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sexta-feira, 9 de fevereiro de 2024

MAR DE ARAL, IDANHA-a-NOVA, ALGARVE
Quem tem a gentileza de visitar este modesto e livre blogue, onde publico as minhas brincadeiras, partilho opiniões, suscito dúvidas, partilho fotografias, ao ler este título pode com toda a legitimidade interrogar-se: o que tem o Mar de Aral a ver com o concelho de Idanha-a-Nova e com o Algarve? Será que ele se passou?

Meus prezados amigos, meus estimados leitores, não, não me passei.

O Mar de Aral para quem não esteja familiarizado está basicamente seco. Chegou a ser se não estou enganado o 4º ou 5º maior lago à superfície da Terra.
Ao que parece, para lá das alterações climáticas, a cultura do algodão entre outras chupou a água!

No Algarve, as barragens estão a caminho da secura, devido a chover pouco ou quase nada. 
Mas, também, devido às plantações intensivas, diversas, que desmesuradamente chupam água.

No concelho de Idanha-a-Nova várias barragens estão a caminho da secura apesar de muito por lá ter chovido. 
As plantações de amendoais e outras chupam brutalmente a água.

Mas isto preocupa responsáveis? Hum….. NÃO parece.

Por isso me lembrei da secura do Mar de Aral.
Tenham um bom fim de semana.
AC

segunda-feira, 5 de junho de 2023

NUNCA  MAIS  TEMOS  DISTO . . . 
Refiro-me a chuva contínua, calma, que gradualmente ensope o solo e deixe estas marcas nas flores e plantas. Chuva abundante, grossa, duradoura, fresca e boa para o ambiente e humanos.
Não quero a brutalidade que vimos assistindo e de que há dias dei um exemplo /video concreto, água a jorrar dos quintos lá do S.Pedro
Não quero as trovoadas brutais e as tempestades de granizo que acabam com culturas e etc. 
Onde Vamos parar?
AC

segunda-feira, 17 de outubro de 2022

A  SECA

Ontem, um amigo telefonou-me e disse-me para andar para trás e ir ver uma pequena reportagem de Israel, sobre a água. Tinham secas brutais. Agora não lhes falta água. 

Têm diversas centrais para da água do mar obter água potável adequada à vida humana. 

Chama-se a isto planeamento, estratégia, organização, preparar o futuro, tratar da sociedade, etc. Tal como no reino de Marcelo e Costa.

Quem diz Marcelo e Costa diz os antecessores. Quanto aos deputados não vale a pena perder tempo com amestrados.

AC

quinta-feira, 8 de setembro de 2022

A SECA

Aqui havia normalmente uma ribeira, mesmo nesta altura. 

Agora está "linda" como se pode ver.


AC
 

terça-feira, 30 de agosto de 2022

REALIDADES  e  COMENTÁRIOS
Começo por reproduzir um comentário que encontrei na blogosfera.
"Eu o que notei nestas férias é que, mesmo num ano de forte seca, se continua a usar relvados com a concomitante e abundante rega diária. E os relvados tanto são usados por privados (por vezes ostensivamente, em frente à casa, outras vezes mais recatados, em traseiras invisíveis da rua) como por Câmaras Municipais, em jardins.
Parece-me incrível que, sendo a seca a que é (e o próximo ano será, palpita-me, pior), Câmaras Municipais continuem a regar relvados, e a tolerar que os privados o façam também"
.

Vem isto a propósito, quer do comentário supra quer da minha muito superficial abordagem ao problema da escassez de água.
Por todo lado se encontram exemplos de que se continua a fazer tudo como sempre, como se a nossa vida não estivesse a degradar-se, como se nada estivesse a acontecer de muito preocupante.
Globalmente, não temos emenda.
AC

segunda-feira, 22 de agosto de 2022

S E C A

SECA,  tanto pode querer referir-se à desgraça que nos atormenta, não chove, rios e ribeiras uma lástima e muitas ribeiras secas ou, então, querer resumir a triste prestação de algumas criaturas empoleiradas em ministérios, secretarias de Estado, gabinetes ministeriais, autarquias, etc. 

Quanto a esta SECA política, a televisão aqui na aldeia anda normalmente desligada. Até pouco sei dos incêndios. O vizinho dá-me notícias.

Refiro-me à SECA /ausência de água. Hoje de manhã cedo, estava em Idanha-a-Nova à abertura do supermercado, para fugir ao "bafo".

No regresso, passei por cima da ribeira de Proença, parece o Kalaari!

E se as consequências são más para nós dei-me conta que para certa bicharada a coisa deve estar muito difícil.

Por exemplo, como andará a vida da bicharada que vive muito à conta da água, a começar pelos mosquitos, agora que a ribeira está como está?

Os chamado bichos de água não devem andar felizes. 

Estou a lembrar-me por exemplo, do escaravelho de água, do barqueiro que usa as patas traseiras como remos, o alfaiate (gerris lacustris), da larva da libélula, a aranha lobo rústica, o escorpião de água que é uma espécie de percevejo aquático. Para não falar de outros.

Isto não está fácil, para ninguém à superfície deste cada vez mais tonto planeta. 

Bem, mais rigorosamente, o planeta não tem culpa nenhuma da "bicharada" que por cá anda!

AC

quinta-feira, 11 de agosto de 2022

PARECE

Parece mas não é, não chove. 

Mas devia chover, e JÁ, na Serra da Estrela.

AC

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2022

NÚVENS

E não chove!

Como diz a criatura - "não faço a mínima ideia, se vai chover daqui a uma semana ou um mês". Aliás, ele não faz ideia de coisa nenhuma.

Aliás, não faz ideia de nada, é uma extraordinária inutilidade ACPN, Autoridade Competente de Porra Nenhuma!

AC

sexta-feira, 8 de novembro de 2019

NIMBY
"CONTRATURA" inglesa para a expressão - "not in my back yard".
Se lá por fora, no Reino Unido e não só, idem cá dentro, há muito que aparecem berros e marchas a propósito de tudo e mais alguma coisa, ecológica, ambiental, biodegradável, sustentável, etc, cresce de forma assustadora a mole imensa gritando - NÃO ao PÉ da MINHA CASA.
Estão quase todos de acordo com quase tudo ou mesmo tudo, mas desde que longe, desde que não afecte as personagens.
É a versão caseira - "no meu quintal NÃO".
Por exemplo, a propósito da água, da seca, MAIS BARRAGENS NÃO.
Olho para os vizinhos espanhóis e comecei a contar a quantidade de barragens de dimensão diversa que eles construíram desde 1975.
Conto as nossas, Alqueva e poucas mais. Estão finalmente em construção mais uma ou duas.
Os Espanhóis são uns safardanas do pior, na minha opinião naturalmente.
Controlam desavergonhadamente os rios internacionais que depois chegam a Portugal.
Mas trataram de arranjar maneira de armazenar o mais possível a água das chuvas, e trataram de fazer o necessário para irrigar.
Mal que pergunte, que fizemos nós desde 1974 para segurar as águas pluviais que escorrem serras e montes abaixo de Norte a Sul no Continente?
Não há milagres.
AC

quarta-feira, 6 de novembro de 2019

A  SECA
Já aqui por várias vezes abordei a questão da seca, da falta de chuva, apresentando exemplos fotográficos e textos particularmente sobre a Beira-Baixa.
Na passada 2ª Feira, ao ir como habitualmente comprar queijos de ovelha na zona de Alcains, fiquei a saber que o drama está de tal maneira que ali não estão a aceitar encomendas de queijos para Dezembro e Janeiro, pois o gado está a sofrer devido ao impacto sobre as pastagens e, assim, está na frente do nariz a inerente falta de leite.
Isto está lindo está.
AC

domingo, 3 de novembro de 2019

ISTO NÃO BATE CERTO
(Lido no Público)
Governo diz que a gestão que Espanha fez do caudal do Tejo “não é aceitável”. Uma média de 14 milhões de metros cúbicos de água diários foi libertada da barragem de Cedilho, durante o mês de Setembro, para que Espanha cumprisse a Convenção de Albufeira. As consequências económicas, ambientais e sociais reflectem-se num cenário “dramático”. O Governo português nunca recebeu explicações de Espanha.
Isto não bate certo com que o super categorizado (!?!!?) e barbudo ministro afirmou na AR durante o debate do chamado programa do governo. 
Afirmou e com a pesporrência e arrogância do costume.
Se há sítio que bem conheço, há anos, é esta zona, inclusive já fiz o passeio no barco Espanhol que se apanha em Portugal, saindo do lugar - Lentiscais - e que vai até Cedillo e regressa a Lentiscais, pouco mais que uma hora mas muito interessante.
Onde no trajecto, por exemplo, tirei boas fotografias a garças cinzentas enormes.
É como estamos, com este barbudo e com a tralha que anteriormente negociou a tal convenção e que, como sempre gostou e bebeu só do fino e das sedas, continua impante a tratar da vida, enquanto por cá temos o que os Espanhóis fazem alegremente, borrifando-se completamente nos tugas. 
É o que merecemos, dadas as, incompetência, subserviência, e a irresponsabilidade.
Desgraçado País ás mãos destes facínoras, masculinos e femininos.
António Cabral (AC)

sábado, 2 de novembro de 2019

COSTUMAVA TER ÁGUA por BAIXO
Como se vê nesta fotografia, costumava ter água por baixo.
Agora é quase só ervas e pedras.
AC

terça-feira, 29 de outubro de 2019

REALIDADES.   SECA na BEIRA - BAIXA
A barragem de Penha Garcia, normalmente em finais de Junho ainda tem tido este tipo de aspecto, este tipo de água armazenada. Com pequenas variações ao longo dos últimos anos.  
Esta fotografia por exemplo é de 2011.
Hoje, 29 de Outubro, continuando a quase não chover, a mesma barragem apresenta este aspecto trágico.
AC

terça-feira, 26 de março de 2019

O CAMPO, o SOL, e a CHUVA?
Sim, um pouco por todo o lado os campos ainda estão bonitos.
Encontra-se muito verde.
Mas não chove
Dentro em pouco, vão amarelecer.
Tem havido Sol, os aromas silvestres aí estão.
Fragrâncias adocicadas.
Muita giesta se vê já. 
Também as estevas, a murta, a roseira brava, as ervas aromáticas diversas, o poejo, muito rosmaninho pelos campos floridos.
Mas não chove.
E aí estão os incêndios.
E não chove.
Está Sol. As temperaturas estão altas.
E não chove.
Dias soalheiros, e não chove, vamos pagar caro, com língua de palmo.
E não chove.
AC

sexta-feira, 1 de março de 2019

SECAS
E se o safado do SPedro não muda de humores, mais secas vão ficar todas as outras que ainda não estão.
AC

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

A PROPÓSITO de TRUMP....
Lembrei-me deste tipo não por, estarem a ser postas a nu no senado dos EUA algumas das suas tropelias, não por causa da cimeira no Vietname com o cromo da Coreia do Norte (cimeira de cromos, tresloucados, perigosos), mas de alterações visíveis por todo o lado.
Passava a Vasco da Gama e observando as zonas das salinas, notam-se centenas de giestas a florescer mais cedo que o habitual.
Sim estou a falar daquilo que o cromo Trump diz ser uma invenção de cientistas, alterações climáticas.
Não é a primeira vez que aqui no blogue falo sobre isto, lembrando, por exemplo, como eram os finais de Setembro na aldeia de Monsanto, entre 1969 e 1979. Eram já frescos.
O tempo está cada vez mais diferente. Observa-se isso na reacção das árvores, as folhas que caem em altura diferente do que acontecia há 30/ 40 anos.
Comprova-se isso nas chuvadas repentinas.
Verifica-se alterações das previsões meteo por exemplo, para hoje, esperava-se chuva em várias áreas do distrito de Setúbal, mas creio que acabou por não aparecer uma pinga.
O desenvolvimento das romãs mostra isso também, no passado dia de Reis muitas ainda por estalar/ abrir.
Pois é Trump, pelos vistos pagaste a umas gajas, mas creio que pagaste ao S.Pedro para nos voltar a dar outra vez período de seca. O Capoulas já se manifesta.
Como diria o meu falecido sogro, muito baixinho, "TRUMP, seu sacana".
AC