Refiro-me, EVIDENTEMENTE, à famosa, profunda, inultrapassável e indestrutível AMIZADE EUROPEIA, à AMIZADE entre todos os países da UE e destes e desta com todos os da Europa que ainda não estão na UE.
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
sábado, 13 de junho de 2026
Refiro-me, EVIDENTEMENTE, à famosa, profunda, inultrapassável e indestrutível AMIZADE EUROPEIA, à AMIZADE entre todos os países da UE e destes e desta com todos os da Europa que ainda não estão na UE.
terça-feira, 27 de janeiro de 2026
sexta-feira, 7 de junho de 2024
OVO? GALINHA?
Estou a recordar-me disto agora que estamos à beira de ir votar no próximo Domingo e em que alguns candidatos a Euro Deputado fazem afirmações no mínimo muito discutíveis.
Quando se trata por exemplo de ponderar sobre o Euro, sobre a permanência na UE, quando se invocam os custos para Portugal na sequência da adesão à CEE/ UE e depois ao Euro, nomeadamente a estagnação, o endividamento externo, e se recorda a perda de capacidade produtiva, o que me parece de questionar é a pouca preparação para essas adesões.
sábado, 28 de maio de 2022
UNIÃO EUROPEIA (UE) e PORTUGAL
A lourinha Ursula e particularmente os seus gritinhos que não se ouvem mas se descortinam por trás das suas, vozinha e histórias da carochinha, têm-me levado a reler muita coisa sobre a UE, anteriormente designada por CEE. E olhar depois para dentro de casa.
Ler, reler, pensar por exemplo nos parâmetros relativos à questão Turca, ou Grega, ou ao continuado impasse de alargamento a certas regiões. Olhar ao início da chamada Europa dos valores, às diferentes fases e marcos, ao alargamento, às promessas e aldrabices. Olhar à introdução do Euro.
Começando por este último aspecto, o Euro/ €, aderiram ao Euro 11 países. Era então 1 de Janeiro de 1999. A Grécia juntou-se dois anos depois e, pomposa e oficialmente, diz-se que assim foi pois apenas dois anos depois foi assegurado o cumprimento (!?!?!) dos critérios de convergência. A aldrabice conhecida, mas outros valores por baixo da mesa foram tidos em conta.
O caminho para a moeda única foi aberto com o Tratado de Maastricht. Na altura, ficaram de fora a Dinamarca, o Reino Unido e a Suécia. O € entrou em vigor em 1 de Janeiro de 2002. Em 28 de Fevereiro de 2002 o escudo deixou de poder circular. Acabou o ciclo de mais ou menos 90 anos da nossa velha moeda.
Ao olhar para documentação oficial da UE sobre o assunto e dessa época recordo, por exemplo, valores de PIB per capita em Euros:
> Alemanha - 22600 €> Áustria - 23300 €
> Bélgica - 23400 €
terça-feira, 28 de julho de 2020
A UE melhor, o Conselho, chegou a um acordo, o qual vai ainda ao Parlamento Europeu e, depois, tendo presente o envelope financeiro que terão em principio direito a receber seja a fundo perdido seja como empréstimos, os países têm de apresentar a curto prazo planos com projectos, projectos que devem obedecer a certas regras que creio estão no essencial ultimadas pela comissão da UE.
Os projectos serão passíveis de rigorosa apreciação por parte do Conselho e, concretamente, por parte de certos países, os tais ditos frugais.
Pessoalmente não tenho dúvidas de que em todos os países houve ao longo de décadas trafulhices, desvios de dinheiros dos fundos vários da UE, etc.
Mas creio que Portugal está muito bem colocado nesse campeonato.
Estou por exemplo a lembrar-me dos programas de formação em fábricas e empresas em que certos habilidosos (segundo alguns, uns vigaristas na minha opinião) ganharam rios de dinheiro à conta do nº de pessoas que indicavam em formação e mais não eram que os trabalhadores que já tinham. Foi aliás uma das fontes para depois saltar para os grandes bancos e grandes empresas. Que a laje lhe seja bem pesada.
Estou por exemplo a lembrar-me também de outros programas como do tristemente famoso FEDER.
Tanto quanto se sabe ou melhor, quanto se dizia (tudo má língua obviamente) nunca como nesses tempos áureos se venderam tantos Toyota e Mitsubishi todo o terreno. Viaturas típicas para a agricultura nacional, absolutamente essenciais e indispensáveis para a nossa agricultura como qualquer bruto iletrado sabe perfeitamente.
FEDER, mais ou menos equivalente a - Forma Escandalosa de Derreter à Exaustão Recursos.
Estou até a imaginar coisas possíveis de terem acontecido nesses tempos como, sei lá, desses dinheiros em vez de os aplicar integralmente naquilo para que foram concebidos comprar, por exemplo, parcelas da outrora enorme propriedade de Rio Frio, ou um bom andar em Sesimbra, um bom Toyota naturalmente, um barquinho, sei lá, tantas coisas que imagino pudessem ter acontecido.
Mas isto sou eu a pensar alto, na minha habitual mente retorcida, porque ninguém faria coisas destas.
Portanto, voltando ao assunto do momento, o tal irrepetível anunciado pelo Rei, cá para mim vai haver muito projecto chumbado na UE e Conselho, vai haver balbúrdia e, OXALÁ, exista da parte da UE e do CONSELHO e da COMISSÃO um apertadíssimo controlo dos dinheiros ou será mais ou menos como no passado.
Aguardemos.
AC
domingo, 14 de julho de 2019
domingo, 18 de fevereiro de 2018
"A Europa chegou a uma encruzilhada. Ou avança com firmeza e determinação ou retorna à mediocridade. Ou nos resolvemos a levar até ao fim a integração económica da Europa ou então abdicamos, por falta de vontade política para fazer face à imensidade da tarefa, e consentimos que a Europa se torne uma simples zona de comércio livre".
Vale a pena meditar sobre a realidade do presente.
AC
quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018
A evolução dos fundos estruturais, de que 99,99% dos concidadãos não faz a menor ideia do que são e o que tem acontecido há décadas, é muito curiosa. No que ao meu desgraçado País respeita.
Portugal aderiu ás comunidades Europeias em 1 de Janeiro de 1986.
Desde então, o País teve pleno acesso aos apoios financeiros Europeus destinados a apoiar regiões e países mais desfavorecidos.
Em 1986 havia:
> Fundo Social Europeu (FSE) para os planos social e de emprego. À conta deste houve das maiores poucas vergonhas, nunca apuradas, claro. Muitos arranjaram $$$ para mais tarde arrotarem €€€€€, nas mais valias, nas compras de célebres posições em ainda mais conhecidas empresas!!!
> Fundo Europeu de Orientação e Garantia Agrícola (FEOGA) destinado a transformações estruturais na agricultura Europeia. Muito jipe se comprou!!
> Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), destinado a apoiar o desenvolvimento de regiões mais pobres.
Mais tarde, no acto único Europeu de 1986, surgiram as bases para uma nova política de coesão. Que entrou em vigor em 1989.
Voltarei ao assunto, agora que tanto o intrujão-mor como outros andam a tentar encontrar receitas para cobrir a previsível falta delas por força do Brexit.
AC