Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026
RENAULT CLIO, MAI, e o COSTUME
1. Tive um Renault Clio. Há muitos anos. Do primeiro modelo que apareceu em Portugal. Creio que foi em 1981.
Tive o primeiro que foi vendido na cidade onde vivo. Calhou ser assim, estavam dois na loja da Renault e nós íamos comprar o já bem usado Renault 5 do meu sogro, já muito doente, e por isso o carro estava na garagem há vários meses.
A "operação" era vendermos o nosso saudoso Renault 4, que vendemos, e entregávamos o dinheiro á minha sogra, e passávamos a andar com o 5.
Eis que o meu sogro, bastante doente coitado, ficou angustiado ao saber que o 5 ia sair da garagem e passar a ser nosso, e em termos práticos ficava sem carro, ainda que nunca mais pudesse guiar como acontecia há meses.
Moral da história: um dia à tarde ficámos sem o 4 e à hora do jantar deparámos com a angústia do meu estimado e doente sogro ou seja, ficámos sem carro!
Aflitos fomos na manhã seguinte e bem cedo à Renault, e ao vendedor que era nosso conhecido explicámos o imbróglio de estarmos inesperadamente sem carro.
Ele lá arranjou as coisas. Depois de uns telefonemas conseguiu que de outra loja Renault lhe enviassem outro Clio, e assim nós pudemos levantar logo nesse dia o Clio Verde escuro sem que a pessoa a quem estava prometido ficasse defraudada pois na manhã seguinte veio outro.
Perguntarão, mas o que é que o Clio de há décadas tem a ver com o MAI (Ministro da Administração Interna) ?
Um paralelismo no âmbito das reações à nomeação de Luís Neves para MAI e publicamente conhecidas.
Luís Neves, MAI, remete directamente para GNR, PSP, Protecção Civil, Bombeiros, e orgãos de comunicação social.
A síntese mais espremida de tudo o que me apercebi diz-me que, da parte dos sindicados e associações (ou pelo menos alguns) da GNR e PSP avançaram com a formulação - nomeação ATÍPICA - e referências a algumas reservas mas também um singelo optimismo.
Afirmou que o PM teima em escolhas esdrúxulas para o MAI.
Haverá quem questione a passagem de um "polícia" para MAI, coisa que, defenderão alguns, não é próprio de uma democracia madura, consolidada.
Adicionalmente há certamente quem avance com a teoria de que o PM com esta escolha quis ver se conseguia travar a nova investigação sobre a sua casa.
Luís Neves conhece certamente razoavelmente bem várias questões no âmbito da segurança interna.
Em síntese, por mim, é uma escolha/ nomeação curiosa.
terça-feira, 23 de julho de 2019
Coloquei-me esta pergunta.
Porquê? Sobretudo pelas seguintes razões.
> Um crescendo da imbecilidade sobretudo do lado governamental.
> O comentador do reino publicando comunicados a dizer que acompanha tudo e mais alguma coisa. Estou cheio de curiosidade para saber se voltou a conversar com Cristina Ferreira.
Sim sim, não se riam, sempre que vou jogar o Euromilhões fico a saber coisas muito importantes senão mesmo determinantes para a vida da sociedade portuguesa. Ao entrar onde costumo gastar os euros, olho sempre para os escaparates, e ganho preocupações: Cristina Ferreira está a ficar gorda!!
> Outra coisa são os incêndios. Os últimos dois/ três dias deram/ estão a dar, com a ajuda dos pirómanos, do vento, e da aparente falta de meios em alguns locais, as mesmas aflições e imagens de há dois anos. Consequências semelhantes. Mas Cabrita e o seu general estão em cima dos acontecimentos. A porta voz do passado é que não aparece. Deve ter-se cansado de dar a cara e a sua postura profissional no meio daquela coisa toda.
E o presidente da Câmara Municipal de Mação com as mesmas queixas e desespero. Coincidências? Será porque é do PSD?
> Ah, e os militares e a inacreditável tutela. Temos roubo outra vez.
Calma, não terá havido roubos de material, embora nestes assuntos é bom nunca jurar nada, não vá de repente aparecer por aí alguém a queixar-se de mais uns socos no estômago e, depois, em directo nas TV, um cromo e sorridente desenhador de caixinhas surpresa.
A coisa parece simples mas creio que está bem complicada.
Crescentemente. Continuam a roubar meios humanos às Forças Armadas.
Quem o conhece bem, sim já o disse várias vezes tenho um amigo muito bem informado nestas coisas, diz-me que o actual Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas (CEMGFA) é um finório, sabe-a toda.
Ele é o conselheiro militar do PR, do seu irmão gémeo Comandante Supremo das Forças Armadas que é um comandante faz de conta como muitos outros, do PM, e do ministro da chamada defesa nacional, cargo actualmente desempenhado (???) pelo inacreditável senhor Cravinho que é filho do outro.
Diz-me o tal amigo, que o almirante Silva Ribeiro que é o actual CEMGFA (o Tuga deve ficar muito baralhado com estas coisas, um almirante que é general) de certeza que não foi botar discursos para a comunicação social sem primeiro ter avisado o seu protector que dizem ser Marcelo, e sem informar Cravinho.
Cravinho, bem na senda do ADN que lhe correrá nas veias, veio logo a público confirmar a desgraça que é.
Que disse Silva Ribeiro?
Aquilo que se sabe há muito, a falta sobretudo e cada vez mais de pessoal para podermos ser ainda mais os melhores dos melhores.
Cravinho irritou-se, e pateta como vem mostrando ser em vez de ficar calado veio para a praça pública e....... espalhou-se.
Está a esquecer-se que não vai correr com Silva Ribeiro como correu com o anterior chefe do Exército.
Alguém que lhe explique porquê, que eu não perco tempo com certos cromos.
> É por isto mas não só que me vejo outra vez em 2017.
Tenho ou não razões?
> Ah, e claro que ajuda a esta sensação o papelão do Costa, nada de preocupações, nada é com ele, mundo rosáceo anunciado, com programa eleitoral apresentado com dezenas de promessas que, diz aquela criatura coordenadora, tudo quantificado com rigor mas não mostra as contas. O Centeno deve andar desesperado a ver se consegue fugir lá para fora.
Não é lindo este mundo rosáceo?
> Neste Portugal arco-íris fantasmagórico, temos mais cores lindas. Por exemplo, os laranjas, de tontice em tontice vão-se estatelando com estrondo.
O PAN masca pastilha elástica de bocarra aberta. A Heloísa cada vez esganiça mais. A actriz promete tudo à borla. Jerónimo quer mais força.
> Para compor o ramalhete temos outros artistas, como o Santana a querer bilhetes à borla. Ai, desculpem, não era para ele.
Por este andar o próximo estoiro vai ser de mota.
Digam lá que a Tugolândia não continua um espectáculo?.
AC
sábado, 21 de outubro de 2017
Não é só no nosso desgraçado País, lá fora batem também nas mesmas teclas.
Mas por cá, tal como com os incêndios em que ardeu muito mais área do que em certos países, ou a questão da corrupção que no burgo atinge os maiores mariolas e pouco ou nada acontece enquanto lá por fora sempre vai havendo umas demissões e umas prisões, assiste-se à pressa em legislar, à pressa em continuar a enganar quase todos os concidadãos, observa-se continuamente a famosa cena de mudar as moscas e varejeiras mas a trampa continuar basicamente no mesmo sítio e tão ou mais mal cheirosa.
O Presidente da República apertou o governo e o intrujão - mor aí está com repentismos.
Mal que pergunte: secretário de Estado da proteção civil?
Se continuasse com o mesmo nome anterior não podia ir tratar do que agora pretendem tratar?
Este intrujão-mor continua um traste. Mas muitos gostam destas aldrabices. Continuem.
Outra vertente, na mesma área, mas pretendendo agora muitas vozes que se coloquem as forças armadas em peso nesta questões.
É só para chorar.
Força Aérea a superintender nos meios aéreos de combate aos incêndios? Parece-me muito bem, mas há muitos problemas a resolver.
Forças do Exército e da Marinha por exemplo em acções de vigilância de matas nacionais e florestas? À partida parece bem, mas colocam-se também aqui várias questões.
Uma, constitucional, que se deve ter presente, e deve determinar que as forças armadas actuem em complementaridade.
Por exemplo, porque não estão muito mais GNR no patrulhamento do interior?
Porque carga de água a ANPC tem que ser dirigida por um militar de patente muito elevada?
Creio bem que antes de tudo, deviam ponderar as questões do conhecimento, da formação, da liderança, e não andar a encher estruturas com verbos de encher de cabeça cinzenta chutados do interior por CAPO's mas com cartão rosa, vermelho, azul ou laranja.
O que verifico, é que da EDP a muitos outros interesses e corporativismos anda tudo desassossegado. Aguardemos.
AC (21OUT, 1200horas)