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sábado, 20 de junho de 2026

. . . . . . . A informação de que alguns elementos do Movimento Armilar Lusitano (MAL) chegaram a ponderar um ataque à residência do primeiro-ministro e que Luís Montenegro estava numa lista de alvos do grupo neonazi apanhou de surpresa o primeiro-ministro, que se queixou de não ter sido informado pelas autoridades sobre esta ameaça.
. . . . . . 

Lida esta notícia veio-me à cabeça o seguinte:
- isto será mesmo exactamente assim ?

- isto dá ou não bem a ideia do profissionalismo das nossas formais instituições no âmbito da segurança e policial?

- isto é exemplo eloquente da colaboração e coordenação das várias instituições policiais e da proficiência do tal embaixador na pirâmide dos serviços de segurança?

Eu tenho a minha opinião, com que não quero agora maçar os meus estimados amigos e visitantes e leitores deste modesto blogue e minha única rede social.

Por ora acrescento apenas, creio que em Portugal se continua a brincar com assuntos muito sérios.Voltarei ao tema. 

AC

quarta-feira, 27 de maio de 2026

REPUBLICANDO

domingo, 29 de abril de 2018

UM RETRATO do PAÍS ????
Um retrato do nosso esfrangalhado País ? 

Uma imagem da PSP ?
Uma visão de sindicalismo ? 
Luta pela unicidade ? 
Mais um palco para certos conhecidos acólitos do PCP ? 
Um retrato vergonhoso de deputados, de políticos, de incompetências governativas ?
Uma mistura de tudo.

No seio das dezenas de milhares de agentes que constituem a força de segurança PSP, germinam no presente 17 sindicatos. Sim, leram bem,17.
Pelo que se lê, fervorosos e dedicados PCP's insurgem-se contra esta situação que é no mínimo caricata.

Segundo li por aí, por exemplo Carvalho da Silva, ex-secretário-geral da CGTP apelou a que se "acabe com a fantochada e bagunça" da "pulverização" de sindicatos na PSP. "Não é pluralismo, é vergonha". 
Concordo que é bagunça, fantochada, pulverização, e não creio que a lei em silêncio sepulcral há anos ( ao fim de quase 3 anos geringonça ainda deve continuar a ser por culpa do Passos), limite o nº de sindicados mas, essa agora, não é pluralismo? 

Pelos vistos o que se passa é que o PCP não controla como gostaria a PSP.
E se calhar é isto mesmo que o PS quer, e por isso a coisa continua como está, apesar do inefável Cabrita que os tutela já ter balbuciado publicamente qualquer coisa que em síntese é - pois claro estão cheios de razão!!

Claro que, pelo que se lê, e não é recente é assim de há anos, para a coisa ter uns contornos mais elaborados lá veio também um reformado magistrado conhecido como especialista nas forças de segurança (PSP, GNR, Polícia Marítima, SEF).

O PCP através dos seus funcionários "aposentados" anuncia que assim a PSP tem a espinha partida. Provavelmente querem em vez da alquebrada espinha colocar-lhes cartilagem, que não parte, colagénio. Para moldarem a seu gosto a PSP.
No passado tivemos secos e molhados, no presente temos uma PSP motivada, cheia de representatividade, bem equipada, e desde há décadas sempre bem tutelada (!!?!!).


Numa coisa o PCP tem razão e desde há anos, com esta PSP a segurança dos cidadãos não fica lá muito bem.
Só se esquece que, a seu modo, muito tem contribuído para ajudar os restantes partidos políticos a engendrarem a porcaria que se vê no presente. 
Alterações legislativas são requeridas? 

Provavelmente, mas sobretudo era necessário juízo na cabeça dos políticos TODOS, nos partidos TODOS que, como diariamente se vê, está em Marte, não em Portugal! 
Como na PSP, o juízo está sempre de FOLGA!

Mas o cão já janta no restaurante.
Mas devo ser eu que, com o meu mau feitio, estou a exagerar.
António Cabral  (AC)

segunda-feira, 27 de abril de 2026

REALIDADES ou IMAGINAÇÃO ?

De vez em quando noticia-se que a GNR e a PSP fizeram uma mega operação aqui ou acolá e apanharam muitas armas brancas e armas de fogo e munições e armas de caça e granadas e etc. muitos etc. 

De cada vez que isso acontece remete-me para várias coisas como, bandos, criminalidade, candonga, negócios debaixo da mesa e também resquícios do passado.

Desse passado podemos lembrar as FP 25 de Abril, ELP, MDLP, e outros à extrema esquerda e à extrema direita, podemos lembrar o PREC e aqueles que de um lado e de outro hoje fazem por esquecer o que fizeram, o arranjar armamento para arranjar "fundos", depois talvez pensar em assaltar o poder com recurso a violência. 

Pouco/ nenhum recurso a urnas de voto pois os resultados então já obtidos para um e outro lado estavam longe do desejado!

E por isso ainda hoje continuo a imaginar se os esconderijos de armamento enterrado pelos de um extremo e pelos do outro extremo  terão sido passados a quem de confiança ou se algum deles eventualmente ficou na cabeça de quem escondeu porque entretanto morreu sem passar testemunho.

Continuo a imaginar quanto locais em Portugal Continental, ou nos Açores e Madeira continuam a ter armas lá enterradas. Enterradas por seguidores e fanáticos de todos os tipos, de uma ponta a outra.

E quantos sacos com armas foram por exemplo deitados ao Tejo designadamente junto dos pilares da ponte 25 de Abril, para assim salvar um pouco a pele a certos personagens? 

Pois, é só imaginação, nada disto se passou. Imaginação!

Os assaltos, as mortes infligidas, os atentados a sedes de partidos nada disso ocorreu. Nem a ninguém passou pele cabeça o assalto ao poder, ou entreter-se a andar a dar tiros a portões e casas, e etc.

Imaginação fértil, NÉ ?

Bom dia.
Bom início de semana.
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida
Boa sorte

AC

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

RENAULT CLIO,  MAI,  e  o  COSTUME

1. Tive um Renault Clio. Há muitos anos. Do primeiro modelo que apareceu em Portugal. Creio que foi em 1981.

Tive o primeiro que foi vendido na cidade onde vivo. Calhou ser assim, estavam dois na loja da Renault e nós íamos comprar o já bem usado Renault 5 do meu sogro, já muito doente, e por isso o carro estava na garagem há vários meses.

A "operação" era vendermos o nosso saudoso Renault 4, que vendemos, e entregávamos o dinheiro á minha sogra, e passávamos a andar com o 5. 

Eis que o meu sogro, bastante doente coitado, ficou angustiado ao saber que o 5 ia sair da garagem e passar a ser nosso, e em termos práticos ficava sem carro, ainda que nunca mais pudesse guiar como acontecia há meses.

Moral da história: um dia à tarde ficámos sem o 4 e à hora do jantar deparámos com a angústia do meu estimado e doente sogro ou seja, ficámos sem carro!

Aflitos fomos na manhã seguinte e bem cedo à Renault, e ao vendedor que era nosso conhecido explicámos o imbróglio de estarmos inesperadamente sem carro.

Ele lá arranjou as coisas. Depois de uns telefonemas conseguiu que de  outra loja Renault lhe enviassem outro Clio, e assim nós pudemos levantar logo nesse dia o Clio Verde escuro sem que a pessoa a quem estava prometido ficasse defraudada pois na manhã seguinte veio outro.

Perguntarão, mas o que é que o Clio de há décadas tem a ver com o MAI (Ministro da Administração Interna) ?

2. Eu explico um certo paralelismo que fiz/ faço.
Um paralelismo no âmbito das reações à nomeação de Luís Neves para MAI e publicamente conhecidas. 
Muito provavelmente desconheço ou não me apercebi de algumas.

Luís Neves, MAI, remete directamente para GNR, PSP, Protecção Civil, Bombeiros, e orgãos de comunicação social.
E remete ainda para os sindicatos e associações da GNR e da PSP que são vários, e remete para o ex-ASAE actual "patrão" dos bombeiros.

A síntese mais espremida de tudo o que me apercebi diz-me que, da parte dos sindicados e associações (ou pelo menos alguns) da GNR e PSP avançaram com a formulação - nomeação ATÍ
PICA - e referências a algumas reservas mas também um singelo optimismo.

Há quem aponte a Luís Neves ausência de força política. 

Apercebi-me que houve uma referência bastante crítica por parte de Fernando Negrão, homem do PSD de Setúbal, que agora não é deputado (o que o aborreceu?), antigo diretor-geral da PJ, e que também já foi ministro da Justiça do PSD.
Afirmou que o PM teima em escolhas esdrúxulas para o MAI.
Eu, como sou mauzinho, vejo nas críticas de Negrão recordações que terá de outros tempos. Será?

Haverá quem questione a passagem de um "polícia" para MAI, coisa que, defenderão alguns, não é próprio de uma democracia madura, consolidada.

O ex-director nacional da PJ é um homem licenciado em direito, com grande experiência profissional (desde 1995), conhece prioridades estratégicas, investigações sensíveis, tensões e guerras em vários departamento da pesada máquina do Estado, conhece certamente muitos podres de muita gente, sobretudo muitos dos que há anos andam na política ou seja, à mesa do OE.

Adicionalmente há certamente quem avance com a teoria de que o PM com esta escolha quis ver se conseguia travar a nova investigação sobre a sua casa. 

Haverá quem se interrogue porque aceitou Luís Neves ser nomeado (amanhã de manhã) MAI.

Haverá quem afirme que esta nomeação é mais uma confirmação de que a democracia está doente.

Haverá quem afiance que Montenegro fez uma escolha genial.

Haverá quem defenda que uma das razões porque o PM escolheu Luís Neves para MAI é que o ex-homem forte da PJ sabe gerir  informação, tem excelente relacionamento com muitos jornalistas.
De certeza que não vai dizer - estou a aprender!
Adicionalmente, porque Luís Neves tem profundos conhecimentos de muitos processos.

3. Deixando agora o campo das opiniões que de momento conheço sobre a nomeação que se concretizará às 1000 horas de 23 de Fevereiro, passo a uma meia dúzia de aspectos que me parecem relevantes.

Luís Neves conhece certamente razoavelmente bem várias questões no âmbito da segurança interna.
Tem certamente noção das questões salariais quer na PSP, GNR, Bombeiros.
Poderá não estar dentro dos vários temas e imbróglios da protecção civil mas é capaz de ter uma percepção global dos problemas mais agudos.
Por outro lado, se parece certo que sempre se movimentou bem no mundo da informação e da comunicação social, presumo que estará bem ciente de que o cargo que aceitou tem nesses domínios um dos seus grandes espinhos.
Em síntese, por mim, é uma escolha/ nomeação curiosa. 
Demonstra que nenhum político esteve disponível.
Aguardemos.

4. Mas, oh senhor António Cabral (não é - oh shor António), espere lá, não se vá embora.
Atão, o que é que tudo isto tem a ver com a história da sua mini-telenovela com o Clio que conseguiu "in extremis" comprar nos anos 80 do século passado??

Tem razão, peço que me perdoe, ia esquecendo.
Com o Clio que apareceu pela primeira vez em Portugal há muitas décadas (e não tem nada a ver com o Clio que hoje anda por aí)  houve até uns "outdoor" a anunciar a vinda do carro, sem o mencionar, e salvo erro era uma boneco gordo encarnado, mais ou menos do tipo do boneco da Michelin.

Portanto, fiquei com o Clio novo, a gasolina. Um carro utilitário, banalíssimo ainda que novo, dava para levar os dois miúdos, era engraçado, andava, não lhe chovia dentro, não gastava muito. Era obviamente um carro de classe média baixota, o que sempre mais ou menos fui.

Mas nas revistas dos automóveis, já não me lembro em qual, nas críticas menos simpáticas, poucas, uma das referências era que os espelhos retrovisores eram muito pequenos!

É um bocado isto, um certo paralelismo com o meu Clio de 80, que me ocorreu quando li observações de vários à nomeação de Luís Neves para MAI.

Não faço ideia se vai ter um desempenho, bom, razoável, médio ou mau. Mas vários dizem como aconteceu com o Clio de então, tem espelhos retrovisores pequeninos!

Como digo, aguardemos.

António Cabral (AC)

terça-feira, 28 de outubro de 2025

 

Um bom amigo enviou-me isto. 

É um razoável indicador do que é e vem sendo Portugal.

Tolerância zero na Páscoa, no Natal, no Verão, no Carnaval, embora o Carnaval prossiga muito para lá do seu período habitual.

Muita propaganda, e estar, muitas vezes nos sítios de caça à multa.

Tratar de verdadeira segurança dos cidadãos é mais . . . . . 

AC

domingo, 26 de outubro de 2025

NO  MELHOR  PAÍS  DO  MUNDO
(segundo certa criatura)

Libertadas em Espanha oito mulheres vítimas de rede de tráfico liderada desde o Algarve.

Lideradas do Algarve ou de outras partes do país, quantas mais redes de criminalidade (trafico humano, droga, prostituição, assaltos propriedade privada, etc.), continuarão por cá na maior?

AC

terça-feira, 23 de setembro de 2025

LÁ  ESTÁ. . . . .

IGAI aponta falhas graves em instalações da PSP e GNR. Associação pede ao Governo que encerre esquadras sem condições


Lá está, depois de 8 anos e semanas ficaram, SEM EXCEPÇÃO, TODAS catitas, requalificadas, beneficiadas, modernizadas.

Saiu o Costa mais o José Luis Carneiro ex-MAI e entrou o MontesNegros . . . . . e. . . .  PIMBA, de repente tudo a desfazer-se como que por mau milagre. 
MontesNegros voltou com as páginas para trás.

Esquadras e instalações da PSP e GNR, que estavam todas lindocas em óptimas condições de conservação, funcionalidade, preservação de intimidade e comodidade para os agentes e cidadãos e, de repente, ficaram em condições lastimáveis.

Em menos de dois anos. É obra!

Ai MontesNegros!

AC

quarta-feira, 18 de junho de 2025

E CÁ ESTAMOS COMO DE  COSTUME
Falta de RIGOR, Alguma VERDADE, e o execrável POPULISMO

José Luís Carneiro diz que imigração "não é problema nacional de segurança pública". "Hoje, o país é mais seguro do que era quando tinha apenas cerca de mil inspetores do SEF", garante o socialista.

ADORO as GARANTIAS dos POLÍTICOS.
Garantem sempre qualquer coisa, todos, mas sobretudo os de esquerda.

Ventura, que tem de ser respeitado como qualquer outro concidadão, está a começar a construir mais um dos seus números: se percebi bem, pondera avançar com uma comissão parlamentar de inquérito sobre as suspeitas de “atribuição criminosa” da nacionalidade portuguesa.

Como digo, deve respeitar-se a sua opinião mas, no meu caso, são escassas as vezes em que com ele e sequazes concordo.
Por vezes aponta a problemas da sociedade portuguesa, concretos e bem reais. Mas . . . . 

Mas salvo melhor opinião qual comissão de inquérito. 
A AIMA e outras autoridades é que têm o dever de verificar eventuais anomalias no âmbito em causa. 
Provavelmente haverá muitas anomalias, do período da geringonça e depois, mas não é a Assembleia da República que tem de tratar disto. Comissão de inquérito uma ova!

Quanto a José Luís Carneiro, pode perceber-se que reclame que na sua gerência no MAI correu tudo lindamente. Mas não creio que tenha corrido tudo lindamente, até porque herdou do Cabrita!
Agora diz que Portugal é ainda mais seguro porque, além dos agentes que eram do SEF e transitaram para outras entidades, há a PSP e a GNR. 

JLCarneiro tem razão designadamente numa coisa: há inadmissíveis (opinião minha naturalmente) mensagens e posturas de ódio e de agressividade”.

José Luís Carneiro resolveu citar números e usou certas palavras. Por exemplo, disse que - entre 2003 e 2023, o país teve menos 45 mil crimes participados, entre 2013 e 2023 teve menos 5.000 crimes participados, o que significa que é um país seguro”.

O futuro chefe do PS não concederá que quando refere "participados" está obviamente a admitir uma realidade e que é - haver muita coisa que não é participada?
Por exemplo, quantos crimes de violência doméstica, quantas violências sobre idosos, mulheres e crianças ocorrem e não chegam às autoridades?

Acresce que não desconhecerá que é elevada a probabilidade de haver muitas não participações de certas ocorrências, face aos normalmente escandalosos resultados conhecidos das que são participadas. 

Um pouco mais de honestidade intelectual e rigor não lhe ficaria mal. Ser só uma pessoa muito educada e cortês é pouco para o assunto em causa.

A imigração não é um problema nacional de segurança pública, disse.
Continue com este tipo de discurso e verá o Chega ir engordando. Aliás o PS tem sido perito nisso.

Na minha modesta opinião, discutível mas a respeitar, a imigração acarreta obviamente problemas de integração, adaptação, sociais, culturais, habitação, educação, de mercado de trabalho.
Na minha modesta opinião há muitos anos que há imigração descontrolada. E há certamente muita ilegal e que entra por todo o lado.
Na minha modesta opinião é escandaloso os políticos todos assistirem ao que é continuamente denunciado nas TV quanto a alojamentos dormitórios, quanto a restaurantes (????) etc., e continuarem com as suas tiradas gongóricas.

Nem é preciso ver as TV, basta andar de carro, devagar como já fiz, e subir e descer a Almirante Reis, e olhar para os prédios e varandas e portas e janelas, e passar no Martim Moniz e na Praça da Figueira.

Basta percorrer, COM MUITA CAUTELA, todas as transversais às ruas do OURO, PRATA e AUGUSTA, e observar bem as lojas (????). Eu disse lojas? 

Assim não iremos longe. 
Quanto a segurança, sr Luís Carneiro, deixe-se de tretas, visite certos bairros em cidades várias, visite vilas nas Beiras e Alentejo e Algarve por exemplo, verifique o abandono de postos da GNR um pouco por todo o interior do Portugal Continental. 

Quanto a aumento de criminalidade, sr Ventura, deixe-se de tretas, pois há criminalidade praticada por imigrantes legais, por ilegais, por alguns agentes de segurança, por portugueses de origens e tez diversas.

Aguardemos pelos próximos capítulos, pelas próximas garantias de Carneiro e pelas do governo, e pelos continuados números de Ventura e sequazes.
Assim não iremos longe. Oxalá eu esteja redondamente enganado.
AC

terça-feira, 31 de dezembro de 2024

 


Respeito, SEMPRE, as opiniões de outrem.
Concordo umas vezes, discordo outras.

Creio muito difícil conseguir revistar umas dezenas de pessoas sem garantir que estejam reunidas as condições físicas que assegurem que não abandonam o local antes de revistadas.

Mas creio, igualmente, na persistência malévola de certas argumentações sobre a operação policial de há dias no Martim Moniz.

Esta senhora tem o direito legítimo às suas opiniões. E eu às minhas.
Ambas devem ser respeitadas. Concorde-se ou discorde-se.

Não precisava que a Sra fizesse esta montagem fotográfica, que pessoalmente considero execrável, para confirmar o que dela (como jornalista e comentadora) penso há muito.
AC

segunda-feira, 30 de dezembro de 2024

 AS  INDIG NADAS  NÃO  DIZEM  NADA ?

A Polícia de Segurança Pública (PSP) realizou esta segunda-feira uma operação especial de prevenção na zona dos Olivais, em Lisboa, e foram detidas nove pessoas e apreendidas uma arma branca e uma arma de fogo, informou fonte policial.

Segundo adiantou fonte da PSP à agência Lusa, esta operação aconteceu pelas 07h00 da manhã desta segunda-feira e está inserida nas operações especiais de prevenção criminal. No total, foram emitidos e cumpridos 22 mandados de busca domiciliária.

Além das nove pessoas detidas, os agentes da PSP conseguiram ainda apreender munições de vários calibres, uma arma de fogo, uma arma branca, uma réplica de arma de fogo (conhecida como airsoft), uma soqueira, um bastão extensível, vários tipos de estupefaciente, uma balança de precisão e 21 garrafas de óxido nitroso.

Em relação à droga apreendida, o número de doses em causa ainda está por determinar.
AC

quinta-feira, 5 de dezembro de 2024

quarta-feira, 13 de novembro de 2024

22 OUTUBRO 2024
Se não estou enganado, foi nesta data que ocorreu a tragédia de um homem morrer por ter sido atingido por disparos de um agente da PSP.
Foi no Bairro do Zambujal.
Em condições que terão de ser forçosamente apuradas.

Fui fraco aluno em matemática, cálculo integral, etc. mas, se não erro, passaram 9 dias de Outubro, e 12 dias de Novembro, o que perfaz 21 dias.
Não foi divulgado em que pé estão as investigações e, muito menos, uma data para apresentação das conclusões.

Ou será que isto vai demorar eternidades?
Não percebem que a ausência de rigor mas muito também de celeridade, complica este tipo de assunto?

Será preciso fazer um desenho para ver se percebem?
AC

quarta-feira, 8 de maio de 2024

"O líder do Chega exigiu esta terça-feira explicações da ministra da Administração Interna no parlamento sobre a exoneração do diretor nacional da PSP e afirmou esperar que não se trate de "uma purga" com fins partidários.
"Eu dei hoje instruções ao grupo parlamentar, esta manhã, para que se chame rapidamente a senhora ministra ao parlamento e ela possa explicar as razões pelas quais exonerou unilateralmente" o diretor nacional da PSP, anunciou"
.

Li isto e dei comigo a pensar:
- é absolutamente normal, num Estado de Direito Democrático, que o Parlamento controle o executivo. 
Infelizmente, na nossa história democrática, a regra é normalmente isso não acontecer, opinião pessoal, naturalmente.

Sim, podem vir dizer-me que, olhando para os anos que já passaram, muitos governantes e muitas outras pessoas com responsabilidades administrativas foram prestar declarações ao Parlamento. Ah, sim, e muitas sessões de inquéritos e etc. POIS!

Por mim, na maioria dos casos, tem sido muito faz de conta!

Como já escrevi, não ponho as mãos no fogo por este governo, como nunca pus por nenhum desde 1997.

Estou convicto que a actual ministra conhece muito bem o mundo PSP e GNR. E que no seu íntimo sabe bem o vulcão em que está metida.
Não faço ideia do que se passou, que reestruturação está ou não pensada.
Polícia de proximidade?
Ah….ah….ah…..

Voltando à "pérola" (???) supra que li há pouco.

Pois o deputado Ventura espera - que não se trate de uma purga com fins partidários.
PURGA?
E apreciei o - dei hoje instruções ao grupo parlamentar !
Temos homem!

Isto está cada vez mais hilariante, inarrável.

Estou a recordar-me de António Guterres quando citou que isto estava um pântano, e pirou-se.

No presente não é pântano, é um lodaçal enorme com areias movediças à mistura, e cheio de cocó a boiar por todo o lado.
AC

terça-feira, 7 de maio de 2024

PREC ?

Como se sabe, ainda que persistam muitos em dizer que foi um período anormalmente democrático, tivemos uma época da nossa história desde o 25 de Abril de 1974 bem tumultuosa, com semanas aqui e ali de violência, e houve prisões várias.

Pessoalmente estou convicto que muitas prisões se justificavam plenamente mas estou igualmente convicto de que houve imensa arbitrariedade. Claro que posso estar enganado.

Um dos pontos altos desses tempos foi o cerco à Assembleia da República. De certa maneira, períodos houve em que se justificavam medidas em função de manifestações, e em outros houve manifestações a pedir explicações. O PREC!

Ora, a ver pelo que vem acontecendo, estou a ficar com a sensação de que se começa a montar um sistema (ou há muitos meses que estava já pronto?) de algum modo com semelhanças a esse tempo, ainda que por enquanto timidamente.

Já houve ensaios. Agora, parece, poderá surgir uma manifestação de polícias para que o governo explique tim-tim por tim.tim porque exonerou o chefe máximo da PSP.

A terminar, desconhecendo obviamente os meandros da coisa, também deixo muito claro que não ponho as mãos no fogo por este governo. Como nunca as coloquei no fogo por nenhum desde 1997!

AC

quinta-feira, 2 de maio de 2024

QUE PALAVRAS NÃO PERCEBERAM ?

Já não recordo com exactidão mas, salvo erro, na fase inicial do governo de Passos Coelho/ Paulo Portas na sequência dos desgraçados trabalhos impostos pela TROIKA com a assinatura do traumático Memorando assinado pelo PS/ José Sócrates dadas as "aventuras" e desgovernação financeiras de "Sócrates o Tuga", o então ministro Gaspar pronunciou numa conferência de imprensa mais ou menos as palavras que titulam este texto.

E, independentemente, do estilo arrogante (opinião pessoal naturalmente) de Gaspar, da crise brutal em que os socialistas meteram os cidadãos portugueses, de adversidades não controláveis por Portugal, de em algumas áreas se ter ido além da TROIKA (uma cretinice monumental, opinião pessoal naturalmente), e das fragilidades da economia nacional, a realidade é que a esmagadora maioria dos meus concidadãos convenceu-se há muitos anos que Portugal é um país rico como muitos na Europa, e que o dinheiro cai do Céu sem nada fazermos.

A maioria dos meus concidadãos ainda não quis convencer-se de que, com raríssimas excepções em todos os partidos, a maioria de todos os que estão nos partidos vigariza-nos há décadas. E não quero agora ir ate 1800!

A realidade é aquela que se vê, como por exemplo hoje no Parlamento nacional, na casa da democracia, e pelo que ouvi no rádio do carro (ou ouvi mal?), todos os partidos discutem hoje a questões das portagens por exemplo nas A22, A23, A25 e, se percebi bem, desde o execrável Chega (em campanha - eliminar as portagens JÁ - agora quer estudos e que acabem daqui a seis anos) até aos outros, a discussão deverá andar mais ou menos assim - bom, talvez, é assim, vamos ver melhor, se calhar - e com elevada probabilidade, andarão a ver se concordam com resoluções para recomendar ao actual governo isto e aquilo.

Como dizia Gaspar - não perceberam? Não há dinheiro!

Tenho estado a escrever isto porque, como disse, ouvi no carro notícias cobre as As e as portagens, e ouvi também sobre os PSP e os GNR e as reivindicações sobre os subsídios de risco.

O manhoso governo anterior deu dinheiro aos juízes e aumentou a PJ. Porquê?

Porque é sempre bom ter os juízes mais calmos!

Porque é sempre bom ter a PJ mais calma!

Além disso o inerente encargo financeiro anual é suportável!

O manhoso governo anterior não deu dinheiro a mais ninguém!

Porquê? Porque, como dizia Gaspar - NÃO HÁ DINHEIRO!

Porque não é suportável dar o mesmo a dezenas de milhares de PSP e GNR, e ter de dar depois outro tanto a mais umas dezenas de milhares constituídas por, militares, ASAE, guardas prisionais, polícia marítima ETC.

E Porquê?

Como dizia Gaspar - não perceberam? Não há dinheiro!

Portanto, o mau da fita vai ser este senhor PM Montenegro que não percebeu onde se ia meter; ia-se meter no pântano socialista, pântano do qual o manhoso aproveitou logo que surgiu a oportunidade para se pirar.

Montenegro ou não percebeu ou, se percebeu, é politicamente ESTÚPIDO.

Agora estão aí as explosões sociais prontas a surgir. Aguente.

O problema é que sou eu e milhões de outros que nos lixamos.

Ele e os outros companheiros de todos os partidos, regressarão sempre às casas reconstruídas, ou ao parlamento Europeu, ou ao lugar na pesadíssima máquina do Estado, ou ao escritóriozinho, etc. 

AC

quinta-feira, 14 de março de 2024

P A U L A T I N A M E N T E

Lembrei-me desta palavra, constantemente usada por Pizarro nas suas maravilhosas aparições públicas.

Porque, paulatinamente, muito devagarinho, mansamente, pelo rumo que isto vem tomando, vai ser nas forças de segurança, vai ser com militares mais tarde ou mais cedo.

Oxalá que não, mas creio estarmos a poucos centímetros do que o boneco em baixo procura representar. 

Representa uma versão adocicada de tempos passados, que uns agora afirmam - não senhor, que exagero dizer isso. Repito, oxalá que não.

Tudo cool, meu!

AC

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2024

PERIGOSIDADE
Antes da perigosidade falemos de vencimento base, subsídios alcavalas, etc. Convém tentar ser rigoroso.

Para começar, recordar que à PJ foi atribuído um dado valor para o risco o que, creio, não é aparente é real, consubstancia um diferencial muito grande entre o que no final do mês recebe cada elemento das instituições em causa, PSP, GNR, PJ.  

Mas antes de tudo, recordar que as competências são diversas e diferentes. Mas que, no desempenho das respectivas funções há riscos para os elementos das três, é por demais evidente. Mas tal como há mar e mar há riscos e riscos.

Quantificar o grau de risco para cada é difícil.
Estarei a ver mal o assunto se disser:
- quando a PSP ou a GNR são chamadas a alguma zaragata, assalto, etc., em regra os meliantes já desapareceram quando lá chegam os agentes,
- há contudo algumas situações em que, quer PSP quer GNR quando montam determinadas operações na sequência de trabalho de investigação, vão a determinados locais fortemente armados, em várias carrinhas, e nestes casos, podem ter de enfrentar violência / tiros,
- os agentes da PJ em regra vão a determinados locais sem aparato especial, e podem sempre encontrar resistência armada. Chegam sem avisar. Se certa maneira, poderá dizer-se que os da PJ, em regra, enfrentam potencialmente mais vezes situações de oposição armada.

Há portanto perspectivas várias quanto ao risco. Creio que mais na PJ que na PSP ou GNR é maior a probabilidade de enfrentar oposição armada. Mas voltemos aos Euros no final do mês.

O vencimento mensal bruto na PSP e na GNR estão oficialmente estabelecidos para cada posto.
Tal como para a PJ.

Quanto à PSP e à GNR, se não estou enganado, há muitas semelhanças pecuniárias, há escassas diferenças.

Creio que está em vigor:
- um suplemento de risco = a 20% do vencimento mais 100 €,
- um suplemento especial de serviço,
- um suplemento quando em patrulha, 
- um suplemento de turno e escala,
- um suplemento quando de prevenção, 
- um suplemento de residência, 
- um suplemento para fardamento, 
- um suplemento de comando.

Depois, como é sabido e particularmente na PSP, existem serviços a entidades diversas, que são pagas.
Qual é a carga desses serviços? 
Que regime, que escala para isso?
Como são e quem são os escolhidos? Quanto recebem?

Aquilo a que assistimos agora, parece-me, é uns quantos dissonantes dos sindicatos e da tal plataforma não quererem parar as manifestações de revolta, enquanto a maioria não ligada a movimento inorgânico pretende pausa até haver novo governo.

E é evidente que, como a nossa história democrática demonstra, nenhum governo com raríssimas excepções, resolveu alguma coisa sem ter sido bem pressionado na rua.

Acção/ coação/ pressão nas ruas = decisão/ acção governativa.

Como referi antes, as baixas legais e as outras que de certeza existiram, os médicos que a isso acederam, as auto baixas, os inquéritos, as investigações, as responsabilidades, as consequências, as alterações orgânicas na GNR e na PSP, nada se vai apurar, nada os cidadão comum verá esclarecido na luz do dia.
Há-de passar o tempo e NADA.
Entrará novo governo e veremos.

Aposto que nada sobre euros e encargos no OE será apurado. NADA será publicamente explicado, Do lado dos polícias, eles mesmos, também não haverá muito que esperar.

É como estamos, mas admito estar enganado, a ser injusto. 
Vamos aguardar como as coisas se desenvolverão.
António Cabral

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2024

PSP/ GNR, MÉDICOS, e o estado deste ESTADO
Dizem - PSP e GNR não têm acesso a autodeclaração emitida pelo SNS24, pelo que é necessário um médico para atestar baixa.

Em vários eventos nomeadamente para já no FUTEBOL, houve falta de elementos das forças de segurança, não houve o habitual policiamento. 
Sucederam-se inúmeras manifestações de protesto, por todo o país Continental, o MAI chamou os chefes da PSP e GNR, estes (diz-se por aí) andam a tomar medidas para obviar novas cenas como as que já ocorreram.

Costa escreveu uma carta, Marcelo chamou à atenção das forças de segurança para não perderem o apoio dos portugueses!
Ah, e do lado governamental / tutela quer-se (querem mesmo?) apuramento do que aconteceu, designadamente apuramento de responsabilidades e neste âmbito responsabilidades relativamente às baixas. 

Quem as obteve estava mesmo doente, dezenas e dezenas, todos ao mesmo tempo? Nenhuma coincidência?
E afinal, parece que houve algumas autobaixas. 
Houve? Se sim, de quem?

E neste dia estamos com a evolução da uma já autêntica novela que decorre entre, o que se ouviu nas TV, o que dizem que queriam dizer, o que legitimamente se pode concluir do que se ouviu, e distinções entre alertas e ameaças. Palhaçada e desfaçatez é o mínimo que se pode dizer.

Afinal houve ou não autobaixas? 
Legalmente não podem recorrer a isso, mas houve ou não? 
A PSP e a GNR vão identificar e punir quem a isso recorreu? 

Nisto tudo, para lá de evidente desproporção salarial entre diversos corpos da máquina do Estado, para lá das diferenças várias, há uma coisa clara: a maioria dos agentes das forças de segurança estão legitimamente descontentes e nada satisfeitos.

Nisto tudo pode equacionar-se porque é que Costa em mais de oito anos de suposta governação deixou chegar-se a esta situação.

Nisto tudo temos também o lado dos médicos.
Leio, e fico estarrecido com as declarações do bastonário da ordem dos médicos.
No que é noticiado fica-me uma certeza, CLARA. 
Não vai haver apuramento nenhum sobre como os polícias se sentiram escudados com as baixas legais ou eventualmente ilegais. 
Por outras palavras, não vai ser apurado com rigor quem estava doente de facto, quem passou baixas. 
Não vai querer-se descobrir eventuais fraudes. NADA!

Lê-se os OCS e fica-se com a certeza clara, a ordem dos médicos escuda-se em formalismos, portanto não se vai apurar NADA. 
NADA quanto a eventuais ilegalidades, da parte de doentes e de eventuais falsos doentes, e da parte de médicos.

Nada de apurar comportamentos médicos, pois há que ponderar muita coisa e o bastonário não quer fazer juízos de valor. 
O português comum observou o que se passou com dezenas e dezenas de agentes mas para certas pessoas há que tratar das burocracias e nada de juízos de valor. Sigilo médico.

Possíveis declarações fraudulentas? Nem pensar!
NADA de ponderar sobre eventuais falsas declarações sobre o estado de saúde, seja pelos próprios ou da parte de médicos. NADA!

É tudo muito difícil, complexo, complicado, moroso, e é preciso ordens de tribunal!

Quanto ao "princípio da confiança" tão apregoado, pela minha parte é muito claro o que penso da ordem dos médicos, do PM Costa, do Presidente, de sindicatos e plataformas. Fico por aqui.

Sei alguma coisa sobre a nossa história desde o século XIX, antes da I República, sobre dita a I República, Estado Novo, a Democracia. 
Não mudamos. 
Siga-se a saga do Porto, do Pinto, do que lhe quer suceder, do macaco, ou para onde vai Sérgio no próximo Verão. 

Para quê apurar estas coisas, para quê maçadas, para quê apurar o que realmente se passou e quem colaborou, para quê apurar a natureza de todas as dezenas e dezenas de baixas e se foram de facto atestadas por médicos, para quê a verdade?
Vamos mas é resguardar a confidencialidade, o segredo médico, o sigilo, o código deontológico,

Os médicos não podem dizer que uma pessoa está doente quando não está. E outras coisas!

Mas eu posso dizer que estou cada vez mais convicto de que a sociedade portuguesa dá crescentes sinais de que, INFELIZMENTE, não está de boa saúde. 
E o funcionamento das instituições deixa muito a desejar, cada vez mais. Aguardemos os próximos episódios.
António Cabral (AC)
A CARTA de COSTA
António Costa lá resolveu, ia a dizer - lá resolveu aparecer - mas o correcto é dizer escreveu uma carta.
António Costa sempre apareceu a elogiar o seu virar de páginas, a palrar na UE, e nunca dar a cara em público nos problemas complicados, sempre os ministros.

Respondeu aos disparates (opinião pessoal naturalmente) do sindicalista da plataforma sindical das forças de segurança que, pelo que ouvi na TV, interpretei como alusão razoavelmente clara à possibilidade de poder estar em causa a realização das eleições de 10 de Março, pois são os polícias que fiscalizam e transportam as urnas. 

Costa e na minha opinião muito bem, declarou que tal concretização 
seria “uma grave traição à demo
cracia". E recordou os limites da lei por parte de quem serve Portugal. Fez bem.
Mas, por outro lado, acaba por ser gasolina sobre o fogo, porque em mais de oito anos de governação (???) não tratou do que devia tratar.

A segurança dos cidadãos, a manutenção da ordem pública e o normal exercício do direito de voto são indispensáveis a todos os portugueses.
Obviamente.

Depois brandiu e já Carneiro o dissera, o governo em gestão “não tem legitimidade” para responder às reivindicações. Diz Costa que o governo em gestão está limitado à prática de atos estritamente necessários.

Passar a pagar mais aos agricultores é um acto estritamente necessário? 
Esses pagamentos não são compromissos futuros, duradouros? 
Serão mesmo de natureza extraordinária e não permanente? 
Admito que até haja alguma relação com fundos Europeus mas então, porque é que o governo através da inarrável ministra da agricultura cancelou em tempos subsídios e outras coisas que agora aceita pagar com essa aparente justificação?

Nenhuma bota bate certo com perdigota, pois não?
Admito estar a ver mal o assunto mas . . . . .

Uma coisa me parece evidente, tudo isto tem maus reflexos para Pedro Nuno Santos e PS.
E se a AD ganhar as eleições fica com um berbicacho monumental.

Depois de muita coisa mal referida lá vieram dizer - a polícia não colocará em causa, as forças de segurança não colocarão em causa em momento algum o ato eleitoral, sendo ele um ato constitutivo da democracia.

Anormalidade e massificação de baixa médica? Nãoooo. . . 
Aguardemos os próximos episódios.
AC

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2024

AFINAL, HOUVE ou NÃO ?
Depois de ler isto nos OCS via NET,

Comandante da PSP do Porto avisou que não aceita autobaixas
07 fevereiro, 2024 às 22:14

Superintendente-chefe Neto Gouveia lidera o Comando Metropolitano do Porto da PSP desde Outubro do ano passado.

O comandante metropolitano da PSP do Porto, Pedro Neto Gouveia, informou todo o efetivo, nesta quarta-feira, que não irá aceitar auto-declarações de doenças, mais conhecidas como autobaixas.

Enviada para o correio eletrónico dos polícias, a comunicação foi feita numa altura em que a direção nacional da PSP e o comando-geral da GNR estão a implementar todas as medidas para mitigar os protestos dos elementos das forças de segurança e garantir que mais nenhum evento seja cancelado por falta de policiamento.

A informação enviada aos polícias do Porto, e à qual o JN teve acesso, lembra que as auto-declarações de doença - em vigor desde o ano passado e que permitem a um utente ficar de baixa médica, até ao máximo de três dias, sem atestado médico – não é aplicável aos polícias. Este é, aliás o entendimento da direção nacional da PSP, que sempre avisou os agentes e oficiais que não poderiam recorrer a este método para faltar ao trabalho por motivo de doença.

Mesmo assim, o superintendente-chefe Neto Gouveia admite que as autobaixas que já estejam em vigor permaneçam válidas, mas essa é uma situação que, diz, não mais será tolerada a partir desta quarta-feira.

Recorde-se que muitos elementos da GNR e da PSP apresentaram baixa médica nos últimos dias, atitude que levou a que, no último sábado, não houvesse polícias suficientes para que o jogo de futebol entre o Vizela e o Sporting tivesse início.

Outros eventos desportivos foram cancelados, no fim de semana, pelo mesmo motivo, o que provocou um tumulto que obrigou o ministro da Administração Interna, José Luís Carneiro, a anunciar inquéritos disciplinares aos polícias que não compareceram ao serviço alegando doença. Quase todos, porém, não acionaram a autobaixa, tendo preferido descolar-se ao hospital.

Desde o início da semana, que as cúpulas da GNR e da PSP têm tomado medidas para que esse tipo de situação não se repita
.

ficou-me a dúvida se vários não se decidiram pelas autobaixas.
Formalmente os agentes das forças de segurança PSP/ GNR parece que estão legalmente impedidos de a essa via recorrer.

Ouvi nas TV um representante da tal dita "plataforma" que a autobaixa não era ferramenta médico/administrativa passível de ser aplicada aos agentes.

Mas pelo que se lê é capaz de ter havido uma percentagem que a isso recorreu.
E quanto às baixas porventura obtidas em unidades de saúde?
E quanto às baixas obtidas em consultórios médicos?
E quanto às baixas obtidas através dos médicos que prestam serviço à PSP e à GNR?

E, muito importante, não é indispensável apurar tudo isto, e mais ainda verificar qual o real estado de exaustão física e psíquica de muitos agentes?

É que convinha confirmar se SIM ou NÃO de há anos que muitos fazem trabalhos para ganhar mais uns tostões mesmo não estando nas melhores condições.
AC