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terça-feira, 18 de agosto de 2026

SEGURANÇA  DAS  PESSOAS

É coisa cada vez mais periclitante

Olhe-se às ultimas semanas

Olhe-se ao Porto e Lisboa

O inarrável edil do Porto declarou que isto é a falência do Estado.

Pois é, mas só descobriu agora?

Não faço ideia pois não vejo há meses, mas no seu período de falatório no "Incerteza" com a Leitão e o historiador, quantas vezes chamou o tema para discurso severo sobre esta realidade, que não é de agora?

Ah, a culpa deve ser do actual governo ou será de estar agora a ganhar menos?

AC

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

A  PROPÓSITO . . . . . 
A propósito de coisas da vida e de sempre.

Na vida, em todas as sociedades à superfície terrestre, há muita coisa que acontece no recato dos escritórios, no recato dos hotéis, no recato dos salões reservados, no recato das propriedades privadas, no recato de certas associações reservadas, no recato dos palácios, no recato das sumptuosas habitações de certos senhores, no recato das alcovas, etc.

Por isso é difícil provar que ocorreu isto e aquilo.
Por isso se passam anos e séculos e as coisas sucedem-se.
Por isso alguns, hoje, quando acusados de algo, não explicam o que sempre foram fazendo, por exemplo como facilitadores.

E a propósito do que sempre se passou, temos por exemplo o assédio. O assédio praticado por uns quantos mas, no presente, também, o assédio praticado por umas quantas. Deixemo-nos de fantasias, de exclusivos.
O assédio sexual.

Indo até ao início dos anos 50 do século passado, por exemplo na Beira-Baixa, praticou-se até aí, de vez em quando, sem ser a norma mas casos, o direito de pernada?

Vem nos livros que isso terá sido um costume particularmente em voga na idade média, porventura praticado durante muito mais tempo, porventura até tempos contemporâneos.
Terá sido praticado muitas vezes no âmbito da escravatura.
Supostas tradições.

O "direito de pernada" concederia ao senhor feudal o direito de ter relações sexuais com a noiva de um servo na véspera noite de núpcias.
É norma isso ser considerado mito, sem provas históricas, e certamente que não terá havido norma legal em país nenhum.

O que não invalida que fosse frequentemente praticado. UM ABUSO!

Claro que não se consegue provar que na Beira-Baixa (ou em qualquer outra área do mundo) como insinuo acima, até muito tarde, tenha havido casos de recurso ao direito de pernada: um "senhor" poderoso ter relações sexuais com uma jovem humilde na noite anterior ao seu casamento.  

Certamente casuístico, e obviamente um ABUSO repugnante, nunca um direito.

Mas lá está, recorrendo aos espanhóis - não acredito em bruxas mas que há . . . há - e a realidade é que havendo como havia grandes senhoriais, proprietários de quase toda a região (Beira-Baixa), portanto os empregadores maiores na altura, não custa a crer que por vezes o mito possa ter sido ocasionalmente convertido em realidade.

Lembrei-me disto não propriamente pelo que décadas atrás ouvi de anciãos, mas particularmente por causa de um artigo de João Miguel Tavares (JMT) publicado em 7 de Fevereiro do corrente no jornal Público.
Sobre assédio sexual e o partido Iniciativa Liberal (IL).

JMT começa o artigo com a pergunta; "porque é que a IL admitiu agora que teve queixas por assédio sexual, nenhuma contra Cotrim de Figueiredo, não fez essa declaração/ confissão antes da primeira volta da eleições presidenciais?"

JMT não dá a explicação para o atraso de quase 3 anos da confissão da IL mas não é preciso ter mais que o 4º ano de escolaridade para tirar a conclusão óbvia.

JMT termina o artigo afirmando - Uma omissão mentirosa, acompanhada de ameaça judicial. É muito feio

É uma educada e ligeira conclusão que acompanhou com - então a IL serve para quê?

Estamos no campo do costume: assédio sexual, mentira, opacidade, descarada ausência de vergonha na cara sempre da parte de quem mais pode.

Há dias, Margarida Davim escrevia na Visão - . . . "ele a mim nunca me fez nada", como se fosse preciso que o fizesse a todas para ser verdade que o fez a alguém" . . . 

Direito de pernada
Nunca houve, muito menos em Portugal, muito menos na Beira-Baixa.

Bom dia, bom início de semana.
Saúde e boa sorte

António Cabral (AC)

quarta-feira, 30 de outubro de 2024

MAIS UMA NOITE

Mais uma "espectacular" noite na grande Lisboa. Segundo se ouve agora na TV mais 9 carros incendiados na noite passada.

Deixem-se adivinhar: mais 9 famílias a votar Chega da próxima vez?

Mas será que os políticos decentes que felizmente temos em maioria, não percebem que isto vai acontecer, está a acontecer ?

E não se enfrenta isto a sério, com políticas em primeiro lugar, com olhar decente para as pessoas e as suas dificuldades e situações complicadas, e depois, repressão fortíssima contra os bandos.

E o sr Luís Montenegro mais o palrador-mor a dizer-nos - isto não é da sociedade portuguesa.

POIS NÃO, foi em Marte!

AC

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2024

CITAÇÕES  PASSADAS
Muitas citações existem, por esse mundo fora, e várias creio que mantêm actualidade, continuam pertinentes.

No caso da guerra, do que é observável nos conflitos actuais, parece-me que a expressão atribuída ao almirante John Acherthnot Fisher e que adiante reproduzo mantém toda a actualidade.

 - A essência da guerra é a violência. Moderação é imbecilidade.

Eu acrescento, os interesses banem a moderação.

AC

domingo, 23 de maio de 2021

INSUPORTÁVEL

Insuportável, é o mínimo que se pode dizer do comportamento daquelas figuras em cima do relvado.

Eu ainda devo estar com sequelas da 2ª dose da Pfizer, de tal modo que aqui em casa me pus a observar o jogo entre o Benfica e o Braga. Só encontro explicação no facto de ainda não estar completamente recuperado. Eu, que ao longo das décadas fui uma única vez a um estádio, ao velho estádio de Alvalade, nos anos 80 do século passado e por obrigações profissionais, e que muito pouco vejo de jogos internacionais (excepção à nossa seleção) e raramente jogos nacionais pela TV, hoje deu-me para isto. Mas, como acontece sempre na vida, houve uma coisa positiva: a confirmação do muito mau que rodeia aquilo a que chamam o desporto rei. Agressões durante o jogo, com bola e agressões sem bola, uma vergonha o que aqueles e outros energúmenos demonstram a cada semana que passa. Em cima disto a pouca vergonha dos dirigentes conhecidos. Um nojo.

AC

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2021

REPUGNANTE   E   EXECRÁVEL

Como espécie de nota prévia, tenho a noção exacta de que alguns dos meus textos e comentários por estes dias mais próximos possam ser afectados pelo meu estado de espírito, dado o que sinteticamente expliquei em post anterior. Tentarei que isso não aconteça.

Isto dito, o que se continua a passar no futebol em Portugal ultrapassa  o mais repugnante que se possa imaginar.

Desde logo a violência que vários para não dizer a maioria dos jogadores de todos os clubes empregam durante as partidas. No último jogo do Porto partiram a perna a um dos adversários.

Seguiu-se a deplorável cena do trauliteiro mor do Porto, com ameaças públicas. Logo por coincidência, ao que dizem OCS, com a devassa em redes sociais de moradas de árbitros e etc.

Repugnante e execrável é o mínimo que se pode afirmar. Dizem que é desporto. Desporto? Só para rir.

AC

segunda-feira, 5 de outubro de 2020

5 de OUTUBRO, REPÚBLICA, e.......rigor ??
Neste dia vem-se comemorando a mudança da monarquia para a república em 1910. 
Os mauzinhos poderão dizer que os da ética republicana se regozijam.
Estes e a esmagadora maioria dos portugueses primam pela ausência de rigor, no dia a dia, na sua vida quotidiana, e então em relação ao passado......muito mais interessante tirar “selfies", olhar a Cristina Ferreira, focar-se na pandemia futebolística,.......e quem vier atrás que feche a porta. Nada de “Worries“ quanto ao futuro, plenamente assegurado por Marcelo, Costa, Jerónimo, Catarina, Rio, etc. etc.
Olhando para o período de 3 a 5 de Outubro do corrente ano várias discursatas me chamaram à atenção.
Uma delas, saiu da boca daquela figura que formalmente é o nº 2 do Estado. “Disso", transcrevo as seguintes partes (sublinhados meus):

> Se Portugal é hoje um Estado de direito democrático, baseado na soberania popular, no pluralismo de expressão e organização política democráticas, no respeito e na garantia de efetivação dos direitos e liberdades fundamentais e na separação e interdependência de poderes, deve-o às sementes lançadas na revolução de 1910

> É certo que a realização da República ficou longe dos ideais mais progressistas proclamados à época. Como em todas as revoluções, as circunstâncias, as contradições e a própria inexperiência dos protagonistas conduziram a opções que não foram as ambicionadas, mas foram as possíveis”

> a revolução de outubro de 1910 teve uma história conturbada, decorrendo sob o espectro da ameaça permanente, em que a participação na Grande Guerra [1914-1918]

> de primordial importância a aprovação da Lei da Separação do Estado das Igrejas, essencial para a materialização do ensino obrigatório, gratuito e laico, mas que encontrou reflexos em áreas tão distintas como a do registo civil obrigatório e a da própria morte, ao atribuir caráter secular aos cemitérios, permitindo o seu acesso a todos os cultos religiosos”
.

Como sempre respeito a opinião de Ferro Rodrigues. 
Concordo que foi importante a mudança de forma de governo, passámos da monarquia para a República. Passámos a ter, em vez do rei, um presidente da República mas, esquecem-se de dizer, eleito por uns quantos e não por sufrágio universal. 
Formalmente, adquiriu-se a igualdade política dos cidadãos mas.....
Uma das grandes marcas de 1910 em diante foi sem dúvida a liberdade religiosa e a separação entre a Igreja e o Estado.
Formalmente, iniciou-se a luta para eliminar o monstruoso analfabetismo em Portugal, um flagelo da nossa sociedade, e uma das grandes razões do nosso atraso.
Sempre me interessei por direito constitucional e alguma coisa estudei e aprendi nesse âmbito, e de facto houve medidas importantes nessa altura.

Mas, como aprendi e não esqueço, há que salientar o bom mas não deixar de lembrar o mau.

E olhando ao mau, talvez a figura nº2 devesse ir rever algumas coisas de direito constitucional e olhar ás nossas constituições, desde 1820. Posso emprestar, tenho-as todas em casa.

Olhando ainda ao mau, e olhando a algumas das palavras da figura nº 2, talvez o senhor devesse de facto ler com mais atenção e, quando timidamente confessa que algumas coisas correram mal na I República - as palavras dele são história conturbada - esquece e não é rigoroso relativamente ao muito, mesmo imenso, de deplorável de vários períodos da I República. O que fizeram em relação às mulheres, aos analfabetos,  ao verdadeiro “ gangterismo" praticado, aos recuos na prática verificados quando se olha lá para trás, para 1820.
Quando se olha ao mau, talvez a figura nº2 e os Afonso Costas do presente devessem ler várias coisas, e nomeadamente João Gonçalves no JN que aqui escarrapachei antes, e este trecho do falecido e esclarecido Vasco Graça Moura.

"As comemorações da República têm de falar desses crimes. Eles foram cometidos sob a batuta de uma das figuras mais sinistras da nossa história. Graças a Afonso Costa e aos seus apaniguados organizados em milícias de malfeitores, a Primeira República, activamente respaldada pela Carbonária (e, mais tarde, por uma confraria de assassinos chamada Formiga Branca), nunca recuou ante a violência, a tortura, o derramamento de sangue e o homicídio puro e simples. Instaurou friamente entre nós o pragmatismo do crime. Institucionalizou a fraude, a manipulação e a batota generalizadas em todos os planos da vida portuguesa. Manipulou e restringiu o sufrágio, excluindo dele os analfabetos, as mulheres e os padres. Perpetrou fraudes eleitorais sempre que pôde. Perseguiu da maneira mais radical e intolerante o clero católico, por vezes até ao espancamento e à morte. Levantou toda a espécie de obstáculos ao culto religioso e à liberdade de consciência. Cometeu as mais incríveis violências contra as pessoas. Apropriou-se do Estado, transformando-o em coutada pessoal do Partido Republicano Português"
Vasco Graça Moura 5 de Outubro de 2010.
António Cabral (AC)

terça-feira, 29 de setembro de 2020

 A ESTUPIDEZ e a AUSÊNCIA de RIGOR

Com esta moda asquerosa do politicamente correcto e do controlo das mentes e das opiniões, onde campeiam gentes bem conhecidas, hoje em dia quase nada se chama pelos devidos nomes.

Vem isto a propósito de ter lido no jornal da região ""O Setubalense" de 25 de Setembro, na página 9, uma notícia em que o presidente da junta de freguesia do Samouco, concelho de Alcochete, se lamenta de roubos constantes, de insegurança de pessoas e bens, assaltos em plena luz do dia. Este presidente, ainda de acordo com o que se lê, queixa-se de que a GNR não cumpre o seu dever por falta de meios humanos, e diz ainda o presidente da junta de freguesia que a dita é vítima de uma questão que a GNR não tem capacidade para resolver.

Acrescenta ainda o senhor, que solicitou uma audiência ao ministro Eduardo Cabrita e diz - vamos continuar a questionar e a fazer jus aos direitos que as pessoas têm.

Para o presidente - uma maior actuação e uma maior proximidade da GNR em fazer policiamento mais próximo é muito importante para que não se verifiquem estas enxurradas de furtos na freguesia!

Uma coisa acho notável nisto tudo, nenhuma palavra sobre a quantidade de gente de Leste e não só, que se arrasta pela zona Alcochete incluída, gente que arrasta à amêijoa, gente que vive em condições inacreditáveis em zonas dos cascos velhos das várias localidades da orla a Sul de Lisboa ocupada pelo Barreiro, Moita, Montijo, Alcochete, Samouco, Sarilhos, gente que se despe em lugares públicos à frente de idosos, crianças, de quem passa, gente que anda em veículos sem nenhum controlo uns a cair de podre outros a caminhar para lá, etc. 

Tudo sabido há anos.

E quanto à GNR dispenso-me de comentar, a não ser que ás vezes vejo um carro patrulha parado na zona da Praia dos Moinhos, ás vezes vejo dois guardas a cavalo pachorrentamente andando na marginal de Alcochete. E assim vivemos e estamos.

AC

sábado, 19 de outubro de 2019

A PROPÓSITO de ESPANHA
Pus-me a olhar para a Espanha, melhor, para o mapa e para as regiões autónomas. Pus-me ontem a visualizar imagens várias sobre  a violência e a barbárie não só mas sobretudo em Barcelona.
E sei o que uma das filhas de um casal amigo nos tem contado, ela vive e trabalha lá, perto das Ramblas. 
Tenho estado a pensar nisto tudo.
Contrariamente aos comentadores (muitos da treta) não sei como isto vai acabar. Federação?
AC

Actualizado 192200OUT2019
Depois de ter verificado que alguns "importantes" da nossa praça dizem que a Catalunha já tinha sido independente, dei-me ao trabalho de falar com um amigo que percebe destas coisas e ainda ir procurar quer livro quer via internet.
Arrisco dizer que a Catalunha nunca terá sido independente.
Depois da união Fernando-Isabel, a unificação do que hoje é Espanha parece ter ficado concluída em 1512.
Olhando a mapas, é fácil constatar que a Catalunha esteve inclusive "abocanhada" por Aragão por via das razões práticas que na idade média se usavam para essas coisas. Fico por aqui, não venham por aí Rosas e Tavares assanhar-se comigo.


quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

GUETO, PR, PSP, VIOLÊNCIA........ETC
Nos últimos dias a sociedade Portuguesa foi confrontada com notícias acerca de distúrbios num bairro de miséria, execrável, existência insuportável sob qualquer perspectiva.
Mas existe, e outros como ele, ás portas de cidades grandes, médias, pequenas, e em vilas e aldeias. Neste País da Europa, da UE, o País que virou a página.

Não, não virou, e é desde Mario Soares inclusive, em nenhum governo se virou esta página, ainda que muito bairro da lata tenha desaparecido, mas basta ir a Estremoz, Castelo Branco, Porto, arredores de Lisboa, Almada, Seixal, Montijo, Setúbal, etc. para ver o que por aí anda, etnias várias acantonadas. 
Os governos centrais e as autarquias fecham muitas vezes os olhos.

Mas voltando ao tema, notícias ainda sobre a subsequente intervenção da PSP no tal bairro, e sobre se houve ou não intervenção desproporcionada.
Notícias várias sobre racismo ou não e, claro, comentadores vários a favor e contra, de tudo, incluindo o presidente da associação 25 de Abril concretamente respondendo a um articulista de um jornal.
Santana Lopes já lá esteve, parece que em fraca companhia, que seria desconhecida.
O sr Cabrita não, mas declarou que o seu apelido é também Jamaica.
Pelo que parece, aliás noticiado no sítio da Presidência ainda que sem o referir como eu vou dizer agora, o Presidente dos milhões de afectos foi à socapa ao bairro Jamaica. À socapa.
Mas estão a aparecer por aí várias selfies.
Diz-me quem viu e sabe e eu acredito, que um dos sorridentes fotografados ao lado de Marcelo é um cidadão que agrediu um agente da PSP.
E há horas, parece que andam por aí indignações sindicalistas da PSP acerca dessa visita de Marcelo.
Como já referi há dias num post sobre o assunto, tenho escassa informação para poder afirmar certas coisas com segurança Nesse post deixei muitas interrogações que me assaltam o espírito.

Ainda assim, sobre estes últimos desenvolvimentos parece-me claro:
> A escapadela de Marcelo foi diferente da maioria de outras, não anunciada, o que me dá o legítimo direito de ponderar sobre isso, pois Marcelo já foi a muito sítio de repente, por exemplo, quase tendo chegado antes da tragédia ao local onde infelizmente se foi espatifar uma aeronave.
> Que Marcelo tem alguma razão no remoque que genericamente deu a seguir ás declarações do sindicalista da PSP.
> Que Marcelo não se pode queixar, foi fotografado com um agressor, o resto é conversa, e as justificações dadas servirão para caloiro entrado na faculdade de direito.
> Que o sindicalista da PSP tem alguma razão quanto ao que Marcelo não tem feito/ visitado, mas devia saber que Marcelo luta por votos  e em muitos casos fica-se por dizer que se devem respeitar as instituições.

É o que temos, é como estamos, e assim infelizmente continuamos.
Um País desenvolvido, com miséria por muito lado, visível e invisível muitas vezes, e quanto a instituições e quanto a quem se devia dar ao respeito, não estamos nada bem.
É o que me parece, mas como sempre admito que posso estar enganado.
AC 

quinta-feira, 17 de maio de 2018

PORTUGAL, sempre a empurrar com a barriga
VIOLÊNCIA, FUTEBOL, POLÍTICOS, e.... VERGONHA?
Nota prévia: Para o que vou escrever a seguir tratei de conversar antes com um familiar que é "doente/acamado" Benfiquista, com outro familiar que é fervoroso adepto do Sporting sem roçar "doença", e com um grande amigo tripeiro que é "doente" do "Porto". Além disso fui procurar as discursatas de uns Sportinguistas, e das 3 primeiras figuras (mais a atirar para figurões) do Estado. 
E calhou esta tarde ouvir na Sic Notícias o Sportinguista Barroso, grande amigo do actual PR e comentador televisivo de futebolês. Segundo me dizem, este Barroso tem sido um dos grandes apoiantes do chefe do Sporting. Hoje está com dúvidas ou seja, mais um que antes não reparou em nada, não desconfiou de nada, não perguntou nada!
Esta "trabalheira toda" por ligar pouco ao futebol, saber pouco, acompanhar quase nada. Isto dito, espero que se releve alguma coisa que eventualmente mostre as minhas ignorâncias na matéria, desconhecimento de algumas coisas do mundo do futebol.
Um mundo que no meu entendimento está podre há muitos anos. Por isso aqui vou deixar umas linhas enquanto Centeno não taxa.

Este senhor na fotografia em baixo é, formalmente, a 2ª figura do Estado, coisa que me parece se esquece frequentemente, e pelo que diz é há 60 anos sócio do Sporting. Insurgiu-se ontem contra o que se passou no "sítio" Sportinguista de Alcochete. 
Local e instalações onde uma cambada de energúmenos (diz-se que cerca de 50 mas parece que só 23 estarão a contas) certamente acicatados directa ou indirectamente por um alarve que tenta desesperadamente ser o rei dos alarves, invadiram com a maior das facilidades as instalações do Sporting,  pois tudo esteve curiosamente sempre aberto, e vandalizaram o local e insultaram e agrediram muitos jogadores e membros vários dos profissionais daquele clube. 

O que aconteceu foi novidade? Creio que sim apenas na medida do grau de violência e por configurar uma coisa perfeitamente preparada, orquestrada. Não aquelas violências á porta de estádios, nos balneários, na rua, e outras porcarias várias que o mundo do futebol vem mostrando à exaustão.
O futebol há décadas que está podre mas, como de costume, lá veio a arenga - isto não é o futebol! Pois creio que é, também, o futebol, ponto final.
No presente temos essas seitas legalmente (??) organizadas ou não a que chamam "claques" . Temos das figuras mais sinistras que se tem visto ao longo de anos a serem envolvidas em desconfianças múltiplas por ligações aos mais diversos níveis de criminalidade. Claro que muitos do costume, dirão, - são casos perfeitamente isolados.
Temos "macacos" e outras prendas. Tudo normal.

O que dizer dos programas diários, de futebolês em todos os canais? Um massacre, mas pior, um adormecimento do povão, que gosta. E os políticos querem assim. Tudo normal!
O que dizer da categoria dos dirigentes desportivos/ clubes de futebol, desde há cerca de 25 anos? Tudo normal!
O que dizer da promiscuidade entre os dirigentes dos clubes de futebol e os sucessivos, titulares de órgãos de soberania, autarcas, banqueiros, certas criaturas com o pomposo título de "empresário"? Tudo normal!
O que dizer do sistema de justiça perante o futebol e os principais dirigentes de clubes de futebol? Tudo normal!
O que dizer da inactividade deste e dos governos anteriores?  Sempre a disfarçar pois nada de perder popularidade, sempre a empurrar com a barriga, sempre a fazer de conta que está tudo bem. Sempre a receber os clubes, desejavelmente vandalizando-se estátuas e outros monumentos ou, pelo menos, idas à varanda das câmaras municipais. Tudo normal!

Corrupção e coisas esquisitas com os clubes de futebol, com as estruturas de futebol? Não senhor, quando muito fruta e fresca. Tudo normal!

O que anunciou o intrujão - mor? A criação de uma "alta autoridade". Palavras para quê!

E o inefável ministro da educação, que ouvi a falar no rádio do carro? Tudo normal!
E, regressando ao paizinho de Rita Ferro Rodrigues, depois de verificar o que disse com ar muito zangado, fica-me a sensação que sobretudo aproveitou a ocasião para se atirar aos jornalistas e autoridades judiciais que investigam políticos. 
Está portanto incomodado com qualquer coisita!!! 
Registei o ar zangado, parece que nem conhece bem Bruno de Carvalho. Ou será que a zanga deriva também de não ser frequentemente convidado para os camarotes onde servem jantas, ao que me dizem? 
Não, deve ser por outra razão, não acredito que ao longo dos anos não tenha frequentado e muito os tais camarotes e convivido com Bruno de Carvalho e antecessores. 
Mais um que só agora repara, antes nunca viu nada de criticar!

Que outras realidades nesta caldeirada putrefata?

Contratos de transmissões televisivas, passes de jogadores, publicidade. 
Mas é só isto que dá para pagar as despesas pornográficas com o futebol? Eu não acredito. 
Gostava que fosse explicado à sociedade, com detalhe e rigor, o que enterram as TV nos clubes, o que enterra o Estado/ governos nas estruturas de futebol, para se ver bem as continhas. E a CMVM, também não vê nada de estranho nesta décadas todas? Tudo normal! Tudo sempre muito transparente como é regra no meu desgraçado País.

Mas a malta  gosta é de jogadores na varanda das câmaras municipais, deputados como comentadores de futebol, almocinhos na AR com os dirigentes dos clubes grandes, medalhinhas aos dirigentes dos clubes grandes, etc.
Agora, depois de Alcochete - ai, que horror, isto não é futebol, estou vexado, temos de travar a escalada.

Não se apercebe sr Presidente da República que, ao ter referido -travar a escalada - isso é a admissão exacta de que há muitos anos a porcaria vem transbordando da panela, e o senhor e todas as elites sabem?  
Olhe, de certeza que aquele seu amigo de chapéu branco igual ao seu e que assistia a jogos de ténis a seu lado, poderá explicar o porquê de certos bancos enterrarem tanto dinheiro nos clubes de futebol!  
Direi, naturalmente, tudo normal!

Lê-se que 23 energúmenos estão a ser interrogados!

Vou aguardar o resultado disto tudo e aposto que me vou rir.
Como, a propósito deste caso,  já me ri de, António Costa, Marcelo Rebelo de Sousa, Ferro Rodrigues, Marta Soares, Bruno de Carvalho, Eduardo Barroso (o jornalista esteve bem para ele), o ministro da educação, e outros figurões.
António Cabral (AC)

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

A QUESTÃO ASSÉDIO
Reparei nas notícias que houve uma festa ligada ás coisas do cinema onde compareceram actrizes vestidas de negro. Como forma de protesto, se bem percebi. Uma, pelo menos, de vermelho bem vivo recusou, ... e deu muito nas vistas!!.
Há tempos li um artigo de opinião, no JN, da responsabilidade de João Gonçalves, que reproduzo:

>> As "artes e espectáculos" mundiais, com epicentro fatal nos EUA, têm estado a ser tomadas de assalto por aquilo que apelido de assédio retroactivo. É um tema recorrente no espaço público, político ou não, agravado pela rápida disseminação através das redes sociais. Uma frase deixada cair no Twitter é o bastante para atear um incêndio mediático de proporções incalculáveis. A sugestão de uma mão descaída a roçar um braço, um pénis ou um seio, ainda no século XX, tem força imediata de acto "impróprio", mesmo que na altura não houvesse um murmúrio, uma queixa ou, mesmo, uma mão descaída. O cumprimento vulgar e surpreendido pela beleza circunstancial pode ser relevado como insulto. A troca de fotografias ou de filmagens "em tempo real", ditas ousadas, através das mais distintas plataformas tecnológicas, não preocupava excessivamente a opinião pública porque se tratava, salvo no crime de pedofilia, de matéria privada: dos filhos e das filhas adolescentes, deles e delas, deles e delas com outros. Algumas das "neo-vítimas" que participaram nestes jogos - alguns de poder, é certo, mas alguns destes também consentidos anos a fio até porque a subserviência à autoridade para obter favores é uma velha história, como lembra Camille Paglia - entretanto descobriram-se enojadas e vá de arruinar, sem contemplações, a vida pessoal e profissional de uma data de gente. Cá tenta-se imitar esta deriva puritana e hipócrita em pequenino. Pessoas que se imaginam subtis, porque aparecem muito sem saber dar uma para a caixa, "queixam-se" em abstracto do nada que não lhes acontece. Umas porque se supõe femininas retardadas, outras porque são simplesmente parvas. Como quase tudo o que chega a Portugal, talvez a "inveja do pénis", estudada por Freud, só agora, já morta e enterrada, emergiu nestas pobres cabeças pequeno-burguesas. "As mulheres, tanto como os homens, têm a obrigação de preservar a sua dignidade humana, sem recurso a tribunais a posteriori", escreveu Paglia. Por outras palavras, "rectidão e auto-respeito" em vez de "humilhações" artificiais e oportunistas. Sabe-se como isto começou, todavia ignora-se como vai acabar numa sociedade que desaprendeu a viver com medo e que teme tudo. Assim sendo, justifica-se terminar com uma pergunta-resposta de Camille Paglia, tirada do livro "Vampes & Vadias". "Qual seria o meu conselho para os sexos? Eu diria para os homens: Mantenham-no teso! E para as mulheres diria: Lidem com isso!"<<

Tudo isto me tem feito meditar. 
Ainda por cima dizem por aí que 100 mulheres, a maioria francesas, assinaram uma carta a dizer coisas ao contrário das de negro.
Continuo com dúvidas.
AC

terça-feira, 5 de setembro de 2017

A realidade não fica melhor, por ignorarmos os factos
Sim, ignorá-los não altera certamente a realidade, muitas vezes triste, revoltante, lamentável, o que se quiser.
Mas noticiar é, num estado de direito e creio não estar enganado, um dever de todos e, particularmente, de todos os profissionais dos órgãos de comunicação social.
E que "saúde" constactamos nesta matéria?
Eu direi que me parece estarmos cada vez pior.
Por exemplo, através de amigos fico com uma indicação bastante precisa quanto ao que se passa no SNS. Há semanas e semanas que pesquiso os "media" nacionais e pouco mais vejo do que, as ameaças de enfermeiros, um vozear permanente de sindicatos e ordem dos médicos, e que as dívidas aos fornecedores do SNS são cada vez maiores.
Mas, estão a cumprir o defice!
Porque será?
Porque em nenhum OCS aparecem cópias de certas ordens superiores para parar com isto ou com aquilo?
Dizem-me que em 2016 certas ordens tinham a meta de Setembro.
Dizem-me que este ano certas ordens apontaram para mais cedo.
Naturalmente, pesadelos patetas! Mas o defice está garantido, e não é milagre!
AC

segunda-feira, 15 de maio de 2017

FERNANDO MEDINA SAÚDA o TETRA
mas dá assim cobertura a muitas outras coisas.
Tal como fazia o ex -EDIL do Porto, Gomes, quanto ao FCP,
tal como outros governantes e políticos e autarcas dão cobertura  nos camarotes presidenciais do Benfica, do Sporting, do Porto.
AC

quinta-feira, 11 de maio de 2017

COCKTAIL EXPLOSIVO.........
As última horas têm sido ocupadas com notícias (??!!) entre muita outra coisa, sobre o não reabastecimento de aviões no aeroporto de Lisboa, sobre a vinda do Papa, sobre o salvador socrático da segurança social, sobre uma cena tumultuosa na repartição de finanças no Montijo. 
Observe-se apenas o tumulto na repartição das finanças.
Usei a tecnologia para andar para trás nas imagens, passei os olhos por jornais "online" e tentei raciocinar.
Fico com a quase certeza de que a informação está muito incompleta, como é o habitual nos OCS nacionais. 
É muito provável que, adicionalmente, exista quase que desinformação e particularmente espectáculo tolo para chamar audiências.
O cocktail > as instalações das finanças no Montijo, melhor, parte delas pois foi no R/c e existe outro andar, funcionários de finanças, um cidadão que creio não é português, um elemento da GNR que estava no local trajando à civil, e OCS designadamente TV's e jornais.
A repartição de finanças >  creio saber que na zona normalmente destinada a pagamentos diversos, a tesouraria portanto e que se situa no R/c, foi criado uma zona para apoio dos cidadãos que tenham dificuldades no preenchimento/ entrega do IRS; está lá, creio, que uma funcionária, não para fazer o trabalho individual dos cidadãos, mas para esclarecer e orientar, e é cada cidadão que tem de tratar do seu assunto.
O cidadão do distúrbio >  parece que não é português; não faço ideia, mas imaginem por momentos que antes, ainda cá fora da repartição, tinha havido algazarra, incluindo com outras pessoas e com o próprio agente da GNR; imaginem, portanto, que já antes lhe tinha sido chamado à atenção para o comportamento que estava a ter e ainda por cima sem ligar a câmara para filmar tudo, o que seria falha grave; imaginem que o sujeito quereria à viva força que lhe preenchessem o IRS; imaginem que a criatura só lá dentro é que se lembrou que podia gravar a coisa; imaginem agora que o sujeito era tão só português, sem nada para gravar, normalmente casado, e sem qualquer historial anterior recriminatório, certamente que a coisa não tinha tido tanta divulgação.
O elemento da GNR > parece haver margem legal para intervenção por parte de um membro de forças de segurança que não esteja de serviço se presenciar por exemplo distúrbios na via pública e/ ou cenas que possam vir a descambar em violência.
No caso concreto, o que me parece muito reprovável, é o recurso a uma técnica brutal quando, porventura, o militar teria capacidade mais que suficiente para recorrer a outra menos dura.
Os funcionários das finanças > creio que na área da repartição em causa só trabalham senhoras; imagino o pavor; haverá procedimentos estabelecidos para chamar com urgência forças de segurança? ao que julgo saber, o posto da PSP está até bem perto da repartição de finanças.
Os OCS > em termos gerais, o que deles se retira e com relevo para a SIC, quase se pode descrever a coisa assim - um pacífico cidadão não só não foi ajudado na repartição de finanças como violentado por elemento das forças de segurança no caso a GNR, portanto mais uma brutalidade, mais um escândalo.
Pois digo eu, não acredito que o GNR não pudesse ter usado de outra técnica e não a que fez, que se afigura desproporcionado; não acredito na desfaçatez e inocência do dito cidadão; seria muito mais honesto intelectualmente por parte dos OCS averiguarem com alguma profundidade antecedentes incluindo o que se terá passado no exterior da repartição, sobretudo procurando saber se por acaso o sujeito não mora na zona etc.
Mas o que mais uma vez se fez, sem desculpar o GNR, é só o contrário do que devia ser feito. Por isso estas e outras cenas se propagam na maior das impunidades, e por isso muita gente olha para certas situações com cada vez maior raiva. 
Querem outro exemplo?
Três ou quatro criaturas, de uma conhecida minoria étnica, e uma criança talvez com pouco mais de um ano, que vai andar de colo em colo para que todos sejam atendidos com prioridade, numa repartição pública, quando lá não chegaram ao mesmo tempo!
AC



terça-feira, 4 de abril de 2017

segunda-feira, 13 de junho de 2016

HORROR
Todas as sociedades têm aspectos que aprecio, ou em que me revejo, pelos quais não desgostaria de lá viver. Mas todas as sociedades, também, têm particularidades horríveis, que me repugnam, pelas quais nunca lá gostaria de passar o resto da minha vida. Em alguns casos, nem visitá-los, ou voltar a visitar.
Os EUA é um dos casos. Embora gostasse de rever, por exemplo, em certas zonas os matizes de cores dos arvoredos no final de Outono, a floresta petrificada, alguns dos "canyons", alguns museus, o "River Café", Las Vegas, alguns cafés e livrarias, certos arredores de Washington, etc.
Mais um massacre aconteceu, um dos maiores e mais sangrentos.
Razões concretas por apurar, alguns contornos parecem estar à vista. Aproveitamentos imbecis, para dizer o mínimo, por parte de racistas e outros anormais e, aparentemente, TRUMP quer levar a taça.
Mais esta tragédia traz-me à memória a minha comissão de serviço nos EUA, de 15 de Agosto de 1998 a 31 Agosto de 2001.
Na recepção que me fizeram, entre outras coisas curiosas contaram-me que, no estado da Virginia, pouco antes da minha chegada, o parlamento regional chumbara uma proposta de lei que tinha como intenção limitar a 12, repito, 12, o número de armas que cada pessoa podia legalmente possuir.
Claro que, agora, mais uma vez, muitos debates se seguirão, muita idiotice se verificará, muitos artigos nos "media", etc, mas no fim do dia, creio, tudo continuará basicamente na mesma.
E não é só a questão da poderosa industria de armamento. Basta circular de carro em certos arredores de cidades, grandes, médias e pequenas, para avaliar da integração multicultural que existe.
Integração multicultural também muito falada na Europa, com os magníficos exemplos que se conhecem por quase todo o lado. Está tudo cada vez mais integrado, pois claro.
Mais um horror.
AC

sexta-feira, 10 de junho de 2016

FUTEBOL
Por razões privadas não vi o jogo inicial do campeonato em França.
Muito mais importante, e contrariamente ao que tenho conseguido concretizar nos últimos anos, não pude estar em Lisboa a assistir às cerimónias do 10 de Junho e, cumulativamente, tirar as minhas fotografias. Ainda não fui ao "sitio" da Presidência onde presumo estão os discursos do PR.
O dia feriado tem sido complicado, um autêntico "futebol".
Quanto ao jogo a que não assisti, um telefonema amigo falou-me há pouco de coisas de interesse comum e, também, a pergunta minha comentou sobre o dito jogo inaugural.
Como confio muito nele, o jogo terá sido fraco, com oportunidades falhadas de ambos os lados, e com várias agressões sobretudo daquelas em que fingem que saltam mas põem-se a voar  até que esbracejando batem no adversário. Eu que pouco ou nada percebo de futebol tenho para mim, há muito tempo, que em todas as equipas, cá e lá fora, existem sempre uns energúmenos que de desportistas nada têm. Mas parece que o "pessoal" assim é que gosta, aprecia selvajaria animalesca.
Entretanto, teremos umas semanas de anestesia quase geral. QUASE.
Amanhã voltarei ao que para mim é importante.
AC

quinta-feira, 2 de junho de 2016

FUTEBOL, selecção, os grunhos do costume.
Não vi nem o jogo nem um resumo do jogo de preparação que a selecção nacional tinha hoje.
Estava a fazer coisas bem mais importantes aqui em casa, a pintar paredes, de manhã até ás 2100H. Mas pelo que acabo de me aperceber há pouco, num rápido "zapping" pela NET, o costume voltou a acontecer.
Ou é Bruno ou Pepe. Sobretudo o primeiro, creio, mais vezes dando largas aquilo que uns designam por jogo viril. Eu, que de futebol percebo pouco, ou talvez mesmo nada, e cidadão habituado a linguagem sem floreados, o que esse figurão faz inúmeras vezes é agressão pura e simples aos adversários. Do que recordo algumas vezes chegou mesmo a ser uma animalidade, jogo viril o tanas.
Hoje repetiu e foi expulso. Pena que não seja impedido de jogar no Europeu.
É que era um descanso para o treinador não ter esse grunho em campo. Diminuíam as probabilidades de fazerem faltas para pénalti.
AC