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sábado, 13 de junho de 2026

A  AMIZADE  CADA  VEZ  MAIS  FORTE 

Refiro-me, EVIDENTEMENTE, à famosa, profunda, inultrapassável e indestrutível AMIZADE EUROPEIA, à AMIZADE entre todos os países da UE e destes e desta com todos os da Europa que ainda não estão na UE.

Desde Churchill, Gasperi, Schuman, Spaak, e depois Adenauer, Khol, Mitterrand, De Gaulle, Brand, Tatcher, e sobretudo agora com Sanchez, Costa, Ursula, Metz, Macron, Rutte, que se cimentam duradouras amizades, indestrutíveis, colados uns aos outros com verdadeira Cola Loctite Super-Cola 3.

Foi exactamente por exemplo dessa super amizade que nasceu a CECA, o Eurotom, depois a CEE e assim que esta surgiu veio depois a política de defesa comum . . . . a política agrícola comum . . . . o Concorde, a política externa comum. . . . . o exército europeu. . . .  espera . . . . . parece que não foi nem tem sido tudo exactamente assim.
Por exemplo . . . . política de defesa comum. . . . política externa comum . . . .  exército europeu - - - - 
Bom , transformaram a CEE em UE!

Ah, já houve o avião de transporte e o helicóptero que inicialmente tinham muitos parceiros mas acabaram por ficar poucos.

Ah, já houve (1989-1992) a definição de um novo navio caça-minas marítimas num projecto inicialmente pensado pela Bélgica e Holanda a que se associou a Noruega salvo erro mas esta rapidamente largou o "barco", e o lugar foi ocupado por Portugal. Nada de dinheiro envolvido, apenas projectar um novo navio.
Mas eis que o muro de Berlim foi abaixo, e pouco depois a então URSS retirou-se da Alemanha (RDA) e isso permitiu acesso a depósitos de armas na RDA e o projecto do novo navio morreu pois ficou-se a conhecer (minas marítimas) aquilo para que o novo navio devia eficazmente combater e anular.

Ideias e projectos tem havido vários. O túnel da Mancha foi um deles, e concretizado. Os aviões Airbus têm participação de alguns países Europeus e é um bom produto, que se bate e se calhar superioriza face  aos aviões americanos.

Mas o mundo gira, o Sol, a Terra, e dentro do planeta Terra está tudo a girar muito depressa.
Gira tudo tão depressa que a Cola afinal deixa descolar algumas coisas.
E os maldosos como eu enfatizam de novo que a realidade pura e dura são os interesses.

Manifestamente, para maldosos como eu, os interesses sempre estiveram na ordem do dia, mas a comunicação social Ocidental, envenenada com romantismos, wokismos, politiquismos correctos, e outras tretas, sempre nos trataram como tolinhos e continuam a iludir os cidadãos europeus. 

Além disso, e como de costume, raros olham à história e repetem inchados de pesporrência  - a história não se repete.

No plano das realidades e dos interesses eis por exemplo que a Alemanha deixou de querer continuar na história de desenho e produção de um avião de combate "europeu".

O significado disto será diverso, e diversas as explicações.
Por mim a Alemanha quer desenvolver a sua indústria e não quer andar atrelada a França. Tão simples quanto isto. 
Macron não deve ter gostado.
Na minha e obviamente discutível opinião França/ Macron esgotaram nas farmácias as pastilhas para a azia.

Caça europeu? Pois, tão unidos que eram e tão desejosos todos de comparticipar em mais um projecto europeu!
Tão unidos . . . e de maneira alguma havia disputas entre companhias dos dois países.
Nada de disputas entre companhias de França e Alemanha!

Usando uma terminologia de aviação - o projecto BORREGOU!

Aguardemos pelos próximos capítulos evidenciando uma profunda  união, amizade, comunhão de interesses.

Tenham um bom Sábado.
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida.
Boa sorte, felicidades.

AC

terça-feira, 27 de janeiro de 2026

A  EUROPA 
Como é sabido a Europa foi o que foi e já deixou de ser.

A Europa de conflitos sem fim, a Europa dos impérios, a Europa que colonizou partes da Ásia, que colonizou África, que colonizou o Extremo e Médio Oriente, que colonizou as Américas, que colonizou a Oceania.
A Europa devastada por duas guerra brutais que ficaram registadas como "as grandes guerras", a Europa que resolveu tomar juízo depois de 1945.

A Europa que vai do cabo da Roca aos Urais, ainda que haja quem ache que a Rússia não é da Europa.

A Europa que um dia Victor Hugo terá imaginado "uns Estados Unidos da Europa".

A Europa que, depois de 1945, entre outros mas designadamente Jean Monet, Konrad Adenauer, Churchill, Alcide de Gasperi e Robert Schumann, se empenharam em persuadir os seus concidadãos a pensarem numa nova era. Até porque havia interesses comuns.

Em 1948, em Haia, de 7 a 11 de Maio, mais de mil delegados de uma vintena de país Europeus debateram novas formas de cooperação na Europa. De certa forma houve um entendimento a favor da criação de uma "Assembleia Europeia".

Em 27 e 28 de Janeiro de 1949 num congresso em Haia foi criado o Conselho da Europa.
Neste mesmo ano começou a ser redigida a Convenção Europeia dos Direitos do homem, que veio a ser assinada em 1950 e posta em vigor em 1953.

A 9 de Maio de 1950, Schumann inspirando-se em Monet propôs a criação de uma Comunidade do Carvão e do Aço (CECA), sendo o Tratado assinado em 18 de Abril de 1951 pela Bélgica, França, República Federal da Alemanha, Itália, Luxemburgo e Holanda. Iniciou-se o tempo de cooperação pacífica.
Em 1958 entraram em vigor os Tratados que instituíram a CEE e a Comunidade Europeia da Energia Atómica (EURATOM).

Em 1962 entrou em vigor a PAC (política agrícola comum). Mais países foram aderindo à CEE.
Em 1974, a 9 e 10 de Dezembro, decidido reunir três vezes por ano  o Conselho Europeu, dar luz verde a eleições directas para o Parlamento Europeu, e criar o FEDER (Fundo Europeu de desenvolvimento Regional).
O SME (Sistema Monetário Europeu) começou a funcionar em 13 de Março de 1979. Decidida depois a realização plena do mercado interno até 1993.

A 9 de Novembro de 1989 deu-se a queda do Muro de Berlim e a 3 de Outubro de 1990 a reunificação da Alemanha. 

A 9 e 10 de Dezembro de 1991 em Maastricht, a CEE passou a designar-se UE (União Europeia) sendo o Tratado da UE assinado a 7 de Fevereiro de 1992.
Neste tratado estabeleceram-se as bases para, uma política externa e de segurança comum, cooperação mais estreita nos domínios da justiça e assuntos internos, e a meta da moeda única. Em 1993 criado definitivamente o mercado interno.

Seguiram-se mais tratados, mais reuniões do Conselho Europeu, mais burocracia e começou a ser (para mim, opinião pessoal naturalmente) evidente a criação de um monstro defensor de alguns interesses particulares dos países mais poderosos, tudo sempre envolvido pela demagogia e por discursos e políticas bonitos no papel. 

Em 1999 é pomposamente designado o pantomineiro Javier Solana como alto representante  para a Política Externa e de Segurança Comum (PESC). Cimentava-se um "Flop".

Os anos seguintes mostraram a falácia de quase tudo isso.
Quer neste âmbito, quer no âmbito económico, financeiro e industrial, a Europa/ UE mostrou nos anos seguintes, rigidez de métodos, hiper regulação, falhanços na revolução tecnológica, falhanços na energia, falhanços na competitividade, falhanços no mercado interno, falhanços na banca, etc. 

Naturalmente que é opinião pessoal e naturalmente discutível, mas depois de Santer como presidente da Comissão Europeia tudo se agravou no sentido da UE ser uma coisa enorme cheia de potencial mas com pés de barro a crescerem.

No presente, em que nos debatemos com as enormidades do execrável Trump, com as dificuldades inerentes à guerra na Ucrânia que, salvo melhor opinião muito vai contribuir para o colapso da UE, em que a situação dos EUA e sobretudo a loucura de Trump são de grande complexidade, em que a China caladinha vai avançando e a Rússia não se sabe bem o que vai fazendo, não chegando tudo isto e muito mais temos a telenovela da Gronelândia.

E quando olho para isto da Gronelândia e para o envio de uns "taratas" franceses e alemães e mais as intenções por outros manifestadas a que se soma as tiradas patéticas de Rutte, não consigo deixar de me rir de António Costa, Macron, Ursula e quejandos.

Mas além de me rir não posso deixar de recordar alguns detalhes do passado não muito longínquo:

1º - Os Estados membros da UE pretendiam estabelecer uma Política Europeia de Segurança e Defesa em conformidade com os tratados.

2º - Em Dezembro de 1999, o Conselho Europeu que teve lugar em Helsínquia fixou um objectivo específico: até 2003, repito 2003, estar em condições  de posicionar num teatro de operações, num prazo de 60 dias, uma força militar de 60 000,00 efectivos com apoio naval e aéreo, e de manter essa força  no terreno durante um ano.

3º - Essa força seria coordenada por um Comité Político e de Segurança, um Comité militar da UE, e um Estado-Maior permanente da UE, colocados sob autoridade do Conselho e sediados em Bruxelas.

4º - Presumia a UE nessa altura que os EUA aceitariam que em acções militares nas quais não quereriam intervir, a Europa pudesse utilizar certos meios da NATO, como por exemplo capacidades de informação, comunicação, comando e transportes.

Pois meus estimados amigos e estimados visitantes e leitores, estes quatro pontos supra não são por mim inventados. Constavam de documentos oficiais da UE, e foram bem explicados em documentação de propaganda da UE.

Agora, como dizia a mole criatura, é fazer as contas. 
Façam as contas à realidade, á poderosa realidade de política de defesa e de segurança da UE.
O Trump é um parvalhão, mas acredito que tudo isto o deve fazer rir.
A mim faz-me rir e chorar ao mesmo tempo.
António Cabral (AC)

sexta-feira, 7 de junho de 2024

OVO?  GALINHA?

Qual chegou primeiro?
Estou a recordar-me disto agora que estamos à beira de ir votar no próximo Domingo e em que alguns candidatos a Euro Deputado fazem afirmações no mínimo muito discutíveis.

Como sempre respeito as opiniões de outrem, depois de as ler/ ouvir e sobre elas minimamente ponderar, concordo ou discordo.

Isto dito, nada me incomoda que uma pessoa e sobretudo um candidato a político defenda o que entende e sempre que questionado, defenda a sua posição e apresente possíveis soluções para eventuais ou quase certas consequências do que defende.
Pode concordar-se ou discordar-se do que outrem defende.

O que me parece no mínimo lamentável é que se defenda seja o que for e quando questionado sobre as quase certas consequências nefastas do que defende o argumento seja - ah isso depois logo se vê!

Quando se trata por exemplo de ponderar sobre o Euro, sobre a permanência na UE, quando se invocam os custos para Portugal na sequência da adesão à CEE/ UE e depois ao Euro, nomeadamente a estagnação, o endividamento externo, e se recorda a perda de capacidade produtiva, o que me parece de questionar é a pouca preparação para essas adesões.

Qual era a qualidade da nossa capacidade produtiva global?
E como foram defendidas as nossas posições e aquilo onde podíamos ter vantagens?

Admito estar enganado, mas creio que dizer  - foi a adesão que deu cabo de nós - não é o mas correcto, o que deu cabo de nós foi o seguidismo ideológico, a não adequada preparação e protecção de certos sectores e, internamente, convencerem-nos de mundos e fundos, a que acresceu e assim continua, as fúrias das ideologias e os direitos, sem se invocar deveres, deveres para connosco individualmente, para com as famílias, para com a sociedade.

Mas posso estar a ver tudo distorcido.
AC

sábado, 28 de maio de 2022

UNIÃO   EUROPEIA (UE)  e   PORTUGAL

A lourinha Ursula e particularmente os seus gritinhos que não se ouvem mas se descortinam por trás das suas, vozinha e histórias da carochinha, têm-me levado a reler muita coisa sobre a UE, anteriormente designada por CEE. E olhar depois para dentro de casa.

Ler, reler, pensar por exemplo nos parâmetros relativos à questão Turca, ou Grega, ou ao continuado impasse de alargamento a certas regiões. Olhar ao início da chamada Europa dos valores, às diferentes fases e marcos, ao alargamento, às promessas e aldrabices. Olhar à introdução do Euro.

Começando por este último aspecto, o Euro/ €, aderiram ao Euro 11 países. Era então 1 de Janeiro de 1999. A Grécia juntou-se dois anos depois e, pomposa e oficialmente, diz-se que assim foi pois apenas dois anos depois foi assegurado o cumprimento (!?!?!) dos critérios de convergência. A aldrabice conhecida, mas outros valores por baixo da mesa foram tidos em conta. 

O caminho para a moeda única foi aberto com o Tratado de Maastricht. Na altura, ficaram de fora a Dinamarca, o Reino Unido e a Suécia. O entrou em vigor em 1 de Janeiro de 2002. Em 28 de Fevereiro de 2002 o escudo deixou de poder circular. Acabou o ciclo de mais ou menos 90 anos da nossa velha moeda.

Ao olhar para documentação oficial da UE sobre o assunto e dessa época recordo, por exemplo, valores de PIB per capita em Euros:

> Alemanha - 22600 €
> Áustria - 23300 €
> Bélgica - 23400 €
> Holanda - 23600 €
> Finlândia - 21800 €
> Irlanda - 23000 €
> Luxemburgo - 37700 €
> Itália - 20900 €
> França - 21300 €
> Espanha - 17300 €
> Portugal - 15800 €
> Grécia - 14100 €

E quando se compara o que vale um ou seja, o que ficou estipulado na adesão ao € em relação a alguns dos países:
> 200,482 Portugal
> 1,95583 Alemanha
> 2,20371 Holanda
> 40,3399 Luxemburgo
> 13,7603 Áustria

Isto dá bem a noção do desenvolvimento e pujança de cada país.
área do Euro inclui portanto países aderentes, Estados-membros, que adotaram o € como moeda única, havendo uma política monetária única sob responsabilidade do Banco Central Europeu. Consequências positivas e negativas. Há quem diga que são só negativas. Não discuto isso.

O meu ponto é apenas sobre uma questão simples: o desenvolvimento de cada país e concretamente o nosso. O que fizemos ou não fizemos desde 2002, e já nem vou lembrar o que fizemos ou não fizemos com a torrente de dinheiro antes de 2002. Agora dizem que vem aí o dilúvio chamado PRR.

Há data da adesão ao e concretamente ao longo do tempo até 1 de Janeiro de 2002, as loas e discursos por cá (e não só) eram no sentido de que a adesão ao , por exemplo, 
> trouxe forte redução da instabilidade macroeconómica para o nosso país,
> permitiu uma descida muito significativa da inflação e das taxas de juro,
> a diminuição acentuada dos encargos financeiros,
> o mais baixo custo do capital permitiu às empresas aumentar o esforço de investimento e modernização,
> maior competitividade do sector produtivo nacional, 
> facilidade de viagens e transações entre países, etc.

Uma das preocupações que existiam na altura era a da questão dos preços isto é, se a entrada em vigor do provocaria necessariamente um aumento de preços. 
Claro que a propaganda na altura era - não senhor, nem pensar - mas depois, sorrateiramente em voz mais baixinha diziam - mas será necessário algum cuidado. Isto foi tudo escrito, não é invenção minha.

Entre muitos outros exemplos lembro-me bem do preço de um café, uma bica. 
Mas, como sempre, a bovinidade portuguesa tudo aceitou. 
Foi pena que à data de 1 de Janeiro de 2002  Passos Coelho não fosse o PM, pois então talvez a populaça se tivesse revoltado, e então BEM, com uma série de coisas.

O meu ponto é, o desenvolvimento e o estado deste Estado, o nosso bem estar e segurança colectiva.

Certamente que a adesão ao Euro e a aceitação por 1 € = 200, 482 trouxe vantagens, inconvenientes, dificuldades.
Mas, quando ouço por exemplo, Francisco Louçã, Eugénio Rosa, Carlos Carvalhas, Jerónimo de Sousa, Catarina Martins, Mortágua, Agostinho Lopes, João Ferreira, João Ferreira do Amaral, Miguel Tiago, João Rodrigues e tantos ouros que se não estou enganado são críticos ferozes da adesão ao Euro, gostava que me explicassem com detalhe (coisa nunca feita) o que acontecia por exemplo aos meus parcos euros no banco se saíssemos do Euro e da UE.

E gostava ainda que me explicassem, se foi por causa da adesão à CEE/ UE e ao Euro, que o ordenamento do território está como está, que o despovoamento é uma triste realidade, e que o sistema nacional de saúde (SNS) está como está ao ponto de, um destacado socialista e ex-secretário de Estado e actual director do hospital de S.João no Porto escrever publicamente o que se leu há dias. 
Não me estou a referir a sindicalistas afectos ou não à CGTP, estou a falar de gente decente, de gente socialista, como por exemplo também o ex ministro da saúde, muito crítico ao que se vem passando no âmbito do SNS.

Gostava ainda que me explicassem, se foi por causa da adesão à CEE/ UE, que a ferrovia, a CP, os metro, as empresas que trabalhavam no sector de manutenção e reparação e construção de material circulante, chegaram ao que chegaram. Se foi por causa dessa adesão que deixaram um sacripanta fazer o que fez à TAP e o que agora o chefinho e o seu Pedrinho fazem o que se vê.

Gostava ainda que me explicassem, se foi por causa da adesão à CEE/ UE, que a ligação ferroviária ao exterior marca passo, que o aeroporto marca passo, que os caudais de água nos rios que nascem fora de Portugal têm o controlo que se vê, que a construção ou não de barragens tem uma envolvente que parece…... nebulosa.

Gostava ainda que me explicassem, se foi por causa da adesão à CEE/ UE, que a governamentalização das Forças Armadas iniciada em 1995 chegou ao descaramento absoluto, e se os crescentes e indesmentíveis problemas nas Forças Armadas decorrem dessa adesão.

Gostava ainda que me explicassem tanta coisa mais, e que me explicassem que afinal….eu não tenho razão….EM NADA.

António Cabral (AC)

terça-feira, 28 de julho de 2020

VAI SER o QUE SEMPRE FOI.... ou NÃO?
A UE melhor, o Conselho, chegou a um acordo, o qual vai ainda ao Parlamento Europeu e, depois, tendo presente o envelope financeiro que terão em principio direito a receber seja a fundo perdido seja como empréstimos, os países têm de apresentar a curto prazo planos com projectos, projectos que devem obedecer a certas regras que creio estão no essencial ultimadas pela comissão da UE.
Os projectos serão passíveis de rigorosa apreciação por parte do Conselho e, concretamente, por parte de certos países, os tais ditos frugais.

Pessoalmente não tenho dúvidas de que em todos os países houve ao longo de décadas trafulhices, desvios de dinheiros dos fundos vários da UE, etc.
Mas creio que Portugal está muito bem colocado nesse campeonato.
Estou por exemplo a lembrar-me dos programas de formação em fábricas e empresas em que certos habilidosos (segundo alguns, uns vigaristas na minha opinião) ganharam rios de dinheiro à conta do nº de pessoas que indicavam em formação e mais não eram que os trabalhadores que já tinham. Foi aliás uma das fontes para depois saltar para os grandes bancos e grandes empresas. Que a laje lhe seja bem pesada.
Estou por exemplo a lembrar-me também de outros programas  como do tristemente famoso FEDER.
Tanto quanto se sabe ou melhor, quanto se dizia (tudo má língua obviamente) nunca como nesses tempos áureos se venderam tantos Toyota e Mitsubishi todo o terreno. Viaturas típicas para a agricultura nacional, absolutamente essenciais e indispensáveis para a nossa agricultura como qualquer bruto iletrado sabe perfeitamente.

FEDER, mais ou menos equivalente a - Forma Escandalosa de Derreter à Exaustão Recursos.
Estou até a imaginar coisas possíveis de terem acontecido nesses tempos como, sei lá, desses dinheiros em vez de os aplicar integralmente naquilo para que foram concebidos comprar, por exemplo, parcelas da outrora enorme propriedade de Rio Frio, ou um bom andar em Sesimbra, um bom Toyota naturalmente, um barquinho, sei lá, tantas coisas que imagino pudessem ter acontecido.
Mas isto sou eu a pensar alto, na minha habitual mente retorcida, porque ninguém faria coisas destas.
Portanto, voltando ao assunto do momento, o tal irrepetível anunciado pelo Rei, cá para mim vai haver muito projecto chumbado na UE e Conselho, vai haver balbúrdia e, OXALÁ, exista da parte da UE e do CONSELHO e da COMISSÃO um apertadíssimo controlo dos dinheiros ou será mais ou menos como no passado.
Aguardemos.
AC

domingo, 14 de julho de 2019

12 JUNHO,  ADESÃO à CEE (actual UE)
Foi em 12 de Junho de 1985.
Já se passaram uns anos.
Que aprenderam os Portugueses?
Pelo que se vai vendo, quase nada, haja quem trabalhe para nos sustentar, que temos direito a "bué" de vida boa!!!!!!!!
AC

domingo, 18 de fevereiro de 2018

1985,   JACQUES DELORS
"A Europa chegou a uma encruzilhada. Ou avança com firmeza e determinação ou retorna à mediocridade. Ou nos resolvemos a levar até ao fim a integração económica da Europa ou então abdicamos, por falta de vontade política para fazer face à imensidade da tarefa, e consentimos que a Europa se torne uma simples zona de comércio livre".
Vale a pena meditar sobre a realidade do presente.
AC

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

FUNDOS ESTRUTURAIS
A evolução dos fundos estruturais, de que 99,99% dos concidadãos não faz a menor ideia do que são e o que tem acontecido há décadas, é muito curiosa. No que ao meu desgraçado País respeita.
Portugal aderiu ás comunidades Europeias em 1 de Janeiro de 1986.
Desde então, o País teve pleno acesso aos apoios financeiros Europeus destinados a apoiar regiões e países mais desfavorecidos.
Em 1986 havia:
> Fundo Social Europeu (FSE) para os planos social e de emprego. À conta deste houve das maiores poucas vergonhas, nunca apuradas, claro. Muitos arranjaram $$$ para mais tarde arrotarem €€€€€, nas mais valias, nas compras de célebres posições em ainda mais conhecidas empresas!!!
> Fundo Europeu de Orientação e Garantia Agrícola (FEOGA) destinado a transformações estruturais na agricultura Europeia. Muito jipe se comprou!!
> Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), destinado a apoiar o desenvolvimento de regiões mais pobres.
Mais tarde, no acto único Europeu de 1986, surgiram as bases para uma nova política de coesão. Que entrou em vigor em 1989.
Voltarei ao assunto, agora que tanto o intrujão-mor como outros andam a tentar encontrar receitas para cobrir a previsível falta delas por força do Brexit.
AC

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

QUE GRANDE NOVIDADE
"Portugal atrasou-se por culpa de Espanha" (Filipe Gonzalez)
AC

segunda-feira, 12 de junho de 2017

12 Junho 
Neste dia, em 1875, nasceu/ foi criado o Zé Povinho.
Neste dia, em 1985, foi o início da caminhada de Portugal para a Europa, na altura assinada a entrada para a então CEE.
Muito mais importante, a minha filha mais velha faz anos.
AC