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domingo, 22 de fevereiro de 2026

TENHO  de  IR  VER . . . 

Tenho de ver se consigo verificar da veracidade disto:

- Na ONU Guterriana foi nomeado um iraniano como vice-presidente para liderar a Comissão para a aplicação da Carta das Nações Unidas, à qual cabe zelar pelos seus princípios e cumprimento, alertar e condenar violações, bem como proteger a Democracia e os Direitos das Mulheres.

Tenham um bom Domingo
Saúde e boa sorte.

AC

segunda-feira, 25 de setembro de 2023

NESTA FAMOSA PAZ Pós 1945,
Como estamos de guerra na Ucrânia?

Sim, vamos lá, como estamos nesta guerra, Ups, . . nesta operação militar especial?

Lamento falar em guerra, oh canalha PUTIN.

Guerra é coisa que depois do fim da II GG em 1945, depois de na baía de Tóquio o diplomata japonês se ter sentado em frente ao hirto McArthur e ter assinado pelo Japão a rendição incondicional, depois de confirmado o poder dos Estados Unidos, depois da fundação da ONU onde agora perora o mole Guterres, nunca mais haveria guerras.
Nunca mais houve guerras, certo? 
Só operações militares especiais, esta na Ucrânia, Síria, Afeganistão (Rússia, EUA), Norte de África e outros, Líbano, Iraque, Palestina, Kosovo, Chechénia, Sérvia, etc.

Anda muita gentinha por aí num crescente frenesim, de viagens e discursos e propaganda e contra informação.
O que desde logo recomenda muita prudência e desconfiar quase da própria sombra.

O actor/ presidente Volodymyr Zelensky bem amestrado por certos círculos ocidentais prossegue as suas diárias arengas e, certo de que não é apeado do poder, já se ausenta vários dias do país depois de mais uma grande varridela de governantes e funcionários vários. 

Passeou a sua vestimenta característica pelos EUA, Canadá, ONU, discursou aqui e acolá, deu entrevistas, teve muitos encontros bilaterais, teve reuniões de trabalho, teve palco, e clamou por mais dinheiro e mais armamento.

Os argumentos que apresentou foram os da cartilha do costume.
Do lado ocidental, também não houve novidades, foi a cartilha do costume.
Do lado da Rússia, também nada de novo e inovador, o inarrável Lavrov caracterizou o Ocidente como o império de mentiras, o que não é completamente mentira. Tem é de mudar de óculos para ver melhor o que se passa lá por casa.
Verdade se diga, se o homem não falasse assim um destes dias ou o avião explodia ou tropeçava e caía de uma varanda!

Mais dinheiro, mais armamento.

Pois é, o factor tempo e aquela coisa chatíssima das democracias - as eleições - estarão a começar a preocupar Zelensky.
Ele não se confessará em público mas já percebeu que as duas coisas correm contra ele. Polónia, Hungria, EUA e os que ainda não se confessaram começam a fazer cada vez mais contas.
O dinheiro que vai para Zelensky/ Ucrânia não vai para as necessidades dos países doadores.

Eu disse doadores?
Estou em crer que doações serão muito poucas, e com o passar do tempo, seja de que forma for, do Reino Unido aos EUA e a todos os outros, quererão recuperar o que foi entregue/ empatado. Veremos.

Mas, e negociações, planos de paz?
Aparentemente NADA. Lavrov frisou isso.

Mas, no terreno, militarmente?
Lavrov confessou que está a haver crescentes danos na Rússia provocados por mísseis e drones. A Crimeia e nomeadamente pontes e bases militares já não estão a salvo. 

É por demais evidente a lembrança de Lavrov - o Ocidente, com o seu apoio a Kiev, estar já diretamente em confronto com Moscovo: "Podem chamar o que quiserem, mas eles estão a combater contra nós.  

Quanto à contra-ofensiva de Zelensky que terá sido iniciada em Junho passado, aparentemente as coisas não estarão famosas.
Quando, abertamente, no Reino Unido e nos EUA, começam a questionar o andamento da guerra, quando começam a surgir vozes a pedir contas sobre os rios de dinheiro enterrados na Ucrânia, isto significa que os ventos que sopravam numa direcção estão a abrandar?
Significa que poderão vir a mudar de direcção?

Algumas coisas me parecem prováveis no terreno:
- os avanços das tropas Ucranianas serão frouxos,
- as posições Russas não se alterarão muito,
- os bombardeamentos sobre a Ucrânia prosseguirão,
- os mísseis e drones Ucranianos cada vez mais tentarão acertar em território Russo.
La Palisse não diria melhor.

Por outras palavras, não estou a ver o fim disto.
E até que ponto a Rússia vai continuar a suportar os ataques a várias zonas na Crimeia e não só?

Agora mais a sério, não estou a ver o fim disto, o que dá muito jeito a vários governos para se desculparem de muita coisa, mas está a parecer-me que a situação - toma lá míssil e drone, recebe agora míssil e drone - não vai continuar assim por muito tempo. Vai piorar.

Aguardemos. 

Ah, o discurso de Marcelo foi muito importante para reverter a situação!
AC

sexta-feira, 9 de junho de 2017

A CULTURA do DIÁLOGO
Uns quantos, na política e não só,nos meios civis e militares, entendem que não deve haver diálogo. Manda quem está no poder e PRONTOS!!!!

Outros, encontram vantagens (eu também) em, antes da decisão, se estudar, se ouvir, se ponderar, sobretudo com quem tem legitimidade formal para ser escutado, consultado.
Mas em Portugal a casa nunca está arrumada.
Andamos sempre aos trambolhões, de um lado para o outro, sem definir de uma vez por todas o que tem de ser arrumado como matéria de Estado, e aquilo tudo e é muito e que tem de, forçosamente, ficar para a pura e legítima e democrática luta política. Aquilo que tem de ficar para ser observado por diferentes visões de como melhor encontrar soluções.
Isto dito, já tínhamos tido os que - é assim e pronto - agora vejo no presente cada vez maiores indícios de voltarmos ao pantanal Guterres, o tal que nem por cima nem por baixo.
Já nos bastava ter uma quantidade de Socráticos no poder, para começarmos a pouco e pouco a entrar no diálogo infindo com todos. Sócrates continua, está Guterres de volta?
Portugal merecia melhor, muito melhor.
AC

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Até onde chega a desonestidade intelectual
O actual inquilino de Belém está a escassos dias de acabar o seu segundo mandato como PR.
Ao longo dos anos fui dos que escreveram várias e por vezes duras críticas acerca das suas acções e sobretudo das suas inações. Sinto-me portanto à vontade para dizer o que digo.
Há pessoas que, quando não gostam e estão tal como eu no seu legítimo direito, NÃO GOSTAM, e exprimem-no duramente. Fazem bem. É o que procuro fazer.
Pode por exemplo ter-se opinião negativa quanto ao facto de Cavaco Silva antes de ser PR se arvorar, quase, como o supra-sumo dos doutores económicos.
Mas, dizer por exemplo - ......"de alguém que evocou, como primeira qualidade para ser eleito, o facto de ser economista mas que não deixou de ter no seu mandato um pedido de auxílio externo por iminência de banca rota " - é que me parece fora de qualquer jeito.
A chegada à banca rota podia ser evitada por um presidente da República? Qualquer que fosse?
Duvido muito, tendo em conta a indispensável e constitucional separação de poderes.
Nas reuniões de 5ª feira, fez avisos a Sócrates? Se calhar fez. E se não fez? O resultado seria sempre o mesmo, perante um animal feroz.
Só falta mesmo dizer que a banca rota foi por culpa de Cavaco Silva.
Que muito do que hoje acontece, na banca, no funcionalismo público, no estraçalhar de equiparações entre os vários servidores do estado, começou em Mário Soares e Cavaco Silva e continuou alegremente com Guterres, ah, aí já concordo.
Agora, culpas económicas e financeiras enquanto PR, parece-me muito deslocado. Mas enfim, a honestidade intelectual é valor que anda de facto muito pelas ruas da amargura.
E eu não posso com o senhor, nem pintado.
Quer como PR quer como Comandante Supremo das Forças Armadas, função em que se esqueceu completamente do seu dever de tutela.
AC