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sexta-feira, 9 de agosto de 2024

Café em chávena quente. Preços não param de subir
A “bica” pode vir a ter um sabor mais amargo se as cotações do café continuarem a aumentar nos mercados internacionais. Há quem diga que degustá-lo pode mesmo tornar-se um luxo. O tempo seco, que afeta as colheitas, a queda dos stocks e nova legislação europeia contribuem
.

Quando passámos do Escudo para o Euro aconteceram coisas muito curiosas. Uma delas com certos preços.

Antes do Euro creio que uma bica estava a custar 1 Escudo.
Se a memória não me falha, pouco depois do Euro estar a circular uma bica andava entre os 45 e os 50 Cêntimos (grosso modo 50 Cêntimos = 100,00 Escudos)

No presente e olhando a pastelarias e cafés, encontram-se bicas a preços de 75, 80, 85, 90 Cêntimos, mas há já locais onde a bica ascende a 1 €, e nas áreas de serviço nas auto-estradas bem mais acima de 1€. Já paguei há poucos dias 1,75€.

E se olharmos para água engarrafada?

Num café/ gelataria/ Pizaria uma garrafa de 1,5 L custou-me 1,90 €, mas vim a descobrir que a mesma garrafa comprada no quiosque de jornais na esquina em frente me custou 1,40 € (Algarve, Sotavento).

Enfim.
AC

sexta-feira, 7 de junho de 2024

OVO?  GALINHA?

Qual chegou primeiro?
Estou a recordar-me disto agora que estamos à beira de ir votar no próximo Domingo e em que alguns candidatos a Euro Deputado fazem afirmações no mínimo muito discutíveis.

Como sempre respeito as opiniões de outrem, depois de as ler/ ouvir e sobre elas minimamente ponderar, concordo ou discordo.

Isto dito, nada me incomoda que uma pessoa e sobretudo um candidato a político defenda o que entende e sempre que questionado, defenda a sua posição e apresente possíveis soluções para eventuais ou quase certas consequências do que defende.
Pode concordar-se ou discordar-se do que outrem defende.

O que me parece no mínimo lamentável é que se defenda seja o que for e quando questionado sobre as quase certas consequências nefastas do que defende o argumento seja - ah isso depois logo se vê!

Quando se trata por exemplo de ponderar sobre o Euro, sobre a permanência na UE, quando se invocam os custos para Portugal na sequência da adesão à CEE/ UE e depois ao Euro, nomeadamente a estagnação, o endividamento externo, e se recorda a perda de capacidade produtiva, o que me parece de questionar é a pouca preparação para essas adesões.

Qual era a qualidade da nossa capacidade produtiva global?
E como foram defendidas as nossas posições e aquilo onde podíamos ter vantagens?

Admito estar enganado, mas creio que dizer  - foi a adesão que deu cabo de nós - não é o mas correcto, o que deu cabo de nós foi o seguidismo ideológico, a não adequada preparação e protecção de certos sectores e, internamente, convencerem-nos de mundos e fundos, a que acresceu e assim continua, as fúrias das ideologias e os direitos, sem se invocar deveres, deveres para connosco individualmente, para com as famílias, para com a sociedade.

Mas posso estar a ver tudo distorcido.
AC

quinta-feira, 16 de abril de 2020

NÃO HÁ DINHEIRO, 
NÃO VAI HAVER DINHEIRO
Qual é a palavra que os imbecis não percebem?
Onde estão as "almofadas" depois de gastarem com o "revirar" e as "promessas", mas sempre sem austeridade ?
Ah,...... querem então sair da Europa?
Se acham ser a solução, expliquem por favor mas com toda a minúcia em relação a todos os sectores e aspectos da sociedade, o que nos aconteceria ao sair da Europa e do Euro:
> pois o BCE deixaria de comprar dívida,
> empréstimos a juros mais baixos........ "byte-bye",
> a desvalorização brutal do escudo,...ih...ih,
> o que passaria a valer tudo por cá....muito mais....ou o contrário?,
> e como seria o financiamento por parte do FMI, BEI, etc......?,
> e o acesso ao mercado...........
Bem........OK........até já.
AC