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domingo, 27 de setembro de 2026

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E como há coisas seguras, o Dr. António José Seguro veio agora solidarizar-se com António Guterres, cujos confrangedores mandatos à frente da ONU justificou por coincidirem com alguma coisa como «os piores tempos de sempre». A adiposidade intelectual do Dr. António José Seguro dá a mão à adiposidade última do Eng.º Guterres, que desta vez ele expressou através do secretariado-geral.
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Lido por aí, na blogosfera, uma opinião.

É uma opinião.

Eu, como sempre realço e PRATICO, respeito, SEMPRE, as opiniões de outrem. Discorde ou concorde.

A minha, sobre estes dois meus concidadãos, é igual quanto a Guterres, e muito parecida quanto ao actual inquilino em Belém.

Quanto a Guterres deve ficar "contentinho da Silva" ao ler vacuidades como esta - “António Guterres foi sempre uma voz forte e determinada na defesa da paz, do direito internacional e do multilateralismo. Ao longo dos últimos dez anos foi também um defensor constante da dignidade humana.

Presente o que acima digo quanto a respeito pelas opiniões de outrem, a minha é que só a descarada ausência de vergonha na cara faz debitar estas inverdades que roçam . . . . . .

Claro que Guterres tem uma notável preparação, e grande capacidade intelectual. 
Inteligente, entre outras qualidades, onde também se misturam graves defeitos como ficou provado na sua governação em Portugal.

Só a desfaçatez de alguns e as suas inerentes pesporrência e descarada superioridade moral (só eles a têm) é que os leva a dizer que para  Guterres ir para SG da ONU bastaram os seus imbatíveis predicados.

Estes senhores da bolha continuam a olhar para os cidadãos comuns como totós! 
Desprezam-nos. Mas acreditando que muitos serão parecidos comigo, nós retribuímos.

Como se alguns de nós ou mesmo muitos não soubéssemos algumas coisas da vida, do mundo, dos clubes mundiais, ou de como se jogam e combinam coisas nas internacionais escolhendo o menor denominador comum, como se fossemos uns completos iletrados, incultos.

Haja paciência democrática para aturar estas criaturas.

António Cabral (AC)

sábado, 24 de maio de 2025

BOLHA
Existem vários tipos de bolhas.

A bolha que por vezes nos assalta ao longo da vida, por exemplo nas mãos ou nos pés, uma pequena bolsa de fluido corporal dentro das camadas superiores da pele, causada por uma fricção forçada, ou queimadura, ou por exposição a produtos químicos, ou derivada de uma infecção.
A maioria das bolhas fica preenchida com um líquido claro, seja soro ou plasma.

A bolha que é uma estrutura globular, cheio de gás, que se forma em qualquer substância líquida ou pastosa por exemplo ao ser agitada ou,  na sequência de aquecimento até à ebulição.

A conhecida bolha especulativa, ou financeira, que resulta de o valor de um determinado activo se afastar imenso do seu real valor.

Mas existem outras bolhas na sociedade, em todas as sociedades, mas o que me interessa é o que se passa na sociedade portuguesa.

A minha experiência de vida e o decorrer dos últimos 30 a 35 anos evidenciam claramente (para quem estiver atento), a existência de muitas outras bolhas. Algumas verdadeiramente cancerosas para a vida da sociedade portuguesa.

Adicionalmente, muitos elementos de certas bolhas ou têm ligações a outras bolhas ou têm mesmo assento nelas, pertencem-lhes também.

Que outras bolhas podemos considerar?
Por exemplo as que constituem certas organizações "discretas", as do mundo da "comunicação social", da "alta finança", as "corporativas-profissionais", muitas bolhas.

Estou a lembrar-me dos meus tempos de vida profissional activa, em que durante quatro anos convivi profissionalmente com determinadas camadas da nossa sociedade e, também, com o mundo das representações diplomáticas acreditadas em Portugal.

Recordo desses tempos algumas pessoas que cirandavam (como eu tinha de fazer muitas vezes também), pelas embaixadas, pelas festas, pelas celebrações, pelos jantares, pelas recepções.
Algumas dessas por aí continuam proeminentes, e duas ou três delas nos entram em casa pelos aparelhos de televisão. 
Maçador, muito maçador. Mas que eu raramente os vejo.

Com o passar dos anos, pelas relações sociais e pelas relações inerentes à carreira, cada vez estou mais convencido que são certas bolhas e as "discretas" que comandam este tão mal tratado Portugal.

Quantos dos portugueses estarão bem cientes do estado real do país?
E do que vai pelo mundo?

Há uma palavra que não me sai da cabeça, alheamento.

Quanto aos directórios políticos e as suas arrudas, quantos portugueses se apercebem que eles, quer em campanhas eleitorais quer fora delas, eles circulam e passeiam-se sempre em certas zonas e sempre das mesmas vilas e cidades, ou seja, nas bolsas de onde podem vir votos?

Conhecem realmente o país?

Veremos os próximos capítulos.
António Cabral (AC)

segunda-feira, 24 de junho de 2024

CLIMA, VANDALISMO 
A propósito das alterações climáticas no nosso planeta, na nossa casa comum, alterações que alguns energúmenos NEGAM ser uma realidade, por todo o mundo se verificam justas manifestações a par das maiores parvoíces e de insuportáveis atentados a património material, património edificado. Repito, insuportável e que devia ser severamente reprimido e punido.



Um dos últimos exemplos aconteceu em Stonehenge, contra o monumento milenar em Stonehenge.
Um grupo de energúmenos vandalizou o monumento milenar, um dos mais relevantes e importantes da história mundial.

A cobardia e o politicamente correcto habituais permite no mundo Ocidental a continuada acção destes meninos e meninas.
Como bem referiu há poucos dias em artigo de opinião o ex responsável pelo IPMA, os grupos e organizações ambientais têm muito bons contributos, mas as suas visões devem ser ponderadas, não se deve esquecer que são algo limitadas e que se deve acolher tudo o que de positivo delas se recebe, mas a avaliação dos assuntos deve ser muito mais abrangente do que apenas as visões ambientalistas.

Mas, para lá de tudo o mais, vândalos e terroristas urbanos devem ser severamente punidos. Nem tudo deve ser permitido à pala da liberdade.
AC