sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

Eu sei, eu sei, é sempre assim, estes amigos dos pobres, que estão mais interessados em acabar com os ricos que com os pobres, acabam sempre, sempre no papel de amigos, sim, não dos pobres, mas da onça. (Henrique Pereira dos Santos)

EXACTAMENTE.
Mas, em muitos casos, batendo sempre no peito com exorbitante e inigualável superioridade moral, acabam depois caladinhos e reconfortados sempre amigos de si próprios e orgulhosos dos seus umbigos. 

As crescentes desigualdades sociais são inaceitáveis, intoleráveis, mas convinha olhar para elas com rigor e decência, coisa que me parece as esquerdas e as direitas continuam a não fazer.
Parece-me ou é mesmo a triste realidade?

Recordo a propósito parte do que já aqui publiquei, extraído de um artigo de André Macedo, no JE: 
. . . . . . 
a esquerda, toda ela, perdida nos nevoeiros longínquos dos famélicos e dos amanhãs que cantam, não entendeu nada. . . . não percebeu nada nem quer perceber. . . . .

AC

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