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domingo, 23 de junho de 2024

BOM DIA
O meu vai ser mau, a partir das 1700 horas.
Tenham um bom Domingo. Saúde.
António Cabral (AC)

OS  INCOMODADOS +
OS  DO COSTUME, com ou sem CARTÃO.

Andam por aí satisfeitos, com os seus manifestos e as suas declarações. Legitimamente.
Andam satisfeitos com outras coisas, creio eu!

Publicamente, alguns, em complemento dos seus manifestos, manifestaram já a sua revolta contra a perseguição pelas autoridades dos actos administrativos puros, dos actos de pura gestão corrente, dos puros genuínos e inocentes actos políticos.

Nos seus  manifestos e nas suas declarações nas TV e nos jornais e revistas, clamam pela decência na justiça, e dizem-se orgulhosos. 

Revoltam-se contra avençados mediáticos, que os há.
Esquecem os deles.
Aliás, por existirem, é que constantemente vociferam contra a comunicação social sempre dominada pela direita! ! ! ! !
Só para anestesiar a malta, que consideram abaixo de cão, comparativamente com tais elites sumidades e bolhas!

Tudo na vida das pessoas e das sociedades é possível de melhoria.
Os doutores dos manifestos querem melhorias no funcionamento do MP.  
Queixam-se da senhora que é agora PGR com mandato a aproximar-se do fim. 
O mandato atribuído à senhora por estes puros mais a respectiva família política mais o maior vigarista político dos últimos tempos.
Tanto os incomoda agora, e por isso escrevem e rasgam as vestes.

O Código do Processo Penal (CPA) vigora há mais de três décadas. Sabe-se a autoria e sabe-se para que cor política pendia. 
Pode afirmar-se que foi gizado à medida, e muito aplaudido, sempre.
Sempre? Bem, quando começou a haver incomodados . . . . 

Aliás, como muito bem recordado por quem sabe, o autor do CPA elogiava exuberantemente o CPA chegando ao ponto de referir que não havia igual.

Nessa altura, as famílias políticas dos incomodados nada diziam. 
O CPA servia. 
Bem recordado por quem sabe, o dito autor defendia - o modelo de repartição de competências entre os magistrados judiciais e o ministério público é o melhor que se pode ter, é o que eu defendo. Como é o modelo do relacionamento entre o MP e as polícias.

Agora os incomodados não apreciam o sistema e concretamente o MP e a dita senhora que indicaram ao PR para ser a PGR, e que ele também tão pressurosamente achou o máximo dos máximos.

O sistema era do melhor que há, agora é uma merda!
Isto é mesmo engraçado.
Até a minha idosa vizinha na aldeia percebe porque andam tão incomodados.
AC

domingo, 10 de setembro de 2023

SEM  VERGONHA  NENHUMA 

Quem não se dá ao respeito não merece ser respeitado.

Há muito que deixei de ter respeito pela maioria dos titulares de órgãos de soberania e nomeadamente por Marcelo Rebelo de Sousa, António Costa, Augusto Silva, como por muitos jornalistas, comentadores, e muitos e muitas das chamadas elites (!?!?).

O que se vem passando desde inícios de Julho passado e com evoluções lastimáveis neste últimos dias de Setembro, demonstra bem que a famosa e importante frase - servirem e não, servirem-se - é espezinhada com gozo por uma série de senhores a quem até já é inapropriado chamar-lhes - que cambada

Como cidadão comum não tenho querelas com nenhuma instituição do Estado, não tenho propriamente querelas com os FIGURÕES.

Enojam-me, apenas. 
Apenas não, não lhes tenho respeito nenhum, pois vejo como vão estiolando o país e sociedade portuguesa.

Seres desprezíveis.

António Cabral (AC)

quarta-feira, 24 de julho de 2019

FALHA de INFORMAÇÃO.......
Todos nós, comuns cidadãos, temos o direito legítimo de nos interrogarmos sobre o que se passa no nosso País, e sobre o que se passa no estrangeiro.
Por exemplo, interroguei-me se estaria a reviver 2017, como me interrogo há décadas sobre o que os políticos do CDS, PSD e PS e com a dormência tática do PCP e BE na AR vêm fazendo à instituição militar, ou ao ordenamento territorial, ou à sempre adiada (já era para anteontem) reformulação de certo tecido industrial e comercial, ou à máquina do Estado.
Todos temos com quem conversar, com quem concordar, com quem discordar.
Todos temos acesso à informação por deficiente ou parcelar que ela muitas vezes seja, nos jornais, revistas, internet, no País e no estrangeiro.
Todos temos o direito a ponderar sobre certas alterações políticas que vêm ocorrendo no estrangeiro ou mesmo por cá.
Claro que se frequentarmos bares finos, restaurantes da moda, círculos fechados ainda que muitos conheçam a sua existência, não seremos apanhados de surpresa com certos resultados de eleições por esse mundo fora.
Para surpresas eventuais, recomendo sempre um chá de hipericão do Gerês e um saco de água quente.
AC

domingo, 14 de julho de 2019

12 JUNHO,  ADESÃO à CEE (actual UE)
Foi em 12 de Junho de 1985.
Já se passaram uns anos.
Que aprenderam os Portugueses?
Pelo que se vai vendo, quase nada, haja quem trabalhe para nos sustentar, que temos direito a "bué" de vida boa!!!!!!!!
AC