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terça-feira, 22 de outubro de 2024

ISTO NÃO É DA SOCIEDADE PORTUGUESA

Creio que foi assim que outro dia se pronunciou o actual PM acerca de um homicídio.

Não faço ideia se dirá a mesma coisa agora, amanhã porventura, sobre o que se está a passar no bairro do Zambujal

O que dirá sobre o homem morto por agente da PSP em circunstâncias que, espero, irão ser apuradas? Homem bondoso segundo o "Público".

O que dirá sobre a violência e vandalismo no Zambujal?

O que dirá sobre muitas outras trágicas ocorrências que se têm verificado no país?

Nada disto é da sociedade portuguesa?

Está enganado sr PM Luís Montenegro.

Tudo isto é tipicamente da sociedade portuguesa contemporânea, e cada vez ocorrerão mais cenas destas, mais vandalismo, mais homicídios, mais insegurança nas ruas, nos bairros. etc.

Esta treta de conversa mole demagógica e a fingir que não existe o que existe só serve para alimentar ainda mais certos execráveis do actual leque político.

Não olhar a realidade e enfrentá-la é melhor que doses vitamínicas para certos execráveis que por aí estão a crescer. 

E vão crescer mais, INFELIZMENTE.

Ou quer que lhe faça um desenho, sr PM?

Circunstâncias e eventuais culpas serão apuradas, espero.

Agora não me venham dizer que não há crescentes tensões sociais, que não há infiltrações nas forças de segurança, que não há crescente marginalidade e criminalidade, que não há inúmeros guetos à volta de vilas e cidades onde os elementos normais das forças de segurança não circulam. Não circulam, não entram. PONTO.

Não me venham dizer que isto no Zambujal foi por acaso, não é da nossa sociedade, tudo catita, calmo, sereno.

Mais outro autocarro incendiado em Carnaxide, bairro da Portela, é um "pintelho" como diria Catroga. Ou mais uns contentores e pneus. POIS!

Oxalá eu me engane mas, gradualmente, vai espalhar-se.

AC

quinta-feira, 12 de setembro de 2024

SEGURÍSSIMO
Montenegro elogia ministra da Justiça e diz que Portugal "é um dos países mais seguros do mundo"

Exactamente por isso que refere, sr PM, é que na cidade onde vivo e em todo o lado por onde ando encontro quase todas as portas de prédios com este tipo de chamada de atenção que aqui anexo.
Hoje em dia, só não se deixa a chave na porta como sempre acontecia nas aldeias até há cerca de 30/35 anos, por pura e genuína distração.
Seguríssimo!
AC

terça-feira, 29 de setembro de 2020

 A ESTUPIDEZ e a AUSÊNCIA de RIGOR

Com esta moda asquerosa do politicamente correcto e do controlo das mentes e das opiniões, onde campeiam gentes bem conhecidas, hoje em dia quase nada se chama pelos devidos nomes.

Vem isto a propósito de ter lido no jornal da região ""O Setubalense" de 25 de Setembro, na página 9, uma notícia em que o presidente da junta de freguesia do Samouco, concelho de Alcochete, se lamenta de roubos constantes, de insegurança de pessoas e bens, assaltos em plena luz do dia. Este presidente, ainda de acordo com o que se lê, queixa-se de que a GNR não cumpre o seu dever por falta de meios humanos, e diz ainda o presidente da junta de freguesia que a dita é vítima de uma questão que a GNR não tem capacidade para resolver.

Acrescenta ainda o senhor, que solicitou uma audiência ao ministro Eduardo Cabrita e diz - vamos continuar a questionar e a fazer jus aos direitos que as pessoas têm.

Para o presidente - uma maior actuação e uma maior proximidade da GNR em fazer policiamento mais próximo é muito importante para que não se verifiquem estas enxurradas de furtos na freguesia!

Uma coisa acho notável nisto tudo, nenhuma palavra sobre a quantidade de gente de Leste e não só, que se arrasta pela zona Alcochete incluída, gente que arrasta à amêijoa, gente que vive em condições inacreditáveis em zonas dos cascos velhos das várias localidades da orla a Sul de Lisboa ocupada pelo Barreiro, Moita, Montijo, Alcochete, Samouco, Sarilhos, gente que se despe em lugares públicos à frente de idosos, crianças, de quem passa, gente que anda em veículos sem nenhum controlo uns a cair de podre outros a caminhar para lá, etc. 

Tudo sabido há anos.

E quanto à GNR dispenso-me de comentar, a não ser que ás vezes vejo um carro patrulha parado na zona da Praia dos Moinhos, ás vezes vejo dois guardas a cavalo pachorrentamente andando na marginal de Alcochete. E assim vivemos e estamos.

AC