Voltando às barragens, a construção de barragens sempre tem sido depois do 25 de Abril um tema "querido" dos "fracturantes" e dos "inconsequentes".
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
terça-feira, 10 de fevereiro de 2026
Voltando às barragens, a construção de barragens sempre tem sido depois do 25 de Abril um tema "querido" dos "fracturantes" e dos "inconsequentes".
terça-feira, 6 de maio de 2025
quarta-feira, 15 de janeiro de 2025
sábado, 28 de maio de 2022
UNIÃO EUROPEIA (UE) e PORTUGAL
A lourinha Ursula e particularmente os seus gritinhos que não se ouvem mas se descortinam por trás das suas, vozinha e histórias da carochinha, têm-me levado a reler muita coisa sobre a UE, anteriormente designada por CEE. E olhar depois para dentro de casa.
Ler, reler, pensar por exemplo nos parâmetros relativos à questão Turca, ou Grega, ou ao continuado impasse de alargamento a certas regiões. Olhar ao início da chamada Europa dos valores, às diferentes fases e marcos, ao alargamento, às promessas e aldrabices. Olhar à introdução do Euro.
Começando por este último aspecto, o Euro/ €, aderiram ao Euro 11 países. Era então 1 de Janeiro de 1999. A Grécia juntou-se dois anos depois e, pomposa e oficialmente, diz-se que assim foi pois apenas dois anos depois foi assegurado o cumprimento (!?!?!) dos critérios de convergência. A aldrabice conhecida, mas outros valores por baixo da mesa foram tidos em conta.
O caminho para a moeda única foi aberto com o Tratado de Maastricht. Na altura, ficaram de fora a Dinamarca, o Reino Unido e a Suécia. O € entrou em vigor em 1 de Janeiro de 2002. Em 28 de Fevereiro de 2002 o escudo deixou de poder circular. Acabou o ciclo de mais ou menos 90 anos da nossa velha moeda.
Ao olhar para documentação oficial da UE sobre o assunto e dessa época recordo, por exemplo, valores de PIB per capita em Euros:
> Alemanha - 22600 €> Áustria - 23300 €
> Bélgica - 23400 €
domingo, 29 de dezembro de 2019
A Beira - Baixa tem razoáveis recursos hídricos.
É atravessada pelo Zêzere e pelo Ocreza, ambos desaguando no Tejo.
O primeiro nasce na serra da Estrela e encontra o Tejo em Constância, enquanto o segundo nasce na serra da Gardunha e apanha o Tejo um pouco a jusante da barragem do Fratel.
Há mais rios, pequenos, e muitas ribeiras.
Rios, Ponsul, Erges, Aravil, e várias ribeiras como Meimoa.
Destes recursos há ainda a registar as barragens; Marechal Carmona, Meimão/ Meimoa, Baságueda, Penha Garcia e Toulica.
AC
sexta-feira, 8 de novembro de 2019
Mas trataram de arranjar maneira de armazenar o mais possível a água das chuvas, e trataram de fazer o necessário para irrigar.
AC
domingo, 3 de novembro de 2019
É o que merecemos, dadas as, incompetência, subserviência, e a irresponsabilidade.
terça-feira, 29 de outubro de 2019
A barragem de Penha Garcia, normalmente em finais de Junho ainda tem tido este tipo de aspecto, este tipo de água armazenada. Com pequenas variações ao longo dos últimos anos.
Esta fotografia por exemplo é de 2011.
Hoje, 29 de Outubro, continuando a quase não chover, a mesma barragem apresenta este aspecto trágico.
AC
sexta-feira, 29 de julho de 2016
O ministro do ambiente tem qualquer coisa que me faz franzir o sobrolho. Hum.....
Bem, as coisas não podem ser medidas e ponderadas assim.
Mas foi a tosca maneira que encontrei nesta fase do dia sem inspiração.
Voltando ao ministro e ao ambiente. Também no ambiente se ouvem as coisas mais notáveis, incluindo estatísticas, incluindo o plano de barragens de muita responsabilidade de Sócrates mas não só.
Revê-se este e aquele plano. Periodicamente lá aparecem os gerontes das ecologias e das ambientais.
Mas quanto aos caudais do Tejo? Sim, eu sei, os espanhóis até estão a deixar passar muito mais água!!! Uns queridos amigos. Basta constatar a zona em Almourol, ou mais acima mais perto de Abrantes. Lagos autênticos.
E a porcaria que grassa no Tejo?
É olhar só para estas fotografias.
Deve ser também disto, quer dizer desta trampa, que se alimentam as amêijoas que imigrantes do Leste por cá apanham, a partir de Alcochete, Montijo, Moita, Barreiro, Sarilhos Grandes, Rosário, etc.
Amêijoas que, ao que consta, partem na maioria para Espanha, embora se encontrem em muitos restaurantes pelo menos na margem Sul. Devem ser óptimas. Bom proveito.
Ah, por favor, não macem o sr ministro com estas coisas.
AC
domingo, 10 de janeiro de 2016
Nos últimos dias têm sido muitas. Norte e centro, sobretudo, têm provado a ira do SPedro.
Como em tudo na vida, estas águas têm uma vertente positiva. Senão em súbito jorrar dos céus, faz falta à agricultura.
Por outro lado, enche o que depois nos faz falta para, produção de energia, regadio. Na foto uma delas. Adivinhem.
AC







