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sábado, 19 de junho de 2021

GROSSERIA e IMPUNIDADE

Exemplos sobre gente grosseira e impune e pesporrente não faltam.

Na tugolândia e lá por fora. Lá fora, um dos exemplos mais eloquentes é o Trump dos pêlos pintados de cenoura.

Cá dentro, abundam os exemplos de gente grosseira e pesporrente e sempre impune, como o que falava grosso sobre o segredo de justiça.

Hoje, na Revista Expresso, Clara Ferreira Alves discorre sobre António Costa e o PS e estes temas da impunidade e da grosseria.

Ficou-me a dúvida se, nas entrelinhas, Clara Ferreira Alves queria deixar a sua opinião de que António Costa além de continuar impune é também grosseiro.

Ficou-me a dúvida.  Tal como duvido que muitas pessoas sobre isto tenham dúvidas.

AC

quinta-feira, 29 de abril de 2021

AQUILO a que AINDA CHAMAM DESPORTO

e a DESCARADA AUSÊNCIA de VERGONHA na CARA

Foi divulgado por televisão e por jornais.

Depois assistiu-se a uns piedosos gritinhos de revolta.

Mas nem as moscas vão mudar.

A máfia é enorme, tem gente a mamar há décadas, e a dar de mamar, de formas diversas, uns ditos só colaboradores, outros ditos só amigos, outros só agentes, outros até com cargos directivos e executivos mas sempre dizendo que isso nada tem a ver com a gestão de outros negócios, e todos com ligações aos políticos e aos partidos e aos autarcas e aos banqueiros, nada portanto de relevante, tudo normal!

É também por esta promiscuidade, que a banditagem se dá ao desplante de desmentir o que olhos observam, na maior das impunidades, HÁ DÉCADAS. Usando linguagem de um juiz - e riem-se na nossa cara.

Obviamente que se riem, pois persiste a cumplicidade tática e estratégica de grande parte de titulares de órgãos de soberania, que se deviam dar ao respeito e, SOBRETUDO, respeitar os cidadãos. Mas só tratam de sobreviver para se manterem à mesa do OE o maior número de anos possível. E persiste a ausência de autoridade, a ausência de rigor e vigor e intervenção das autoridades policiais e das judiciais. Para não dizer temor e reverência. 

TODOS, em vez de servirem a sociedade, SERVEM-SE!

Desgraçada sociedade, desgraçados de nós que não temos para onde fugir desta gente e destes titulares de orgãos de soberania, que se entretêm a dar cabo do regime onde eu gosto de viver.

AC

sábado, 20 de fevereiro de 2021

CONTENTE  com  a  JUSTIÇA NACIONAL ??

Um grande contentamento pela justiça nacional foi já manifestado por mais de uma vez pelo inquilino em Belém.
Como sempre, respeitando as opiniões de outrem, respeito as de Marcelo mas, neste caso concreto, discordo completamente. O senhor disse em tempos estar muito orgulhoso pelo avanço registado nos processos Marquês, BES, Tancos,  Lex, e operações contra magistrados judiciais. E acrescentou que - "não pararam de avançar". O caranguejo também avança, a seu modo!

A operação Marquês envolvendo designadamente o inenarrável José Sócrates vai para 7 anos e o sr Ivo Rosa ainda não decidiu se vai haver  julgamento. Cá para mim, continuo convencido que ainda vou ter que pagar para indemnizar esse vigarista. Vou aguardar pelo Ivo Rosa.

Quanto ao BES e Ricardo Salgado, continua o pingue-pongue entre tribunais como ainda agora se viu outra vez, e já lá vão 6 anos. Sim, eu sei que tem havido também dificuldades com a não recepção de respostas às perguntas endereçadas ao Luxemburgo, Suíça etc.

Quanto a magistrados, querem fazer-nos crer que estão para ser santificados. Nunca se venderam sentenças, nunca houve testas de ferro, etc. etc. etc

A telenovela Tancos também marca passo.

Entretanto, todos os que apresentam queixas no Tribunal Europeu dos Direitos do Homem ganharam, o Estado português tem sido sucessivamente condenado. Já não deve faltar muito para qualquer dia as condenações começarem a aproximar-se das duas centenas. O que certamente só revela que em Portugal, os juízes, os tribunais, os processos, os códigos, são do melhor do mundo. Tudo ímpar, damos cartas...........quanto a condenações no Tribunal Europeu. Abusos do sistema? Não senhor, é só má vontade minha e de outros como eu. Mas Marcelo anda contentíssimo, certamente pelos razoáveis prazos com que a justiça TUGA decide. A tal justiça das super garantias!

Mas olhemos a um caso corriqueiro, banal, daquelas coisas comuns, com cidadãos comuns. Um caso real.

Um energúmeno, daqueles vários que ninguém percebe do que vive, com tatuagens, bom telemóvel, rabo de cavalo, um energúmeno já com queixas em tribunal e uma condenação com pena suspensa, e com pelo menos mais uma agressão conhecida que além de agressão à pessoas danificou-lhe a motorizada mas em que quem foi agredido acabou por ter receio de apresentar queixa, entrou na pastelaria e percebeu que o cidadão estava a conversar com pessoas conhecidas  em mesa ao lado da sua e já com o prato do pequeno almoço só com migalhas e as chávenas já vazias. 

O energúmeno com ar grosseiro perguntou - não vai sair - e a resposta foi lacónica, NÃO. Para azar do cidadão, uma mesa ao lado vagou e o animal sentou-se e começou - apanho-te lá fora parto-te os dentes, parto-te os óculos etc.
Em síntese, o cidadão nunca olhou para o animal, continuou a falar com as três senhoras na mesa ao lado e com a sua mulher e sacou do telemóvel e chamou a GNR que apareceu 10 minutos depois, pois o posto é perto. O animal ficou surpreendido. E mais surpreendido quando viu que os GNR ao verificarem a identidade do cidadão fizeram continência, e a coisa prosseguiu, com identificação de agressor, agredido, testemunhas. Isto passou-se em 4 de Dezembro de 2019.

Nessa tarde mesma tarde a GNR colheu testemunhos/ declarações do agredido e das várias testemunhas presenciais, e passado poucos dias  o cidadão foi chamado à PSP e novo relatório etc. A queixa prosseguiu.
Mas acabou em águas de bacalhau, comunicaram agora  o arquivamento, porque o cidadão tinha que voltar a fazer mais uma série de coisas, acusação particular, advogado, CPP Art 277º e 283, etc. etc. etc. Ou seja, um cidadão é incomodado, colheram-se declarações de testemunhas presenciais que mais tarde, o agredido passa por coisa idêntica, e mais tarde, muito mais tarde, ainda tem que ir fazer mais não sei o quê, enquanto a besta agressora se fica a rir.

Naturalmente, que ninguém no sistema se preocupou em verificar antecedentes, o processo que o animal já tem, pelo menos um, ninguém no sistema perante um magistrado se chateou em perguntar de viva voz ao verbalmente agredido fosse o que  fosse.
Isto é assim para a pequena delinquência. Imaginem para o resto. As bestas e os animais continuam felizes e contentes.
Claro que o animal sabe que não se deve voltar a meter com o cidadão que importunou. Mas ficou alguma coisa registada em cadastro criminal além do que já lá está?

Portugal no seu melhor, o Portugal elogiado por Marcelo, Vital Moreira e outros das escolas de Coimbra e de Lisboa que tão bons códigos têm feito ao longo dos anos, super garantias, justiça exemplar. País em declínio? Há quem goste, cada vez gosto menos do que andam a fazer à democracia.

Mas querem outro caso? Aqui vai, e tem a ver com tribunais administrativos.
O meu melhor amigo militar tal como alguns outros, teve ao longo da carreira colocações no estrangeiro. Desde sempre, que aos militares nessas condições foi atribuída uma equiparação a determinadas especificações estabelecidas na legislação regulando a vida profissional dos diplomatas nacionais (salarial e não só). Um dia, um pesporrente chefe do estado-maior general das forças armadas entendeu que os militares não tinham nada que ter tão grande equiparação. Encurtando a história, houve um grupo de militares que ganhou o processo intentado contra o Estado, ainda que tendo levado anos. Um segundo grupo de militares onde se integra esse meu amigo está há anos a ver os tribunais administrativos a nada decidirem. Há anos e anos.

Que dizer dos tribunais administrativos? E dos juízes desses tribunais ou pelo menos de alguns deles? Os adjectivos ordinários da nossa rica língua são insuficientes para classificar essa gentalha. E Marcelo e outros Drs deliram com esta gente! TENHAM VERGONHA!
Espera, .... está visto que não têm nenhuma, há anos que não têm. O que continuam a ter é uma descarada ausência de vergonha nas trombas! Desgraçados portugueses comuns, desgraçado país.
AC

terça-feira, 2 de fevereiro de 2021

 . . . . . . . DE GRUPO

Com a pandemia fala-se muito da imunidade de grupo.

O que se vai verificando, também quanto a GRUPO, é que estão quase a atingir a IMPUNIDADE de GRUPO em que as broncas com as vacinas constituem apenas mais um detalhe.

AC

sábado, 24 de outubro de 2020

"EU  CONHEÇO  o  meu  PAÍS,..... "
Mais bem dito, conheço mais profundamente a parte Continental do País, e menos as ilhas dos Açores, Madeira e Porto Santo. Nunca estive nas Selvagens nem nas Desertas. Conheço mal a Graciosa e as Flores. A Porto Santo não vou desde 1980. Não vou ás Berlengas desde 1967.
Com quatro anos e pouco o meu carro caminha para os 150 000,00 Km, passados em vias diversas e diferentes deste rectângulo à beira mar plantado, a saber, AE, IPs, ICs, nacionais, municipais, caminhos de terra batida. Conheço, portanto, um pouco mais que poucochinho disto e das suas gentes, pois procuro falar nas aldeias, nas vilas pequenas, onde caminho, observo, e fotografo.

Aprendi há muitas décadas, na minha profissão, que na avaliação de recursos humanos quando semestralmente ou anualmente analisamos subordinados, a boa regra geral é enunciar e listar as características positivas e valorizá-las e, em segundo lugar, chamar à atenção para o que possa não ter corrido bem no período da avaliação, salientar o que é necessário corrigir. Não escorraçar, incentivar.
Esta regra deve aplicar-se, considero eu, a tudo na vida, puxar pelo bom do País, das famílias, da sociedade, das instituições, mas não esquecer de salientar o que não corre bem, o que precisa de ser alterado, sob pena da sociedade se degradar se isso não for apontado e, com isso, a vida das pessoas gradualmente piorar.

Vem isto a propósito, naturalmente, do presente que vivemos.
Naturalmente, como em todo o lado, existem e existirão sempre, pessoas que só sabem salientar o bom e o lindo (Sol, praias, generosidade). Existem e existirão também certas pessoas que não têm o cartão partidário mas estão sempre na órbita partidária até ás vezes em governos e porque usufruem de muitas sinecuras à conta da sua cor preferida periodicamente exaltam ou a ministra da saúde ou o da educação, ou o PM, ou, ou, ou, esquecendo-se de salientar o que se lhes pode também apontar de menos bom ou mesmo mau. 
E existem pessoas que se entretêm apenas a dizer mal de tudo sobretudo se não for do agrado à sua cor.

Mas também existem muitas pessoas que sabem reconhecer o que é bom e está bem independentemente de cores e ideologias e de governos, mas não se esquecem de salientar o que precisa de ser melhorado. 
Incluo-me nesta última lista, e não me coíbo de criticar sempre que me parece justo, apontando o que me parece errado, mau; nem me coíbo de aplaudir o que deve ser aplaudido, independentemente de cores e ideologias e poderes instalados.

E tenho sempre presente que ninguém está acima da lei nem do escrutínio público, nem do escrutínio democrático.

E tenho sempre presente que somos todos da mesma massa.
Mas não somos todos iguais. 
Pois não saímos todos da mesma fôrma

O que é imprescindível é sermos iguais perante a Lei, iguais no acesso a oportunidades, iguais nos deveres para com os nossos e para com a sociedade, e iguais nos direitos, direitos que devem vir sempre depois dos deveres.
Que mais não fosse até por ordem alfabética.
Mas neste desgraçado Portugal, como já antes do 25 de Abril, grita-se sempre por direitos, como se tudo caísse do Céu.

Um dos maiores exemplos de melhoria verificada na sociedade portuguesa depois do 25ABR74, como é sabido, e a que aqui no blogue por várias vezes fiz referência, é a evolução positiva na taxa de mortalidade infantil. Era trágica, agora estamos entre os melhores do mundo.

É sabido que temos vários nichos de excelência, na tecnologia, nos texteis, na indústria dos moldes, no calçado, no software, na energia, na engenharia, na área da saúde. 
Temos teoricamente excelência nas eólicas mas, parece, o custo desta energia versus proveito é muito discutível e, parece, a energia produzida para a rede está imensamente longe daquilo que teoricamente anunciavam. O que parece certo é a engorda financeira dos do costume. Quanto às barragens........ao plano Sócrates............

E aqui está um exemplo acerca do qual os comentadores encartados com ou sem laço sempre se esquecem de referir com minúcia e denunciando os escândalos associados, o escandaloso das rendas e toda a tramóia engendrada no tempo de Sócrates por gentinha bem conhecida.

E, portanto, em Portugal há muita coisa que me enche o coração, a alma, que me orgulha enquanto português. Eu também assim sinto e penso.

Mas referir só isto não chega
E a sociedade portuguesa está muito enferma, e nada tem a ver com a COVID. Vem muito lá de trás.
Eu conheço razoavelmente o meu país. 
Estou a lembrar-me por exemplo da fantástica e enorme empresa de moldes que visitei em 2002 exportando para Mercedes, Audi, BMW, etc. E continua a laborar e bem. Um exemplo entre outras coisas boas.
Mas estou a lembrar-me também das aldeias desertas na Beira Baixa, no topo Norte do Minho e Trás-os-Montes.
Estou a lembrar-me por exemplo da pensão de uma idosa fixada na quantia de 361,92 € em 2011 na sequência do falecimento do marido.
Estou a lembrar-se da mulher que passado mais de dois anos foi finalmente operada ás amígdalas evitando assim ter de apanhar ás vezes injecções de penicilina.
Estou a lembrar-de por exemplo de decisões e mescambilhas em Castelo Branco, em Setúbal, e etc.

Podia continuar por muitas páginas, com coisas boas, várias, e outras que não o são e existem, e persistem. Várias.
Eu conheço alguma coisa do meu País e não é nada poucochinho. Conheço alguma coisa de máquina do Estado, uma parte decorrente da profissão e uma parte ainda maior pelas relações pessoais e familiares.
Conheço alguma coisa de certos agentes do Estado, de várias autarquias, e como foram sendo feitas algumas coisas. 
E como continuam a ser feitas, com o maior descaramento e na maior impunidade. Fico por aqui.
AC

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

SISTEMA de JUSTIÇA em PORTUGAL
Se alguém como eu, cidadão comum, perante o que vou vendo relatado nos OCS, perante os anos que passam, perante a absolvição recente de quase todos os acusados num dos "grandes casos", perante o caricato de alguém que declara - Ok, eu quero ir para a prisão rapidamente - e continua solto porque chove, porque faz Sol, porque o correio é capaz de ter perdido documentos ou, espera lá, se calhar não enviaram mesmo tudo o que deviam,  perante tudo isto, se disser que o sistema de justiça está cada vez mais ridículo, será que isso ofenderá alguém? Já nem falo em sentido de justiça.
Ninguém tem vergonha na cara?
Se o meu avô materno fosse vivo cheira-me que empregaria uma das suas célebres frases do muito antigamente (velhinho café Nicola) - e se fossem brincar com a pilinha do menino Jesus - ou então - e se lhes dessem com um pano encharcado de trampa naquele trombas.
De facto isto vai sendo cada vez mais surreal.
AC

Ps: Já agora, dei comigo a pensar, porque carga de água a nova PGR vem comentar a saída de Amadeu Guerra? Hum......

Ps 1: eu sei bem que existe a CRP, releio com frequência o texto da lei primeira, e sei o que é a separação de poderes. Mas, uma vez que SExa interrompe reuniões para telefonar para uma bonita loira, talvez alguém da casa civil lhe pudesse chamar à atenção para aquela coisinha - "o regular funcionamento das instituições"; é que os marotos dos dicionários que tenho em casa, dizem-me que regular é - conter dentro de certos limites, trabalhar ou funcionar com acerto - estas chegam-me, o que me deixa cada vez mais baralhado com o que assisto ano após ano; esta "gotinha" do tribunal da relação do Porto para o de Aveiro........... 

domingo, 18 de novembro de 2018

IMPUNIDADE no TEJO ???
Vê-se por aí, lê-se por aí,  muita indignação quanto ao estado de degradação exponencial das águas do Tejo por causa dos dejetos vários e variados que os espanhóis descarregam directamente para o rio. Incluindo a morninha água que, certamente, além de morna muito salubre, sai da central de Almaraz.
Indignação de ambientalistas, e mais que justa.
É de bradar aos céus.
Estou certo que o ministro barbudo cada vez anda mais indignado. Já deve aliás ter chateado a colega espanhola acerca do assunto.
O PM Costa também já deve ter falado com voz irada, indignada, com o seu colega socialista espanhol.
Estou aliás convicto, que o Presidente Marcelo só por andar muito atarefado ainda não comentou este assunto. E não se zangou com o rei de Espanha.
Todos juntos, pela acção deles os três, não deve tardar que os espanhóis arrepiem caminho.
Claro que só depois terão tempo para resolver a mixórdia dos ameijoeiros entre a Ponte Vasco da Gama e Alcochete.
AC

Ps: A minha velhota vizinha na aldeia costuma dizer acerca de vários assuntos e  problemas na sociedade - essa malandragem não resolve as coisas pequeninas quanto mais as grandes e complicadas.

quinta-feira, 1 de novembro de 2018

INIMIGO DA DEMOCRACIA
O maior inimigo da democracia não é o confronto, não é a inquietação, não é a revolta justa das pessoas, é o conformismo, é a resignação, é o compadrio, é a corrupção passiva e activa.  
É a bovinidade, é a descarada ausência de vergonha na cara, é a inacreditável ausência de autoridade do estado que primeiramente é para ser desempenhada pelo governo,  é a vergonhosa e persistente situação de não atribuição de meios por exemplo para a Polícia Judiciária situação nunca revertida e percebe-se bem porque este governo o não faz, é a impunidade da malandragem.

António Cabral

segunda-feira, 21 de maio de 2018

CERTAMENTE POR CAUSA DA CHUVA..............
Olha,....mais um .................este na 2ª circular, 6 horas fechada...
Isto é bem revelador da impunidade em Portugal, nas estradas, no futebol, na justiça, etc.......
AC

terça-feira, 10 de abril de 2018

OS ACIDENTES rodoviários, A CHUVA, a GNR e o RESTO
Começo pelo resto. O que é o resto, neste caso?
É a incompetência, o desleixo, o facilitismo, a pouca vergonha, a ausência de responsabilidades desta gentinha toda, das elites civis, políticos, sucessivos titulares de órgãos de soberania, forças de segurança, e cidadãos que se sabem impunes.
Um cocktail explosivo.
Já dei a minha opinião sobre este trágico assunto, por mais de uma vez. Eu e muitos mais, mais importantes do que eu.
Só rezo aos anjinhos para que continue a não haver nenhum safardana a vir para cima do meu carro e da minha família.
Hoje de manhã, pelo menos já houve um, um camião estoirado na 2ª circular.
Claro que foi a maldita chuva, não é?
Há dois dias foi no IP2, um autocarro cheio de estudantes do secundário.
Claro que foi a maldita chuva, não é?
Neste caso concreto, IP2, que conheço muito bem, posso estar enganado mas, pelo que noticiaram e pelas imagens, ia jurar que se deu na zona nas rectas e curvas apertadas na descida para a barragem do Fratel. Com sinais, por exemplo, "teste travões", e vários limites de velocidade.
Mas claro que foi a chuva, não é?
E porque é que nunca se noticia o que aconteceu, depois do apuramento dos pomposos departamentos das forças de segurança?
E como eu estou convencido de que, para além da chuva ter sido e continuar a ser a culpada de todos os acidentes numa percentagem de 99,99%, já agora podiam noticiar sem dizer o nome, que naqueles acidentes 0,01% ocorridos no dia tal no local X à hora Y, a culpa foi do condutor ou dos condutores envolvidos. 
E, nesses casos, inibi-los de conduzir por dois anos, por exemplo.
É, eu sei que sou mal disposto; entretanto vão morrendo pessoas.
Mais um exemplo desta lamentável sociedade. 
Morre-se assim, diariamente, continuamente, alegremente (parece), mas o cão pode jantar no restaurante!
Prá frente Portugal
AC

terça-feira, 5 de setembro de 2017

A realidade não fica melhor, por ignorarmos os factos
Sim, ignorá-los não altera certamente a realidade, muitas vezes triste, revoltante, lamentável, o que se quiser.
Mas noticiar é, num estado de direito e creio não estar enganado, um dever de todos e, particularmente, de todos os profissionais dos órgãos de comunicação social.
E que "saúde" constactamos nesta matéria?
Eu direi que me parece estarmos cada vez pior.
Por exemplo, através de amigos fico com uma indicação bastante precisa quanto ao que se passa no SNS. Há semanas e semanas que pesquiso os "media" nacionais e pouco mais vejo do que, as ameaças de enfermeiros, um vozear permanente de sindicatos e ordem dos médicos, e que as dívidas aos fornecedores do SNS são cada vez maiores.
Mas, estão a cumprir o defice!
Porque será?
Porque em nenhum OCS aparecem cópias de certas ordens superiores para parar com isto ou com aquilo?
Dizem-me que em 2016 certas ordens tinham a meta de Setembro.
Dizem-me que este ano certas ordens apontaram para mais cedo.
Naturalmente, pesadelos patetas! Mas o defice está garantido, e não é milagre!
AC

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

OS FIGURÕES
Não é a primeira nem será a última vez que, em público, ou em ambiente mais restrito, certas pessoas se pronunciam com a maior desfaçatez, em completo desrespeito por quem os ouve.
Por exemplo, a frase - "nada me pesa na consciência".
São os figurões.
Vivem na maior impunidade que lhes proporciona, o sistema de justiça nacional cheio de alçapões elaborados por muitos dos figurões, e a irresponsabilidade da maioria dos cidadãos que se perdem com futebol telenovelas e outros anestesiantes assuntos.
A miséria moral implantou-se na sociedade portuguesa em que, por exemplo, os jornalistas dão tempo de antena a figurões e não lhes fazem perguntas simples e directas que o comum dos cidadãos compreenderia.
Tudo a ver com a vida concreta, do que se vive, o que se faz, e porque se fez.
A sociedade portuguesa está prenhe de figurões e de personagens menores, desde os que por terem estado uns tempos em Bruxelas, se assumem como quase senadores da República, aos que usam o "vale tudo".
Diz-se, e creio que está bem perto da verdade que, antigamente mau grado muitos aspectos condenáveis, muitos cumpriam por imperativo das suas consciências.
E que haveria uns quantos que o faziam com o temor de serem apanhados se o não fizessem.
Creio bem que no presente pouco disto se passa.
A avaliar pelos figurões que por aí se pavoneiam.
AC