Foi sobretudo por causa da miséria e da fome de milhões na Etiópia.
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
sábado, 12 de julho de 2025
Foi sobretudo por causa da miséria e da fome de milhões na Etiópia.
segunda-feira, 25 de novembro de 2024
Manuel Silva
Morador
domingo, 26 de junho de 2022
ANDARAM POR FORA
Publiquei durante uns dias fotografias de certas zonas dos EUA mais a Oeste, recebidas de quem por lá andava.
Regressados, e faltando ter conversas suplementares quero referir algo que em minha opinião é muito preocupante.
Apesar do que os nossos OCS contam sobre os EUA, sobre a sociedade americana mas praticamente sempre centrada no Trump ou no Biden, no que se passa em Washington ou em Nova Iorque, ou quando há os trágicos e frequentes tiroteios, conta-me quem esteve agora em certas zonas e que algumas identifico, e sobretudo em áreas circundantes de Los Angeles e S Francisco por exemplo, é assustador o que se vê de miséria.
Logo que se sai de áreas citadinas centrais, e particularmente quando se começam a percorrer Km e Km nas imensas auto-estradas para ir para lugares distantes, encontram-se centenas de cabanas e caravanas miseráveis por extensões imensas, de cada lado das estradas e auto-estradas, miséria social pura.
Foi para eles uma surpresa brutal.
O que se vê em áreas citadinas onde, por exemplo, fazem feiras de belíssimos automóveis, não tem nada a ver com a miséria que se encontra por todo o lado logo que se sai dos centros.
E são famílias, muitas bem numerosas de, negros, brancos, hispânicos, etc. A sensação que eles tiveram é que os problemas sociais se estão a agravar de uma maneira crescente e brutal. Um deles, que tinha estado tempos atrás em Seattle, ficou menos espantado, pois fora da zona central daquela cidade conhecida por ser riquíssima, há miséria por todo o lado.
Deixo fotografia de 3 "pérolas".
Tenham um bom Domingo, Domingo em que hoje, na Vialonga, há a festa da família. Vou lá estar, eu e querida cara metade, em que os nossos 50 anos já lá estão um pouco para trás. Vamos assistir a quem conta 25 e nos diz muito. Saúde.
António Cabral
quinta-feira, 21 de abril de 2022
PORTUGAL
Um dos problemas persistentes, ainda em muitas regiões, e sinal de "grande e harmonioso desenvolvimento do país".
Lembrei-me disto pois vem aí outra vez uma série de dias com chuva.
Oxalá seja da boa, sem ser violenta, boa para a agricultura e reservas de água, e que não cause desgraças como a da figura.
AC
segunda-feira, 18 de outubro de 2021
Escrevem por aí que mais de 1,6 milhões de portugueses estão a viver (!?) com menos de 540 euros por mês. Portugal, um dos piores países nesta matéria.
terça-feira, 10 de novembro de 2020
A CIDADE do CONHECIMENTO, e
O BAIRRO da PARVOÍCE
Aqui têm as fotografias, não engano ninguém, nunca.
É tudo na mesma cidade, SETÚBAL.
Não é certamente caso único, quero com isto dizer que, certos anacronismos, certos paradoxos, certos extremos, disto tudo Setúbal não tem o monopólio.
Como se retrata no artigo (página 5 do SEMMAIS de 31 Outubro) em Setúbal existe um bairro designado "Parvoíce". Não, não é nenhuma parvoíce, é mesmo o nome dum sítio a que chamam bairro, onde vegetam cerca de 150 pessoas naquele local clandestino. A notícia diz que este inacreditável lugar está perto da paróquia de N.Sra. da Conceição. Parece que a coisa existe desde 2000. Só há vinte anos!
Claro, gente vinda de África, obvia e certamente muito bem tratada pela autarquia. Pela autarquia, e por entidades várias, certamente. Um dos Portugais, dentro do Portugal do hidrogénio verde, e dentro do Portugal onde os transportes públicos arrasam qualquer COVID que ousar lá entrar!
Parece que salubridade e faltas de água são duas das várias pedras de toque daquele sítio. A notícia não refere nada quanto a eventuais vistas desafogadas como em certos magníficos bairros do concelho de Almada.
No mesmo SEMMAIS, (página 10), dão a conhecer que daqui a nove anos vai arrancar em Setúbal a "Cidade do Conhecimento". Já há plano estratégico para a coisa. Irá implantar-se no "famoso" Vale da Rosa que, se a memória não me falha, é uma coisa que em tempos andou muito falada e ligada ao BPN e certos senhores. Ou estarei a fazer confusão?
A Câmara de Setúbal é parceira deste projecto.
De acordo com a notícia, na apresentação do tal plano estratégico o vice-presidente da autarquia sadina debitou coisas como - será uma nova área urbana voltada para o conhecimento, associada a uma industria do conhecimento....há décadas que as sociedades comercializam o conhecimento, mas não com uma dimensão destas. POIS!
Conhecimento por um lado e, parece, desconhecimento e abandono por outros lados. Portugal e autarquia no seu melhor.
AC
quarta-feira, 14 de outubro de 2020
Esta eventual reação tanto pode vir da boca e cérebro de um descuidado cidadão comum, como dos autarcas que tutelam estas zonas. E como o aqui retratado, existem pelo Continente fora casos e casos sem fim. Como existiu "miséria miserável" no Norte das ilhas da Madeira ou de S. Miguel, por exemplo, hoje já mais esbatidas. Mas..........
Se percorrermos o concelho do Seixal ou o de Almada encontramos lindas coisas, curiosamente anos e anos e anos de gestão PCP. Agora, em Almada, está lá a filha do maestro, a tal que ainda não se mudou para o bairro social com vistas deslumbrantes.
Como referi por diversas vezes, é ir percorrer todas as centenas de concelhos (conheço a maioria) e nos arredores respectivos lá estará um destes Portugais!
sábado, 4 de abril de 2020
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019
terça-feira, 21 de agosto de 2018
Agora que tanto falam outra vez de pensões, desde os fantoches de cores várias ao pantomineiro dominical, vamos lá a ver um caso concreto desta maravilha que é o acabar com o empobrecimento.
O governo das reversões encarregou o actual director de segurança social de endereçar cartas a pensionistas. Milhares e milhares.
Esta que tenho na minha frente e que respeita a familiar muito idoso tem a data de 24 de Julho passado.
Para deleite dos meus estimados visitantes, leitores e amigos deixo alguns trechos desta deliciosa missiva.
Começa por naturalmente referir o extraordinário e magnífico OE 2018 e que nele se previa um aumento extraordinário de pensões a partir de Agosto de 2018.
Transcrevo agora a parte mais deliciosa:
....."A partir de Agosto de 2018, o valor total que recebe de pensões será aumentado. Irá receber um aumento de dez euros em relação ao valor de pensão que recebia em Dezembro de 2017.
Dado que teve uma actualização em Janeiro, o valor de dez euros será deduzido desse aumento ocorrido no início do ano, garantindo assim um efectivo aumento de dez euros face ao que recebia em Dezembro de 2017.
Assim, a partir de Agosto de 2018, passará a receber da segurança social mais 3,27 euros por mês"......
Não é uma delícia?
Ah, querem saber quanto é a pensão?
Está bem, vou esperar que se sentem, que se concentrem........
Ora bem, fixada em meados de 2011.........362,92€.
Decorridos sete anos e antes deste brutal aumento agora anunciado, vinha recebendo...........380,69 €.
Como dizia o totó, é fazer as contas, para verem quanto aumentou em 7 anos.
Ah, compreendo, não se querem cansar, OK.
Eu digo: 17,77€, o que dá uma média anual de 2,54€.
Portanto, os socialistas geringôncicos dão este ano mais uns cêntimos em relação aquela média (0,73€).
É o Portugal, revertido, melhorado, desenvolvido, das igualdades.
AC
terça-feira, 31 de janeiro de 2017
É certo, em Portugal ou em qualquer parte do mundo.
Isto dito, nesta Lisboa capital do Portugal contemporâneo, acontecem as coisas mais paradoxais. A par das obras em eixo central da cidade e do semanal tempo de antena proporcionado ao edil menino, ao fundo da Av Estados Unidos da América, a um canto de onde se vislumbra a rotunda do Campo Grande, passam-se diariamente as cenas mais patéticas e trágicas entre pessoas na maioria muito humildes, em longas filas de espera na esperança de serem atendidas na Segurança Social.
Tive a sorte de observar na TV uma senhora com pronúncia estrangeira responder à pergunta do repórter - Acha isto normal? - ao que ela respondeu com um ligeiro sorriso - "em Portugal é normal".
Há bastante tempo que não observava um quadro tão definidor da verdadeira situação do meu País em muitos sectores.
Sim, porque isto que mostraram hoje, quase parecendo dar a entender que era coisa recente, posso assegurar que data pelo menos de 2007, este tipo de longas filas e de desespero. Uma vergonha.
AC










