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segunda-feira, 12 de agosto de 2024

PORTUGAL, DESPORTO, e querem Medalhas!
. . . . . 
Acho que os políticos e o pessoal que está acima de nós no desporto têm de começar a ter reuniões e a ouvir mais os atletas, é sempre com os outros dirigentes mas nunca se reúnem com os atletas e deviam, perceber o que precisam, o que é que acham, se as coisas estão a correr bem, acho isso importante e espero ter essa reunião com ele para que as coisas possam melhorar para mim e para todos os atletas portugueses”
. . . . . 
A transcrição em cima é parte das declarações recentes do atleta Pedro Pichardo.

Naturalmente que sou suspeito pois detesto o espírito que se instalou em Portugal, do respeitinho porque sim, dos titulares de órgãos de soberania estarem cada vez mais arrogantes e distantes das realidades e das pessoas.

Mas, salvo melhor opinião, a acrescer ao trabalho das estruturas, e neste caso as desportivas, não fica mal a espaços ouvir e ter em conta  os desportistas e atletas.

Pichardo tem razão no desabafo, opinião pessoal, naturalmente.

Um dos males que se verifica por todo o lado na chamada máquina do Estado é precisamente a quantidade de dirigentes que após nomeação se começam a comportar como ungidos e como se tivessem sido eleitos pelo povo.

Não, estão lá temporariamente, e para SERVIR, não para se servirem!

Primas donas há cada vez mais. Admito que por vezes alguns atletas também assim se comportem.
AC

terça-feira, 6 de agosto de 2024

OLIMPICAMENTE . . . . . DESASTROSO (1) ?

Os resultados dos nossos representantes até agora verificados nas Olimpíadas em Paris são o que são. Creio que fracos, até agora.

Até agora uma medalha de bronze, aparentemente dois ou três diplomas.
Haverá a lamúria do costume, as loas acerca de 4ª e 5º lugares, etc.

Mas é de admirar?

A melhor geração/ as melhores gerações de sempre têm a prática desportiva no coração e na mente, desde muito pequeninos?

Não será que uma grande parte da explicação para o estado desportivo do país reside nisto:
- quantas horas foram ao longo dos anos tiradas à disciplina de educação física?
- a educação física não deixou há muitos anos de contar para a média no acesso ao ensino superior?
- não se verifica um grande desprezo pela educação física no 1º ciclo?
- e a falta de tempo para os alunos que queiram conciliar a prática desportiva?
- qual é a cultura desportiva da maioria de professores e pais?
- quando muitos passam o tempo a ler a Bola e o CM e o Record e  a discutir se foi penálti ou não, fora de jogo ou não, estão à espera de quê?
- um país em que os apoios ao desporto são miseráveis tirando a porra do futebol estão à espera de quê?

É assim que querem medalhas olímpicas?

Fica-se sempre pelo "elogiozito" pindérico, uns artigos a louvar o esforço (que o há da parte de carolas e é de louvar)  e dos parabéns do comentador, e não passamos disto. 
Miserabilismo do mais genuíno.
Vejam-se ao espelho, tenham vergonha na cara.
António Cabral (AC)

quinta-feira, 1 de agosto de 2024

OLIMPICAMENTE . . . . . DESASTROSO ?
Os resultados dos nossos representantes até agora verificados nas Olimpíadas em Paris são o que são. Creio que muito fracos, até agora.

Até agora não há medalhas. Anunciam-se um ou outro diploma!

Com mais ou menos "nuance", penso que até agora se pode dizer que os resultados não são espectacularmente diferentes do verificado no passado. Nem melhor nem pior.

Valerá a pena meditar sobre o desporto em geral no nosso país?
Valerá a pena meditar por exemplo nestes sucessivos aplausos partindo de Belém enaltecendo a organização do mundial de futebol de 1930?
Valerá a pena salientar mais uma vez a desproporção entre os milhões de que se fala constantemente no âmbito do futebol e entre os apoios (???) às restantes modalidades desportivas?

Pessoalmente acalento alguma esperança quantos aos nossos canoistas que ao longo do tempo têm conseguido troféus quase sem os apoiarem.

A terminar, relembro dizer-se repetidamente - Portugal é um país de marinheiros - o que não passa de retórica vazia de conteúdo.

Veja-se a pujança da vela em Portugal, dos desportos náuticos? 
Depois da carolice dos irmãos Quina nos anos 50/60 do século passado, que lugares de destaque este país de marinheiros marca no estrangeiro, anualmente, de dois em dois anos, de quatro em quatro anos? 

Com todo o respeito pelos "skaters" a vela é outra coisa.

Curiosamente, quanto 5º e 6º lugares no triatlo representam "dia de Ouro" para o triatlo nacional está tudo dito quanto a ambição!

António Cabral (AC)

quinta-feira, 8 de junho de 2023

TÉNIS e IGUALDADE de GÉNERO

Ténis, torneio Roland Garros: 

- competição feminina, bastam dois "Sets" para eliminar adversárias. Em caso de empate, recorrem a um terceiro e pronto.

- competição masculina, bastam três "Sets" para eliminar adversários. Em caso de empate, recorrem a um quinto e pronto.

Igualdade de género? Hum . . . . . 

AC

domingo, 19 de setembro de 2021

A  PROPÓSITO  DE  DESPORTO

Não, não estou a falar de futebol. CANOAGEM.

Olhando aos resultados que vão aparecendo, o que se conseguiria se houvesse apoios a sério?

AC

quinta-feira, 18 de julho de 2019

Ó senhor Presidente da República, 
estive a ler o que disse na frente dos nossos campeões de hóquei em patins e retive sobretudo isto - "que o povo português vibrou" com esta vitória no hóquei em patins, e rejeitou a ideia de que "os êxitos desportivos são menores do que os outros sucessos, que servem para distrair consciências ou alienar os cidadãos".

Pois sr PR, concordo consigo quando disse "fomos melhores", inclino-me a acreditar que muitos portugueses vibraram com a vitória em Barcelona frente à poderosa Argentina, mas compare o nº de pessoas no aeroporto com o que estaria se fosse futebol.
Rejeita a ideia da distração dos êxitos desportivos.

Bom, o sr é um grande macacão, pois fala só nos êxitos desportivos, mas não refere no que realmente se passa, por exemplo em todos os canais de TV noticiosos, com várias horas diárias a anestesiar as pessoas com futebol, haja ou não campeonato.
Existe, SIM, uma campanha organizada, para anestesiar, para distrair, para alienar. 
Jornalismo???? Sobre isso, nada diz, está quieto!
PONTO FINAL.
AC

domingo, 12 de maio de 2019

QUE PENSAR?
RESPONSABILIDADE?
Noção das proporções?
Sentido das responsabilidades?
Prioridades?
Formação? educação?
No mínimo, é o que me assalta o espírito depois de ver noticiado que um jovem judoca português foi eliminado ao fim de poucos segundos de combate porque, tendo levado o importantíssimo telemóvel no bolso do fato de judo, o aparelho estatelou-se no tapete, estatelando o "responsável" atleta mais cedo no banco e balneário.
Mais um exemplo das gerações mais bem preparadas de sempre.
Comem à mesa marrecos, a batalhar com o telemóvel, andam de carro com o tlm, vão para o WC com o tlm, etc.
Servir-lhe-á de exemplo?
Duvido muito.
Se calhar os papás ainda vão insurgir-se junto da federação de judo.
É como estamos.
AC 

sábado, 8 de setembro de 2018

TÉNIS.  US OPEN 2018
Sou de há muitos anos um fan deste desporto.
Pratiquei-o até 2001, nunca passei de um medíocre jogador. 
O meu falecido irmão sim, era bastante sólido, ganhou vários torneios internos na instituição a que pertencia.
Conheço bem as regras do jogo. 
Desconheço, porque nunca as li, as regras escritas que guiam os árbitros em competições internacionais as quais, pela experiência televisiva de jogos de ténis (sobretudo Wimbledon, Roland Garros e o USOpen, me parecem muito claras quanto a comportamentos dos jogadores.
Como em outros desportos, verifica-se ao longo dos anos que jogadores e jogadoras houve que foram punidos por comportamentos menos criticáveis do que outros praticaram.
Como no futebol, condescendência, o fechar dos olhos, etc.
Vem isto a propósito da final do USOpen que segui pela TV, entre uma jovem promissora de 20 anos que ganhou em dois sets e a veterana Serena Williams.
O árbitro, o mais que conceituado e experiente português Carlos Ramos, deu a Serena Williams várias advertências/ castigos, e tudo começou com uma advertência porque o treinador de Serena estava a enviar-lhe sinais tácticos. Porventura ela nem terá reparado na maior parte. Uma coisa é certa, as câmaras mostraram por duas vezes esses sinais. Curiosamente, depois do descontrolo de Serena, as câmaras nunca mais focaram o seu treinador. Por acaso uma coincidência?
A coisa escalou de intensidade, e um castigo forte foi dado, atribuindo a Naomi Osaka um jogo de borla.
Serena explodiu, pediu intervenção de supervisores, chorou.
O que esperava a atleta depois de insultar o árbitro, dizendo-lhe de forma ordinária que ele lhe tinha roubado um ponto, e que lhe devia desculpas?
Ficou-me a sensação que Serena esboçou o jogo cretino do  "género" e etc. 
Creio que o devia ter evitado, sendo como era até há pouco uma notável atleta.
Quanto à japonesa de 20 anos o tempo dirá, mas cheira-me que vamos ter uma nova campeã dos "courts de ténis".
Apesar da palhaçada, foi uma bela final. 
"Américo Tomás dixit", gostei.
AC

segunda-feira, 4 de junho de 2018

TERCEIROMUNDISMO
> Nada define mais o terceiromundismo de um País do que a sobrevalorização do futebol no contexto do desporto mas sobretudo no das questões da sociedade <
AC

segunda-feira, 7 de maio de 2018

OS ASSESSORES ESTÃO DESATENTOS?
VERIFICO NA PÁGINA DA P. DA REPÚBLICA QUE O NOSSO AFECTUOSO PRESIDENTE FELICITOU EFUSIVAMENTE O TENISTA PORTUGUÊS VENCEDOR DO TORNEIO DESTE DOMINGO.
MAS, "ATÃO" OS PARABENS AO FCPORTO?
AI AI, QUE DESATENÇÃO. E ATÉ UM ABRAÇO A CONSOLAR OS CHEFES DO BENFICA E DO SPORTING. Vá, toca a corrigir isso depressa
AC

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

TIRADAS  do  FUTEBOLÊS  TUGA
> eh Pá, o gajo é craque,
> deixo muitos amigos, foi maravilhoso,
> mercado dos milhões,
> com três centrais não,
> alguns dos nosso ídolos partiram para colossos,
> já treina mas vai ser poupado,
> pede respeito e confiança mútuos,
> quem sai, quem entra, quem joga,
> calma, não há bruxo,
> claques, não sei que palavra é essa,
> têm que ler menos livros, e perceber mais de futebol,
> um treinador não tem passado nem futuro, só tem passado,
> prognósticos, só no fim do jogo
AC

quinta-feira, 8 de junho de 2017

LÁ POR FORA, SEM MEDO DO FRIO DA ÁGUA
Há muito pouco tempo. Pela espessura de alguns braços percebe-se que nada há a recear!!!

AC

domingo, 14 de agosto de 2016

Futebol, .............e a sociedade portuguesa
Respeito, sempre, as opiniões alheias.
Na família directa que para mim sou eu a minha mulher filhos respectivos consortes e netos, tenho uma benquista nada ortodoxa e liga até pouco à coisa, além de que os três homens da sua vida são Leões. Que vibram, mas não são de excessos. Pode-se falar com eles. Tenho outra Benfiquista, muito calma, nada excitável. Os restantes nada ligam ao futebol. Eu serei o pior isto é, vejo ás vezes jogos promissores na TV. Por exemplo, no recente campeonato Europeu, nem vi os os prolongamentos da nossa equipa e houve um jogo que não vi.
A seleção mereceu parabéns, e eu fiquei muito satisfeito.
Isto tudo para dizer que a um estádio de futebol não ia há 34 anos. Fui hoje, curiosamente ver um jogo de futebol do Sporting. Como há 34 anos.
Nessa altura por dever de ofício, acompanhando um "importantão" da NATO que queria ver o jogo.
Hoje, porque o dono da cadeira no estádio está de férias e me perguntou/ recomendou que fosse ver o jogo usando o cartão, que é transmissível.
FUI, e não gostei.
Não gostei do ambiente, da horrível alienação de tudo aquilo a que assisti. Dizem-me que no Benfica e no Porto é a mesma coisa.
O jogo foi muito fraco.
Pelo que assisti, os estilos que observei, do que se alimentavam, da ineficácia na verificação do que as pessoas levariam ou não para dentro do estádio, a gritaria enlouquecida, a berraria nos altifalantes, não gostei.
Ver aquilo em directo, ao vivo, ajuda a compreender melhor porque esta sociedade está assim.
Se lhe juntar a alienação nas TV, fica quase tudo explicado.
Deve ser difícil alguma vez mais voltar a um estádio, mesmo que à borla como hoje e há 34 anos.
AC

segunda-feira, 11 de julho de 2016

DESPORTO não É SÓ FUTEBOL
Patrícia Mamona, Sara Moreira.
Decorem estes nomes. E outros do atletismo, da canoagem, etc.
AC

PS: esqueci-me de referir, que dedico as palavras supra aos jornalistas (???) da treta que pululam as TV e desprezam medalhas ganhas por atletas nacionais de atletismo.
Os imbecis que causam a poluição sonora conhecida nos canais de TV. 
Mas, recordo, fiquei imensamente satisfeito com a vitória da seleção nacional de futebol
Mas há mais do que futebol.

sexta-feira, 10 de junho de 2016

FUTEBOL
Por razões privadas não vi o jogo inicial do campeonato em França.
Muito mais importante, e contrariamente ao que tenho conseguido concretizar nos últimos anos, não pude estar em Lisboa a assistir às cerimónias do 10 de Junho e, cumulativamente, tirar as minhas fotografias. Ainda não fui ao "sitio" da Presidência onde presumo estão os discursos do PR.
O dia feriado tem sido complicado, um autêntico "futebol".
Quanto ao jogo a que não assisti, um telefonema amigo falou-me há pouco de coisas de interesse comum e, também, a pergunta minha comentou sobre o dito jogo inaugural.
Como confio muito nele, o jogo terá sido fraco, com oportunidades falhadas de ambos os lados, e com várias agressões sobretudo daquelas em que fingem que saltam mas põem-se a voar  até que esbracejando batem no adversário. Eu que pouco ou nada percebo de futebol tenho para mim, há muito tempo, que em todas as equipas, cá e lá fora, existem sempre uns energúmenos que de desportistas nada têm. Mas parece que o "pessoal" assim é que gosta, aprecia selvajaria animalesca.
Entretanto, teremos umas semanas de anestesia quase geral. QUASE.
Amanhã voltarei ao que para mim é importante.
AC

domingo, 5 de janeiro de 2014

Hoje de manhã, a minha mulher disse-me que faleceu Eusébio. Foi através daquelas mensagens que caem em catadupa em muitos telemóveis, excepto no meu, que nada disso autorizo. Lamento, sinceramente, porque, como aprendi de 1971 a 1973, cada português faz falta. Aprendi a ir com dezenas de portugueses para zonas de grande "desconforto", mas sobretudo com a grande responsabilidade e preocupação de ajudar, tanto quanto possível, que aquele que na altura nos comandava, nos trouxesse a todos sempre de volta a Bissau. Felizmente sempre assim aconteceu.
Mas, Eusébio que me perdoe, o que me foi recordado hoje com essa notícia foi o meu avô materno. Meu avô materno não era doente do Benfica, era mesmo um "acamado". Naquela época em que no campeonato nacional o Benfica em geral impunha a sua superioridade, e naquela época das duas taças europeias, o meu avô tinha umas expressões curiosas que hoje me parecem actuais e talvez ainda mais exacerbadas em mais do que um clube. Ao fim da tarde de Domingo, quando dele me ia despedir para ir para as minhas responsabilidades de universitário, perguntava-lhe como iam as coisas do futebol.  A frase mais habitual era - "há lá equipa como esta" ; muito pouco frequente, quando o Benfica empatava - "coitados dos rapazes, tiveram tanto azar"; quando raramente o Benfica perdia, então como agora - "malandro do árbitro". Eusébio que me perdoe, nunca o conheci pessoalmente, embora me tivesse irritado a forma excessiva como o seu Mustang me ultrapassou uma ou duas vezes na subida da A5  a seguir à Duarte Pacheco, mas creio que era um homem simples e essencialmente puro, e que talvez devesse ter sido menos idolatrado e mais ajudado depois de arrumar as chuteiras. Eusébio que me perdoe, hoje lembrei-me muito do meu avô António Rodrigues, um simplório, um puro, um ingénuo que se deixou ceifar aos 69 anos de idade. Enfim, que Eusébio tenha agora descanso e se lá em Cima se encontrar com o meu avô, que tenha a gentileza de lhe recordar os tempos áureos. Paz à alma de ambos.
AC