páginas e cativações brutais com os resultados a virem depois, a que se seguiu uma governação igualmente extraordinária (???), e que vigora.
Em termos de mercados e agências de notação financeira Portugal não tem já classificações horrorosas como teve durante anos.
Mas a sério, mesmo a sério, a pergunta para 1 milhão de Euros é esta: estamos mesmo longe de voltar a ser considerados LIXO ?
Que sustentabilidade ?
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida.
Boa sorte, felicidades.
AC
quinta-feira, 28 de maio de 2026
O SISTEMA GUTERRES
Mais uma das recordações:
O Sistema Guterres, por Pacheco Pereira, Público, 6JAN2000 - ...."uma das cenas mais ridículas e elucidativas da política portuguesa passou-se na noite de ano novo e, como é costume, passou despercebida pela falta de espírito crítico e pelo conformismo que domina hoje os "media" face ao poder.
Trata-se da decisão do nosso primeiro-ministro de ir passar a noite do milénio a caçar o inexistente "bug" do ano 2000 com grande aparato. Por singular coincidência em vez do "bug" estavam ali por acaso umas câmaras de televisão.......que bom primeiro-ministro temos, que, em vez de ir festejar com a família e amigos, zela por nós………
Tudo foi ridículo......O poder hoje não controla os "media" dando ordens do gabinete, mas escolhendo as pessoas certas para os lugares certos no "serviço público" e tratando os patrões como "empresários" no sector privado........com a regra dos "media", uma das quais é produzir irrelevâncias........mostrando o irrelevante oculta-se o essencial…………
Pina Moura destrói o Estado e o último pacote de fundos comunitários..........perdendo a última grande oportunidade de fazer as reformas estruturais de que a nossa economia precisava............alguém fala disto?...........Ninguém, tão distraídos que estamos com o "bug"..........o engenheiro, aliás, agradecia que houvesse mais desses grandes "problemas" todos os dias.
Pensam que não é assim? Mas todos os que sabem, sabem que é assim, daí este enorme afã para que não saibamos, nem nos preocupemos.
Este é o sistema Guterres e já é uma rotina.
Verdadeiramente, isto eles fazem bem.
ACTUALÍSSIMO!!
Até porque o sistema Guterres foi copiado e muito melhorado e assim tivemos depois, o sistema Barroso, o sistema Sócrates e muitíssimo melhorado tivemos a seguir o fantástico sistema Costa, e temos agora o sistema Montenegro.
Perfilam-se no horizonte outros sistemas?
Sistema Coelho, sistema Ventura, sistema Carneiro, sistema Pedrinho Santos ?
Portugal sempre no bom caminho
António Cabral (AC)
terça-feira, 12 de maio de 2026
quinta-feira, 5 de março de 2026
Na revista Visão de 30 de Julho de 2014 recordavam-se cenas do embate entre Seguro e Costa pela chefia do PS.
domingo, 8 de fevereiro de 2026
Estive a reler coisas de um velho Soarista dos primeiros tempos.
“A estratégia de Mário Soares foi sempre localizar o PS ao centro, ter a noção de que o perigo era a extrema-direita e, por isso, logo no segundo governo chegou ao pé de mim e disse: 'Vou fazer uma aliança com o CDS'”, conta. António Campos lembra que, na altura, chamou maluco a Mário Soares, mas que ele argumentou que precisava de fazer essa aliança porque o perigo em Portugal era a mentalidade de 48 anos de fascismo. Pediu ajuda a António Campos, na altura coordenador do partido, para trazer para o partido pessoas da ala esquerda, entre elas Jorge Sampaio. “Em 15 dias eles inscreveram-se no partido”, recorda.
António Campos é crítico das políticas de António Costa, que considera ser o responsável pelo crescimento do Chega. ”O Costa criou o Chega e este [Pedro Nuno Santos] pôs o Chega como líder da oposição em Portugal”, lamenta.
O histórico socialista, que recusou estar presente nas comemorações dos 50 anos do partido celebradas há dois anos, acusa António Costa, “com quem teve guerras e chegou a cortar relações”, de também ter conseguido destruir a esquerda. “O doutor Cunhal considerava que o PS era o inimigo, mas com ele conseguimos criar o Serviço Nacional de Saúde e Mário Soares foi eleito Presidente da República”, afirma. “O que o Costa fez foi acabar com isso tudo e passar os eleitores do PCP para o Chega”.
Quanto aos cenários de governabilidade, António Campos espera “que o PS se porte bem“ e acredita que quem for eleito secretário-geral do partido será uma questão de tempo até chegar a primeiro-ministro. ”Mas se tiver cabeça, pensar no país e pensar na democracia em Portugal”, adverte.










