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sábado, 1 de abril de 2023

BIO. PRODUTOS BIOLÓGICOS.

Haverá também, bio-aldrabices? E bio-vigaristas?

Há, certamente, muita honestidade na maioria da agricultura biológica, muito esforço empresarial, muito esforço pessoal, com objectivos de melhorar a nossa vida.

Mas, como sempre acontece na vida, haverá aqui e ali alguma  vigarice.

Produtos Bio estão à venda em alguns supermercados, em lojas mais especializadas. Há organizações nacionais e internacionais a promover os produtos biológicos, a promover a gestão sustentável de recursos, a sua produção e o seu consumo.

Um pouco por todo o lado se procura internacionalizar as marcas próprias, aparecer nas feiras internacionais de produtos biológicos, desenvolver contactos, procurar oportunidades de desenvolvimento e expansão. Tudo natural, normal, compreensível, a acompanhar, e aplaudir.

Mas revolta-se-me o estômago quando vejo certos pantomineiros a auto-promoverem-se à custa do dinheiro dos contribuintes, enquanto muito pouco cuidam das responsabilidades primeiras (para que foram eleitos) e que lhes cabem na sociedade, quando vejo que basicamente tratam de negociatas na sua zona de influência porque conhecem o meio, e o que fazer, e como o fazer, e sobretudo quando vejo que continuam a fugir como enguias dos buracos e broncas estranhas monumentais em que estão metidos há anos. Oxalá a justiça, que demora, consiga finalmente confirmar que tem braço longo e mão que agarra.

Entretanto, a rabiar há anos à frente da justiça, reunem-se um pouco à socapa com o seu muito conhecido mentor e com o muito conhecido patrocinador, para combinar como continuarem a safar-se do que há anos fazem. Aguardemos que justiça se faça.

AC

terça-feira, 26 de maio de 2020

O COSTUME, CRISES, INCÊNDIOS e os PANTOMINEIROS
Estamos como de costume, aproxima-se a época se é que não está já aí, e bramam os que formalmente mandam com doses enormes de propaganda, como bramam os que queriam mandar, como bramam os demagogos e vários imbecis.
Estou a referir-me aos incêndios e assuntos e danos colaterais.
Há poucos dias ouvi no rádio do carro o barbudo do ambiente a falar sobre os incêndios, a referir drones para aqui e para ali, muitos milhares de homens envolvidos para a campanha que se aproxima, deste GNR a sapadores florestais e etc.
Interroguei-me porque falava ele dos incêndios, que é uma coisa que julgo é da capelinha do Eduardo. 
Mas deve haver aqui questão de organização governamental.
Mas, como outros, interrogo-me se este ano as coisas vão ser diferentes do costume.
Estou convencido que não vão ser muito diferentes, infelizmente.
Aviões, contratos que sim e que não, outros meios aéreos que sim mas ainda não, coordenação sim senhor, presidentes de câmaras municipais, proteção civil, enfim, um mundo complexo comandado por general, com uma tutela confrangedora onde se poderá salvar quem passou da estrutura proteção civil para secretária de estado com competência sobre a estrutura do general.
Temo o pior, temo o costume. 
Em princípio, se Deus quiser, e apesar das habituais incúria e incompetência, com poucos ou nenhuns óbitos.
AC

quarta-feira, 19 de junho de 2019

sábado, 22 de dezembro de 2018

O  PANTOMINEIRO
Pantomineiro - o que representa pantominas.
Pantomina - conto ou história para enganar, embuste, intrujice.

O cidadão simples, olhando à sua volta, facilmente exclama - é o que há mais por aí. E não se engana.
O cidadão comum, que não tem carro, que sofre nos transportes públicos, que fica seis horas na urgência de um hospital público com pulseira amarela e que se vai embora por exaustão/ fome e por não ter sido atendido e já passa da meia noite, ou aquele que, mais afortunado, juntamente com o emprego da mulher consegue comprar por exemplo um Renault Clio a longas prestações (por isso é que é uma viatura inapropriada para deputados ou ministros ou outros titulares de orgãos de soberania), encontra-os no dia a dia, e vê também nas notícias a cambada de pantomineiros que nos entram em casa pela TV.
Ele é o que se não lembra.
Ele é o que não se recorda se tinha pago a segurança social.
Ele é o que culpa o governo pelos contratos com as eléctricas.
Ele é o que não fez nada de errado, os outros é que não lhe trataram das papeladas.
Ele é o que tem o endereço de casa para todas as várias empresas que constituiu, a par do rendoso negócio de base com outros.
Ele é o que deseja perder dinheiro (centenas de milhares de euros)  para vir servir a causa pública. 
ADORÁVEIS e QUERIDOS CONCIDADÃOS QUE VELAM POR NÓS, TÃO DESINTERESSADAMENTE. 

O cidadão comum, mas sobretudo o do interior despovoado, que só tem médico quando o rei faz anos, ou que é beijado pelo PR durante uma catástrofe mas esquecido daí em diante, o cidadão comum dizia eu, em vez de pantomineiros chama-lhes - uma cambada de filhos da P***.
E eu concordo.
AC


sexta-feira, 28 de setembro de 2018

ESPANTALHO
Este é bem mais simpático do que aqueles que andam por aí e nos entram em casa através das TV.
AC