Mas olhando mais atenta e seriamente a esta notícia à volta do PAN e lendo com atenção o normativo do Art 115º da CRP, salta-me imediatamente à atenção o nº 3 desse Art que designadamente estipula - O referendo só pode ter por objecto questões de relevante interesse nacional que devam ser decididas pela Assembleia da República . . . . .
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
quinta-feira, 15 de agosto de 2024
Mas olhando mais atenta e seriamente a esta notícia à volta do PAN e lendo com atenção o normativo do Art 115º da CRP, salta-me imediatamente à atenção o nº 3 desse Art que designadamente estipula - O referendo só pode ter por objecto questões de relevante interesse nacional que devam ser decididas pela Assembleia da República . . . . .
segunda-feira, 18 de setembro de 2023
Cada um é como quer,
- lava-se diariamente . . . . ou não,
terça-feira, 24 de janeiro de 2023
sábado, 21 de agosto de 2021
PRIORIDADES dos OCS NACIONAIS
Um bom amigo lembrou-me, mais uma vez, o estado deplorável da nossa comunicação social.
Publicar e publicitar por exemplo, questões à volta da marquise de Ronaldo, ou "selfies" e outras coisinhas patéticas de certos figurões, transferências de jogadores de futebol, a ida de um jovem para jogar na NBA americana, condecorações ás dúzias pela mão de Marcelo Rebelo de Sousa (na senda dos antecessores, mas com ganas de os ultrapassar), o camuflado do herói das vacinas, ou as tiradas democráticas (??) e educadas (??) de certos autarcas e deputados e políticos, tudo isso dá títulos, dá boas primeiras páginas.
Agora, por exemplo, que no Japão estão a fazer emissão de selos comemorativos dos 450 anos da abertura de um porto (Kochinotsu) por navegadores portugueses isso, como diria o inarrável Sócrates - não interessa para nada.
É como continuamos, com belíssimos OCS, como o Público e não só.
António Cabral
quinta-feira, 24 de junho de 2021
sexta-feira, 4 de junho de 2021
segunda-feira, 12 de abril de 2021
ALDEIA de PANTANAS
E isto é uma pequena amostra! Têm sido meses, e estas fotografias têm meses.
AC
quarta-feira, 30 de setembro de 2020
(retirado da TSF online, suponho que não é "fake news")
Comunicação inclusiva." Governo quer militares a usar linguagem não discriminatória
Diretiva enviada ao Estado-Maior-General das Forças Armadas e aos três ramos militares prevê que política de comunicação seja "inclusiva em todos os documentos oficiais". Regras aplicam-se não só à escrita, mas também à oralidade e à imagem.
© Maria João Gala/Global Imagens
PorFilipe Santa-Bárbara
29 Setembro, 2020 • 06:45
Em vez de escrever "o coordenador", deverá utilizar-se "a coordenação", em vez de "os participantes", "quem participa", ou até o "sejam bem-vindos" deve ser trocado por "boas vindas a todas as pessoas". Estes são apenas três exemplos que constam da diretiva enviada pelo Ministério da Defesa Nacional ao Estado-Maior-General das Forças Armadas e aos três ramos militares.
No documento a que a TSF teve acesso e que é datado de 18 de setembro, o Ministério nota que "na língua portuguesa é comum o recurso à utilização do género masculino para designar as pessoas de ambos os sexos, o que gera indefinições quanto às pessoas, homens e mulheres a que se refere, e torna as mulheres praticamente invisíveis na linguagem".
Por isso, tendo em conta recomendações internacionais (e também nacionais) e para fazer cumprir o plano setorial da Defesa Nacional para a Igualdade 2019-2021, é agora produzida esta diretiva para que a linguagem seja o mais inclusiva e não discriminatória possível.
No plano com 16 páginas, lê-se que o objetivo é "salientar a importância para a utilização de linguagem sensível ao género, dar a conhecer exemplos práticos que previnam a utilização de linguagem discriminatória e contribuir para a eliminação dos estereótipos existentes".
As orientações destinam-se a todos os documentos oficiais, nomeadamente, "decisões de dirigentes e chefes militares e respetivas comunicações internas e externas, incluindo ofícios; informações, pareceres, memorandos e outros documentos de suporte à decisão; instrumentos de gestão; documentos relativos ao recrutamento e à gestão de pessoal; apresentações institucionais e materiais usados em sessões de formação e apresentação; e ainda na comunicação e relações públicas" que engloba entre outras coisas, guiões para cerimónias públicas, convites ou a comunicação nas redes sociais.
Das palavras às fotografias: como tornar a comunicação mais inclusiva
No capítulo da comunicação escrita, a diretiva do governo recomenda que se utilizem as estratégias da "neutralização ou abstração" e da "especificação". Ou seja, no primeiro caso a ideia passa por substituir palavras e expressões por termos neutros: preferir, por exemplo, "data de nascimento" a "nascido em" ou "a classe política" em substituição de "os políticos".
Mas os exemplos seguem com a substituição de nomes por pronomes invariáveis ou outras soluções alternativas. Vamos aos exemplos: em vez de "não recrutará um candidato que..." deverá utilizar-se "não recrutará alguém que..." ou até um "obrigado pela sua colaboração" pode ser substituído por "agradecemos a sua colaboração".
Já a "especificação" é apontada como a "solução a evitar sempre que é adequado recorrer à neutralização ou abstração, uma vez que tem o inconveniente de tornar os textos mais longos e menos elegantes". Ainda assim, a diretiva esclarece que, "num texto inclusivo, nem sempre é possível" evitá-la.
Ora, a especificação do género deve ser privilegiada nomeadamente nos textos relativos a recrutamento de pessoal, formulários administrativos ou alocuções em textos em que o orador pretende vincar que se dirige a homens e mulheres.
Aqui devem ser utilizadas ou as formas duplas ("Estas instalações destinam-se a alunos e alunas..."), a menção "m/f" ou o uso de barras ("O/A") e nunca os parênteses porque, nota o documento, "estes indicam a introdução no texto de um elemento secundário, o que seria contrário ao objetivo de respeitar a igualdade de género".
Também na comunicação visual, as Forças Armadas devem ter em atenção a escolha de imagens que reflitam a diversidade, por exemplo, uma fotografia onde se possam ver mulheres e homens a trabalhar em conjunto.
Mais: imagens que "mostrem pessoas de géneros diferentes em papéis de igual valor", que tenham "homens e mulheres em atividades relevantes", que valorizem a "presença do sexo sub-representado" ou onde seja valorizado que a "instituição não tem preconceitos de género" que, no caso, é ilustrado com uma fotografia de um homem e de uma criança e descrita como "em funções de cuidados familiares".
Sem estipular datas para começar a ter em atenção à linguagem, a diretiva do Ministério da Defesa apenas sublinha que o documento deve ser "divulgado por todas as pessoas da organização". Ou seja, pelo Estado-Maior-General das Forças Armadas e respetivos ramos.
Ps: enquanto tratava deste muito importante assunto, Cravinho Jr tem na área em que formalmente superintende, repito, formalmente, porque na prática só se descobrem desastres daquele dito ministério, e coisas patéticas, tem dizia eu uma desastrosa situação no Arsenal do Alfeite, tem uma crescente inoperacionalidade da esquadra nacional bastando apenas ir ao AA e ver o que lá está. E enquanto se entretém com coisas importantíssimas como esta, e produz directivas que farão rir qualquer pessoa normal, não liga ao problema das cativações do passado e presente e se calhar futuro, não liga ao facto de muito poucos acorreram /candidatarem-se ás FA etc.
António Cabral (AC)
sexta-feira, 15 de novembro de 2019
".....deixou a garantia de que a autarquia vai começar a trabalhar para que seja criado........
....................
vamos criar uma unidade de investigação vocacionada para o estudo, actualização do conhecimento e entendimento das problemáticas destes territórios"....."trabalharemos numa perspectiva interdisciplinar e numa geografia emocional de proximidade raiana........será um fórum de junção de saberes........
NÃO É LINDO ?
AC
domingo, 10 de novembro de 2019
Mais gritinhos - "o Governo não deve autorizar mais pagamentos ao Novo Banco sem saber o que se passa", realçando que o país tem direito a respostas.
Uns queridos de escribas, de actores, de políticos da treta, de alguns participantes nas festas antigas dos chamados donos disto e daquilo, promiscuidades, ausência de noção de prioridades dos problemas nacionais.
Mas não é prioridade nenhuma nunca foi, a sério, só uns gritinhos como agora, as questões fracturantes e os animais sempre em primeiro lugar.
Depois, periodicamente como agora, uns gritinhos esganiçados.
Entretanto milhões pagos por nós desaparecem.
Agora, mais uma vez gritaria, esganiçam-se, puxam os cabelos, pelo meio chumbaram a investigação a sério aos escândalos de anos na CGD, depois, rapidamente, voltam às suas agendazinhas com o "problemas mais importantes" para a maioria dos portugueses.
Uma descarada e continuada ausência de vergonha na cara.
segunda-feira, 13 de maio de 2019
Muitos dos cidadãos se questionam imensas vezes sobre o trabalho dos deputados.
E ficam certamente atónitos com o que se vai passando, também, com outros titulares de orgãos de soberania, como por exemplo ministros.
Eu também, sou muito crítico, sendo que democracia sem partidos e deputados é impensável.
Mas a espaços, e cada vez com mais frequência, aparecem notícias que roçam ou o ridículo, ou a parvoíce, ou mesmo a indigência.
Mas particularmente uma descarada e constante ausência de vergonha na cara.
Por exemplo, se tomasse a medicação certa contida no "kit de juízo" que se pode comprar nas farmácias, talvez lhe desse para se debruçar sobre coisas mais prementes na sociedade do que pretender estabelecer "planos individuais de sesta para cada criança (PAN)".
Por outro lado, acredito plenamente, que o "kit de juízo" evitaria que estivesse sempre desejosa de saltar para a frente de microfones e câmaras de TV e termos de ouvir cisas como
"Marta Temido garantiu que a versão que chegou ao Bloco de Esquerda sobre a Lei de Bases da Saúde não era uma proposta fechada. Diz que não vai voltar a cometer ingenuidades e que da próxima vez que houver negociações vai desconfiar".
E estamos nisto, neste triste fado, desgraçado.
AC
domingo, 12 de maio de 2019
RESPONSABILIDADE?
Noção das proporções?
Sentido das responsabilidades?
Prioridades?
Formação? educação?
No mínimo, é o que me assalta o espírito depois de ver noticiado que um jovem judoca português foi eliminado ao fim de poucos segundos de combate porque, tendo levado o importantíssimo telemóvel no bolso do fato de judo, o aparelho estatelou-se no tapete, estatelando o "responsável" atleta mais cedo no banco e balneário.
Mais um exemplo das gerações mais bem preparadas de sempre.
Comem à mesa marrecos, a batalhar com o telemóvel, andam de carro com o tlm, vão para o WC com o tlm, etc.
Servir-lhe-á de exemplo?
Duvido muito.
Se calhar os papás ainda vão insurgir-se junto da federação de judo.
É como estamos.
AC
segunda-feira, 14 de janeiro de 2019
"A primeira coisa a ter em conta numa casa são as necessidades de quem a habita."
Como se continua a ver, e no que ao País e sociedade respeita, não é bem isto que os políticos portugueses, os sucessivos deputados e governos, e muitos autarcas, têm feito e continuam a fazer.
Tratam é das "casinhas" deles.
Infelizmente.
AC
domingo, 23 de dezembro de 2018
Para se avaliar deste grau, basta atentar nos que andam a correr a apagar as tonteiras, videos, dislates e outras coisas, que estavam colocados nas redes sociais muitas vezes pelos próprios "cromos" de forma a provar hoje que não houve nada do que se suspeita sobre a dignidade deles no passado recente ou, então, atentar nos alarves que se borrifam para as leis e culpam, assessores, colegas de escritórios, funcionários ou até familiares, de não terem feito o que deviam (!!!) de modo a que não surgissem depois coisas complicadas badaladas nos OCS. Ainda que sem qualquer consequência prática, ou jurídica, ou penal, ou criminal.
E entregando-se à causa pública, com denodo, não descansam de fazer publicar em Diário da República M**** atrás de M****.
Ou, outro exemplo, desde o 25 de Abril apesar de uma lei em 1982, mais outras em 1993 e outras mais recentes, se continuar a não ter uma definição adequada quanto a que Forças Armadas queremos melhor, que o País deve ter, tendo presentes, a dimensão territorial, a dispersão geográfica, a vizinhança/ envolvente, a dimensão da área molhada sob nossa jurisdição ainda por cima com a questão da extensão da plataforma continental, riscos e ameaças, entre outras variáveis.
Na realidade, creio que somos muito razoáveis, bons em certas áreas "nicho", mas andamos sempre a correr atrás das desgraças.
Pessoalmente tenho há muitos anos as ideias valores e princípios bem organizados/ arrumados/ interiorizados e, no caso das FA, sei bem o que é a instituição militar, o seu indispensável papel na democracia, e que é uma instituição respeitável, e que merece todo o respeito. Um pilar da democracia, do regime.
Mas tenho as maiores dúvidas quanto a vários dos que por lá andaram, e andam.
Temos este PM politicamente um aldrabão, como politicamente aldrabões mais uns quantos, pois outra coisa não pode ser dita quando neste OE voltam a prometer basicamente o que prometeram no primeiro OE desta legislatura. Exemplos? Ferrovia, etc.
Temos um PR, governantes, deputados, presidentes de câmaras municipais que têm orgasmos cerebrais com as pompas dos desfiles nas festividades anuais da GNR, das FAs, da PSP, na passagem de revista aos corpos de bombeiros aquando das constantes deslocações em trabalho político (!!), e nem pensar em dispensar essas coisas.
Como nem pensar em diminuir a quantidade de tribunas periodicamente montadas nessas festividades para albergar as Exas todas, desde os muitos titulares de orgãos de soberania, os muitos convidados nacionais e estrangeiros, aos vários agraciados, e ás muitas mulheres ou maridos deles e delas.
Temos afectos em cada momento, para todos os momentos, para novos e velhos, carícias no pescoço, mas que rapidamente passam e são esquecidos os osculados e os abraçados.
Mas temos sobretudo gentinha com uma completa ausência de, sentido de Estado em tudo, sentido das proporções, noção das limitações gritantes de um pequeno País que é POBRE de recursos materiais e humanos.
Não percebem por exemplo o que implica este mar imenso sob nossa jurisdição, jurisdição/ responsabilidade que pode vir a ser bastante alargada a breve prazo.
Não percebem a necessidade de ter aviões que possam patrulhar a imensidão dos mares, nem a necessidade de ter nas ilhas muito mais do que o pouquíssimo que lá se tem quanto a navios, para acorrer ao que for detectado num dado ponto do oceano. Como ter no Continente adequados meios navais.
E quanto a navios, e não falo de "barcoitas saloias", não percebem a diferença entre o que é andar/ navegar num rio ou na foz dos rios, ou navegar no mar sendo que, há mar e mar, e há oceanos.
Há mar calmo, há rugido de mar, há diferenças de mar quer em termos de, ondulação, comprimento de onda, periodicidade, força de vento, etc.
E por isso, há navios muito diferentes, concebidos para aguentar coisas diferentes e para executar missões diferentes. E, depois, não basta ter navios, é preciso ter estrutura de retaguarda, para apoio logístico, para apoio na manutenção. E é preciso dinheiro a sério para os navios, para o apoio logístico, para a manutenção.
É o que se vê há décadas, certo????
A realidade é que voltamos a ter em Diário da República consignações para uns "barquinhos" para a GNR.
Quando vejo estas coisas lembro-me logo de Cadilhe, pois foi no tempo dele que o convenceram que a GNR devia ter uns barquinhos.
Basta ir percorrer certos portos, como Sines, Setúbal e Lisboa, para constatar o ridículo e a inoperância, o estado dessas coisas.
Olhando à nossa história, depois da instauração da República, houve uma época em que já era tão escandalosa a desproporção entre o poder militar material da GNR comparativamente com o do Exército de então que, num assomo pouco vulgar de racionalidade, a GNR foi desapossada de imenso material militar.
Mas os tempos vão correndo e há sempre um parolo qualquer que é ministro e que se deixa convencer.
Estou até a lembrar-me de um tolo que telefonou para casa a dizer que já era ministro e, pouco depois, num gesto de magnanimidade, no resto do chão da casa familiar nas Beiras foi instalado um balcão de um conhecido banco.
E neste momento, lá estão consignados mais uns milhões para barquinhos da GNR, sem ninguém parar para ir verificar a sério o historial dos barquinhos que eles têm ainda, e não os filmes que ás vezes passaram nas TV.
É a história, pelo menos, das capelinhas.
Mas, também, da luta para destruir algumas coisas no âmbito da Marinha. E é, também, a continuada desatenção quanto ao que se tem passado a nível da UE e da célebre questão - guarda costeira.
E também as questões à volta da autoridade marítima.
Sempre, sem se atender à realidade do País, sempre sem evitar sobreposições, sempre sem racionalizar e aproveitar o que existe, ampliando, e para apoio a instituições diversas. CAPELINHAS.
Como isto é um País rico, eu acho até que António Costa devia tratar de criar na GNR, um departamento para uma guarda costeira com no mínimo 6 corvetas ou mesmo mais uma ou duas fragatas, e helicópteros, reerguer a guarda fiscal, aumentar a capacidade bombeiral nos GIPS, aumentar o departamento de guardas florestais, incrementar a Brigada de Trânsito de modo a ter drones e também bastante mais polícias de giro e substituir os Toyota por BMW ou Mercedes senão mesmo por Panameras, porventura um departamento com malta que pudesse ser rapidamente aerotransportada e, portanto, para não estar dependente da Força Aérea, ser dotada de helicópteros pesados de transporte de pessoal.
E, já agora, aumentar mais o quadro de pessoal na GNR, para poder lá ter mais gente do Exército em comissões de serviço. Dá umas vagazitas!!!!
Estamos nisto, galhardamente a caminho do precipício.
AC
quinta-feira, 14 de julho de 2016
As preocupações de certa gente.






