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terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

INCOERÊNCIA  e  os  sem VERGONHA
Abateu-se sobre imensas regiões de Portugal Continental uma tragédia desenhada pela mãe Natureza. Começou a 28 de Janeiro p.p., continua no dia de hoje, prosseguirá mais uns dias.
Consequências? Terríveis! 
Consequências que perdurarão não por meses, porventura anos.

Creio que não estou enganado: antes de 25 de Abril de 1974 o caudal do Mondego e do Douro por exemplo não estavam relativamente controlados por barragens e diques como no presente.

Idem para certos diques no Tejo, que minimizam inundações a jusante de Abrantes e Santarém. E barragens.

A realidade é que a situação é tão gravosa que se coloca neste momento o risco sério de diques no Mondego colapsarem. COLAPSO.

Mesmo com barragens e diques, se a mãe Natureza se zanga  anormalmente os resultados são maus apesar de todo o esforço em controlar as águas.
Porque falta muita coisas e a hidrologia.
Porque designadamente o Douro e o Tejo nascem em Espanha, país vizinho com o qual apesar de tudo parece haver protocolos e  procedimentos harmonizados connosco para a operação coordenada das barragens nas épocas em que a natureza fica demasiado zangada.

Mesmo com anos de maior controlo dos caudais, as zangas iradas da natureza não se compadecem com as bacoradas dos humanos e no concreto com as bacoradas de muitos portugueses, responsáveis (formalmente) diversos e nomeadamente titulares de órgãos de soberania e cidadãos comuns.

A começar em alguns concidadãos, ignorantes, arrogantes, e inconscientes, que entendem que - no meu terreno faço o que me apetece, construo onde me apetecer.
"Maria, olha aqui, a poucos metros da água podemos fazer uma casinha, ficamos com uma vista porreira, posso pescar e depois se podermos compramos um barquito à vela!

Licença camarária? PDM? Etc. Era só o que faltava.

"Zé, tá li um fiscal"  . . . . 

A questão dos PDM e do papel das autarquias no edificado português devia ser avaliado no âmbito do que creio vai ser trabalhado face à catástrofe que se abateu sobre Portugal.

Voltando às barragens, a construção de barragens sempre tem sido depois do 25 de Abril um tema "querido" dos "fracturantes" e dos "inconsequentes".
Algumas dessas criaturas chatearam anos a fio. 
Só patetas, burros, ignorantes, insensíveis (deveria escrever sem empatia?) ou gente movida por interesses obscuros defende barragens.
Creio que essa posição é profundamente errada, mas registei essas posições e continuo a delas discordar.

Pessoalmente creio que foi uma medida acertada não construir a barragem que destruiria o vale do Coa.
Mas estou convicto de que o país devia ter mais barragens, nomeadamente para retenção de águas, e concretamente em certas áreas do Alentejo e no Algarve.
Admito, como sempre, estar a ver mal o assunto.

Repugna-me o que tem sido defendido por certa gente.
Mas repugna-me mais ainda o imobilismo de anos dos poderes públicos e nomeadamente do PS sempre pronto a imobilizar-se perante os das fracturas. 

AC

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

TRAGÉDIA, CALAMIDADE, DESGRAÇA, MISÉRIA

A calamidade foi definida para aqui.

Mas a realidade é INFELIZMENTE bem mais trágica.

Os danos (e vamos ver as consequências por mais dias de tempo mau) com incidência maior naquelas zonas, mas por toda a parte do Continente face, 

às chuvadas, 

às descargas de barragens, 

aos rios e ribeiras transbordados, 

às casas alagadas e destruídas, 

às fábricas destruídas, 

aos carros e outras viaturas destruídos,

aos edifícios do Estado danificados, 

a mais desabamentos e crateras em estradas, 

à incúria, desleixo e irresponsabilidade (autarquias) em se construir em zonas baixas perto de água, ou em zonas perto de arribas (i.e. Caparica), 

à incompetência de muitos que não só os governantes,

são de certeza incomensuravelmente superiores ao que hoje 5FEV podem parecer.

Basta pensar em todos os locais atingidos ainda hoje por cheias e inundações, em todos os locais onde a ventania prossegue, onde no âmbito hortícola, agrícola e empresarial há devastações enormes (i.e. Alcácer do Sal, distrito de Castelo Branco).

Mas como diz uma inarrável criatura - "gastem o dinheiro do mês de Janeiro e esperem que chegue ajuda".

AC 

HÁ SEMPRE , 

muita legislação, 

muitas leis de base, DL, regulamentações, despachos, reuniões,

muitas indecisões, inações, incompetência, irresponsabilidade,

uma total ausência de sentido das responsabilidades,

uma total ausência de sentido de Estado,

uma total insensibilidade, 

um continuo SERVIREM-SE em vez de SERVIR a sociedade.


Não estou a protestar para ser do contra. 

Na minha vida profissional sempre fui coerente e sempre procurei ser decente e também por isso atingi o topo da carreira.

Na vida pessoal, particular, como na profissional, olho-me ao espelho sem vergonha, e de cabeça erguida.

Deixo em baixo um pequeno resumo de alguma legislação. Se lerem atentamente está tudo explicado, previsto, legislado, definido, bem construído, etc.

E, portanto, tudo funcionará como previsto!

Esqueceram-se de não prever:

- que ninguém quer ser ministro da maior parte das pastas

- por isso para cada governo tentam agarrar alguém dos próximos

- quando de uma remodelação ainda se torna mais complicado

- as alterações climáticas

ESQUECERAM-SE DE PROIBIR:

Tempestades sobre Portugal

Crises financeiras em Portugal


RESULTADOS à VISTA.

E se pegar neste exemplo, 

Marcelo Rebelo de Sousa criticou a existência de postes de eletricidade "do tempo da Maria Cachucha", inclusive com mais de 50 anos, e defendeu que o país não pode ter redes elétricas assim, ressalvando, no entanto, que houve aspetos que foram melhorados

gostava de perguntar ao professor Marcelo que a medo se insurge agora, ao longo dos seus 10 anos em Belém quantas mensagens dirigiu à Assembleia da República ao abrigo da sua competência constitucional, (alínea d) Art. 133º) ) insurgindo-se sobre distribuição de energia e estes postezinhos de madeira (neste descansa o pássaro)

onde penduram há décadas e DESDE antes do 25ABR74 os cabos eléctricos e os telefónicos, quantas vezes falou nisto ao seu amigo António Costa e a Luís Montenegro logo que assumiu funções e depois de lhes falar deu publicidade a essas preocupações, quantas vezes escreveu à EDP, à eRedes, à REN sobre as linhas de distribuição de energia por todo o país e depois deu público conhecimentos dessas pressões?

É por causa desta gente toda, sucessivos PR, governos, deputados, elites, dirigentes da EDP e REN etc. que estamos como estamos.

E tem a lata de dizer que Portugal é o melhor país do mundo!

E teve o descaramento de considerar que Portugal devia pagar indemnizações por certas pouca-vergonhas da história quando nem gastam dinheiro para não haver postezinhos e outras misérias.

Não estamos como estamos por acaso, estamos assim à sua/ vossa conta!

 António Cabral (AC)

Lei n.º 27/2006
 de 3 de Julho

 Aprova a Lei de Bases da Protecção Civil
 . . . . 

 Objectivos e princípios
 Artigo 1.º
 Protecção civil
 1 - A protecção civil é a actividade desenvolvida pelo Estado, Regiões Autónomas e autarquias locais, pelos cidadãos e por todas as entidades públicas e privadas com a finalidade de prevenir riscos colectivos inerentes a situações de acidente grave ou catástrofe, de atenuar os seus efeitos e proteger e socorrer as pessoas e bens em perigo quando aquelas situações ocorram.
. . . . . . . 
Artigo 32.º
 Governo
 1 - A condução da política de protecção civil é da competência do Governo, que, no respectivo Programa, deve inscrever as principais orientações a adaptar ou a propor naquele domínio.
 2 - Ao Conselho de Ministros compete:
 a) Definir as linhas gerais da política governamental de protecção civil, bem como a sua execução;
 b) Programar e assegurar os meios destinados à execução da política de protecção civil;


Decreto-Lei n.º 43/2020
de 21 de julho

Sistema Nacional de Planeamento Civil de Emergência.

O planeamento civil de emergência é uma ação transversal a todas as áreas governativas do Estado, que visa garantir a liberdade de ação dos órgãos de soberania e o regular funcionamento das instituições democráticas, de modo a que, mesmo em situação de crise, estejam salvaguardadas a realização das tarefas fundamentais do Estado e a segurança das populações.

A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) assegura o planeamento e coordenação das necessidades nacionais na área do planeamento civil de emergência, com vista a fazer face a situações de crise, uma vez que absorveu as competências do extinto Conselho Nacional de Planeamento Civil de Emergência. Igualmente assumiu a responsabilidade de assegurar a representação nacional no Comité de Planeamento Civil de Emergência da Organização do Tratado do Atlântico Norte, tendo também a missão de, à escala nacional e em parceria com entidades das áreas da água, alimentação, cibersegurança, comunicações, energia, saúde e transportes, definir, atualizar e executar as políticas de planeamento civil de emergência.

………..

Caracterização

1 - O Sistema Nacional de Planeamento Civil de Emergência visa garantir a organização e preparação dos setores estratégicos do Estado para fazer face a situações de crise, tendo como fim assegurar, nomeadamente:

a) A liberdade e a continuidade da ação governativa;

b) O funcionamento regular dos serviços essenciais do Estado;

c) A segurança e o bem-estar das populações.

2 - O planeamento civil de emergência desenvolve-se em processos integrados de participação das diversas entidades setoriais e coordena as capacidades que não pertençam às Forças Armadas.

3 - O Secretário-Geral do Sistema de Segurança Interna garante a articulação entre o Sistema de Segurança Interna e o Sistema Nacional de Planeamento Civil de Emergência.

4 - As Forças Armadas podem participar nas ações do Sistema Nacional de Planeamento Civil de Emergência, enquanto agentes de proteção civil, ou de acordo com as orientações para a articulação operacional entre as Forças Armadas e as Forças e Serviços de Segurança, nos termos do artigo 35.º da Lei de Segurança Interna, aprovada pela Lei n.º 53/2008, de 29 de agosto, na sua redação atual.
. . . . . . . 

Artigo 7.º

Composição

1 - O CNPCE é composto por um presidente, um vice-presidente e vogais.
………..

5 - São vogais do CNPCE:

a) Um representante do Estado-Maior-General das Forças Armadas;

. . . . . 

(3) Decreto-Lei n.º 45/2019, de 1 de abril / Presidência do Conselho de Ministros. - Aprova a orgânica da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil. Diário da República. - Série I - n.º 140 (01-04-2019), p. 1798 - 1808. Legislação Consolidada (21-07-2020)Decreto-Lei n.º 45/2019
 de 1 de abril
 A atividade de proteção civil garante a prevenção, a preparação, a resposta e a recuperação face ao conjunto diversificado de riscos coletivos naturais e tecnológicos, tais como os sismos, maremotos, movimentos de vertente, tempestades, inundações, secas e acidentes nucleares, radioativos, biológicos, químicos ou industriais, bem como a prevenção e o combate aos incêndios rurais.
 O Programa do XXI Governo Constitucional, no âmbito da melhoria da eficiência da proteção civil e das condições de prevenção e socorro, prevê a adoção de diversas medidas de modo a incrementar a capacidade de fazer face aos riscos. O conhecimento, prevenção e resposta às situações de acidente grave e catástrofe exige a articulação de diversas instituições que atuam operacionalmente sob um comando único.
 O robustecimento da autoridade nacional responsável pela proteção civil é fundamental para o estabelecimento de uma estrutura capaz de responder às áreas diversas de intervenção no âmbito da proteção civil, salientando-se a criação da Força Especial de Proteção Civil, que constitui uma força operacional de prevenção e resposta a situações de emergência.
 No âmbito da reforma da prevenção e combate aos incêndios rurais, a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) tem a responsabilidade de dar corpo aos princípios que a enformam: o princípio da aproximação entre prevenção e combate, o princípio da profissionalização e capacitação do sistema e o princípio da especialização.
 ………
……….
 1 - A ANEPC tem por missão planear, coordenar e executar as políticas de emergência e de proteção civil, designadamente na prevenção e na resposta a acidentes graves e catástrofes, de proteção e socorro de populações, coordenação dos agentes de proteção civil, nos termos legalmente previstos, e assegurar o planeamento e coordenação das necessidades nacionais na área do planeamento civil de emergência, com vista a fazer face a situações de crise ou de guerra.
 ……….
 Colaboração com outras entidades
 1 - Para a prossecução das suas atribuições, a ANEPC pode estabelecer parcerias com outras entidades do setor público ou privado, com ou sem fins lucrativos, designadamente instituições de ensino superior e instituições ou serviços integrados no sistema de proteção civil, podendo tais parecerias envolver a concessão de subsídios, nos termos da lei e dos instrumentos de cooperação aplicáveis.
 2 - No âmbito da colaboração com as Forças Armadas no sistema de proteção civil, designadamente em situações de acidente grave e catástrofe, a ANEPC promove a articulação institucional nos termos da lei de bases da proteção civil.
 . . . . . . . 
 Artigo 11.º
 Órgãos
 1 - A ANEPC é dirigida por um presidente.
 2 - O presidente é coadjuvado pelo comandante nacional de emergência e proteção civil e por quatro diretores nacionais.
 Artigo 12.º
 Presidente
 1 - Sem prejuízo das competências que lhe forem conferidas por lei ou que nele sejam delegadas ou subdelegadas, compete ao presidente:
 a) Promover e coordenar as atividades em matéria de planeamento civil de emergência, em estreita ligação com as entidades e serviços públicos competentes em cada setor para o estabelecimento de mecanismos de mobilização de recursos, de acordo com as orientações do membro do Governo responsável pela área da administração interna;
 b) Superintender o sistema integrado de operações de proteção e socorro;
 c) Aconselhar o Governo em matéria de proteção civil e planeamento civil de emergência;
 d) Representar a ANEPC judicial e extrajudicialmente, bem como nos organismos internacionais de proteção civil e planeamento civil de emergência de que o Estado Português faça parte;
 e) Proceder, sempre que necessário, à articulação com o Ministério da Defesa Nacional, em matéria de planeamento civil de emergência a nível da Organização do Tratado Atlântico Norte (OTAN);
 f) Propor legislação de normalização de sistemas, equipamentos e procedimentos de proteção e socorro;
 . . . . . . . .  
6 - O presidente exerce as competências previstas na lei para os cargos de direção superior de 1.º grau.
 7 - O disposto no n.º 5 não prejudica as competências operacionais dos chefes das Forças Armadas e dos dirigentes máximos das forças de segurança.
 8 - Para efeitos do disposto na Lei n.º 40/2006, de 25 de agosto, o estatuto previsto no n.º 5 é aplicável às iniciativas de proteção civil, ocupando o presidente da ANEPC, nas demais iniciativas, a posição imediatamente seguinte à dos Chefes dos Estados-Maiores dos ramos das forças armadas.
. . . . . . . . 

domingo, 2 de fevereiro de 2025

 

Se o meu prezado amigo Álvaro tivesse saído de casa um pouco mais tarde era capaz de ter levado com isto. Esta árvore deu-lhe cabo de grande parte do muro e rebentou com a energia eléctrica, quadro etc.

Uma das árvores que há três anos ele e vizinhos vêm alertando as autoridades no concelho de Sesimbra, Câmara Municipal e proteção civil, para o estado perigoso da maioria delas. 

Pouco ou nada têm ligado ao assunto, às reclamações.

É o costume, é Portugal, é o bom serviço e apoio aos autarcas.
AC

terça-feira, 8 de agosto de 2023

HOJE, como em 2017 e seguintes 
(4 das minhas dezenas e dezenas de fotografias de incêndios nas Beiras, e quase nada mudou desde 2017)
AC

ALGUMA COISA ESTÁ MUITO DIFERENTE?

NÃO!

Estas são fotografias minhas, as primeiras 4 tiradas da minha casa na aldeia de Monsanto. 
As outras são algumas das dezenas que tirei andando pelas auto-estradas e por várias nacionais, o que fiz em 2017 entre 15 de Agosto e 10 de Setembro de 2017.

António Cabral

INCÊNDIOS  e . . . . . 

Incúria, abandono, incompetência, corrupção, . . . .  Portugal 

Ora bem, mais um ano, e temos mais ou menos a mesma coisa.

Ai, o vento está de Leste portanto, incêndios!
Ai, temperaturas altíssimas durante três dias portanto, incêndios!
Ai, está muito vento, estamos na época de Verão portanto, incêndios!
Ai, 
situações meteorológicas extremas portanto, incêndios!
Ai, ainda vão activar os planos portanto, incêndios!

Basta passar, por exemplo, pela A23 e olhar para ambos os lados, particularmente entre Castelo Branco e Abrantes e reparar com atenção. Basta sair da A23 e percorrer várias pequenas nacionais.

Que mudanças estruturais nesses territórios se observam? Eu sei que sou leigo na matéria mas arrisco, NENHUMAS.

Olho durante essas dezenas de Km e interrogo-me, onde estão os vários caminhos para passarem as viaturas de combate a incêndios?
Ah, já percebi, quando estiver a arder mandam vir máquinas de arrasto! Pois!

Sem mudanças, será de esperar coisas diferentes? NÃO!
Enquanto pagarem/ subsidiarem por área ardida . . . . . 

O que é que interessa ter,
- o cadastro do território já completo,
- alterar o racional de pagamento a bombeiros e outros,
- ter estudado a sério a questão dos incêndios a certas horas do dia, e origem de reacendimentos,
-  os campos/ matas/ florestas limpos de combustíveis finos
- ETC. . . . . 

Como dizia o da Ericeira, isso não interessa para nada!

E assim estamos como de costume.
AC

domingo, 26 de fevereiro de 2023

CREIO QUE É UMA VISÃO LÚCIDA, SENSATA
. . . . .
"Para fazer uma boa governação é fundamental ouvir quem está no terreno, mesmo tendo consciência de que não vamos conseguir resolver todos os problemas em simultâneo". . . . 

O problema, o pior, é depois a realidade, as acções, as inações, a demagogia, a propaganda.
Opinião pessoal, naturalmente, o período do ano passado foi mais equilibrado no que respeita ao flagelo incêndios, melhor, mas continua a cena da (des) organização, dos helicópteros, da não gestão da floresta, da inexistência de cadastro do território, do governo PS não saber muito bem ou mesmo nada o que tem, e ter muito desleixo e incompetência entre portas.
Aguardemos por Maio/ Junho.
AC

sexta-feira, 14 de outubro de 2022

KAMOV
…. Portugal vai enviar para a Ucrânia os seis helicópteros Kamov de combate a incêndios, atualmente sem licença para operar por serem de origem russa e um dos quais inoperacional, anunciou hoje a ministra da Defesa, Helena Carreiras….

A telenovela Kamov tem agora mais um capítulo.

Em mais uma conversa para a ignara populaça, diz-se - vamos disponibilizar à Ucrânia a nossa frota de helicópteros Kamov que, em virtude do cenário atual, das sanções impostas à Rússia, deixámos de poder operar, aliás não têm os seus certificados de aeronavegabilidade e nem sequer poderemos repará-los, anunciou Helena Carreiras.

Rapidamente para trás os litígios, as broncas, os contractos, a inoperacionalidade, enfim uma pouca vergonha sem fim que nunca será rigorosamente explicada aos portugueses. A conversa agora quase dá a entender que estariam operacionais se não fossem as sanções.

Tudo isto mete nojo. Estes e estas artistas dar-se-ão conta do ridículo da esmagadora maioria das suas declarações, e da sua pequenez?
E digo apenas isto pois mereciam ser catalogados mais fortemente. 

Desgraçado país.
(com a vénia devida ao Henri cartoon)
AC

segunda-feira, 18 de julho de 2022

A  PROPÓSITO  DE  INCÊNDIOS

Corre por aí esta imagem. 
Pouco esclarecedora, opinião pessoal, naturalmente. 
Quem a olha, de repente, pode ficar com a ideia de que tudo o que está nela indicado tem a ver directamente com incêndios. 
E não me parece que seja exactamente assim, num sentido operacional de combate a incêndios.

Esta imagem recordou-me uma visita formal que eu e outros fizemos em 2003 a Carnaxide, à sede da cabeça da proteção civil, onde um tal de Martins mais tarde a contas com a justiça por causa de uns dinheirinhos voadores, nos fez um "briefing" sobre Proteção Civil, incêndios etc. 
Ele apresentou-nos um "Power Point" muito colorido, com muitas interligações, uma coisa familiar desta figura.

Fui salvo erro o primeiro a colocar-lhe uma pergunta, curta - isso funciona? 
Ainda estou a ver a cara dele de espanto pelo atrevimento. Adiante. Nesse dia fiquei esclarecido sobre o lamentável estado do sector, confirmando o que pensava de certos dirigentes.
Cereja em cima desse bolo intragável, num escaparate havia uma série de revistas que, numa delas para aí a cada 2 ou 3 folhas tinha anúncios de material de combate a incêndios, desde material de proteção individual até auto-tanques. 
Levei um exemplar para casa e, mais tarde com ele na mão, conversei com um amigo, político, bem informado e que me esclareceu o que estava por trás de tudo aquilo, de toda aquela publicidade!

Existe legislação de enquadramento para a Proteção Civil. MUITA.
Não vou ser maçar ao ponto de aqui colocar todo o abundante conjunto de leis e decretos lei e outras normas. 
Desde a Lei de Segurança Interna até normativo para as câmaras municipais, é um tsunami de legislação relativamente á proteção civil e particularmente à autoridade nacional de emergência e proteção civil (ANEPC).

Além do referido acima, e sem querer ser exaustivo, tomem bem nota: lei de bases da proteção civil, comissão nacional de proteção civil (CNPC), comissões distritais de proteção civil, sistema integrado de operações de proteção e socorro (SIOPS), sistema nacional de proteção civil de emergência (SNPCE), serviços municipais de proteção civil, planos de emergência de proteção civil, lei de bases de política florestal, estratégia nacional para as florestas, bases da política de ambiente, rede natura 2000, rede nacional de organização não governamental de ambiente, geocatálogo do ICNF, até organizações de voluntariado de proteção civil e, como já estou cansado, paro um bocadinho!

Restabelecido o fôlego: Electricidade Industrial Portuguesa SA (EIP), força especial de proteção civil (FEPC), serviço de proteção da natureza e ambiente (SEPNA), grupo de intervenção de proteção e socorro (GIPS) da GNR, rede nacional de postos de vigia (RNPV), instituto de conservação da natureza e das florestas (ICNF), rede nacional de áreas protegidas (RNAP), corpo nacional de agentes florestais (CNAF), AFOCELCA que é o conjunto de operacionais para combater incêndios nas propriedades da Altri e da Navigator, ai que já estou cansado outra vez. DESISTO, pois há mais!

Bom, só mais uma coisinha. AGIF, tem por missão fazer o planeamento, a coordenação, a estratégia e a avaliação do sistema de gestão integrada de fogos rurais. AGIF olha para a ICNF, GNR e ANPC. Adiante.

A lei define como agentes de proteção civil, todas as estruturas de bombeiros, os órgãos da Autoridade Marítima Nacional, as Forças Armadas (FA), as forças de segurança, a Autoridade Nacional de Aviação Civil (ANAC), o INEM e demais entidades públicas prestadoras de cuidados de saúde, e sapadores florestais. A Cruz Vermelha Portuguesa (CVP) coopera.

Nisto tudo, naturalmente, colocam-se questões, de subordinação, de coordenação, de comando, de cooperação, de responsabilização, em suma de organização.

Meus caros amigos, leitores deste modesto blogue, não digo mais nada. 
Lembrem-se apenas das sucessivas broncas, lembrem-se do SIRESP e de quem era o ministro da administração interna quando o SIRESP estava para começar. Exactamente, esse que foi nº 2.

Mas atenção, os meninos do PSD têm responsabilidades nesta porcaria toda. 
O lamentável de tudo isto é que passaram 7 anos de páginas viradas e a porcaria criada por PSD e PS desde há anos continua por limpar e corrigir. 

Nada de esquecer o que está para trás, mas isto é que é trágico, passaram sete anos. Temos isto que está à vista de todos.
Temos o Expresso ufano a dizer que a PJ tem centenas de perfis de incendiários, etc. Desgraçado país, desgraçados de nós.
Ah, e mais os malvados 70 a 80 % de velhacos, derretendo no interior tórrido abandonado, a mexer sempre em maquinaria. 
CAMBADA de NEGLIGENTES.
AC

sexta-feira, 21 de maio de 2021

NOVA ÉPOCA de FOGOS a APROXIMAR-SE  

🚒  O tempo vai lentamente aquecendo.
Como será este ano?
Não sei, nem ninguém pode afirmar com segurança o que acontecerá em mais uma época de fogos.
Este tema traz-me à memória uma visita que eu e outros fizemos em 2003 à sede da proteção civil onde imperava um tal de Gil!
Que nos fez uma apresentação cheia de quadros coloridos e recheados de ligações e mais ligações.
Apenas por acaso fui o primeiro a colocar uma pergunta, simples, e que foi - "isso que nos mostrou, na prática funciona?
Ficou meio embatucado e lá respondeu nada nos convencendo.
Mas outra coisa que bem recordo prende-se com a curiosidade que me despertou um escaparate à entrada do edifício onde se mostravam revistas ligadas aos bombeiros.
Trouxe para casa um dos exemplares, muito curioso, pois quase a cada duas ou de três folhas aparecia uma página com anúncios de material diverso, ligado aos bombeiros, à actividade de combate a incêndios, material de proteção individual, etc., etc.
Nessa noite, telefonei a um grande amigo, na altura um dos governadores civis, e fui lá a casa depois de jantar. Mostrei-lhe a revista. Sorriu, e ás minhas perguntas sobre o sorriso dele lá me explicou várias coisas. Sobre a actividade comercial por trás de tudo aquilo, sobre donos de empresas, sobre………..sobre……..
Não admira que ainda hoje alguns se continuem a questionar sobre muita coisa ligada a este "mundo". E porque tudo continua a não estar muito diferente.
Ordenamento territorial, cadastro dos terrenos, florestas, fogos iniciados de madrugada, meios de combate a incêndios, meios aéreos, contratos, pagar quando há fogos, renovação de material, investigação séria, voos nocturnos estranhos, ignições ao mesmo tempo afastadas de dezenas de metros, carreiras de pessoal, organização da proteção civil, GNR, fiscalização durante todo o ano, condições de acesso a montes e montanhas e serras, etc., etc., etc.
Portugal, portanto!
AC

terça-feira, 26 de maio de 2020

O COSTUME, CRISES, INCÊNDIOS e os PANTOMINEIROS
Estamos como de costume, aproxima-se a época se é que não está já aí, e bramam os que formalmente mandam com doses enormes de propaganda, como bramam os que queriam mandar, como bramam os demagogos e vários imbecis.
Estou a referir-me aos incêndios e assuntos e danos colaterais.
Há poucos dias ouvi no rádio do carro o barbudo do ambiente a falar sobre os incêndios, a referir drones para aqui e para ali, muitos milhares de homens envolvidos para a campanha que se aproxima, deste GNR a sapadores florestais e etc.
Interroguei-me porque falava ele dos incêndios, que é uma coisa que julgo é da capelinha do Eduardo. 
Mas deve haver aqui questão de organização governamental.
Mas, como outros, interrogo-me se este ano as coisas vão ser diferentes do costume.
Estou convencido que não vão ser muito diferentes, infelizmente.
Aviões, contratos que sim e que não, outros meios aéreos que sim mas ainda não, coordenação sim senhor, presidentes de câmaras municipais, proteção civil, enfim, um mundo complexo comandado por general, com uma tutela confrangedora onde se poderá salvar quem passou da estrutura proteção civil para secretária de estado com competência sobre a estrutura do general.
Temo o pior, temo o costume. 
Em princípio, se Deus quiser, e apesar das habituais incúria e incompetência, com poucos ou nenhuns óbitos.
AC

sexta-feira, 20 de dezembro de 2019

CALAMIDADES, PROTEÇÃO CIVIL, IPMA
A propósito da passagem do ELSA, hoje perdi algum tempo a ver algumas notícias nos canais TV e passei os olhos pela NET.
Há pouco ouvi Marcelo, a explicar e comentar a "ELSA", que demorou mais a passar e etc.
Nestas coisas vou passar a ouvir Marcelo, quero lá saber da proteção civil, ou do IPMA.
Fico logo mais esclarecido e descansado!!!!!!!
AC

quarta-feira, 30 de outubro de 2019

NÃO ERA PRECISO ISTO (programa do governo PS)
Não era preciso isto, há décadas que muitos sabem que para esta gente a Defesa Nacional é o que respeita à instituição militar, APENAS. 
Ora a instituição militar, o poder das armas, o tal monopólio da força que o Estado detém é tão somente a componente última da Defesa Nacional. Última no sentido de a ela se recorrer esgotado o resto.
E o que é o resto?

Quanto ao resto deve lembrar-se ( a maioria dos concidadãos quer lá saber disto, e quanto aos políticos......) que a dita Defesa Nacional tem um carácter permanente, e cabe aos governos de forma transversal realizá-la em toda a actividade governamental. 
E, à Defesa Nacional, importam por exemplo, vectores diversos como o, cultural, financeiro, económico, industrial e diplomático. 
A faceta militar, o vector militar, é o último recurso.

O formalmente designado Ministério da Defesa Nacional nunca desde o 25 de Abril de 1974 passou de ser apenas o ministério "dos tropas". 
Alguns dos ministros (MDN) que por lá passaram pouco mais eram que uns verbos de encher, quero eu dizer, não tinham peso político nenhum, outros houve que tiveram peso político mas também para pouco serviu, querendo eu com isto dizer, quanto a reformas a sério, num país rodeado de água, na NATO, na Europa, e com compromissos vários. 
Que Forças Armadas para Portugal na última década do século XX ou agora no XXI? Que se requer da instituição militar?
Tudo por fazer, contentam-se em ter soldadesca em África e etc. 
É QUASE NADA, para um País que se quisesse a sério. 

Mas, sendo isto assim há décadas, houve sempre umas estrelas vaidosas e observantes do seu umbigo que sempre colaboraram e hoje colaboram com estes lamentáveis políticos. 
Políticos de todas as cores, e colaborações a diferentes níveis. 
Mas, depois, vão fazendo queixinhas.
E daí a famosa frase - muito reservados no activo, muito activos na reserva e reforma.
Claro que no fim do texto do programa, o PS lá mete umas larachas sobre proteção civil, segurança interna, mas articular estas coisas como deviam ser, nada, e nada de mexer na CRP, por exemplo. 
Os seus amigos de Peniche esquerdalhos ficariam zangados.

I.IV.2. Preparar a defesa nacional para os desafios da década 2020-2030
Às Forças Armadas pede-se, cada vez mais, que respondam a novas e complexas missões, que assumam novas responsabilidades e que façam tudo isso respeitando a exigência de utilização eficiente dos recursos públicos. Para tal, é necessário adaptar a Defesa Nacional para dar as respostas que se lhe impõem e projetar um novo ciclo, pautado por significativos desenvolvimentos internacionais.

No âmbito da União Europeia, Portugal concretizou, em dezembro de 2017, a sua intenção de participar numa cooperação estruturada permanente no domínio da segurança e da defesa. Acresce que está em processo de conclusão um Programa Europeu de Desenvolvimento Industrial no domínio da Defesa e um Fundo Europeu de Defesa, consubstanciando uma transformação profunda e apontando para uma Identidade Europeia de Defesa. Portugal deve participar neste processo, reforçando a sua capacidade militar e simultaneamente as suas indústrias de defesa.


Por sua vez, no âmbito da NATO, em julho de 2018, Portugal renovou, calendarizou e planificou o compromisso de aumentar a despesa em Defesa, apontando para um rácio entre 1,66% e 1,98% do PIB em 2024. É crucial que os ganhos decorrentes deste esforço sejam mensuráveis, concretos e tenham um impacto positivo sobre a economia nacional.

Por fim, a Lei de Programação Militar, recentemente revista, constitui o principal instrumento financeiro plurianual para a Defesa Nacional e materializa uma estratégia de médio e longo prazo para a edificação das capacidades militares, assente no desenvolvimento da inovação e gerando valor acrescentado para a economia nacional, reforçando o emprego qualificado e promovendo as exportações das empresas deste setor de atividade.

Por outro lado, o apoio às populações, especialmente em apoio à proteção civil ou no âmbito do combate aos incêndios e, bem assim, as missões em articulação com o Sistema Integrado de Segurança Interna são solicitações a que cumpre responder.
As Forças Armadas continuarão a estar onde o país e os seus compromissos internacionais o determinem, cumprindo, com o já habitual sucesso, complexas missões que se considerem proporcionais e compatíveis com o interesse nacional e com o papel que Portugal soube consolidar.

E estamos nisto. 
Nem mesmo com alguns daqueles servidores venerandos que os aplaudem sentados nas 1ª filas isto se altera.
Desgraçado País.
AC

terça-feira, 30 de julho de 2019

O PM, o MAI, o SecMAI, o Adjunto, e........
(dos online) Num fim-de-semana em que os grandes fogos deram algumas tréguas, foi o caso das golas antifumo a dar que fazer ao Ministério da Administração Interna: aumentou o desconforto na Autoridade Nacional de Emergência e Protecção Civil (ANEPC), que foi responsabilizada pela compra das golas.........
Ha poucos dias, escrevi isto - 
NEPOTISMO,  AMIGUISMO, FamilyGate
Pais de...., filhos de..., maridos extremosos de..., mulheres de empresários (??) e de outros, num cargo agora antes na autarquia, num cargo agora antes com boina, e por aí fora.
Claro que nenhum ou nenhuma ocupando ao longo de anos sucessivos cargos sem ser por favor.
Nunca se prejudicaram por causa de família, amizade, ou vida profissional de outrem.
Nos cargos políticos é determinante a lealdade e a confiança política. Naturalmente, inquestionável.
António Costa começou aos 14/ 15 anos em  pequenos programas TV. Creio que estagiou em escritórios de advogados muito conhecidos e......amigos. Depois, sempre político, sempre à mesa do orçamento. Deputado cá e lá fora, autarca, governante, autarca, PM.
Vieira da Silva passou décadas no Governo. Há outros e outras.
 Os Jotinhas saltitam do partido para autarquias, governos, cargos na máquina do Estado, etc. Por vezes casam-se uns com os os/ as da familygate.
E, claro, sempre que surgem chatices, nunca é culpa do governo e nunca de António Costa e dos seus ministros.
Nesta palhaçada da gola inflamável, agora o sr Cabrita aponta o dedo à autoridade nacional da proteção civil.
Ainda por cima, agora, aparecem uns pequenos a apontar o dedo ao general Mourato Nunes, homem de ultra confiança de António Costa. Portanto, inamovível.
À boa maneira TUGA, se chatearem muito o general, alguém na sua estrutura lá mais para baixo vai ser culpabilizado.
Entretanto, o marido de uma senhora do PS ganhou uns dinheirinhos.
Entretanto, isto tudo corre à TUGA; resultado..... ZERO
E o sr Cabrita prossegue com o seu ar irritadiço mas também muito......irritante.
AC

Daí para cá têm surgido coisas cada vez mais interessantes.
Em síntese, um dos muitos "apaniguados" que pululam a máquina do Estado demitiu-se (nestas coisas nunca confessam que lhe disseram - é pá tens que ir embora para proteger os chefes). 

- Costa não tem nada a ver com isto, politicamente, o funcionário Cabrita nunca lhe disse que iam fazer o programa aldeia segura e arranjar uns Kits; 
- o funcionário Cabrita nunca deu ordens a ninguém para fazerem ou avançarem com o que quer que fosse;
- o secretário que é funcionário do funcionário Cabrita ainda menos informou para cima que conhecia alguém dos tempos de Arouca, ou que sabia que um seu funcionário muito adjunto ia tratar de arranjar as golas e outros materiais com duas empresas amigas; 
- obviamente que o tal adjunto era tão bom funcionário que tratou de tudo sem ter cobertura política e ordem para o fazer, e mandou que a proteção civil pagasse as coisas; 
- obviamente que o general nunca foi informado de nada que se passaria nas costas dele e de outros, desconhece quem deu ordem para a proteção civil pagar golas e quejandos; 
- obviamente que a ordem para a proteção civil pagar golas e outras coisa veio do Céu e o arranjar de tudo foi da exclusiva responsabilidade de um pequeno funcionário da proteção civil, tipo cabo ou soldado lá da coisa.

Não sei como isto vai acabar ou melhor, ninguém vai ser culpado a não ser o tal funcionário que foi demitido perdão, que se demitiu e, talvez ainda, um porteiro no MAI e outro porteiro ou segurança lá na proteção civil.
Mas é capaz de haver um detalhe, de surgir complicação: por muito amigalhaço que o general e actual presidente da proteção civil seja de Costa, se o chatearem muito talvez ele se comece a zangar mesmo.
Não, não bate com a porta, não vai bater com a porta isso não, amizades de longa data não o permitem (anos atrás Costa escolheu-o por exemplo para a GNR) mas, interrogo-me, estando a ver que colocam as chamas na estrutura a que preside, será capaz de arranjar maneira de saltarem para o jornal peças incriminatórias da responsabilidade do MAI  "itself", da estrutura do MAI ?
Era giro.
AC

domingo, 28 de julho de 2019

NEPOTISMO,  AMIGUISMO, FamilyGate
Pais de...., filhos de..., maridos extremosos de..., mulheres de empresários (??) e de outros, num cargo agora antes na autarquia, num cargo agora antes com boina, e por aí fora.
Claro que nenhum ou nenhuma ocupando ao longo de anos sucessivos cargos sem ser por favor.
Nunca se prejudicaram por causa de família, amizade, ou vida profissional de outrem.
Nos cargos políticos é determinante a lealdade e a confiança política. Naturalmente, inquestionável.
António Costa começou aos 14/ 15 anos em  pequenos programas TV. Creio que estagiou em escritórios de advogados muito conhecidos e......amigos. Depois, sempre político, sempre à mesa do orçamento. Deputado cá e lá fora, autarca, governante, autarca, PM.
Vieira da Silva passou décadas no Governo. Há outros e outras.
 Os Jotinhas saltitam do partido para autarquias, governos, cargos na máquina do Estado, etc. Por vezes casam-se uns com os os/ as da familygate.
E, claro, sempre que surgem chatices, nunca é culpa do governo e nunca de António Costa e dos seus ministros.
Nesta palhaçada da gola inflamável, agora o sr Cabrita aponta o dedo à autoridade nacional da proteção civil.
Ainda por cima, agora, aparecem uns pequenos a apontar o dedo ao general Mourato Nunes, homem de ultra confiança de António Costa. Portanto, inamovível.
À boa maneira TUGA, se chatearem muito o general, alguém na sua estrutura lá mais para baixo vai ser culpabilizado.
Entretanto, o marido de uma senhora do PS ganhou uns dinheirinhos.
Entretanto, isto tudo corre à TUGA; resultado..... ZERO
E o sr Cabrita prossegue com o seu ar irritadiço mas também muito......irritante.
AC

sexta-feira, 26 de julho de 2019

IRRITADIÇO ou IRRITANTE ? 
"irresponsável e alarmista" a notícia sobre as golas antifumo com material inflamável distribuídas no âmbito do programa "Aldeias Seguras".
E, mostraram as TV, o embirranço quanto a microfones, que o diga o da SIC, que levou com o dedinho do sr Eduardo Cabrita.
AC
NÃO É de ESPANTAR, POIS NÃO ?
Casualmente, entre ir verificar como decorre a sesta do neto bebé e telefonar para um consultório médico, ao passar pela sala onde o televisor estava ligado, sem som, dou de caras com uma personagem que me habituou a uma postura de seriedade e competência.
Com som, e andando para trás, ouvi uma atabalhoada explicação e nada convincente, acerca da qualidade e uso de um "Kit" de proteção em ambiente de incêndios próximo.
Porque me fica a sensação que estão a tentar limitar os danos quando, pelos vistos, e para não variar, existem indícios de vigarice e propaganda descarada e, ainda por cima, indícios de uns amigalhaços que ganharam dinheiro com a coisa?
NÃO É DE ESPANTAR POIS NÃO ?
Ainda por cima quando, a seguir, para observar o que estaria a passar em outros canais, dou de caras com as diatribes do sr Cabrita, muito irritado por estarem a enlamear os seus feitos.
NÃO É DE ESPANTAR POIS NÃO ?
AC

quarta-feira, 24 de julho de 2019

De INDIGNIDADE em INDIGNIDADE
Partes do território Continental ardem, outra vez, e sempre.
No meio disto vozes se levantam, com acusações, com desculpas, com regozijos pela prevenção acautelada, pelo brilhantismo obtido.
Patéticos  quase todos, tolos e imbecis uma boa parte.
Um exemplo - Vasco Estrela responde às críticas do ministro Eduardo Cabrita, que acusou o autarca de ter tido um comportamento de "comentador televisivo", durante os incêndios que atingiram o concelho de Mação.
Deste exemplo se podem tirar conclusões diversas. 
Pode considerar-se o seguinte?
> ninguém anda bem, ninguém fica bem na fotografia?
> vários dos argumentos atirados para a praça pública estão contaminados pelo facciosismo partidário as mais das vezes roçando o ordinário, o imbecil?
> por exemplo a troca de acusações entre o sr Cabrita e o homem de Mação evidenciam que existem podres dos dois lados?

Tudo isto é triste tudo isto é o fado nacional há décadas, há séculos, e pelo menos desde 1700. Vejam a história.
Continuamos rodeados de imbecis, de malfeitores, uns que não actualizam PDM, planos para a prevenção civil, outros imbecis que deviam controlar os que não fazem aquilo a que estão obrigados ou só atacam os adversários políticos.
E estamos nisto, e num desgraçado e galopante desordenamento territorial, num angustiante abandono de território.
Depois queixem-se.
AC

sábado, 13 de agosto de 2016

Choque entre Titãs,.......perdão,.......ministros
"O ministro da Defesa, Azeredo Lopes, considera inevitável que a força aérea venha a ter capacidade para combater fogos florestais. 
Esta manhã, em Castelo de Paiva, a ministra da Administração Interna respondeu que as Forças Armadas têm já um papel de apoio à proteção civil e não têm qualquer tipo de capacidade para combater as chamas" (Expresso).
E assim vai Portugal com estas preciosas criaturas, ora fazendo boquinhas, ora tentando que a gravata aconchegue a camisa ao pescoço.
Desgraçado país.
AC