Mostrar mensagens com a etiqueta Trump. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Trump. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 12 de maio de 2026

A  PROPÓSITO . . . . .
DO QUE VAI LÁ POR FORA,
DE TRUMP, PUTIN, AIATOLAS, XI, BIBI. . . . 

Apetece-me republicar este postal
AC


SILÊNCIO
Não é estranho que, neste tempo tão trágico para a paz no mundo, a voz de gente como Obama, os Clinton, Al Gore, Biden ou Harris não se faça ouvir, denunciando este presidente que tanto os insulta, que está a envergonhar a imagem da América? Ou será que eles acham que não está?
(Francisco Seixas da Costa)

Respeito, SEMPRE, a opinião de outrem.
Depois, concordo, discordo, e argumento se me apetecer.

Este pequeno texto deste jubilado embaixador segue aquele entendimento e discurso da esquerda caviar da enorme diferença entre democratas e republicanos americanos.

Não, não acho nada estranho silêncios nem outras coisas lá por aquelas bandas. Vindo de democratas ou republicanos.
E quanto ao troglodita de cabelo oxigenado não perco mais tempo.

Naturalmente, eu posso estar completamente enganado, mas a minha convicção DE SEMPRE, é que as diferenças são, de tom, demagogia, conveniência. Existem obviamente ténues diferenças de valores mas no essencial são praticamente da mesma massa.

Talvez devesse/ devessem olhar com rigor às eleições americanas depois de 1945, TODAS, e aí se percebe muitas coisa daquela sociedade, e dos cordelinhos por trás de tudo.

Talvez devessem reparar que o complexo industrial-militar americano não é dos republicanos, não é dos democratas, é de todas as elites americanas há décadas e décadas pós 1945.

Talvez devessem recordar uma das primeiras promessas do democrata  Obama, ídolo das esquerdas: encerrar rapidamente Guantanamo.
Ele, Obama, esteve lá dois mandatos. Não fechou Guantanamo.

Há um "cartoon" que circulou por aí que se calhar tem alguma razão, que talvez parcialmente explique muita coisa. 

Há sempre, lá na América do Norte e em muitos mais países quem passe a vida com grandiloquências e vacuidades - "pour epater les Bourgeois" - e depois mandam fazer certas coisas à socapa para manterem a auréola, ou esperam que outros mais tarde executem.

É sempre à Clinton - eu não tive sexo com essa mulher, ela apenas se ajoelhou à minha frente, só isso!

Mas, como sempre, admito estar a ver isto mal.

AC

domingo, 12 de abril de 2026

TAKE . . . . TAKES . . . . 

Creio não estar muito enganado que nestas coisas de filmes, filmagens para cinema há uma sucessão de TAKES . . . . vão-se filmando cenas que no final se juntam e dá filme.

Creio que é mais ou menos isto.

Estou a referir isto porque ontem e neste Domingo houve /há mais uma sucessão de TAKES  ou melhor, não é bem uma sucessão, é tudo em catadupa, quase não dá para acabar de ponderar com calma qual o significado real, concreto, do anteriormente dito para as TV.

Estamos assim numa sucessão rápida de TAKES . . . . ou melhor, Trump 1, Trump 2, Trump 3, Trump 4, Trump 5, Trump 6, Trump 7, Trump 8, Trump 9, Trump 10, Trump 11, Trump 12, Trump 13, Trump 14, Trump 15, . . . . Trump 295 . . . . . Trump 518, . . . . 

Enfim, onde é que vamos parar?

AC

sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

JORNALISTAS, Comentadores, POLÍTICOS

Jornalistas ?

Mário Soares dizia - já não há estadistas!

E eu estou cada vez mais tentado a dizer - já havia poucos jornalistas, mas tenho a sensação de que estão mesmo a acabar!

Estas palavras a propósito de uns tagarelas que se intitulam jornalistas, e sobretudo a propósito de eu ter ouvido sobre o mais que condenável ataque à Venezuela - estará aberto um precedente?

Precedente? Precedente? PRECEDENTE ?

ATÃO, oh seus pés de microfone, entre muitas coisas do passado, podem fazer o favor de se lembrar, por exemplo, Pérsia/ Irão em 1953 salvo erro, Chile, Panamá, Nicarágua, Iraque. . . . Paquistão ao tempo do democrata e super defensor do direito internacional Obama, . . . muitos etc. . . .RING a BELL ?. . . . ou NÃO?

Enfim, o estado disto!

Bem e sobre políticos e comentadores . . . . 

AC

sábado, 30 de agosto de 2025

TRUMP  e  OUTROS  

Respeito, SEMPRE, a opinião de outrem. Depois, discordo ou concordo. Acresce que toda a minha vida tenho seguido o exemplo de Bento de Jesus Caraça: se erro, se me engano, quando mais tarde dou por isso ou quando alguém com educação me chama à atenção, dou a mão á palmatória.

Vem estas palavras a propósito de muito do que por aí se passa.

Em todos os países é legítimo que cada um lute pelos seus interesses.

É legítimo que cada país se defenda na cena internacional.

Donald Trump não é, quase de certeza, burro completo. Mas, salvo melhor opinião, quer no desastroso (opinião pessoal naturalmente) mandato iniciado em 2016 quer neste mandato iniciado em Janeiro passado, Trump tem evidenciado procedimentos, atitudes, decisões que são difíceis de entender por um cidadão comum como eu.

Admito que, designadamente no actual mandato, as decisões erráticas que tem tomado/ anunciado quer no plano económico e financeiro, quer no plano diplomático aqui sobressaindo as suas gongóricas declarações sobre acabar com guerras e etc., parecem demonstrar cabalmente que há qualquer coisa de irreal naquela cabeça.

Pela minha parte, e designadamente no caso do Médio Oriente e no caso da guerra entre Ucrânia/ EUA/ UK/ UE por um lado e a Rússia /Irão/ China/ Coreia do Norte por outro lado, as decisões e anúncios de Trump a que se soma a "cimeira" no Alaska e depois em Washington, deixam-me as maiores dúvidas se, na vida real, no terreno, não tem havido um engonhar que beneficia claramente Israel e associados e Putin.

Naturalmente que posso estar enganado. Mas é a sensação que tenho.

Posso dizer isto, barbaridade que seja, sem qualquer problema ou consequências no plano diplomático, no plano das relações externas.

Estou a borrifar-me que exista uma larga "colónia" de portugueses vivendo nos EUA. Não tenho responsabilidades institucionais, não tenho limitações no exercício do meu direito à liberdade de expressão, à liberdade de opinião, desde que não seja execrável.

Isto que refiro para dizer que, sobre Trump, considero-o um ser desprezível, execrável. E ele não pode colocar-me um adesivo na boca, nem chatear compatriotas meus vivendo nos EUA por causa das minhas opiniões. PONTO.

Ou estou enganado? Espero que não. E não estando enganado isto que refiro não releva em nada da minha super inteligência, ou outra coisa qualquer.

A minha questão é simples: o cidadão comum respeitando os limites óbvios em sociedade, em regime de direito democrático, pode tecer as críticas que entender ou elogiar quem entender. Um responsável político, em qualquer país civilizado, tem deveres e limites que não devem ser esquecidos. Tem legitimamente direito a verbalizar as suas opiniões, mas não devem ser publicitadas mesmo quando o a sua postura decorre do óbvio.

Isto que digo creio que legitimamente se aplica a todos os países. Qualquer país com conterrâneos seus vivendo noutros países terá em princípio algum cuidado designadamente diplomático nas suas posturas sobre esses países relativamente aos quais, legitimamente, tenha reservas por diferentes razões.

Em síntese, sentido de Estado, sentido das proporções, sentido do ridículo, contenção, discernimento e nunca - maria vai com as outras.

Correndo o risco de estar a ver mal as coisas, isto que refiro atrás creio que diferencia quer países quer os seus titulares de órgãos de soberania. 

Há países equilibrados e desenvolvidos com voz coerente e respeitada na cena internacional, e há outros que não passam de uns pobretanas convencidos que são o que nunca foram, e dirigidos ainda por cima por lastimáveis e crescentemente insuportáveis criaturas.

AC

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2025

DEMOCRACIA
Churchill terá dito qualquer coisa como - a democracia é o menos maus dos regimes.

A democracia assenta no poder dos cidadãos, poder que é exercido assídua e periodicamente (4 em 4, 5 em 5, 7 em 7 anos) em eleições, autárquicas, legislativas, presidenciais, elegendo periodicamente, os responsáveis primeiros pelas autarquias, os deputados, o Presidente da República.

Mas a democracia não se verifica apenas pela existência de actos eleitorais periódicos.

A democracia assenta também e, sobretudo, no respeito pelo primado da lei por parte de dirigentes e cidadãos, e no respeito pela decisões dos tribunais por parte de todos sem excepção, cidadão comum ou dirigente.

Além destes aspectos essenciais, eleições, lei, tribunais, a democracia sólida, viva, madura, saudável, tem pesos e contrapoderes, e deve existir uma saudável e real separação de poderes, cumulativamente com uma saudável relação institucional, um saudável e indispensável respeito mútuo.

São ainda essenciais à democracia, órgãos de comunicação social livres e independentes, e reguladores independentes sobretudo do poder executivo.
Sobre reguladores, nada portanto do que em Portugal se passa, que regulam coisa nenhuma. 
Reguladores para, banca, seguros, energia, concorrência, saúde, medicamentos, e um longo etc.

Pelas notícias que nos vão chegando, quer OCS ( banida da Casa Branca a Associated Press) quer agências de regulação onde, regra geral, os EUA eram um bom exemplo a seguir, parece que o tresloucado alaranjado está a começar a destruir ou pelo menos a tentar,  uma toda e creio que saudável estrutura que existe nos EUA.

Aguardemos, mas os indícios são extremamente preocupantes.
AC

domingo, 12 de janeiro de 2025

DEMOCRACIA. JUSTIÇA. Separação de Poderes.
SISTEMAS DE JUSTIÇA. JUÍZES
JUDICIALIZAÇÃO DA POLÍTICA.

DIFERENÇAS

Uma das "pedras de toque" da Democracia é a separação de poderes.
Numa Democracia consolidada, os "três poderes" actuam rigorosamente no quadro da Constituição.

Numa Democracia consolidada, madura, o Presidente da República, a Assembleia da República, o Governo e os Tribunais, actuam no respeito integral pelas normas Constitucionais, e no quadro dos poderes Constitucionais para cada Órgão de Soberania definidos.

Numa Democracia séria, no decurso do normal funcionamento da sociedade ocorrem actos políticos e actos administrativos ou, quanto a estes, desconformidades, omissões etc.

A apreciação dos actos políticos é periodicamente feita pelos cidadãos, nas urnas. , havendo uma pequena excepção definida na nossa Constituição.
A apreciação de actos administrativos, ou as desconformidades ou omissões, cabe aos tribunais administrativos.
É isto que está definido no nosso regime, na nossa ordem jurídica. 
É também com este sistema que no nosso regime se pugna pela não judicialização da política. 

Vem isto a propósito do que escrevi como títulos e com implicação directa para Portugal; vem isto a propósito, também, de certos casos no estrangeiro.

Vem isto a propósito da notícia que li nos OCS em que, APARENTEMENTE, o Supremo Tribunal Administrativo (STA) terá determinado/ dado uma ordem à AR/ Comissão de Inquérito Parlamentar ao caso das gémeas Brasileiras, assunto em que estão aparentemente metidos ao barulho quer responsáveis políticos e governantes do PS quer Marcelo Rebelo de Sousa e um tal de Dr Nuno que, por acaso, é seu filho!

A notícia que li não me parece clara.
Fui ao "sítio" do STA e nada lá encontrei sobre este caso, mas deve ter havido uma decisão sobre o caso referido, aparentemente para que na AR mudem o nome da comissão de inquérito. Nada de gémeas. 
Falta conhecer com rigor o texto desta, aparentemente, inusitada  decisão do STA.

Mas, como estamos em Portugal, não me admiraria que o STA tivesse mesmo proferido uma decisão que, a ser a realidade do que agora apenas parece, muito provavelmente virá a ficar na história do nosso regime democrático como um pedregulho jurídico monstruoso metido na nossa ordem jurídico-constitucional.
Temos de aguardar.

Uma coisa parece certa, sem o verbalizar, a dita Comissão mandou à merda o STA. Fez muito bem.

Tudo o que me cheira a STA e seus "subordinados tribunais administrativos" cheira-me a mofo, a bafio, a coisa do Estado Novo.

Isto em Portugal está cada vez mais giro.
Não faço ideia porque surgiu esta decisão do STA, se de moto próprio ou porque lhe foram soprar alguma coisa. 
Teremos de aguardar, quer pelo teor da decisão quer para saber dos porquês de se terem dado ao trabalho de se meterem numa coisa da política, por se terem dado ao trabalho de se meterem onde não são chamados.

Para já, portanto, parece legítimo pensar que decidiram ordenar a alteração do nome da dita comissão. 
Apenas a incrível agremiação Livre concordou com o STA. 
Portanto, numa primeira e incompleta análise, parece que estamos perante uma grosseira tentativa de judicialização da política.
Aguardemos.

Mas antes de terminar, e sem ser comparável quanto à substância, e por isso no título falo em diferenças (quanto a assuntos, e normas jurídico-constitucionais), como cidadão do mundo deu-me imensa satisfação a decisão de que tomei conhecimento de que, nos EUA, FINALMENTE, foi lavrada sentença sobre uma série de processos judiciais em que Trump é o acusado.

E qual é o resultado?
Pelo que li, Trump foi sentenciado claramente, mas como o sistema jurídico - constitucional americano assim o determinado, ele ficou considerado definitivamente culpado, e sentenciado (não sei se pode haver ainda recurso) mas fica incondicionalmente em liberdade. 
O cadastro dele fica ainda mais negro. Ainda bem.

Nisto vejo grandes diferenças entre eles e nós.
Diferenças no que respeita à concretização da separação de poderes.
Diferenças no que respeita às acções de certos titulares de órgãos de soberania.
Diferenças quanto a tribunais e juízes.

Gostava de saber se o comentador-mor do reino achará que também quanto a tribunais administrativos e juízes somos os melhores dos melhores.

António Cabral (AC)

quinta-feira, 15 de junho de 2023

A  PROPÓSITO  DE  SACRIPANTAS
A propósito de encomendas de várias espécies apercebi-me que o execrável Trump anda em bolandas com o sistema americano de justiça federal.

Com esta cena rocambolesca à volta de um "simples facto da vida", muito respeitável (!!!), e que é o de um homem gostar de colecionar em casa documentação classificada do Estado, lembrei-me que talvez ele se safe se conseguir que os advogados comparem a coisa com o que se passa em outros países.

Ele poderia socorrer-se por exemplo do caso português.

Basta que lhe levem elementos acerca por exemplo:

- de uma certa criatura que, aqui há uns anos, e antes de sair do cargo, se entreteve altas horas da noite a fotocopiar centenas de documentos, sendo que os originais nunca mais foram encontrados,

- ou, casos menores (!?!) como o recente de um tal de Pinheiro.

AC

sábado, 19 de junho de 2021

GROSSERIA e IMPUNIDADE

Exemplos sobre gente grosseira e impune e pesporrente não faltam.

Na tugolândia e lá por fora. Lá fora, um dos exemplos mais eloquentes é o Trump dos pêlos pintados de cenoura.

Cá dentro, abundam os exemplos de gente grosseira e pesporrente e sempre impune, como o que falava grosso sobre o segredo de justiça.

Hoje, na Revista Expresso, Clara Ferreira Alves discorre sobre António Costa e o PS e estes temas da impunidade e da grosseria.

Ficou-me a dúvida se, nas entrelinhas, Clara Ferreira Alves queria deixar a sua opinião de que António Costa além de continuar impune é também grosseiro.

Ficou-me a dúvida.  Tal como duvido que muitas pessoas sobre isto tenham dúvidas.

AC

sexta-feira, 22 de janeiro de 2021

EUA,  ASSALTO  ao  CAPITÓLIO

Biden tomou posse, já está na Casa Branca,

Como de costume, os jornalistas afanam-se a exaltar - agora é que vai ser - estou a lembrar-me de Obama, etc, adiante. Aguardemos.

Com recurso às maravilhas da técnica estive a rever o programa da SIC - Nuno Rogeiro, LESTE-OESTE - e se quando a coisa aconteceu (6JAN) estive a matutar muito no assunto, por diferentes perspectivas, agora que voltei a ver o programa (na 1ª vez fiquei espantado com o que foi transmitido e dito pelo Rogeiro) mais complexa se me afigura a questão, o ocorrido, o que está ou pode estar por trás.

Outra coisa notável é o silêncio das "madrassas" portuguesas do politicamente correcto

Qual será de facto o estado da sociedade americana? Que clivagens? Que preocupações? Vamos aguardar.

AC

quarta-feira, 6 de janeiro de 2021

AUTOR  E  CÚMPLICE

DEPLORÁVEL O QUE AQUELE CRETINO ESTÁ A CONTINUAR A FAZER NA CAPITAL AMERICANA, A INCENTIVAR INSURREIÇÃO E DESMANDOS.

É CÚMPLICE NA MORTE DE UMA PESSOA , PARA JÁ.

TRUMP, É DESTA BESTA QUE FALO.

AC


quinta-feira, 12 de novembro de 2020

 D I N O S S A U R O ?

Periodicamente "navego" pelas minhas milhares e milhares de fotografias que fui tirando. Há bocado andava por várias dos EUA, e veio-me à cabeça se Trump se imagina um sobrevivente da era Jurássica. 

Será que reparou que até já o seu amigo secretário de Estado na última conversa que vomitou aos jornalistas já não referiu o 2º mandato, como tinha vomitado aqui há dias?

AC

terça-feira, 6 de outubro de 2020

 NA ALDEIA a OBSERVAR IMBECILIDADES

Imbecilidades, imbecilidades umas atrás das outras.

Imbecis em catadupa.

Estamos a preparar o almoço, um magnífico e repousante silêncio lá fora, e Sol radioso.

Caí na asneira de ligar o televisor e foi na SIC.

Primeira notícia, é sobre TRUMP, um imbecil de primeira apanha.

O homem é um grande anormal, opinião minha.

Olho e escuto a locutora jornalista que realça que Trump verdadeiro irresponsável tira a máscara na varanda da Casa Branca, e insurge-se perante essa irresponsabilidade.

A rapariga não deve ter reparado que na varanda não havia ninguém, ele tirou a máscara para a fotografia.

Trump está bem para o jornalismo português.

Portugal, um País com uma imensidão de problemas graves mas as televisões gastam-se com o cretino TRUMP.

Não convém que os venerandos e obrigados jornalistas falem de coisas que possam incomodar "santo Costa".

Não admira que continuemos neste estado comatoso. 

AC

sábado, 20 de junho de 2020

O OUTRO DIZIA - É a VIDA
Pois é, é a vida.
Quando olhamos para o nosso cantinho e para o que no nosso cantinho nos contam sobre o que se passa lá fora só podemos ficar cada vez mais perplexos.
Por exemplo, agora o sr TEDROS lá da OMS parecia querer convencer-nos que 2º vaga da pandemia.....nahhh, não vem.
Ah, mas espera, agora veio outra vez dizer que isto está a ficar muito complicado!!!!
Já tivemos a cena das máscaras sim e máscaras não, e muitas mais parvoíces.
Ah, e agora usem mas é as máscaras de pano. 
Por cá temos a saga pornográfica dos ventiladores de que, para já, continuamos sem as centenas dos tais ventiladores, mas ficámos cientes de que temos, um embaixador extraordinário lá fora, governantes extraordinários, directores gerais extraordinários, tudo gente excepcional, os tais melhores dos melhores.
Ventiladores que chegaram, estão a chegar, está quase e ...esquece, não fales mais nisso.
Por falar em melhores, temos os melhores jornalistas dos melhores do mundo.
Se não fossem eles o que seria do nosso mundo. 
Reparem nas perguntas chatas que eles se atrevem a colocar a Marcelo, Costa e por í fora.
Sem eles não saberíamos que há diferenças abissais entre o que o energúmeno Trump ameaça fazer mas ainda não aconteceu e que é  colocar tropas nas ruas, e as tropas francesas nas ruas de várias cidades durante meses e meses das revoltas violentas dos "gillets jaunes”. 
De relembrar que, aparentemente, essas revoltas em França provocaram TAMBÉM destruições vastíssimas e perto de 2 dezenas de mortos, é o que eles dizem por lá, mas se calhar é bem pior.
Coisa sem importância, naturalmente, pois trata-se do dito democrata Macron.
É a vida. Mas, tenham calma, no fim vamos ficar todos muito bem.
Entretanto, todos mentem.
Cá é o que se sabe. Basta ver as pouca vergonhas dos últimos anos, ou meses ou semanas, escolham.
Em França idem. 
Nos EUA idem, mentem do lado do Trump e mentem do lado dos outros, por exemplo, não indicam com rigor os brancos assassinados por brancos, os negros assassinados por negros, os negros assassinados por brancos, os brancos assassinados por negros, etc.
Em Espanha mentem há décadas sobre tudo, como se sabe, e agora confessaram a propósito dos óbitos.
Da China é melhor nem falar.
Quanto a certos países, tipo Holanda, Nórdicos, a minha experiência internacional leva-sem a franzir o sobrolho e ......pé atrás!
Uff, desisto,........por agora.
Tenham um bom fim de semana.
AC

sábado, 2 de maio de 2020

RECOMENDADO para COMBATER COVID-19
Não, não foi o pateta do TRUMP que recomendou, mas dizem por aí que, durante a conversa telefónica que fora combinada e entretanto divulgada como coisa inesperada, parece que o TRUMP ficou surpreendido com a felizmente muito baixa incidência do Vírus no Alentejo.
AC

domingo, 5 de agosto de 2018

CALOR = FORNALHA
Há dois dias a temperatura máxima registada terá sido na localidade Alvega.
Quando ouvi isto pensei, a culpa é do major Alvega (alguém se lembra?)
Mas afinal esse recorde foi ontem bem suplantado em vários locais.
Portanto, o Alvega não será o culpado.
Pensei então, NAHH, aqui anda mãozinha do S.Pedro que deve andar com uma irritação qualquer contra nós, TUGAS.
NAHH, voltei a coçar a cabeça............e creio que já sei.
Como o TRUMP diz que é mentira essa treta das alterações climáticas e como, excepcionalmente, ainda não o ouvi vir dizer o contrário, então cheira-me que o PUTIN fez um trato com o Bloco de Esquerda para começar a prejudicar o turismo por cá e não poderem vir mais meninos e meninas de olhos azuis a aproveitar-se disso.
É, só pode.
De qualquer maneira, uma coisa é certa, ontem, Sábado, em Torres Vedras estavam 45ºC no termómetro, mas na praia de Cruz arranjou-se um descanso, 28,5º C. Mas água fria para a minha epiderme, só o meu pessoal foi à água.
UFFF
AC

sexta-feira, 2 de junho de 2017

TRUMP,  MERKEL,  EUA,  CHINA,  UE, a HISTÓRIA
Cimeira da NATO,  G 7, encontros bilaterais tipo MACRON/ PUTIN, reações e entrevistas várias de políticos nacionais e estrangeiros, ora sobre o BREXIT, ora terrorismo ora manifestando azedume depois de não haver acordo sobre várias matérias. Ah, e traçam-se linhas vermelhas. Temos estadistas!!!!!!
Os precipitados do costume pronunciaram-se sobre um recente discurso de Merkel após as tonteiras de Trump designadamente em Bruxelas.
Os precipitados, para além de outras coisas mostram, como sempre, uma ignorância atroz. Naturalmente que é mais ou menos verdade que a história não se repete mas.......
No presente, e concretamente no terreno Europeu, claro que temos a Rússia a fazer um "chega para lá e dá cá a Crimeia" (e toda a Europa, sempre de peito feito, ......na prática ficou mansa, o Obama não os salvou mas fez belos discursos.... ainda não tinham traçado linhas vermelhas "by Macron"...e agora o Trump no seu estilo perigoso parece achar Putin encantador....mas, em princípio, não estou a ver a Espanha a usar o poder militar sobre nós, ou a França sobre a Bélgica ou Holanda, ou a Alemanha sobre a Austria ou a Croácia, etc.
Deixei de propósito a Croácia para o fim. Recordo o que a esmagadora maioria não sabe, mas sabem-no em muitos certos círculos Alemães, Croatas, Sérvios, Ingleses, Americanos, Franceses, etc.
Na fase inicial do desmembramento e subsequentes guerras na ex-Jugoslávia, o papel da Alemanha foi muito curioso e nada inocente, e concretamente na zona que agora é a Croácia. E os grandes, o senhor Clinton incluído, a fingir que nada sabiam das interferências directas da Alemanha. Claro que nada se provou, nem eu tenho provas para apresentar em tribunal. Mas quem por lá andou viu certas coisas, ou foi só imaginação?
O meu ponto aqui é que, com algumas excepções, e concretamente da Rússia para cá, não é preciso, julgo, o poder militar para um país se expandir, controlar, crescer, dominar. Basta ver a Espanha em relação a nós, basta ir aos supermercados, basta fazer as contas ás marcas e lojas nos centros comerciais, basta ver a banca. Chega?
É preciso alguma ponderação sobre o recente discurso de Merkel, pois temos que ter presente, história e geopolítica. Coisa que para muitos que para aí andam não interessa nada, apenas vão fraturando!.
Para muitos, a política é feita de navegação à vista, só que mesmo  perto da costa há quem se afogue.
Uma coisa é esta moda do politicamente correcto, do faz de conta, agarra-me senão vou-me a ele, e outra coisa bem diferente é aquilo que, nos centros de decisão, se fala, se prepara, se programa, se pondera, e se decide. 
SE DECIDE, a médio e longo prazo. 
Porque a tralha noticiosa, com poucas excepções, é só para disfarçar, para enganar. Faz-me lembrar o nível actual do índice de confiança no meu País, o que só me dá para rir, sobretudo andando fora de Lisboa e Porto.
Voltando à coisa.
Merkel falou para dentro da sua quinta. Pode deduzir-se muita coisa. Pelo meio convidou (quanto lhe pagaram?) Obama para uma festança em Berlim. 
Merkel assume-se descaradamente como líder da Europa, tipo eu é que mando? Vai lutar pela Europa ou pela Alemanha mandando na Europa? Um Pais um voto? Ah, ah!
Também vai pintar linhas vermelhas à Macron?
Estas coisas não se tratam assim, de repente, porque têm muitos parâmetros a considerar, mas valerá a pena abordar superficialmente duas ou três coisas.
Começando pela geopolítica que, de forma simplificada, se pode dizer que é a ciência da vinculação geográfica dos fenómenos políticos. 
Porque de política se trata, de geopolítica, porque de desenvolvimentos se trata, porque se jogam por exemplo, esferas de influência, dependências, poderes, sonhos, objectivos, economia, rivalidades, interesses nacionais/ vitais, alianças (que se fazem e desfazem como a história sempre demonstrou).
Merkel face ás parvoeiras de Trump quer rearmar a Alemanha? 
À primeira vista não creio. Até porque foi empregando biliões na economia e nas reformas e no seu estado social, em vez de o gastar em armamento e aumentar efectivos das forças armadas, e isso é complicado de inverter. Mas, mal que pergunte, onde está o actual poder efectivo das forças alemãs? 
Claro que têm marinha, exército e força aérea mais ou menos modernas mas......... Levantou/ Levantará o sobrolho à Rússia?  Claro  que os seus estaleiros navais têm sido peritos em produzir navios que ao longo de décadas foram vendendo (???) à......Grécia,.....Turquia,......Portugal,......por aí fora.
E o gás? E o terrorismo que pode ser soprado lá do Cáucaso e não só? Parvoíces minhas, naturalmente. Bom, já para não falar no Macron e na May.
Claro que a este propósito e antes de ir a mais umas muito breves palavras acerca de estratégia, sobre a cimeira NATO o nosso ministro ex-ERC também botou discurso, não podia deixar de ser.
Gemeu, naquele tom elucidativo do costume, por causa da confissão dos famosos 2% a que não se chega (como muitos outros países) para a defesa e segurança colectiva. Falou em contribuição qualitativa!! Que giro, mas creio que não esclareceu a coisa!
TRUMP disse, seus caloteiros ou pagam também e mais, ou eu vou para casa!!  
Pode ter uma certa razão, factualmente, mas as contas não são simples de fazer, e a questão do guarda-chuva americano também me parece que tem trazido ao longo das décadas algumas vantagens para os EUA.
Voltando à Merkel, Bismarck está muito longe, as atrocidades alemãs das I e II GG também, o violento mas bem merecido ripostar dos aliados  também, as bombas de Agosto de 1945 idem. Os americanos mantêm o guarda-chuva desde 1941. Com algum proveito, mas o que é certo é que aguentaram a paz na Europa e rebentaram com a guerra fria. Claro que no presente temos a guerra morna.
Mas este discurso de Merkel tem tudo a ver com história geopolítica e estratégia. PODER NACIONAL, tão só.
A política (doutrina de fins, hierarquia de valores) fixa objectivos a realizar pela estratégia (que é apenas uma parte da acção política, encara objectivamente a realidade, é uma disciplina de meios). 
E, naturalmente, Merkel e sobretudo muitos poderosos e estudiosos e estrategos alemães não conhecidos do grande e amorfo público, sabem do seu passado, têm bem definido o interesse nacional da Alemanha e as interpretações específicas desses interesses, como aliás as metas específicas para a satisfação desses interesses (objectivos nacionais). 
Eles sabem bem qual o seu poder nacional ou seja, o produto da sua vontade pelas suas capacidades para realizar os objectivos nacionais. 
Basta analisar com profundidade as estruturas alemãs, as infra-estruturas, os tecidos empresarial industrial comercial tecnológico, a cultura disseminada, para se ter uma ideia do que ali está, e pode um dia vir a estar.
Falta a parte militar.
E o que digo acima aplica-se inteirinho a TRUMP e à China, aos quais não falta a parte militar. Trump, aparentemente cada vez mais louco, decide mandar ás malvas o acordo de Paris. Numa reação imediata.......parvalhão
Mas, certamente, muita coisa está por trás. Não tem nada a ver com o ex presidente Carter, mas deste também diziam - o gajo do amendoim!!!!
Tal como muita coisa está por trás da imediata vontade da China em tornar-se ainda mais proeminente na cena internacional.
Os apressados, os precipitados, os fracturantes que fiquem com a sua. 
Eu creio que, Alemanha, UE/ França, EUA, China, Rússia estão sentados em frente ao tabuleiro de xadrez.
GEOPOLÍTICA, PODERES NACIONAIS. 
Nada vai ficar como até aqui.
E quanto ás alterações climáticas, não me fio nos estudos dos que dizem sim nem nos que dizem não. Sei que os Setembros na minha aldeia nunca mais foram semelhantes aos que se verificaram entre 1969 a 1985.
António Cabral (AC)

quinta-feira, 25 de maio de 2017

The North Atlantic Treaty
A "North Atlantic Treaty Organization" (NATO) ou "Organização do Tratado do Atlântico Norte" (OTAN) é regulado em primeira mão pelo tratado assinado em Washington no dia 4 de Abril de 1949 e que entrou em vigor no mês de Agosto seguinte.  
Recordo isto e concretamente o famoso Artº 5, no momento de mais uma reunião alargada com presidentes e chefes de governo em Bruxelas, no novo edifício da NATO, e em que, aparentemente, Trump parece ter estado até agora muito renitente em pronunciar esse Artº. Curiosidades deste louco mundo contemporâneo.
AC

sábado, 4 de março de 2017

TRUMP ??  SAY AGAIN ?
Presidente Parcelo Rebelo de Sousa, não lhe falaram nisto?
Aparentemente, pelo que se descobre por aí,  por ocasião do embarque para a sua deslocação a Los Angeles, o Presidente dos EUA declarou que tudo fará para tomar posse da Base das Lajes e da ilha onde está inserida, apesar de esta ser considerada território português. Invocando o acordo firmado na construção da base aérea
com o Coronel Eduardo Gomes da Silva e os tratados assinados durante a 2ª Guerra Mundial entre Óscar Carmona e Franklin D. Roosevelt, Trump declarou à CNN que “…todo o investimento
realizado durante décadas pelos americanos na base aérea e espaço envolvente e o não cumprimento das regras básicas de manutenção da ilha por parte de Portugal dá aos EUA o direito à posse do território por usucapião
.”

Um querido este TRUMP!!!!
Eu sei, mesmo não sendo diplomata, mas por razões de experiência de vida, que nestas coisas da diplomacia e da política externa deve ter-se muita ponderação, prudência, cautela, bom jogo de cintura, perseverança, e não abdicar de princípios básicos. Agir com alguma reserva.
Mas, isto dito, o sr Presidente que comenta tudo e mais alguma coisa, não quer dar a conhecer ao comum dos mortais, o que lhe pode ir na cabeça?
Ah, desculpe, política externa é com o Governo. 
Muito cuidado com a separação de poderes.
Muito obrigado por me lembrar isso.
António Cabral