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sexta-feira, 5 de junho de 2026

 ENERGIA  MUITO  VERDE

A irritação das elites (???) chefes da UE com a frota automóvel eléctrica é "interessante". Já escrevi meia dúzia de linhas sobre isso.

Este boneco incide sobre o mesmo tema.
Sim energia verde, e cuidado com o ambiente (que pouco se continua a ter), políticas públicas sérias.

Tenho as maiores dúvidas que políticas públicas sérias sejam por exemplo as que preconizam a implantação de milhares de Km2 de centrais fotovoltaicas, destruindo de qualquer maneira muito do já destroçado interior de Portugal Continental.

Andam basicamente a fazer de conta, a fingir que estudam os problemas mas na realidade, mansamente, irão sempre avançar as centrais fotovoltaicas lideradas por testas de ferro portugueses, muitos deles filhos de canalha conhecida.

AC

quarta-feira, 12 de novembro de 2025

A  HIPOCRISIA  SOCIALISTA

Tenho estado a acompanhar "online" um debate longo que está a ter  lugar no Centro Cultural Raiano, em Idanha-a-Nova.

É sobre os projectos solares que se prevê atinjam áreas enormes pelo menos nos concelhos do Fundão, Penamacor e Idanha-a-Nova.

(boneco roubado a um bom amigo)

Senhores do PS designadamente com ligações políticas ao distrito de Castelo Branco mostram-se agora muito preocupados e querem saber do que se passa, como se os autarcas desses concelhos (adivinhem a cor política) nada soubessem do assunto. Como se nada soubessem da legislação produzida pelos governos Costa para agilizar e facilitar esse tipo de projectos.

As pequenas e cada vez mais pequenas comunidades da Beira-Baixa que se lixem.

AC

quinta-feira, 6 de novembro de 2025

ALDEIA MAIS PORTUGUESA DE PORTUGAL

O concurso - aldeia mais portuguesa - teve lugar em 1938. 

A aldeia de Monsanto, no concelho de Idanha-a-Nova, venceu na final com (salvo erro) Paul. 

Mais tarde, uma delegação da aldeia foi recebida pelo então PR Óscar Carmona e receberam o prémio - o Galo de Prata, de que uma réplica, maior, de metal, está no topo da Torre de Lucano ou do Relógio.

Muitas décadas depois, a aldeia da Beira-Baixa que ficou para sempre conhecida como a mais portuguesa de todas (talvez um pouco exagerado, na minha opinião, e estou à vontade, há décadas que para lá vou) num destes próximos três / quatro anos (juntamente com outras aldeias e cidades do distrito de Castelo Branco) pode passar a ficar conhecida como a que ainda consegue "espreitar" pelo meio de milhares de painéis solares que os negociantes do "verde", da "electricidade limpa", da "transição energética", da "energia limpa e renovável", da "energia mais acessível e económica" e da "inovação e sustentabilidade" se preparam para instalar ao longo de Km e Km, de hectares e hectares desde, supõe-se, zonas do concelho da Guarda passando por outras da Covilhã, Fundão e Idanha-a-Nova. 


Do pouco que é público, (creio que há consulta pública até 20 de Novembro próximo), será porventura deficiência minha mas não encontrei pareceres, ou recomendações, ou preocupações formais e públicas por parte das câmaras municipais da Guarda, Covilhã, Fundão, Castelo Branco, Idanha-a-Nova quanto a este projecto - Central Solar Fotovoltaica Sophia.

Quando olho para a Europa de Ursula e Costa, e as orientações e directivas e ditames da comissão Europeia, só vejo cada vez mais negócios por trás de tudo, imposições de electrificação limpa como para os carros, enquanto todo o mundo e designadamente África, Índia, China, Rússia, Canadá, México, Brasil e EUA estão como estão.
Parece que temos na Europa de salvar o planeta.
Apenas nós!

Falar de árvores e animais é supérfluo?
E de pessoas, as poucas que já existem na maior parte dos lugares da Beira-Baixa?
Ao olhar para as previsíveis consequências deste projecto - Central Solar Fotovoltaica Sophia - PARECE!

Guterres brama pela redução da temperatura até ao final deste século.

Ora, do pouco que se sabe e, parece, os próprios promotores deste projecto isso mesmo creio que não desmentem, uma das consequências da instalação do projecto será uma subida apreciável da temperatura ambiente nas zonas onde os painéis forem implantados.

Que negócios escuros estão por trás disto?
Que personalidades conhecidas estão por trás disto?
Porque estão (parece-me) calados os autarcas dos concelhos indicados?
Que significa o silêncio do, Expresso, Observador, Público, Diário de Notícias, Sol, Jornal de Notícias, RTP, SIC, TVI, CNN, NOW, CMTV?

Neste momento, nesta fase, parece legítimo afirmar-se:
- aí está a habitual ausência de debate público
- aí está a habitual tentativa de silenciamento das pessoas
- aí está a tentativa de manipulação da opinião pública
- aí está a habitual prevalência de poderes instalados e dos interesses particulares sobre o interesse público e o interesse das comunidades
- aí está o habitual atentado aos recursos
- aí está a habitual ausência de defesa das pessoas por parte do Estado que é materializado no governo/ governos
- aí está o habitual e estranho silêncio da comunicação social dita de referência.

Os ministérios, do Ambiente, das Infra-Estruturas, da Coesão Territorial, da Economia, e a Agência Portuguesa do Ambiente, não têm nada a ver com isto?

António Cabral (AC)


Em tempo
Aparentemente o projecto visa os concelhos de Penamacor (que no texto me esqueci de mencionar) Fundão e Idanha-a-Nova.
Mas parece-me evidente que há áreas apetitosas para estes "empreendedores" nos outros concelhos que mencionei onde, aparentemente, não está previsto implantar painéis.

segunda-feira, 17 de julho de 2023

POR CÁ PARECE QUE CONTINUA O COSTUME.
Veículos eléctricos. Indústria.
Na muito triste passada Sexta-feira, na Lousã, eu e um dos meus cunhados fizemos uma curta pausa nos nossos deveres naquela ocasião e num pequeno café junto da igreja matriz e respectiva capela mortuária, descansámos um pouco, bebemos uma bica e conversámos.

Às tantas falou-se de carros, dificuldades em trocar de carro. No caso dele, com um Mercedes classe C 220d já a caminho dos 19 anos a vontade de trocar é muita. Contou-me algumas investigações que já fez e um episódio dessas mesmas acções. Em síntese, esteve para adquirir um outro Mercedes com um pouco mais de seis anos mas híbrido, relativamente ao qual lhe davam 18 meses de garantia, bateria incluída. Não se decidiu logo e foi aconselhar-se e, para seu espanto - não se meta nisso, não deve faltar muito tempo para a bateria estoirar e depois, sabe o preço de uma nova, neste momento, 14000 euros.
E não fez o negócio.

Esta conversa na Lousã fez recordar-me de um artigo que eu tinha lido sobre fábricas de baterias, carros eléctricos etc. E fiquei a matutar.
Pois já descobri e já reli.

É de 9 de Junho passado, do Jornal de Negócios e tem por título - O híbrido pode ser o fim da Autoeuropa.

Este artigo é eloquente (opinião pessoal naturalmente) do quão "poucochinho" esta gente é.

Enquanto em Espanha se terá agarrado a fixação de fábricas de baterias e não só, por cá, parece, o pançudo ministro planeava / planeia dar uma volta pelo país para se inteirar dos problemas das empresas. 

É o costume, passeios, almoços lautos, vénias, e tudo espremido quase nada ou mesmo nada. Entretanto os Espanhóis avançam.

Do que se sabe VW, Tesla, Nissan e outras grandes empresas do mundo do automóvel já nos mandaram à fava. 
O PM e os seus ministros, são muito eloquentes ao microfone, exactamente suponho por saberem que o seu primeiro começou ao microfone aos 14.
Mas resolver os problemas . . . . 

Leiam esse artigo. É eloquente.
AC