sexta-feira, 9 de fevereiro de 2024

A CARTA de COSTA
António Costa lá resolveu, ia a dizer - lá resolveu aparecer - mas o correcto é dizer escreveu uma carta.
António Costa sempre apareceu a elogiar o seu virar de páginas, a palrar na UE, e nunca dar a cara em público nos problemas complicados, sempre os ministros.

Respondeu aos disparates (opinião pessoal naturalmentedo sindicalista da plataforma sindical das forças de segurança que, pelo que ouvi na TV, interpretei como alusão razoavelmente clara à possibilidade de poder estar em causa a realização das eleições de 10 de Março, pois são os polícias que fiscalizam e transportam as urnas. 

Costa e na minha opinião muito bem, declarou que tal concretização 
seria “uma grave traição à demo
cracia". E recordou os limites da lei por parte de quem serve Portugal. Fez bem.
Mas, por outro lado, acaba por ser gasolina sobre o fogo, porque em mais de oito anos de governação (???) não tratou do que devia tratar.

A segurança dos cidadãos, a manutenção da ordem pública e o normal exercício do direito de voto são indispensáveis a todos os portugueses.
Obviamente.

Depois brandiu e já Carneiro o dissera, o governo em gestão “não tem legitimidade” para responder às reivindicações. Diz Costa que o governo em gestão está limitado à prática de atos estritamente necessários.

Passar a pagar mais aos agricultores é um acto estritamente necessário? 
Esses pagamentos não são compromissos futuros, duradouros? 
Serão mesmo de natureza extraordinária e não permanente? 
Admito que até haja alguma relação com fundos Europeus mas então, porque é que o governo através da inarrável ministra da agricultura cancelou em tempos subsídios e outras coisas que agora aceita pagar com essa aparente justificação?

Nenhuma bota bate certo com perdigota, pois não?
Admito estar a ver mal o assunto mas . . . . .

Uma coisa me parece evidente, tudo isto tem maus reflexos para Pedro Nuno Santos e PS.
E se a AD ganhar as eleições fica com um berbicacho monumental.

Depois de muita coisa mal referida lá vieram dizer - a polícia não colocará em causa, as forças de segurança não colocarão em causa em momento algum o ato eleitoral, sendo ele um ato constitutivo da democracia.

Anormalidade e massificação de baixa médica? Nãoooo. . . 
Aguardemos os próximos episódios.
AC

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