Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
segunda-feira, 12 de agosto de 2024
terça-feira, 6 de agosto de 2024
OLIMPICAMENTE . . . . . DESASTROSO (1) ?
quinta-feira, 1 de agosto de 2024
quinta-feira, 8 de junho de 2023
TÉNIS e IGUALDADE de GÉNERO
Ténis, torneio Roland Garros:
- competição feminina, bastam dois "Sets" para eliminar adversárias. Em caso de empate, recorrem a um terceiro e pronto.
- competição masculina, bastam três "Sets" para eliminar adversários. Em caso de empate, recorrem a um quinto e pronto.
Igualdade de género? Hum . . . . .
AC
domingo, 19 de setembro de 2021
quinta-feira, 18 de julho de 2019
Bom, o sr é um grande macacão, pois fala só nos êxitos desportivos, mas não refere no que realmente se passa, por exemplo em todos os canais de TV noticiosos, com várias horas diárias a anestesiar as pessoas com futebol, haja ou não campeonato.
Jornalismo???? Sobre isso, nada diz, está quieto!
domingo, 12 de maio de 2019
RESPONSABILIDADE?
Noção das proporções?
Sentido das responsabilidades?
Prioridades?
Formação? educação?
No mínimo, é o que me assalta o espírito depois de ver noticiado que um jovem judoca português foi eliminado ao fim de poucos segundos de combate porque, tendo levado o importantíssimo telemóvel no bolso do fato de judo, o aparelho estatelou-se no tapete, estatelando o "responsável" atleta mais cedo no banco e balneário.
Mais um exemplo das gerações mais bem preparadas de sempre.
Comem à mesa marrecos, a batalhar com o telemóvel, andam de carro com o tlm, vão para o WC com o tlm, etc.
Servir-lhe-á de exemplo?
Duvido muito.
Se calhar os papás ainda vão insurgir-se junto da federação de judo.
É como estamos.
AC
sábado, 8 de setembro de 2018
Sou de há muitos anos um fan deste desporto.
Pratiquei-o até 2001, nunca passei de um medíocre jogador.
O meu falecido irmão sim, era bastante sólido, ganhou vários torneios internos na instituição a que pertencia.
Conheço bem as regras do jogo.
Desconheço, porque nunca as li, as regras escritas que guiam os árbitros em competições internacionais as quais, pela experiência televisiva de jogos de ténis (sobretudo Wimbledon, Roland Garros e o USOpen, me parecem muito claras quanto a comportamentos dos jogadores.
Como em outros desportos, verifica-se ao longo dos anos que jogadores e jogadoras houve que foram punidos por comportamentos menos criticáveis do que outros praticaram.
Como no futebol, condescendência, o fechar dos olhos, etc.
Vem isto a propósito da final do USOpen que segui pela TV, entre uma jovem promissora de 20 anos que ganhou em dois sets e a veterana Serena Williams.
O árbitro, o mais que conceituado e experiente português Carlos Ramos, deu a Serena Williams várias advertências/ castigos, e tudo começou com uma advertência porque o treinador de Serena estava a enviar-lhe sinais tácticos. Porventura ela nem terá reparado na maior parte. Uma coisa é certa, as câmaras mostraram por duas vezes esses sinais. Curiosamente, depois do descontrolo de Serena, as câmaras nunca mais focaram o seu treinador. Por acaso uma coincidência?
A coisa escalou de intensidade, e um castigo forte foi dado, atribuindo a Naomi Osaka um jogo de borla.
Serena explodiu, pediu intervenção de supervisores, chorou.
O que esperava a atleta depois de insultar o árbitro, dizendo-lhe de forma ordinária que ele lhe tinha roubado um ponto, e que lhe devia desculpas?
Ficou-me a sensação que Serena esboçou o jogo cretino do "género" e etc.
Creio que o devia ter evitado, sendo como era até há pouco uma notável atleta.
Quanto à japonesa de 20 anos o tempo dirá, mas cheira-me que vamos ter uma nova campeã dos "courts de ténis".
Apesar da palhaçada, foi uma bela final.
"Américo Tomás dixit", gostei.
AC
segunda-feira, 4 de junho de 2018
segunda-feira, 7 de maio de 2018
VERIFICO NA PÁGINA DA P. DA REPÚBLICA QUE O NOSSO AFECTUOSO PRESIDENTE FELICITOU EFUSIVAMENTE O TENISTA PORTUGUÊS VENCEDOR DO TORNEIO DESTE DOMINGO.
MAS, "ATÃO" OS PARABENS AO FCPORTO?
AI AI, QUE DESATENÇÃO. E ATÉ UM ABRAÇO A CONSOLAR OS CHEFES DO BENFICA E DO SPORTING. Vá, toca a corrigir isso depressa
AC
quinta-feira, 3 de agosto de 2017
> eh Pá, o gajo é craque,
> deixo muitos amigos, foi maravilhoso,
> mercado dos milhões,
> com três centrais não,
> alguns dos nosso ídolos partiram para colossos,
> já treina mas vai ser poupado,
> pede respeito e confiança mútuos,
> quem sai, quem entra, quem joga,
> calma, não há bruxo,
> claques, não sei que palavra é essa,
> têm que ler menos livros, e perceber mais de futebol,
> um treinador não tem passado nem futuro, só tem passado,
> prognósticos, só no fim do jogo
AC
quinta-feira, 8 de junho de 2017
domingo, 14 de agosto de 2016
Respeito, sempre, as opiniões alheias.
Na família directa que para mim sou eu a minha mulher filhos respectivos consortes e netos, tenho uma benquista nada ortodoxa e liga até pouco à coisa, além de que os três homens da sua vida são Leões. Que vibram, mas não são de excessos. Pode-se falar com eles. Tenho outra Benfiquista, muito calma, nada excitável. Os restantes nada ligam ao futebol. Eu serei o pior isto é, vejo ás vezes jogos promissores na TV. Por exemplo, no recente campeonato Europeu, nem vi os os prolongamentos da nossa equipa e houve um jogo que não vi.
A seleção mereceu parabéns, e eu fiquei muito satisfeito.
Isto tudo para dizer que a um estádio de futebol não ia há 34 anos. Fui hoje, curiosamente ver um jogo de futebol do Sporting. Como há 34 anos.
Nessa altura por dever de ofício, acompanhando um "importantão" da NATO que queria ver o jogo.
Hoje, porque o dono da cadeira no estádio está de férias e me perguntou/ recomendou que fosse ver o jogo usando o cartão, que é transmissível.
FUI, e não gostei.
Não gostei do ambiente, da horrível alienação de tudo aquilo a que assisti. Dizem-me que no Benfica e no Porto é a mesma coisa.
O jogo foi muito fraco.
Pelo que assisti, os estilos que observei, do que se alimentavam, da ineficácia na verificação do que as pessoas levariam ou não para dentro do estádio, a gritaria enlouquecida, a berraria nos altifalantes, não gostei.
Ver aquilo em directo, ao vivo, ajuda a compreender melhor porque esta sociedade está assim.
Se lhe juntar a alienação nas TV, fica quase tudo explicado.
Deve ser difícil alguma vez mais voltar a um estádio, mesmo que à borla como hoje e há 34 anos.
AC
segunda-feira, 11 de julho de 2016
Patrícia Mamona, Sara Moreira.
Decorem estes nomes. E outros do atletismo, da canoagem, etc.
AC
PS: esqueci-me de referir, que dedico as palavras supra aos jornalistas (???) da treta que pululam as TV e desprezam medalhas ganhas por atletas nacionais de atletismo.
Os imbecis que causam a poluição sonora conhecida nos canais de TV.
Mas, recordo, fiquei imensamente satisfeito com a vitória da seleção nacional de futebol.
Mas há mais do que futebol.
sexta-feira, 10 de junho de 2016
Por razões privadas não vi o jogo inicial do campeonato em França.
Muito mais importante, e contrariamente ao que tenho conseguido concretizar nos últimos anos, não pude estar em Lisboa a assistir às cerimónias do 10 de Junho e, cumulativamente, tirar as minhas fotografias. Ainda não fui ao "sitio" da Presidência onde presumo estão os discursos do PR.
O dia feriado tem sido complicado, um autêntico "futebol".
Quanto ao jogo a que não assisti, um telefonema amigo falou-me há pouco de coisas de interesse comum e, também, a pergunta minha comentou sobre o dito jogo inaugural.
Como confio muito nele, o jogo terá sido fraco, com oportunidades falhadas de ambos os lados, e com várias agressões sobretudo daquelas em que fingem que saltam mas põem-se a voar até que esbracejando batem no adversário. Eu que pouco ou nada percebo de futebol tenho para mim, há muito tempo, que em todas as equipas, cá e lá fora, existem sempre uns energúmenos que de desportistas nada têm. Mas parece que o "pessoal" assim é que gosta, aprecia selvajaria animalesca.
Entretanto, teremos umas semanas de anestesia quase geral. QUASE.
Amanhã voltarei ao que para mim é importante.
AC
domingo, 5 de janeiro de 2014
Mas, Eusébio que me perdoe, o que me foi recordado hoje com essa notícia foi o meu avô materno. Meu avô materno não era doente do Benfica, era mesmo um "acamado". Naquela época em que no campeonato nacional o Benfica em geral impunha a sua superioridade, e naquela época das duas taças europeias, o meu avô tinha umas expressões curiosas que hoje me parecem actuais e talvez ainda mais exacerbadas em mais do que um clube. Ao fim da tarde de Domingo, quando dele me ia despedir para ir para as minhas responsabilidades de universitário, perguntava-lhe como iam as coisas do futebol. A frase mais habitual era - "há lá equipa como esta" ; muito pouco frequente, quando o Benfica empatava - "coitados dos rapazes, tiveram tanto azar"; quando raramente o Benfica perdia, então como agora - "malandro do árbitro". Eusébio que me perdoe, nunca o conheci pessoalmente, embora me tivesse irritado a forma excessiva como o seu Mustang me ultrapassou uma ou duas vezes na subida da A5 a seguir à Duarte Pacheco, mas creio que era um homem simples e essencialmente puro, e que talvez devesse ter sido menos idolatrado e mais ajudado depois de arrumar as chuteiras. Eusébio que me perdoe, hoje lembrei-me muito do meu avô António Rodrigues, um simplório, um puro, um ingénuo que se deixou ceifar aos 69 anos de idade. Enfim, que Eusébio tenha agora descanso e se lá em Cima se encontrar com o meu avô, que tenha a gentileza de lhe recordar os tempos áureos. Paz à alma de ambos.
AC


