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quarta-feira, 19 de novembro de 2025

ESTUDANTES  FECHAM  ESCOLA  ARTÍSTICA

Só imbecis por esse mundo fora como Trump e outros tal como por cá existem também, é que persistem em negar que o nosso planeta vive tempos complicados e complexos, que aumentam os casos de fenómenos extremos como por cá se verificou há dias no Algarve e não só, ou o que aconteceu há um anos em Valência.

Só mesmo imbecis é que negam que o clima está diferente.

E não é de agora. Vou repetir o que aqui em tempos escrevi.

Duas coisas:

1ª - em 2001 fiz um cruzeiro, de Vancouver ao Alaska, parando em vários locais e entrando em duas baías, no Sun Princess. Na véspera de cada visita cada passageiro recebeu indicações várias sobre as pequenas localidades e cidades que íamos visitar na manhã seguinte. Como um mapa daqueles da National Geographic relativamente às baías. Lembro-me que o mapa tinha uns pequenos traços curvos numa baía onde entrámos, indicando a localização do glaciar. Recordo que perto da entrada da baía havia um primeiro, 1700 e tal indicando a chegada lá do famoso Cook. Tinha mais três ou quatro para dentro com datas mostrando o recuo do glaciar. O último era salvo erro de 1964. Pois o navio entrou bastante para lá desse último traço, consegui saber que teria sido pelo menos mais meia milha náutica (1 mi =1852 mts)

2ª - A minha filha mais velha, actualmente com 54 anos, ao tempo em que teve 7 anos e estava à beira de deixar de ser filha única, e andava na escola primária em que as aulas começavam sempre depois de 5 de Outubro, passava férias connosco nas últimas duas semanas de Setembro na aldeia de Monsanto. Particularmente na última semana de Setembro e nos primeiros dias de Outubro à noite tínhamos que vestir uma malha pois as noites eram frescas. Há vários anos que Setembro e grande parte de Outubro são sempre quentes.

O clima está diferente, muito diferente, PONTO.

Voltando aos meninos e às meninas que lutam pelo fim da utilização dos combustíveis fósseis, naturalmente que têm todo o direito a manifestar-se e, pessoalmente, não tenho duvidas que há lugar a justa revolta.

O que NÃO TOLERO é que os meninos e as meninas façam o que hoje é noticiado estão a fazer, na maior das impunidades. Como de costume.

Respeito pelas minorias, SEM QUALQUER DUVIDA. 

MAS RESPEITO PELOS QUE QUISEREM IR ÀS AULAS. E violar as instituições é inaceitável.

Porque é que o padreca e familiares que estão por trás disto não mandam os meninos e as meninas irem manifestar-se em frente das embaixadas em Lisboa da Rússia, China, EUA e Índia? Porquê?

E já agora, os meninos e as meninas que estão a fazer isto, 

- já não vão para as aulas nos popós dos papás ? 

- já não passeiam senão de bicicleta e comboio ?

- já não atravessam o Tejo a não ser em barcos à vela, chatas a remo, ou na Transtejo mas só nos barcos eléctricos ?

- já só utilizam autocarros elétricos ou os caros carros eléctricos da família, ou o Metro ?

- já não usam os telemóveis, nem os computadores ?

- já . . . . . . . . ?

Enfim, mais uma demonstração do estado a que isto está a chegar.

Depois admiram-se e revoltam-se que o insuportável (opinião pessoal naturalmente) Ventura e associados cada vez engordem mais.

E o insuportável comentador de tudo e mais alguma coisa não comenta isto? Ah, é para não incomodar os meninos e as meninas e os ideólogos que estão por trás disto.

Oh professor Marcelo, já não há outro mandato, podia começar a ser um poucachinho (Costa dixit) menos . . . .como  dizer . . . .

António Cabral (AC)

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2025

Sem espinhas!

Tenham uma boa 5ª Feira.
Está um friozinho . . . . lá fora!
Cá dentro  . . . . 21º C.
Saúde, muita paciência, boa sorte.

António Cabral (AC)

terça-feira, 29 de outubro de 2024

DEIXAR AOS VINDOUROS UM PLANETA MELHOR

Sem dúvida alguma.

Mas, se calhar, era melhor e já vão muito atrasados, começar a inverter certas coisas, pois para que isso possa de facto acontecer, um planeta melhor, convinha preparar diferentemente os filhos, as novas gerações.

Ou estou a ver mal as coisas?

AC

segunda-feira, 30 de setembro de 2024

PINTEM ANTES A VOSSA CASA

DEIXEM  AS OUTRAS  EM PAZ.

Promovam, isso sim, sucessivos debates, conferências, escrevam artigos nos jornais e revistas, insistam junto das várias cadeias de televisão, ataquem com as vossas cabeças e com as vossas ideias e com os vossos argumentos pois, de facto, as questões climáticas são uma trágica realidade.

Respeito, sempre, a opinião de outrem mas, isto dito, lamento afirmar, só imbecis negam as alterações climáticas. 

E as alterações climáticas não são de há 100 anos, mas o incremento é brutal, creio, desde o século passado.

Deixo um exemplo, concreto, que vivi.

Maio de 2001, fiz um cruzeiro de 7 dias, partindo de Vancouver para o Alaska.

O navio/ monstro, da "Princess", onde naveguei instalado no 11º piso, a bombordo, quarto/ camarote com varanda privativa, parou em diversos locais, e entrou em várias baías.

Na noite da véspera de entrada em cada porto ou baía, deixavam à porta do camarote um mapa (devo ter na garagem algures entre imensa coisa) do tipo daqueles da "National Geographic".

Recordo que numa das baías (no mapa) havia um risco à entrada da baía marcando a suposta data em que lá teria estado "Cook" e onde quase chegava o glaciar (século XVIII); havia depois mais 3 ou 4 riscos para dentro da baía, marcando o recuar do glaciar, e em que o último se a memória não me falha tinha a data de 1964.

E se a memória não me trai, o navio passou para lá desse risco quase metade de uma milha náutica (1 milha=1852 mts), para quase beijar o colossal glaciar.
Já não me recordo se foi a baía indo directo à "foz" do "Hubbard" ou a do "Mendenhall".

ANTÓNIO CABRAL (AC)

Em tempo:
dei mais umas voltas à procura do tal mapa, não encontrei; foi a segunda e mais exaustiva tentativa.
Como prémio de consolação encontrei a foto (tapei agora a cara) de entrada no paquete, e uns papelinhos da companhia Princess.

segunda-feira, 24 de junho de 2024

CLIMA, VANDALISMO 
A propósito das alterações climáticas no nosso planeta, na nossa casa comum, alterações que alguns energúmenos NEGAM ser uma realidade, por todo o mundo se verificam justas manifestações a par das maiores parvoíces e de insuportáveis atentados a património material, património edificado. Repito, insuportável e que devia ser severamente reprimido e punido.



Um dos últimos exemplos aconteceu em Stonehenge, contra o monumento milenar em Stonehenge.
Um grupo de energúmenos vandalizou o monumento milenar, um dos mais relevantes e importantes da história mundial.

A cobardia e o politicamente correcto habituais permite no mundo Ocidental a continuada acção destes meninos e meninas.
Como bem referiu há poucos dias em artigo de opinião o ex responsável pelo IPMA, os grupos e organizações ambientais têm muito bons contributos, mas as suas visões devem ser ponderadas, não se deve esquecer que são algo limitadas e que se deve acolher tudo o que de positivo delas se recebe, mas a avaliação dos assuntos deve ser muito mais abrangente do que apenas as visões ambientalistas.

Mas, para lá de tudo o mais, vândalos e terroristas urbanos devem ser severamente punidos. Nem tudo deve ser permitido à pala da liberdade.
AC

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2024

A PROPÓSITO de ALERAÇÕES  CLIMÁTICAS

Isto,


e os decotes da festa TVI.

Uns com frio, aproveitam tudo.

Outras com muito . . . . calorrrr

AC

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2024

MAR DE ARAL, IDANHA-a-NOVA, ALGARVE
Quem tem a gentileza de visitar este modesto e livre blogue, onde publico as minhas brincadeiras, partilho opiniões, suscito dúvidas, partilho fotografias, ao ler este título pode com toda a legitimidade interrogar-se: o que tem o Mar de Aral a ver com o concelho de Idanha-a-Nova e com o Algarve? Será que ele se passou?

Meus prezados amigos, meus estimados leitores, não, não me passei.

O Mar de Aral para quem não esteja familiarizado está basicamente seco. Chegou a ser se não estou enganado o 4º ou 5º maior lago à superfície da Terra.
Ao que parece, para lá das alterações climáticas, a cultura do algodão entre outras chupou a água!

No Algarve, as barragens estão a caminho da secura, devido a chover pouco ou quase nada. 
Mas, também, devido às plantações intensivas, diversas, que desmesuradamente chupam água.

No concelho de Idanha-a-Nova várias barragens estão a caminho da secura apesar de muito por lá ter chovido. 
As plantações de amendoais e outras chupam brutalmente a água.

Mas isto preocupa responsáveis? Hum….. NÃO parece.

Por isso me lembrei da secura do Mar de Aral.
Tenham um bom fim de semana.
AC

terça-feira, 7 de novembro de 2023

ALTERAÇÕES  CLIMÁTICAS?
Sim, há alterações climáticas. Claramente.
As duas fotografias em baixo são de uma das roseiras junto do balcão de entrada da minha casa na aldeia na Beira-Baixa e de uma cameleira a talvez 7 a 8 metros desse balcão.
A cameleira está lá há muitos anos. Muitos.
A roseira há vinte e três anos.
Particularmente a minha roseira, que é uma de várias, nunca deu rosas depois de Agosto, começando a florir normalmente em meados de Abril princípios de Maio.
Está com rosas.
Relativamente a este inusitado facto, rosas neste período do ano, pela primeira vez, a minha conclusão é a de que as alterações climáticas estão a enganar a natureza.
AC

sexta-feira, 29 de setembro de 2023

COMO  QUALIFICAR ?

Umas criaturas brindaram o titular da pasta do ambiente com ovos e umas coisas cheias de tinta verde. Creio ter sido isto. Quem os instiga ficou na sombra. Os iluminados do costume.

Há vários aspectos que se podem ponderar nesta cena montada para  terem microfones e câmaras de Tv e tempo de antena.

Modas - há muito que andam na moda estas agressões, contra pessoas, contra quadros de pintores famosos, contra monumentos, etc. Modas, designadamente mas não só, de "índole Gretiana".

Eficácia - estas acções têm, penso eu, eficácia zero ou próximo disso. Basta ver por exemplo a história da marcação de datas para eliminar o diesel e a gasolina e o sucessivo adiar das datas. A decisão no Reino Unido há dias é apenas um exemplo. Mas estas criaturas ficam muito contentes por poderem aparecer em público. Elas e quem as patrocina, "Pro Bono" ou não.

Propaganda - mesmo neste âmbito parece-me que o efeito é coxo.

Prestação do ministro - creio que o ministro teve uma reação adequada e se comportou decentemente. 
Manifestou o seu desagrado, educadamente, comentou e a meu ver bem, o que sucedeu. 
Mas andará muito mal se não formalizar uma queixa. 
Estas coisas não devem passar em claro.

Prestação das autoridades - quanto aos agentes da autoridade, identificaram as criaturas, fizeram registo processual adequado, ou fica tudo em águas de bacalhau?
O Estado não deve ser policial, mas há que ter conta peso e medida. Que eu saiba houve um crime. Isto não deve ser tolerado. A indignação, é uma coisa, isto e outras do género são outra coisa.

O meu entendimento - creio que está claro no que antecede. 
A revolta das pessoas é legítima, e as questões climáticas devem ser olhadas muito seriamente e não me parece que isso esteja a acontecer, mas por culpa de todos os lados.
Discordo do emprego de violência, seja de que forma for interpretada. E nestas coisas gosto sempre de apreciar a coerência de quem protesta e contra o quê, face ao seu "modus vivendi"

AC

quinta-feira, 7 de setembro de 2023

P R O T E S T O

Protesto pela Floresta do Futuro

O que era esperado continua a acontecer. A destruição de áreas rurais, comunidades e territórios continua após décadas de avisos, de pareceres, de discussões, de traições e desprezo. O estado de degradação da floresta portuguesa continua a ser condição fundamental para a catástrofe: abandono, monoculturas industriais, espécies invasoras, degradação dos serviços de protecção e vigilância, desinvestimento no interior. Em cima disto, a seca engole o país devido à crise climática e o calor torna tudo mais frágil. Os incêndios que ocorreram este ano em Odemira, Proença-a-Nova, Monchique, Cadaval, entre outros, são a manifestação disto. Em ciclos cada vez mais curtos o nosso país está exposto a incêndios catastróficos que têm responsáveis.

Olhamos para o futuro e não podemos ignorar que o que está a acontecer é exactamente o que governos e celuloses impuseram: mais monoculturas, mais eucaliptos, mais incêndios, mais abandono, despovoamento, alterações climáticas, desertificação e perda de biodiversidade. Mais monoculturas de eucaliptos, invasoras e espécies de crescimento rápido com apetência pelo fogo substituem a floresta autóctone, acelerando este ciclo. E o clima muda, fica mais quente, mais seco, com secas, verões mais longos e menos dias de chuva. O deserto está a ganhar. Esse também é o plano dos governos e das celuloses. Não têm outro plano e rejeitam qualquer alternativa.

As medidas que não revertem este ciclo, aceleram-no. Precisamos de floresta como a primeira barreira contra a seca e desertificação. Para isso temos de mudar a paisagem. Não daqui a décadas, agora. Temos de responsabilizar as celuloses que nos trouxeram até aqui, a The Navigator Company e a Altri Florestal, e os governantes que lhes estenderam a passadeira - de todos os partidos. Não as travaram e entregaram-lhes o futuro do nosso país. Não podemos aceitar mais isto. As celuloses têm de pagar a destruição do passado e a atual.

Responsabilizamos também as empresas portuguesas que continuam a agravar a crise climática, como a Galp e a EDP, que planeiam continuar as suas atividades destruidoras e extrativistas durante décadas, lucrando como nunca e rejeitando os cortes de emissões necessários para travar o caos no clima. É urgente assegurar as necessidades das pessoas, o equilíbrio ambiental e a saúde pública e não os negócios de sempre.

Precisamos menos ignições e menor área ardida. Isso significa ter um cadastro florestal total do território nacional, e o que está abandonado tem de ser assumido pelo Estado. A áreas abandonadas têm de ser geridas, não pelas estruturas caquéticas atuais, mas por uma instituição criada para o efeito. O rumo seguido durante décadas no mundo rural em Portugal foi feito em oposição aos pequenos proprietários e à diversificação rural, agrícola e florestal, mantendo propositadamente preços baixos e pobreza permanente. Uma floresta de futuro tem de ser construída com intervenção direta do estado, mas de um estado que rejeite ficar nas mãos de uma indústria devastadora para o país, como é a das celuloses.

Temos de deseucaliptizar Portugal. Precisamos de tirar 700 mil hectares de área de eucaliptal no país esta década - que corresponde fundamentalmente ao que tem sido abandonado - e transformar essas áreas em floresta e bosque resiliente que aguente o futuro mais quente e mais seco que a crise climática produziu. Temos fazer isto acontecer para travar o deserto.

No dia 3 de Setembro saímos à rua, em Lisboa, no Porto, em Coimbra, em Odemira, na Figueira da Foz, em Viseu, em Oliveira do Hospital, em Arganil, na Sertã, no Cartaxo, em Proença-a-Nova, em Vila Nova de Poiares, ... e em outros territórios porque as promessas e os remendos dos últimos anos nunca cortaram a lógica que nos trouxe até aqui e que nos levará, se não nos rebelarmos, a abdicar do território em que vivemos para que se torne uma zona incapaz de sustentar populações, incapaz de defender vidas. Saímos à rua por um futuro muito além da lógica redutora dos ciclos económicos e políticos. Basta
.

Li isto, duas vezes, calmamente.
Sublinhei algumas partes.

Antes de mais, não sou silvicultor, agrónomo, não tenho acções de nenhuma empresa, não sou proprietário de extensões de eucaliptos/ sobreiros/ castanheiros/ pinheiros/ nogueiras/ oliveiras/ vinhas/ outros produtos agrícolas. 
Sou co-proprietário, com a minha mulher e respectivos irmãos, de um terreno de 0,752 hectares (junto da aldeia de Monsanto, que era da minha sogra, à venda desde 2010, e que ninguém compra apesar do preço ridículo que pedimos há anos), em que mais de metade tem penedos e pedras, numa extrema está um velho palheiro meio desmoronado, e o restante tem talvez 3 a 4 dezenas de eucaliptos que, quando já estão mais crescidos, são cortados em toros pequenos para juntar ao azinho e outras espécies, para gáudio das nossas lareiras na invernia da Beira-Baixa.
As ervas, folhas, e mato são rapados de dois em dois anos para prevenção de incêndios.

Isto dito, e apesar da vivência de décadas com as quintas (e seus problemas, antes e depois do 25ABR74) de um primo direito (engenheiro agrónomo) da minha falecida sogra, e ter um amigo muito conhecedor do mundo agrícola e florestal e dos mercados abastecedores e do ministério da agricultura logo a partir de 1974, em bom rigor não percebo NADA de florestas e agricultura.

Mas sei de experiência própria, vivida, o que é abandono, nas Beiras, Trás-os-Montes, Alentejo e Algarve. 
Sei bem o que é fuga de pessoas para a orla costeira, por exemplo no respeitante às Beiras.

Soube de algumas consequências da chegada dos primeiros fundos da Europa - oh António, a vinha da "Pereira" continua a dar bom vinho mas eles dão-me mil contos para a arrancar . . . .
Conheço o caricato de um velhote daqui da aldeia já não ter conseguido identificar/ encontrar uma pequena quinta que a família terá para os lados de Vila Velha de Ródão.
Sei bem onde havia vigilância das florestas e sei o que há agora (Beira-Baixa)
E podia continuar o dia todo, sem parar!

Pessoalmente, entendo que há muito que protestar, sobre as nossas florestas, sobre o nosso mundo agrícola, e muito mais na sociedade portuguesa. 
Fico pela floresta e pelo mundo agrícola.

Indo ao protesto a que alude o radical cartaz supra.
Reparei que, como em relação a tantas outras coisas e temas em Portugal, houve grande alarido a anunciar mais um protesto mas, depois, como em relação às touradas, ficam-se quase só pelas touradas no leito!
Imagens e notícias sobre os grandes protestos?
Que proporção entre os anúncios mediáticos e a concretização? Hummmm!

A desertificação, a fuga das pessoas para a orla costeira, o abandono do trabalho agrícola porque nomeadamente não pago como devia ser, são tudo aspectos que têm origens.

Mas quando continuamos apenas com folclore de uns grupinhos que querem decidir da minha felicidade, quando o designado mais alto magistrado da Nação continua com as crescentes parvoíces e irritações, quando todos querem é falar para um microfone, não vejo como se altera o que respeita à floresta. Floresta para a qual as políticas deixam muito a desejar, mas há anos!

A luta de certos grupos de pressão cuja expressão/ representatividade  na sociedade é muitas vezes mais que de duvidosa expressão, conduz rigorosamente a NADA de palpável. 

E a nada de positivo conduzem as acções e inações e compadrios dos poderes públicos, os actuais, e os anteriores.
Não saímos disto.
AC

terça-feira, 1 de agosto de 2023

QUE  CHATICE  DE  VENTANIA

AC

ALTERAÇÕES  CLIMÁTICAS

Há? Não há, é tudo invenção?
Respeitando sempre as opiniões de outrem a minha é de que o planeta confronta-se com problemas graves nesta matéria ou seja, nós!

Mas não é de agora. Há períodos, tem ocorrido períodos mais ou menos gravosos. E, creio, existem estudos sérios sobre o assunto, como existe muita demagogia e aldrabice.

A ventania que se sente neste momento/nesta época aqui onde estou no Sotavento Algarvio, vem sendo comum nos últimos 5 ou 6 anos. Não ocorria assim há uns anos.

Até cerca de 1985, a segunda quinzena de Setembro na aldeia de Monsanto na Beira - Baixa era normalmente muito mais fresca do que nos últimos anos.

Verifiquei em 2001, Maio, e a fazer fé nos mapas que recebemos na altura, que nas baías onde se entra para se observar glaciares durante o trajecto Vancouver - Alasca, o navio de cruzeiro avançou baía dentro mais do que avançaria em 1964.

Exemplos demonstrativos de que existem alterações são inúmeros. Mas enxurradas (como agora na China), calor tórrido, secas, não são monopólio dos últimos 40 anos.
AC

segunda-feira, 26 de junho de 2023

T  E  J  O

Outro dia houve cheias no Tejo como se estivéssemos no Inverno.

Culpada, foi a barragem espanhola de Alcântara.

Água desperdiçada. Estragos colaterais.

Agora, um calor dos diabos, afogueados andamos.

El Ninho, El Ninha, . . . . e nós!

E estamos nisto.

AC 

segunda-feira, 5 de junho de 2023

NUNCA  MAIS  TEMOS  DISTO . . . 
Refiro-me a chuva contínua, calma, que gradualmente ensope o solo e deixe estas marcas nas flores e plantas. Chuva abundante, grossa, duradoura, fresca e boa para o ambiente e humanos.
Não quero a brutalidade que vimos assistindo e de que há dias dei um exemplo /video concreto, água a jorrar dos quintos lá do S.Pedro
Não quero as trovoadas brutais e as tempestades de granizo que acabam com culturas e etc. 
Onde Vamos parar?
AC

sexta-feira, 26 de maio de 2023

A-23, Zona Perto de Vila Velha de Ródão

Isto foi antes de ter que parar um pouco antes das 1800 h, pois foi aumentando, e começou granizo, a visibilidade caiu para pouco mais que 2 metros à frente da dianteira do carro, eu e vários carros fomos encostando na auto-estrada, a coisa durou seguramente uns 10 minutos, depois continuou a chuva torrencial sem granizo, a visibilidade aumentou para talvez 20 a 30 metros, começámos a circular, andei uns bons 20/25 km a 75/ 80 Km de velocidade.

Uff!


AC

domingo, 9 de abril de 2023

ROSAS
A progressiva alteração climática é uma evidência.

O ano passado, as primeiras rosas na roseira da varanda da frente apareceram nos dois últimos dias de Abril. Antigamente, para aí há 20/30 anos, nunca apareciam antes de meados de Maio ás vezes na última semana de Maio.

Hoje, Domingo de Páscoa, 9 de Abril, já apareceram 10, sendo que a primeira apareceu na passada 4ª feira.

Saúde e tenham uma Santa e Feliz Páscoa.
António Cabral