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segunda-feira, 17 de agosto de 2026

sexta-feira, 7 de agosto de 2026

CAMINHADA  NOTURNA
Vi aqui um camaleão mas muito pequeno.
O ano passado observei um bem grandito, estava verde reluzente.
Esta ano é raro encontrar estes bichos ao longo de todos os passadiços.
AC

quinta-feira, 6 de agosto de 2026

O  HABITUAL  TAPETE  VERDE . . . . 


O habitual tapete verde vai aparecendo. 

O ano passado, mais perto do final de Agosto, logo a seguir à zona de praia concessionda em frente ao Eurotel e até ªa praia Verde incluída o manto verde era impressionante, cobrindo boa parte do areal e espesso.

Está a começar. 

Total das caminhadas de hoje - 7,4 Km

AC

quarta-feira, 5 de agosto de 2026

terça-feira, 12 de agosto de 2025

SERÁ  APENAS  POR  ACASO ?

O ano passado, nas minhas caminhadas matinais pelo areal, normalmente começadas cerca das 0830 horas, era frequente a espaços encontrar no areal medusas/ alforrecas, e bastantes mais conchas de diversos tipos do que vejo este ano.

Perguntado, um dos dois apanhadores de Conquilhas com que me cruzo recebi a informação de que há muito pouco marisco.

Será por acaso, apenas ?

AC

sábado, 10 de agosto de 2024

domingo, 30 de julho de 2023

AREAL,  CAMINHADA,  BIODIVERSIDADE

Primeira caminhada do dia, começada às 0830 horas, areal plano, meia maré, a encher devagar.

Como se vem verificando, quase não há conchas comparativamente com anos anteriores. Poucas pessoas no areal, mesmo sendo Domingo.

Encheu-se a praia a partir das 1100 horas.

Hoje, Domingo, a barcoita que costuma arrastar nas barbas do radar da GNR na Praia Verde esteve a descansar!

Voltando ao areal e à primeira caminhada, algum vento, fraco felizmente, a oscilar de direcção, aliás o dia foi estupendo de vento até cerca das 1400 horas, depois uma porcaria chatíssima e forte de Sudoeste.

Areal com algumas alforrecas, de tamanhos diversos, quase todas alapadas na areia na sua posição natural, mas duas enormes estavam viradas.

Mostro na fotografia a seguir uma delas. Na outra fotografia mostro uma que nunca tinha visto.

A caminhada inicial de hoje foi de praticamente 5 Km.

AC

segunda-feira, 10 de julho de 2023

A PROPÓSITO de CHOCOS
Ao caminhar no areal e olhar para esqueletos dos chocos lembrei-me que há uns tempos já não vou a Setúbal à procura de "papar" estes "bicharocos". 

Gosto de choco frito, mas em tiras finas, e não em trambolhos grossos como em vários locais têm por hábito assim os apresentar. 
Gosto deles com e sem tinta. 
Com tinta há por vezes lugar a cenas complicadas, como em tempos sucedeu com um jovem familiar que, menos cuidadoso com o garfo, fez um dos bichos esguichar quase como se estivesse vivo. O problema não foi esguichar …. o problema é que foi parar às costas de um sujeito na mesa ao lado!

Mas observar estes esqueletos nos areais cá para cima ou no Algarve, recorda-me aventuras de menino, e nomeadamente na praia de Paço de Arcos e nas da zona da Parede. É que sou da geração que os usava para construção de barquinhos, que eram apetrechados usando paus fininhos e penas, e lá íamos para as competições. 
Para ver os que se aguentavam não se virando facilmente, até os que se conseguiam aguentar pelos ribeiros pequenos que se formavam entre as rochas pequenas quase enterradas na areia. Bons e sadios tempos.
AC

terça-feira, 13 de setembro de 2022

P R E D A D O R E S 

Não, não me refiro a certos políticos, a certos comentadores, a certos elementos da associações discretas, a certos militares, a certos jornalistas, a certos titulares de orgãos de soberania.

Refiro-me a predadores de certos insectos, concretamente neste caso alguns tipos de aranhas e outros bichinhos que andam por muito lado do nosso Portugal.

Temos a aranha-vespa, aranha-lobo, aranha-berçário, aranha-verde, aranha de jardim, aranha-camelo e o lacrau. 

Bichos feios mas, lá está, contribuem para o equilíbrio da biodiversidade. Fazem falta.

Já certos predadores de duas pernas que nos azucrinam a vida não fazem falta nenhuma.

AC

terça-feira, 30 de agosto de 2022

EXPLICAÇÃO
Não sei qual será, porventura mais do que uma explicação.
Na caminhada matinal de pouco mais de 5 Km, encontrei apenas uma.
É frequente encontrar muitas, além de peixes mortos que as gaivotas desfazem, e até restos de choco. E muitas conchas. Deve haver explicação. Temperatura da água? Poluição? Vento?
AC

segunda-feira, 22 de agosto de 2022

S E C A

SECA,  tanto pode querer referir-se à desgraça que nos atormenta, não chove, rios e ribeiras uma lástima e muitas ribeiras secas ou, então, querer resumir a triste prestação de algumas criaturas empoleiradas em ministérios, secretarias de Estado, gabinetes ministeriais, autarquias, etc. 

Quanto a esta SECA política, a televisão aqui na aldeia anda normalmente desligada. Até pouco sei dos incêndios. O vizinho dá-me notícias.

Refiro-me à SECA /ausência de água. Hoje de manhã cedo, estava em Idanha-a-Nova à abertura do supermercado, para fugir ao "bafo".

No regresso, passei por cima da ribeira de Proença, parece o Kalaari!

E se as consequências são más para nós dei-me conta que para certa bicharada a coisa deve estar muito difícil.

Por exemplo, como andará a vida da bicharada que vive muito à conta da água, a começar pelos mosquitos, agora que a ribeira está como está?

Os chamado bichos de água não devem andar felizes. 

Estou a lembrar-me por exemplo, do escaravelho de água, do barqueiro que usa as patas traseiras como remos, o alfaiate (gerris lacustris), da larva da libélula, a aranha lobo rústica, o escorpião de água que é uma espécie de percevejo aquático. Para não falar de outros.

Isto não está fácil, para ninguém à superfície deste cada vez mais tonto planeta. 

Bem, mais rigorosamente, o planeta não tem culpa nenhuma da "bicharada" que por cá anda!

AC

sexta-feira, 22 de julho de 2022

PROTEGER: NATUREZA, AMBIENTE, BIODIVERSIDADE

Gosto de observar cuidados que gradualmente se vão tempo para com a natureza, a biodiversidade, o clima. Sem excitações parolas e ou parvas.

AC

sexta-feira, 8 de novembro de 2019

ESPÉCIES em RISCO de EXTINÇÃO
Continuando a ser tanto quanto possível um homem que deambula por aí o mais possível, com muitas caminhadas de Nikon em punho, uma das coisas que me entretém é observar a biodiversidade, é observar a bicharada e o que tem raízes. Quem por aqui tem a gentileza de passar já terá percebido que se ando por muitas regiões, Beira-Baixa e Beira-Alta são dois domínios de eleição.
Nesta temática como aliás em quase todas as áreas, não é fácil encontrar unanimidade.
A única coisa certa é que há seres vivos a desaparecer ou em risco sério de desaparecer. Pessoalmente, como já uma vez por aqui escrevi, sobretudo na Beira-Baixa, que há anos deixei de ver por exemplo certas aves.
Aparentemente, o nosso País está entre aqueles onde mais espécies estarão ameaçadas. Desde plantas a peixes, a moluscos, a aves, a répteis, a anfíbios, várias espécies de seres vivos já tiveram melhores dias.
Andar pelos campos é uma das coisas que mais aprecio.
Aqui deixo exemplos de alguma bicharada. E de outros seres vivos.
AC