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quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

Parte inicial do excelente e longo discurso de Mark Carney, PM do Canadá, na reunião deste ano do World Economic Forum em  Davos. Sublinhados da minha responsabilidade

Thank you, Larry. It is both a pleasure, and a duty, to be with you tonight in this pivotal moment that Canada and the world going through.

Today I will talk about a rupture in the world order, the end of a pleasant fiction and the beginning of a harsh reality, where geopolitics, where the large, main power, geopolitics, is submitted to no limits, no constraints.

On the other hand, I would like to tell you that the other countries, especially intermediate powers like Canada, are not powerless. They have the capacity to build a new order that encompasses our values, such as respect for human rights, sustainable development, solidarity, sovereignty and territorial integrity of the various states.

The power of the less power starts with honesty.

It seems that every day we're reminded that we live in an era of great power rivalry, that the rules based order is fading, that the strong can do what they can, and the weak must suffer what they must.

And this aphorism of Thucydides is presented as inevitable, as the natural logic of international relations reasserting itself.

And faced with this logic, there is a strong tendency for countries to go along to get along, to accommodate, to avoid trouble, to hope that compliance will buy safety.

Well, it won't.

So, what are our options?

In 1978, the Czech dissident Václav Havel, later president, wrote an essay called The Power of the Powerless, and in it, he asked a simple question: how did the communist system sustain itself?

And his answer began with a greengrocer.
. . . . . .

Bom dia.
Saúde e boa sorte.
AC

quarta-feira, 2 de outubro de 2024

RECORDAÇÕES

A  PONTE  MAIS  PEQUENA do MUNDO


Separa o Canadá dos EUA, na zona famosa das 1000 milhas. 
Já não me recordo com exactidão o seu comprimento, mas tem pouquíssimos metros.

AC

segunda-feira, 25 de setembro de 2023

NESTA FAMOSA PAZ Pós 1945,
Como estamos de guerra na Ucrânia?

Sim, vamos lá, como estamos nesta guerra, Ups, . . nesta operação militar especial?

Lamento falar em guerra, oh canalha PUTIN.

Guerra é coisa que depois do fim da II GG em 1945, depois de na baía de Tóquio o diplomata japonês se ter sentado em frente ao hirto McArthur e ter assinado pelo Japão a rendição incondicional, depois de confirmado o poder dos Estados Unidos, depois da fundação da ONU onde agora perora o mole Guterres, nunca mais haveria guerras.
Nunca mais houve guerras, certo? 
Só operações militares especiais, esta na Ucrânia, Síria, Afeganistão (Rússia, EUA), Norte de África e outros, Líbano, Iraque, Palestina, Kosovo, Chechénia, Sérvia, etc.

Anda muita gentinha por aí num crescente frenesim, de viagens e discursos e propaganda e contra informação.
O que desde logo recomenda muita prudência e desconfiar quase da própria sombra.

O actor/ presidente Volodymyr Zelensky bem amestrado por certos círculos ocidentais prossegue as suas diárias arengas e, certo de que não é apeado do poder, já se ausenta vários dias do país depois de mais uma grande varridela de governantes e funcionários vários. 

Passeou a sua vestimenta característica pelos EUA, Canadá, ONU, discursou aqui e acolá, deu entrevistas, teve muitos encontros bilaterais, teve reuniões de trabalho, teve palco, e clamou por mais dinheiro e mais armamento.

Os argumentos que apresentou foram os da cartilha do costume.
Do lado ocidental, também não houve novidades, foi a cartilha do costume.
Do lado da Rússia, também nada de novo e inovador, o inarrável Lavrov caracterizou o Ocidente como o império de mentiras, o que não é completamente mentira. Tem é de mudar de óculos para ver melhor o que se passa lá por casa.
Verdade se diga, se o homem não falasse assim um destes dias ou o avião explodia ou tropeçava e caía de uma varanda!

Mais dinheiro, mais armamento.

Pois é, o factor tempo e aquela coisa chatíssima das democracias - as eleições - estarão a começar a preocupar Zelensky.
Ele não se confessará em público mas já percebeu que as duas coisas correm contra ele. Polónia, Hungria, EUA e os que ainda não se confessaram começam a fazer cada vez mais contas.
O dinheiro que vai para Zelensky/ Ucrânia não vai para as necessidades dos países doadores.

Eu disse doadores?
Estou em crer que doações serão muito poucas, e com o passar do tempo, seja de que forma for, do Reino Unido aos EUA e a todos os outros, quererão recuperar o que foi entregue/ empatado. Veremos.

Mas, e negociações, planos de paz?
Aparentemente NADA. Lavrov frisou isso.

Mas, no terreno, militarmente?
Lavrov confessou que está a haver crescentes danos na Rússia provocados por mísseis e drones. A Crimeia e nomeadamente pontes e bases militares já não estão a salvo. 

É por demais evidente a lembrança de Lavrov - o Ocidente, com o seu apoio a Kiev, estar já diretamente em confronto com Moscovo: "Podem chamar o que quiserem, mas eles estão a combater contra nós.  

Quanto à contra-ofensiva de Zelensky que terá sido iniciada em Junho passado, aparentemente as coisas não estarão famosas.
Quando, abertamente, no Reino Unido e nos EUA, começam a questionar o andamento da guerra, quando começam a surgir vozes a pedir contas sobre os rios de dinheiro enterrados na Ucrânia, isto significa que os ventos que sopravam numa direcção estão a abrandar?
Significa que poderão vir a mudar de direcção?

Algumas coisas me parecem prováveis no terreno:
- os avanços das tropas Ucranianas serão frouxos,
- as posições Russas não se alterarão muito,
- os bombardeamentos sobre a Ucrânia prosseguirão,
- os mísseis e drones Ucranianos cada vez mais tentarão acertar em território Russo.
La Palisse não diria melhor.

Por outras palavras, não estou a ver o fim disto.
E até que ponto a Rússia vai continuar a suportar os ataques a várias zonas na Crimeia e não só?

Agora mais a sério, não estou a ver o fim disto, o que dá muito jeito a vários governos para se desculparem de muita coisa, mas está a parecer-me que a situação - toma lá míssil e drone, recebe agora míssil e drone - não vai continuar assim por muito tempo. Vai piorar.

Aguardemos. 

Ah, o discurso de Marcelo foi muito importante para reverter a situação!
AC

sexta-feira, 10 de abril de 2020

RECORDAÇÕES
esta é a ponte (pouco mais de 10 mts) mais pequena do mundo, Canadá de um lado, USA do outro,
AC

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS: FACTO? NÃO?
Anda por aí um sururu enorme à volta do que tem saído da boca do presidente eleito TRUMP.
Pessoalmente não tenciono perder muito tempo com isso, por razões diversas, mas sobretudo porque é o que costumo fazer quando me parece haver dislates em catadupa.
Mas parece que TRUMP terá manifestado qualquer coisa sugerindo que as alterações climáticas são uma falácia.
Bom.
Eu tinha dois exemplos para sinalizar à criatura.
1º - observar os mapas da NGEO com as costas W dos EUA (Alaska) e Canadá e comparar onde estavam certos glaciares dentro de determinadas baías em, 1800, 1964 e 2001;
2º - não me lembro com rigor do que assisti nos EUA em relação à queda da folha, além de que não tenho testemunho comparativo diferido no tempo; mas por aqui, posso assegurar, que quando a minha filha tinha cerca de 10 anos, por esta altura do ano, as árvores do parque aqui nas redondezas estavam totalmente "depenadas"; hoje, 17 de Novembro (a "gaiata" vai nos 45), quase não caiu uma folha.
NÃO HÁ ALTERAÇÃO NENHUMA, NÁ..........
AC