EXACTAMENTE.
Mas, em muitos casos, batendo sempre no peito com exorbitante e inigualável superioridade moral, acabam depois caladinhos e reconfortados sempre amigos de si próprios e orgulhosos dos seus umbigos.
As crescentes desigualdades sociais são inaceitáveis, intoleráveis, mas convinha olhar para elas com rigor e decência, coisa que me parece as esquerdas e as direitas continuam a não fazer.
Parece-me ou é mesmo a triste realidade?
Recordo a propósito parte do que já aqui publiquei, extraído de um artigo de André Macedo, no JE:
. . . . . .
a esquerda, toda ela, perdida nos nevoeiros longínquos dos famélicos e dos amanhãs que cantam, não entendeu nada. . . . não percebeu nada nem quer perceber. . . . .
AC
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