Mostrar mensagens com a etiqueta JMJ 2023. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta JMJ 2023. Mostrar todas as mensagens

sábado, 30 de março de 2024

J M J 🙏🙏🙏🙏
Vou presumir que alguns dos meus concidadãos estiveram atentos a todo o processo que antecedeu a chegada do Papa Francisco ou seja, a preparação de tudo o que era necessário para a realização da JMJ 2023, evento com que António Costa PM se comprometeu e regozijou com a sua realização em Portugal.

Vou presumir que alguns dos meus concidadãos estiveram atentos à JMJ ele própria e esperaram pelas contas que D. Américo naquele seu ar altivo anunciou com pompa que tudo seria minuciosamente explicado e noticiado.
E ainda não estava no conselho superior do FCPorto!

Vou presumir que a maioria dos meus concidadãos se esteve e está borrifando para tudo que antecedeu o evento, só quis ver/assistir ao evento, e se esteve e está borrifando para tudo posterior ao evento.

Vou presumir que uma grande parte dos meus concidadãos se esteve e está borrifando para Marcelo, Costa, D.Américo e Sá Fernandes, como é o meu caso.

Eu sou dos que tive muito interesse em seguir pela TV o evento.
Eu sou dos que percebi que a preparação para o evento arrancou muito tarde, e estou convicto de que em boa parte isso foi por culpa de António Costa e do seu governo.
Sou dos que aguardei por explicações detalhadas sobre os gastos.
Concretamente, feitas as contas, olhados os contratos normais ou por ajuste directo, 
- que pagou o governo, 
- o que pagou a CMLisboa, 
- o que pagou a CMLoures, 
- o que pagou a igreja portuguesa, 
- o que pagou o Vaticano.

Tenho de admitir que será por inépcia minha, mas não estou esclarecido relativamente ao que enunciei atrás.
A recente Auditoria do Tribunal de Contas veio afirmar que o evento que trouxe o Papa a Portugal não teve um planeamento efectivo.
Apontados centenas de contratos celebrados no âmbito da Jornada Mundial da Juventude ( JMJ) com recurso ao ajuste directo.
Mas mal que pergunte, se no OE estava definido um certo tipo de regime de excepção, estavam à espera de quê?

E os atrasos? E as discussões? 
Planeamento?
E as criaturas em bicos de pés, com e sem chapéu?

Alguns custos parecem assumidos ainda que com alguma nebulosidade, por exemplo o altar terá orçado em quase 3 milhões de euros depois de muitas alterações de projecto, e as fundações respectivas pelo menos 1,1 milhões de euros.

Fala-se sempre em interesse público.
Bolas, à parte regime de excepção, eventuais pantominices, com e sem ajuste directo, não é tempo de dizerem, com rigor:
 
- o governo pagou X, 
- a CMLisboa pagou Y, 
- a CMLoures pagou W, 
- a igreja portuguesa pagou V, 
- o Vaticano pagou Z.

D.Américo, Sr presidentes de CM, igreja católica portuguesa, é muito difícil?
AC

quinta-feira, 19 de outubro de 2023

JMJ. SEF rejeita considerar casos de peregrinos desaparecidos como ameaça.
Serviço de Estrangeiros e Fronteiras relativiza a situação e acrescenta que os peregrinos que forem eventualmente detetados em situação irregular serão expulsos
.

Já se passou algum tempo sobre esta notícia.
Depois dela nem um pio.

Pode concluir-se que,
- deste desaparecimento o SEF rejeitou qualquer ameaça ,
- o SEF garantiu a possibilidade de virem a ser se detectados, 
- se forem detectados, o SEF garantiu que seriam expulsos.

E a nova agência?
E as centenas de milhares de pedidos pendentes?
E as filas que as TV mostram, mais a mafiosa "cena" das senhas?

Cada vez mais me convenço, estamos no bom caminho, no caminho certo.
O precipício é . . . . . já ali, um poucochinho mais adiante!
AC

sábado, 19 de agosto de 2023

Laicidade (11): Despautério

Parece que com a Jornada Mundial da Juventude entre nós o princípio constitucional da separação entre o Estado e as igrejas foi mandado de férias, perante a complacência geral. 

Mas quem julgava que o pico da violação da laicidade constitucional tinha sido atingido com a decisão da CM de Lisboa de mandar edificar o palco-altar, com cruz e tudo, para a principal cerimónia religiosa - caso que aqui denunciei -, eis que o Presidente da CM de Cascais, possuído de zelo confessional, resolveu levar a melhor, com o anúncio entusiasmado de que o município vai gastar meio milhão de euros para comprar paramentos para os sacerdotes e outras alfaias religiosas

E ninguém se escandaliza com este inconcebível despautério? Os partidos laicos vão deixar prevalecer cinicamente o silêncio cúmplice? O Ministério Público não vai impugnar o abusivo gasto de dinheiro público, em manifesto desvio de poder? O Tribunal de Contas vai depois aprovar as contas do município?

POIS É
VM como muitos outros sabem ou melhor, sabem mas fingem que não sabem, que as normas que estão na nossa Constituição tal como em inúmeras leis são para cumprir à letra mas, em muitas ocasiões da vida em Portugal, sempre que convém aos poderes que estiverem instalados, e mesmo às vezes aos que bramam pela CRP são para cumprir no estilo . . . . pois sim, moita carrasco.

Pessoalmente, que sou católico repito, que sou CATÓLICO pouco praticante, também considero um escândalo este tipo de coisas como o anunciado em Cascais. E já escrevi sobre os gastos, por exemplo acerca da JMJ 2023 e da pontezinha da polémica.


Em Portugal, conforme as épocas, surge mais ou menos vozearia com escândalo, sempre dependendo em grande parte da ideologia dos poderes instalados.
E assim se fazem festarolas as mais diversas em Portugal, sempre à custa dos contribuintes, sejam simpósios, lautos almoços de serviço, recepções, oferendas várias, etc.
Agora foi a JMJ2023 e a visita do Papa.

Mas as festarolas são contínuas, com todas as ideologias, em todas as autarquias.
Veja-se o património de certos partidos . . . .
Veja-se as assessorias e consultorias de grupos parlamentares . . . .
Veja-se as assessorias e consultorias governamentais . . . .
Veja-se as festanças com os anúncios e propaganda governamentais, como o que ocorreu recentemente em Penha Garcia . . . .
Veja-se os transportes em autocarros para isto e para aquilo . . . .
Veja-se as festas medievais por todo o lado, incluindo em locais que nem tradições nem castelo têm . . . . etc.

AC

terça-feira, 15 de agosto de 2023

PONTE

Ponte - construção que permite a passagem de uma via de circulação sobre um curso de água ou um vale; . . . . . . .

E como digo aqui no blogue e em conversas com amigos O diálogo é a ponte que liga duas margens.
Mas este caso que enfurece os do costume, mostra que diálogo não parece ter havido e pelo que se vai vendo a coisa não melhora.

Milhares de pessoas assinaram já uma petição para impedir que a ponte construída sobre o rio Trancão para o evento JMJ 2023 venha a ter o nome do cardeal patriarca de Lisboa cessante.

Mão amiga enviou-me quer a petição a que que me refiro em cima (não a tinha procurado) como também a petição que vai num sentido oposto ou seja, deseja que a ponte fique com o nome do Cardeal Clemente e que o que vem sendo designado por Parque Tejo fique com o nome de Papa Francisco.

Salvo melhor opinião, nisto como infelizmente em muitas coisas, salta à vista a demagogia de ambos os lados das barricadas ideológicas. 
Mais, parece-me lícito poder concluir do que se vê por parte de vários, o arfar de egos desmedidos, ausência de sentido das responsabilidades, ausência de diálogo, ausência de noção das proporções, ausência de sentido das realidades e, a avaliar pela noticiada recusa de D. Clemente, parece demonstrar uma completa ausência de noção de como se devem fazer as coisas. 

A toponímia das aldeias e vilas e cidades nem sempre reflecte o valor, o mérito, de personagens/ cidadãos portugueses e até alguns cidadãos estrangeiros.
Mas a esquerdalhada é assim, e muitos direitolas (os decentes, não estou a falar de Venturas e similares) não se mostram muito diferentes. É fácil verificar  e a começar por Lisboa, que há muita ideologia na definição da toponímia de cidades, vilas e aldeias.

Ver nos rodapés das TV - a maioria dos utilizadores da ponte está contra a intenção de atribuir-lhe o nome "Clemente" - dá-me vontade de rir.

As notícias tendem a indicar que a ideia é da Câmara de Lisboa. 
Eu gostava de saber se foi só da CML (e dentro dela de quem partiu a ideia, Moedas ?....), ou se a CMLoures foi auscultada e se concordou. 
Por mim, há aqui um atirar ao Moedas o que, porventura, neste caso, é capaz de se vir a concluir que é merecido. 

Por mim, a máquina de Costa está a trabalhar em força mesmo em tempo de férias de Verão, a esforçar-se por deitar abaixo tudo o que posso engrandecer politicamente o autarca de Lisboa. 
É claramente adversário a roçar inimigo.

Depois, ninguém no PS dirá alguma coisa, silêncio tumular - ah estamos de férias - POIS!

Ainda assim lá aparece um PS sem cartão mas muitíssimo rosa e turbo administrador e comentador, a insurgir-se com o que estão a fazer a Clemente. 
Fica sempre bem uma voz destas, . . . .um deles, dissonante.

Como cidadão comum tenho a maior das dúvidas que a felizmente muito bem organizada e bem sucedida JMJ 2023 tenha de "obrigar" a crismar seja o que for com o nome dos principais protagonistas.

Por mim, continuo atento a como é que a igreja católica nacional e a de Roma está a tratar a pedofilia/ abusos. 
Por mim, se vi actos concretos de realçar, se Francisco recebeu alguns mártires dessa vergonha é louvável mas nada resolve, ando com a sensação de estar aí um aparente arrefecer do processo de investigação e subsequente tratamento, e até alguma indecisão aqui e ali. 

Para mim, naturalmente, na toponímia, em monumentos, museus etc., nada me choca que se lhes aponha o nome de um padre, bispo, cardeal, Papa. 
Nada me choca que para os mesmos fins se vão buscar nomes sonantes da nossa história, nomes com actividade política, educativa, cultural, pedagógica, militar, etc. Mas penso que as escolhas devem acontecer depois dos escolhidos já não estarem entre nós há alguns anos.
Mas, creio indesejável que a atribuição de nomes seja sobretudo por razões ideológicas ou razões da moda, das modas, do politicamente correcto, do "Wokismo".

Para tentar que fique claro o meu ponto de vista, 
- eu teria tirado o nome Salazar à ponte, passava a ser como é ponte 25 de Abril, mas à entrada da ponte, em local visível mas muito discreto, devia ter uma placa pequena com o anterior nome e a data de inauguração,
- defendo esta postura desde sempre, e sei alguma coisa de história nacional para ter uma razoável ideia sobre os períodos da nossa história que se podem designar de, pelo menos, por tristes e lamentáveis aos olhos e valores de hoje, que não são os de há séculos, 
- reagiria se algum dia quisessem atribuir o nome Barbieri ou Silva Pais ou Urraca ou Filipe de Espanha a uma rua ou Praceta, sendo certo que temos, por exemplo, a Praça de Espanha em Lisboa,
- sou apologista de que na toponímia se faça sempre como vejo em muitas das nossas vilas e aldeias e cidades mais pequenas sempre que se alteram nomes: estar bem legível e em letra maior o nome e, em letra bastante mais pequena - antiga rua ...

Voltando à ponte do Trancão, já me perguntei, quem foi o grande protagonista da JMJ 2023? 

Imagino hipóteses de alguns dos meus concidadãos:
- Marcelo Rebelo de Sousa, . . . . (??????????????????)
- Carlos Moedas, (?????????),
- Sá Fernandes, (???????????????????),
- Américo Aguiar, (?????????),
- Manuel Clemente (?????????????????????),
- Papa Francisco, (?),
- governo PS, (??????????????????????????),
- Ana Catarina Mendes, (?????????????????????),
- CM Lisboa (?????????)
- CMLoures, (????????)
- CMOeiras, (????????????????????????????????).

A resposta à minha pergunta supra é: 
✒ grande protagonista, foram as pessoas, e a juventude, naturalmente.

E se no milhão e meio estimado no último dia da JMJ 2023 havia milhares de jovens de nacionalidades várias, parece-me óbvio que havia também muita gente de idades diversas, e acredito que a maioria seriam católicos mas, certamente, não eram 1500 000,00 fiéis.
E pela televisão, em Portugal, certamente que mais uns milhões seguiram a jornada toda. Eu não fui à JMJ 2023, e quase nada segui pela TV, estava fora de Lisboa.
 
A ponte tem de ter um nome? Que diabo, não pode ficar sem nome?

E já agora, neste Portugal cada vez mais peculiar, atribuir um nome a uma pequenina ponte dentro de um concelho, tem que ser debatido na Assembleia da República ou no / pelo governo que está?

Bom, se tem de ter nome, a mim parece lógico que as CM de Lisboa e Loures teriam de arranjar um nome de comum acordo.

Será então pateta ponderar estes nomes:
- Ponte Rio Trancão,
- Ponte para o futuro,
- Ponte da Juventude,
- Ponte JMJ 2023

Quanto às áreas de um e outro lado da ponte nada me incomoda que lhe aponham o nome Papa Francisco.

Mas, porque não ponderar - Parque Tejo de um lado e Parque Trancão do outro?
Ou, porventura, Parques da Juventude?
AC

sexta-feira, 11 de agosto de 2023

ORA  VAMOS  A CONTAS . . . . 

Para Marcelo, se percebi bem, isto está pago do ponto de vista económico! Temos, portanto, o costume a sair daquela boca.

D. Américo de Aguiar afirmou que as contas totais da JMJ, com detalhe ao cêntimo, serão apresentadas em breve, uma prestação de contas com 100% de rigor e transparência. 

O inarrável Sá Fernandes anunciou - lá para Setembro falamos!

Como é evidente, haverá quem, muito legitimamente, se revolte um bocado por os encargos financeiros terem uma comparticipação enorme do dinheiro dos contribuintes, provavelmente bem superior à suportada pela igreja católica portuguesa.

Haverá, também, e muito legitimamente, quem entenda que o governo e as câmaras municipais envolvidas (designadamente Lisboa, Loures, Oeiras) fizeram bem em arcar com grande parte das despesas inerentes à preparação, organização e realização da JMJ 2023.

Parafraseando um certo jogador de futebol, no fecho das contas falamos.

Entre outras coisas, as contas deverão explicar os atrasos, por culpa de quem, e esmiuçar as história dos ajustes directos.

Isto dito, e sem saber que acordos, protocolos, concessões, houve entre governo, autarquias, igreja, Fundação JMJ, a sensação que tenho é de que, independentemente  de me ter regozijado e muito com o evento e a forma como tudo decorreu, continuo a pensar que com o engenho e arte e saber que temos em Portugal nos, arquitectos, decoradores, engenheiros, empresas, etc., teria sido possível idealizar criar e executar um palco/ altar na Parque Tejo igualmente funcional mas mais modesto menos dispendioso e igualmente digno e sublime como devia ser. Idem para o Parque Eduardo VII.

Desconheço se houve alguma intervenção do inquilino em Belém neste processo e, se houve, se foi no sentido de atenuar custos ou o contrário.

Se eu fosse o responsável primeiro para daqui a umas semanas ter que apresentar as contas relativas à JMJ 2023, nessa apresentação eu começaria por enumerar sem qualquer excepção todas as entidades e instituições e serviços envolvidos, directa e indirectamente, na preparação e realização da JMJ 2023 e nos trabalhos finais/ posteriores de desmontagem, arrumação de material, limpezas, etc. 
Depois, por instituição, entidade serviço, apresentar com toda a clareza e detalhadamente todas despesas, e explicar o que aconteceu, porque aconteceu, porque teve de acontecer assim.

Enumero assim quem creio esteve envolvido e comparticipou, ou não:

- as despesas inerentes aos exames hospitalares ao Papa Francisco para avariar o estado em que ficaram os seus braços, pulsos e ombros depois do despropositado e violento cumprimento Marcelista na chegada a Lisboa (ih...ih...)
- Santa Sé,
- Igreja Católica Portuguesa (patriarcado Lx, dioceses),
- Fundação JMJ 2023,
- Governo,
- CMLisboa, CMLoures, CMOeiras, outras Câmaras Municipais,
- GNR, PSP,
- SIS, SIED,
- PJ,
- Marinha, Exército, Força Aérea, 
- Autoridade Marítima, 
- Proteção Civil,
- SNS, INEM
- Corporações de bombeiros, 
- TAP,
- Protocolo de Estado, 
- Empresas as mais diversas envolvidas, na construção dos recintos, altares, palcos, infra-estruturas as mais diversas para (cuidados de saúde, alimentação, telecomunicações, energia, transportes, segurança, alojamento, saneamento, confecção de paramentos e outros, manufactura de presentes lembranças e mobiliário, musicais, etc.)

Vamos então aguardar. 

Oxalá não se verifique aquela costumeira mania bem parola e Tuga de fazer de conta que certas coisas não contam - ah isso já seria gasto de qualquer maneira ….

Por exemplo: 
- o encargo com o avião da TAP, para levar o Papa a Roma, não conta?
- as despesas com os voos de escolta dos aviões F-16 à chegada e partida do Papa, não conta?
- as despesas da deslocação da fragata estacionada no Tejo não conta?
- as despesas com os voos dos helicópteros para ida a Fátima e regresso, não conta?
- as viaturas do Papa, regressaram a Roma à conta de quem? Força Aérea Portuguesa?
- as despesas com horas extraordinárias dos elementos das forças de segurança e muitos outros das mais diversas instituições, não conta?
- ETC. . . . . . 

Sr D. Américo Aguiar, para ser explicado ao cêntimo . . . . 

AC 

sábado, 5 de agosto de 2023

JMJ 2023

Jovens peregrinos visitando uma IPSS, e conversando com idosos. Num caso, um jovem esteve à conversa com uma idosa ..... uma hora, apesar da idosa lhe ter transmitido que não se incomodasse com a conversa chata de uma velhota. O peregrino deliciou-se, não desistiu.

AC