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terça-feira, 9 de junho de 2026

DESCARADA AUSÊNCIA de VERGONHA na CARA
Foi dia mundial dos oceanos e vai daí, o chefe do PS vai numa de rota pela economia do mar.
Como é seu apanágio, descobriu agora os oceanos, e vai daí vai indicar caminhos ao governo quanto a este tema.

Vai começar o seu périplo pelos Açores, talvez mandado pelo seu presidente Carlos César.

Como é seu apanágio, Carneiro que esteve no rebanho socialista de Costa promete agora ouvir toda a gente, empresários, pescadores, gentes várias.

Como é seu apanágio, Carneiro irá 
apresentar o desenho de políticas públicas capazes de reforçar a competitividade, a inovação e a sustentabilidade da economia azul portuguesa. É bonito.

A par do anúncio da iniciativa Carneiro cuidou hoje de salientar a falta de visão do governo e a sua falta de planeamento ( parcialmente concordo com Carneiro).

E Carneiro descobriu que o mar/ os oceanos é um dos principais recursos do país e que não está a ser aproveitado.
Claro que Carneiro lembrou os grandes esforços de Costa nesta matéria, esforços notórios e notáveis que toda a gente viu!
Ah, Costa estava a dar "centralidade ao tema"

Carneiro afirmou que enquanto líder do PS, quer é dar centralidade política ao tema, que é uma área que mobiliza amplos sectores.
Carneiro propõe-se portanto ser "farol" para Luís Montenegro.

Portanto, temos mais uma vez  Carneiro a apontar rumos ao governo.
Carneiro, porque farol, passará a ser incluído nos livros de ajudas à navegação marítima.

Quem quiser que se dê ao trabalho de pesquisar nos 8 anos e algumas  semanas que decisões estrondosas foram tomadas e que fabulosos sucessos foram obtidos no que se refere à brutal massa oceânica sobre a qual Portugal tem jurisdição. Não me refiro a anúncios!

A descarada ausência de vergonha na cara continua a ser uma marca.
Patético.
AC

domingo, 4 de fevereiro de 2024

LIDO HOJE nas GORDAS via NET
"Formas de luta vão ser cada vez mais radicais.” Polícias admitem boicotar eleições de 10 de março
“O descontentamento está a aumentar e as formas de luta vão ser cada vez mais radicais”, diz à TSF Armando Ferreira, presidente do Sindicato Nacional da Polícia, que alerta que o que aconteceu em Famalicão pode alastrar-se a todo o país
.

Portanto, a probabilidade do descalabro é cada vez maior.
A probabilidade da PSP "desaparecer", das portas dos bancos, de outras instituições, de todos os lugares onde são extra-remunerados, desaparecer no dia das eleições em Março, é enorme.

Portanto, sr António desaparecido Costa, "desaparecendo" os polícias de vários locais e em substituição aparecendo cada vez mais em frente à Assembleia da República e no Terreiro do Paço, fica ainda mais ansioso por lugar rápido na UE, certo?

O outro fugiu do pântano, "Bocelência" que dizem com tanto prestígio  junto da Ursula do Michel e de outros, não consegue pirar-se rapidamente deste pântano para o qual, como toda a gente sabe, nada contribuiu, só virou páginas?

É que se calhar e apesar de estar em gestão e não poder anunciar as suas obras, não tarda vai ter de olhar para as Forças Armadas para controlar as coisas, tipo América do Sul ou países Africanos.

Mas, pensando melhor, se calhar vai mesmo só olhar para elas, pois mesmo com o seu amiguinho em Belém, se as chamarem, são capazes de também vos fazerem o manguito! Ou não?

Sabe sr Costa, sabe sr Marcelo, sabem senhores líderes partidários e forças políticas, tenho a impressão de que os militares das Forças Armadas estão cansadas de serem as melhores das melhores, as forças de segurança idem, os médicos idem, os juízes idem, os enfermeiros idem, os agricultores idem, os professores idem, os funcionários judiciais idem, os notários idem, os condutores de autocarros e camiões idem, os taxistas idem, os analistas idem, os funcionários portuários idem, os funcionários públicos idem, os pensionistas idem, os funcionários da recolha do lixo idem, os ferroviários idem, os porteiros idem, os talhantes idem, os pescadores idem, etc. etc.

Não tenho bola de cristal, não sei como isto vai continuar e acabar, se acabar.
Há, creio, algum controlo sindical, mas creio que há pouco e, sobretudo, creio eu que há o que se designa por movimento inorgânico.
Creio que as forças de segurança têm bastante razão em muitos aspectos.
Mas, depois de ouvir certos representantes policiais na TV, observar o seu ar e sobretudo algumas coisas que disseram, não me ficam muitas dúvidas de que por trás disto há coisas estranhas.
Além de evidente indisciplina, intolerável ameaça de boicote do processo eleitoral de 10 de Março próximo.
Aguardemos.
AC

Ps: neste país que cada vez mais parece em decomposição, era interessante apurar-se as baixas dos polícias.
Auto-baixas, ou/ e médicos complacentes com tudo e mais alguma coisa? 

quarta-feira, 20 de dezembro de 2023

APANHADORES  DE  AMÊIJOAS
A revista Visão apresentou semanas atrás um artigo extenso sobre este assunto e a gandulagem/ malfeitores que ganha muito dinheiro com as amêijoas do Tejo.

Há poucos dias, notícias de uma operação de grande envergadura mobilizando meios da Autoridade Marítima, Polícia Marítima, agentes dos serviços de segurança, creio que pelo menos até gente do sucessor do falecido SEF.

Nisto tudo há exploração de pessoas, há negócios ilícitos, há fuga a impostos, há atentados à saúde pública, há quase toda a gente ilegal, há miséria humana degradante, há gente que arrenda quartos e pocilgas para os desgraçados explorados, há grande burburinho mas, depois, passados dias, tudo continua basicamente na mesma.

Voltam a ver-se carrinhas a receber os sacos carregados aos ombros de gente andrajosa, há carros sem qualquer inspecção a passear-se por exemplo pelo Samouco e Alcochete e outras zonas mais perto do Barreiro e nada lhes acontece, e continua a ver-se um estendal imenso de barcoitas junto ao Samouco. 
O panorama observado da ponte Vasco da Gama é eloquente. 
Junto à ponte cais em Alcochete quase desapareceram de lá. Creio que passou quase tudo para o Samouco e alguns entre Alcochete e Samouco, na zona da antiga seca do bacalhau.

Este tema é bem exemplificativo da falência quase total deste desgraçado país, da falência da autoridade do Estado, do controlo, da segurança dos cidadãos.

Ninguém se interroga como aparece esta gente aqui?
Vieram de avião? 
Os desgraçados vestidos andrajosamente e pelas ruas a chinelar, ou com fatos de mergulhador a sair ou a ir para a água, muitos deles com os ditos fatos estando esfarrapados, chegaram a Lisboa/Porto/Faro de avião? Pois pois…..
Depois admiram-se.

E nas autarquias, o que fazem para esta questão de casas velhas do casco velho alugadas para magotes de gente, ou contentores em quintas, como em tempos também descoberto?
E os carros a passar nas barbas da GNR
Enfim, é Portugal! 
AC


quinta-feira, 19 de outubro de 2023

JMJ. SEF rejeita considerar casos de peregrinos desaparecidos como ameaça.
Serviço de Estrangeiros e Fronteiras relativiza a situação e acrescenta que os peregrinos que forem eventualmente detetados em situação irregular serão expulsos
.

Já se passou algum tempo sobre esta notícia.
Depois dela nem um pio.

Pode concluir-se que,
- deste desaparecimento o SEF rejeitou qualquer ameaça ,
- o SEF garantiu a possibilidade de virem a ser se detectados, 
- se forem detectados, o SEF garantiu que seriam expulsos.

E a nova agência?
E as centenas de milhares de pedidos pendentes?
E as filas que as TV mostram, mais a mafiosa "cena" das senhas?

Cada vez mais me convenço, estamos no bom caminho, no caminho certo.
O precipício é . . . . . já ali, um poucochinho mais adiante!
AC

quarta-feira, 26 de julho de 2023

 HAVIA  JÁ . . . . 

- pinhal, 

- pinar, 

- pináculo,


agora há pineal. . . . 

A mim parece-me o pináculo da, desfaçatez, pouca vergonha, ao que isto chegou, ausência de autoridade de Estado.

AC

sábado, 27 de maio de 2023

NÃO  ERA  PRECISO
Não eram precisos mais exemplos para demonstrar o estado deplorável a que chegou Portugal.

Não eram precisos mais exemplos para demonstrar o estado lamentável da sociedade portuguesa, o estado deplorável de uma consistente e crescente falta de civismo e respeito pelos outros.

Não eram precisos mais exemplos para demonstrar o que é um Estado exíguo, em que se cancela mais cedo uma feira do livro porque se teme o vandalismo de tugas depois de um jogo de futebol que, supostamente, consagrará um campeão nacional de futebol.

Não eram precisos mais exemplos para demonstrar o que é um Estado exíguo, em que, aparentemente, alguém acusada e considerada culpada de desvio de milhões acabe por ter de pagar a brutal quantia de 1000,00 €.

Não eram precisos mais exemplos para demonstrar o que é um Estado exíguo, em que os processos em investigação demoram anos e anos, como se vê agora, ao saber-se estar mais um a decorrer desde 2016. São só 7 anos!

Não eram precisos mais exemplos para demonstrar o que é um Estado exíguo, em decomposição acelerada, em que as trivialidades como as do futebol ou festivais (??) de Verão ou outras, são entronizadas nas TV, enquanto ninguém com responsabilidades públicas aponta a crescente demissão da autoridade do Estado. 

AC

terça-feira, 11 de abril de 2023

UMA das MUITAS VERGONHAS em PORTUGAL

A falta de polícia marítima na Praia de Carcavelos: um déjà vu
Aníbal Rosa, 09 Abril 2023, Diário de Notícias

Mais um verão se aproxima e no que diz respeito ao Security e Safety na costa portuguesa, tudo continua a piorar neste país à beira mar plantado.

A falta gritante de elementos da polícia marítima, muito por falta de recrutamento nos últimos anos, pelo envelhecimento dos operacionais e pela falta de vontade política do aumento da corporação, leva a que estes profissionais tenham de se desdobrar diariamente para poder acorrer a todos os incidentes registados na costa portuguesa.

O número de efetivos da polícia marítimajá não chega ao meio milhar, distribuídos pelo continente e Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, com tendência a diminuir drasticamente nos próximos seis anos com a saída em massa dos elementos policiais recrutados há 25 anos atrás por altura da Expo 98.

Podemos afirmar com toda a certeza que, com os níveis de recrutamento dos últimos anos e a saída para a aposentação destes policias, o futuro desta corporação está gravemente ameaçado, o mesmo será dizer, condenada à extinção.

As missões existentes e o número de operacionais da polícia marítima disponíveis leva a que as mesmas sejam realizadas com elevado grau de perigosidade para os agentes, sem qualquer tipo de apoio no terreno, pondo em causa a sua integridade física como pudemos assistir, mais uma vez, na praia de Carcavelos há uns dias.

Nos vídeos que circularam nas redes sociais, somente dois agentes da polícia marítima de Cascais estavam disponíveis para a multidão de jovens enfurecidos que se encontravam na praia. Estes dois agentes corajosamente tentaram sanar os ânimos, tentando proteger quem era para proteger, mas sem possibilidade de fazer muito mais.

Este é efetivamente o exemplo dos 28 comandos locais da polícia marítima existentes no país, comandos sem efetivo, muitos só com um elemento policial, outros fechados à noite e a maior parte deles sem viaturas e meios aquáticos para operar! Uma vergonha nacional!

Perante cenários de violência gratuita como este, que vão crescendo um pouco por toda a Europa e que se repetem todos os anos nas praias da linha, o comando da polícia marítima anunciou com toda a pompa e circunstância que nos dias imediatamente a seguir, terá havido um reforço policial da mais agentes da polícia marítima em Carcavelos, mas a verdade, é que o reforço de mais dois homens, oriundos de outro comando, não chegam sequer para as "encomendas". Para além disso, a vinda destes homens em reforço para a polícia marítima de Cascais, faz com que o seu comando de origem fique desguarnecido, com menos duas unidades.

Senhores governantes deste país, de uma vez por todas, digam que Polícia Marítima querem para Portugal, pois nestas condições esta polícia já não tem capacidade para garantir a integridade física dos seus próprios homens e mulheres, quanto mais segurança do Cidadão.

Aníbal Rosa, Associação-Sócio Profissional da Polícia Marítima

Este artigo dá conta, superficialmente, de uma das muitas pouca vergonhas existentes em Portugal. 
Pouca vergonhas que crescem, sob o olhar e riso patético do actual homem em S.Bento.

AC

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2023

A PROPÓSITO,
Imigração, Migrantes, Acolhimento, Inserção Social, Integração,

e já agora, Segurança, SEF, Autoridade do Estado

Incêndio em Lisboa: desalojados estão com a Santa Casa ou usaram meios próprios
Dez das 21 pessoas afetadas estão no alojamento de emergência da Santa Casa. Todos os feridos levados ao hospital já tiveram alta
.

Quantos portugueses se espantarão com coisas assim?
Não me admiro que sejam relativamente poucos.
Como nada me admira que as carpideiras do costume, donas do politicamente correcto e outras coisas, não se manifestem desabrida e ruidosamente como fazem a propósito de (para mim) certas trivialidades fraturantes. 
Uma coisa tenho a certeza, na Assembleia da República estão transtornadíssimos e preparam legislação urgente que vai obviar à repetição de mais casos como este!

A crescente pouca vergonha/ incompetência/ desleixo no tratamento dos assuntos do Estado pelas mãos dos sucessivos titulares de órgãos de soberania coloca a sociedade portuguesa cada vez mais perante dramas como este de Lisboa.

Mas, espera, só Lisboa? E Porto? E Setúbal? E Barreiro? E Seixal? E Almada? E . . . . . 
E se começássemos a sério a olhar para o que se passa na maioria dos distritos no Continente, em inúmeros concelhos?

Chocam agora alguns com a realidade (ficaram espantados, coitadinhos) e depois vão pedir desculpa.

E que autoridade do Estado podemos avaliar neste trágico (mais um) episódio?
Dizem as notícias que a proprietária do imóvel o terá alugado com certo fim e não fazia ideia que, afinal, por lá andaria quase uma trintena de imigrantes ou migrantes, como quiserem.

A proprietária não sabia, diz.
E na rua ninguém sabia, naturalmente, não é?
E a PSP mais a polícia municipal que na sua acção de dissuasão e fiscalização constantemente passam naquela e em todas as outras ruas da Mouraria, à semelhança do que acontece em todas as zonas da cidade e arredores SEM EXCEPÇÃO, obviamente que não sabiam.
Tal como na Junta de Freguesia também ninguém sabia, deste o presidente Coelho do PS ao estafeta da JF.

Tal como no governo que tem os serviços públicos a integrar toda a gente que por cá aparece não é verdade, nunca ninguém imaginou que tal coisa se pudesse passar no país, e menos ainda na capital deste desenvolvido país, cujas forças de segurança controlam rigorosamente as entradas lícitas no país e combatem vigorosamente as ilícitas. 

Morreram 2 seres humanos, em boa verdade morreram dois dos desgraçados seres humanos que por ali se amontoavam, tipo sacos de batatas. Condições infra-humanas é capaz de pecar por defeito.

Onde está a indignação moral de muitos e de muitas do costume?
A algazarra que costumam fazer por certas coisas, não saiu da garganta.
Ou, eventualmente, lá resolveram começar a esquadrinhar rua a rua da Mouraria para depois passar a outros bairros e a outras zonas bem conhecidas da cidade? 

A fazer algo que certamente a Junta de freguesia não precisa de fazer pois sabe exactamente tudo o que se passa na sua área de responsabilidade.

Por exemplo, como sabem de todos os fogos (prédios, andares) que existem na freguesia, conseguem saber em contacto com os fornecedores de gaz, em que condições estarão todos os fogos depois das vistorias de lei feitas às instalações de gás nas cozinhas e nas casas de banho.

Por exemplo, como sabem de todos os fogos (prédios, andares) que existem na freguesia, conseguem saber em contacto com os fornecedores de electricidade, em que condições estarão as instalações eléctricas de todos os fogos e sobretudo a quem não conseguem cobras as dívidas.

Idem para água, TV. Fiquemos por aqui. Ah, com os metadados sabe-se tudo, pois os migrantes têm telemóveis, certo? Ou errado?

E certamente que os donos e donas do politicamente correcto e que se arrepiam com condições de trabalho em estufas por esse país fora estão já a verificar também o que se passa com aquela gentalha que anda por todo o lado em motorizadas e bicicletas com umas mochilas típicas às costas.

Como certamente andam a investigar já o que se passa com as dezenas e dezenas de condutores de automóveis com um letreiro atrás -  TVDE! Tudo brancos caucasianos.

Na nossa moderna e cosmopolita Lisboa a realidade é muito diferente da apregoada. 

Porque é que a senhora da segurança social e mais do trabalho não vai observar certas paragens de autocarro, certas filas nas lojas do cidadão ou, SOBRETUDO e por exemplo, as filas no início da António Augusto de Aguiar onde há uma "loja" do SEF? É ir lá. 
Eu passo lá frequentemente, a pé, e fico com uma noção daquilo em que o meu pais se está lentamente a transformar.

Agora foi na Mouraria. Há tempos foi em outros locais  e mesmo sem incêndios, sempre problemas muito graves de amontoados de seres migrantes. 
Claro que perfeitamente integrados neste maravilhoso país
Estou a lembrar-me de um cena há tempos na Fontes Pereira de Melo.

Passem em Arroios, Anjos, Intendente (onde um certo e gordo presidente de câmara se vangloriava). 
Passem na Almirante Reis e entrem em algumas transversais. 
Passem na Moraes Soares. Passem no Martim Moniz ou na Praça da Figueira. Passem nas zonas de Campolide até ao aqueduto e Buraca.
E tanto mais.

Onde estão os progressistas da Assembleia da República?
Bom, de facto, vê-se mês após mês com o que se divertem.

E Costa caladinho que nem um rato, o costume.
Ah, esqueci-me, o programa "habitar" ou lá como se chama, vai resolver rapidamente todas estas questões, por isso a secretária passou a ministra! Resolver todas as dificuldades de habitação para jovens, migrantes e etc.

A superioridade moral da gentalha do costume vencerá, tudo resolverá. Se eventualmente não resolver, a culpa é da Rússia, da inflação, da geada, e naturalmente do Passos Coelho.

Aguardemos até à próxima tragédia.

AC

terça-feira, 7 de fevereiro de 2023

GUADIANA


Pelo Guadiana acima entram muitos veleiros e outras embarcações.

E o que entra mais? O que crescentemente se vem passando na costa Algarvia terá algum reflexo, algum "colateral" para esta via?

E não me refiro apenas a coisas (drogas, armas) ilícitas, refiro-me também a tráfico humano. Ou o que aparece no Alentejo e Algarve vem pelos aeroportos nacionais, passando nas alfândegas?

É só uma dúvida.

AC

segunda-feira, 19 de outubro de 2020

 MAIS UMA VEZ

Mais uma vez, a PSP foi recebida a tiro depois de chamada para pôr termo a uma festa de cerca de 300. Hoje, Domingo. 

Onde se passou, e a esta hora ainda por lá deve haver muita balbúrdia?

Certo, na Cova da Moura. Há mais, muitos mais como a Cova da Moura, pelo Continente à beira mar plantado.

O que faz o governo?

O que dizem destas coisas o CDS, PSD, PS, PCP, e BE?

Que eu saiba nenhum dos citados faz coisa alguma.

Autoridade do Estado? Hum.............

Cada vez me parece mais que a pouco e pouco também estamos a construir e a manter umas favelas à portuguesa. Aguardemos.

AC 

sexta-feira, 19 de abril de 2019

AUTORIDADE do ESTADO
Há décadas que se ouvem umas criaturas a falar, e sempre emproados, de Estado, de Autoridade do Estado.
Os últimos dias têm sido excelentes (tem havido tantos nos últimos anos) para se avaliar o efectivo exercício da Autoridade do Estado.
O meu há muitas décadas falecido avô materno (um daqueles que frequentava o velho Nicola e outras paragens), tinha várias expressões curiosas. 
Uma delas era - cambada de parvalhões.
No recente dia de mais uma determinação de serviços mínimos, serviços que nunca são cumpridos rigorosamente, e nada acontece a quem comete esse crime, lembrei-me desta frase, parecendo-me que é muito apropriada ao momento!
AC

quinta-feira, 1 de novembro de 2018

INIMIGO DA DEMOCRACIA
O maior inimigo da democracia não é o confronto, não é a inquietação, não é a revolta justa das pessoas, é o conformismo, é a resignação, é o compadrio, é a corrupção passiva e activa.  
É a bovinidade, é a descarada ausência de vergonha na cara, é a inacreditável ausência de autoridade do estado que primeiramente é para ser desempenhada pelo governo,  é a vergonhosa e persistente situação de não atribuição de meios por exemplo para a Polícia Judiciária situação nunca revertida e percebe-se bem porque este governo o não faz, é a impunidade da malandragem.

António Cabral