DISCURSOS e . . . . . . . . REALIDADES
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
segunda-feira, 12 de janeiro de 2026
DISCURSOS e . . . . . . . . REALIDADES
sexta-feira, 2 de janeiro de 2026
segunda-feira, 10 de novembro de 2025
Como se pode encarar isto?
Não é racismo pois não?
Como diz um bom amigo, é racismo, mas é do bom.
Mas também há uma perspectiva que não pode ser ignorada.
Por todos os EUA existe, infeliz e crescentemente, um aumento de pobreza. Desigualdades sociais crescentes, gritantes, inaceitáveis.
Há cidades e locais vários onde tendas e sobretudo caravanas se amontoam nos seus arredores, pois pagar casas . . . .
Infelizmente, e não é só de agora (Obama por exemplo, era um ídolo, ainda é, mas foi o tempo em que mais muros construíram na fronteira com o México) a pobreza, as desigualdades sociais, aumentam.
No terreno, com Trump, Biden e Trump, só pioraram, só têm piorado, depois moldam é a propaganda. Mas a trampa está lá toda.
Ou estarei enganado?
Mas também vale a pena ler este artigo do mesmo jornal em que se referem coisas concretas que vão para além da demagogia barata deste novo "mayor", ortodoxa, a roçar fronteiras que, pessoalmente, classifico como indesejáveis. Aqui fica boa parte.
Zohran Mamdani’s victory-lap speech Tuesday night reeked of Vladimir Lenin after Russia’s 1917 communist revolution.
But instead of commanding a Red Army, the mayor-elect should be aware he will be facing lots of red ink.
That’s on top of some very strict and sensible financial rules put in place some 50 years ago — just in case a deranged Marxist ended up running New York City.
Yes, socialism can sound rousing when it’s pitched by a skilled orator.
Mamdani spoke of soaking the rich — failing to mention, of course, that they’re already paying some of the highest taxes in the country.He ranted how the poor will finally have their day — in a city that already doles out everything from free health care to subsidized housing.
He also dared President Trump, who was in DC undoubtedly watching this spectacle, to “turn up the volume” as he doubled down on his vision: free buses, government groceries, more welfare and free trans medical treatment — even for children.
But NYC — with plenty of welfare statism already on the books — will never go full-on Soviet Union.
That’s because laws must be followed — even by a 34-year old backbench, lefty assemblyman with a degree in “Africana Studies” who visions himself as the second coming of Fidel.
Those laws include something called “The Financial Emergency Act” of 1975.
It was the brainchild of former Gov. Hugh Carey and his outside adviser, the great philanthropist and investment banker Felix Rohatyn.
It was designed to prevent another politician-made catastrophe like the fiscal crisis of the 1970s, when the Big Apple nearly went bankrupt and began to implode, fiscally and socially.
Cops were laid off and garbage piled up because we had no money and no one would lend to us — the budget was such a mess, no one knew if they would get paid back.
The mayor at the time was Abraham Beame but years of bad government, perverse spending and spotty accounting contributed to the mess.
‘Drop dead!’
Gerald Ford, the president while all of this went down, famously told the city there would be no bailout from DC: “Drop Dead” was the headline of the day.
We were on our own, but we had the political infrastructure to create reform: Carey, Rohatyn, civic leaders, bankers and more.
They cobbled together a budgetary infrastructure that, believe it or not, lasts to this day.
New York City spends a lot of money; it has a $119 billion budget and a vast welfare state that includes health care for the indigent and much more. It also has huge amounts of debt to pay for this infrastructure — an amount almost as big as the entire budget itself is owed to bondholders.
Accordingly, it also has high taxes — so high that businesses and high earners were fleeing even before Mamdani’s victory.
And yet we know where all the so-called bodies are buried because of the Financial Emergency Act.
No matter how many freebees Mamdani doles out, how many grocery stores or rent-free apartments he creates, bondholders get first dibs on city tax revenues because Carey & Co. knew that we need them to keep buying debt or the place shuts down.
On top of that, Mamdani must balance his budget based on stringent Generally Accepted Accounting Principles; he cannot end the year with a budget deficit, or something known as the Financial Control Board takes over the city’s fisc.
It’s chaired by Gov. Hochul, who has said she won’t raise taxes over fears of an exodus of the dreaded 1% who pay most of the bills.
Of course the days of Hugh Carey and Felix Rohatyn are long gone.
Hochul claims to be a moderate, but she has been caving to the mini-Mamdanis in the State Legislature for years.
The comptroller is repped on the control board and he’s a leftist.
Mamdani has a seat as well and don’t expect any help from the commissars on the City Council.
The business community is hollowed and politically irrelevant.
But the law is the law.
Our new mayor will face multibillion-dollar budget gaps that will need to be plugged in the next fiscal years.
They will only grow if bank earnings sputter or Jamie Dimon moves more of JPMorgan to lower-tax locales like Texas.
For Mamdani to pass his agenda and balance his budget, he will need a tax increase — and a vicious cycle will begin.
Taxpayers will bolt.
Bond downgrades will follow, heaping even more interest payments on the city.
Bom dia e boa sorte
Bom início de semana
AC
sexta-feira, 17 de outubro de 2025
quinta-feira, 12 de junho de 2025
segunda-feira, 25 de novembro de 2024
Manuel Silva
Morador
sábado, 27 de julho de 2024
Portugal celebrou há poucos meses 50 anos de formal liberdade, de formal democracia, de formal Estado de direito democrático.
quinta-feira, 25 de maio de 2023
AS FÉRIAS de VERÃO dos PORTUGUESES
As férias dos portugueses e apesar das loas socialistas sobre a economia a crescer mas 8eles próprios confessam) que ainda nada ou quase nada chegou aos bolsos dos tugas tenderão, cada vez mais, para serem passadas em estâncias espanholas mais humildes que as de há duas décadas!
Nada de Algarve, Minho, Alentejo ou estrangeiro mais puxado.
AC
quinta-feira, 18 de maio de 2023
quarta-feira, 17 de maio de 2023
Número de pessoas sem-abrigo a dormir nas ruas de Lisboa no final de 2022 cresceu para 394
Segundo o coordenador da Equipa de Projeto do Plano Municipal para Pessoas em Situação de Sem-Abrigo "há um aumento das pessoas que estão em situação de rua".
sábado, 22 de abril de 2023
" . . . . A discussão sobre a criação de um imposto sobre a riqueza como medida visionária imediata para reduzir igualdades tem tido desenvolvimentos interessantes.
Há, no entanto, uma questão central que convém clarificar.
Os impostos não servem para distribuir rendimento, os impostos servem para financiar o Estado.
Se o Estado decidir aplicar o resultado da colecta de impostos no apoio aos pobres e deserdados, pode ser que isso resulte em alguma distribuição de rendimento, mas não é o imposto que faz essa redistribuição, é a decisão de aplicar recursos em políticas de apoio aos pobres e deserdados (por exemplo, não há redistribuição socialmente útil se o Estado gastar ineficientemente os recursos de que dispõem, essa é uma das razões pelas quais é criminosa a passividade com que olhamos para usos ineficientes dos recursos que os contribuintes entregam ao Estado) . . . . . (Henrique Pereira dos Santos)
segunda-feira, 10 de abril de 2023
MODERNIZAÇÃO do PAÍS ?
A desigualdade perante a lei, mais os privilégios de uns quantos com comportamentos arrogantes e que se consideram acima da lei e acima dos outros e até com uma noção interiorizada de que o regime é seu, isso elimina o sentido de comunidade, elimina o sentido e noção de bem comum, gera crescente sentimento de injustiça, a injustiça que se torna o condimento para tudo o que é mau.
Reformar, modernizar, desenvolver assim o país? Hum. . . .
António Cabral
quinta-feira, 9 de março de 2023
domingo, 24 de abril de 2022
sexta-feira, 22 de outubro de 2021
"A cigarra e a formiga"
(versão caricatural, de um pais)
Lembrei-me disto a propósito de mais um OE, a propósito de várias declarações, de este OE ser ainda mais amigo das famílias, dos jovens, das crianças, do emprego, das empresas, um verdadeiro AMIGÃO.
Enquanto isso, a cigarra passava os dias no ginásio 💪, no café, ou a arranjar as unhas de gel 💅, e no intervalo a gastar mais uns tempinhos nas redes sociais a combinar festas, arruaças, etc.
As noites sempre no "Bibá la noche" com as amigas.🍸🍻🥃🍾
Chegado o inverno 🌨️🌩️☃️, e ele está quase aí, com o preço da electricidade a subir, a carestia dos combustíveis e do gás para aquecimento e água quente, a formiga refugia-se em casa onde tem tudo preparado, tudo o que precisa até á Primavera. 🍞🍗🥣🔥
Por seu lado, a cigarra começa a ficar cheia de frio e cada vez com mais fome. Decide ir a um canal de televisão e queixar-se a uma conhecida entrevistadora de coisas mundanas do mais fino recorte.
Queixa-se de que não é justo que a formiga tenha direito a casa e comida enquanto outros, como ela, com menos sorte que a formiga (!?!?), passam frio e fome. E ali, em directo, todos os assistentes convidados para estarem no programa concordam que o que a cigarra denuncia é de facto uma vergonha, um escândalo. 👎👎👎
Um canal televisivo da concorrência, grande especialista em tragédias, não perde a oportunidade, e faz um directo à porta de casa da formiga, passando imagens da formiga obtidas pela janela que estava ainda com os estores abertos, vendo-se a formiga no quentinho da sua habitação, e com a mesa bem composta.
Os espectadores fieis de tal canal televisivo, ficam revoltados com as imagens mostradas e, particularmente, ao se aperceberem que no seu país, ainda dito desenvolvido, se deixa sofrer uma pobre cigarra, enquanto que outros andam a viver à grande e à Francesa.
É então imediatamente organizada uma marcha de apoio à cigarra - #jesuiscigarra 🙏
É feito um episódio especial num conhecido programa da RTP, onde se coloca a questão - como é que a formiga enriqueceu às custas da cigarra. De um lado da bancada, surgem os defensores da igualdade (pró-cigarra) e do outro lado, os sem-coração 💔(que defendem a egoísta e insensível formiga)
Em resposta às mais recentes sondagens, o governo logo decide preparar uma lei sobre a igualdade económica e, claro, com efeitos retroactivos (desde o Verão).
Aumentam depois e consideravelmente, os impostos sobre a formiga, a qual ainda incorre numa multa por não ter prestado assistência à cigarra. Os descontos para a segurança-social também sobem, para serem justamente partilhados com a cigarra.
A casa da formiga é entretanto penhorada pelo fisco por não ter conseguido pagar todos os impostos.
A formiga, decepcionada, faz as malas e emigra para um país onde o seu esforço venha a ser reconhecido, e onde possa desfrutar dos frutos do seu trabalho árduo. 🇦🇺️🇨🇦️🇧🇻️🇨🇵️🇩🇪️🇫🇮️🇭🇲️🇯🇵️🇮🇸️🇱🇺️🇷🇴️🇺🇲️
A antiga casa da formiga é entretanto rapidamente convertida numa habitação social para cigarras. Cigarras com muitos filhos, e que vivem de doações de comida, cerveja e de coca-cola. O pouco que recebem dos descontos da formiga mal lhes dá para os bens essenciais, como por exemplo, para sapatilhas da Nike, e outros bens de consumo e de boa marca 🕶️👚👟👠💍💄👜🎮
A casa, naturalmente, começa a deteriorar-se por falta de manutenção mínima. O governo é entretanto fortemente criticado pela falta de meios colocados à disposição da cigarra, que vive agora em condições quase desumanas. Coitadinha.
A oposição propõe por isso uma comissão de investigação multi-partidária, que se estima possa vir a custar uns milhões de euros.
Entretanto, subitamente, a cigarra acaba por morrer com uma overdose.
Os "media" garantem que a morte da cigarra se deveu sim à falta de assistência e apoio social por parte do governo, que falhou redondamente no seu dever de acabar com as desigualdades sociais e a injustiça económica.
A antiga casa da formiga acaba finalmente por ser ocupada por uma família de aranhas que surgiram sem se saber bem de onde. Surgem entretanto fortes suspeitas de haver no seu seio traficantes de tudo e mais alguma coisa, e somam-se as notícias sobre desacatos e violências no bairro, o que começa a aterrorizar a vizinhança. As forças de segurança assistem de longe.
O governo, entretanto, vai-se regozijando com a diversidade cultural do país, recheado de insectos os mais variados.
AC
quarta-feira, 13 de outubro de 2021
O QUE ME FAZEM LEMBRAR ?
O que me fazem lembrar estes palradores que praticamente todos os dias nos azucrinam, como a maioria destes titulares de órgãos de soberania, vários comentadores alguns dos quais devem andar aborrecidos por aparecerem em fotografias e filmes antigos, uns quantos jornalistas obrigados e venerandos, uns quantos dirigentes partidários, uns quantos que acham que o salário mínimo é máximo, e por aí fora?
Fazem-me lembrar a carroça. A carroça portuguesa.
Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que ela faz!
AC






