Mostrar mensagens com a etiqueta prioridades. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta prioridades. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 15 de agosto de 2024

A POLÍTICA  NACIONAL
Quando, via NET, se passam os olhos pelas "gordas" encontram-se sempre motivos curiosos, hilariantes, pitorescos, inarráveis, o que quiserem, sobre a actividade ou agitação em certos sectores na chamada política (??) nacional.

Por exemplo, se li bem, o inefável PAN pretende centrar a sua entrada de leão no "novo" ano político debruçando-se certamente com toda a  energia num referendo sobre a abolição das touradas.

Respeito sempre a opinião de outrem, concordando umas vezes discordando outras.

Para começar, o acabar com as touradas deve ter uma leitura restritiva e centrar-se nas praças de touros ou, mais abrangente e o PAN tem  então a louvável intenção de tornar a vida parlamentar uma coisa mais decente do que por vezes por lá se vê?

Mas olhando mais atenta e seriamente a esta notícia à volta do PAN e lendo com atenção o normativo do Art 115º da CRP, salta-me imediatamente à atenção o nº 3 desse Art que designadamente estipula - O referendo só pode ter por objecto questões de relevante interesse nacional que devam ser decididas pela Assembleia da República . . . . .

Deixo aos meus concidadãos a ponderação da importância das touradas  no contexto nacional.

Deixo aos meus concidadãos a ponderação sobre os grandes problemas da sociedade portuguesa e concretamente os de relevante interesse nacional.

Deixo aos meus concidadãos a ponderação da definição do que em cada momento é o interesse nacional.

Deixo aos meus concidadãos a ponderação da importância das touradas, pois por mim e respeitando sempre a opinião de outrem, preocupam-me é, as urgências nos hospitais, o estado de alguns centros de saúde, que alguns sobrinhos netos tenham estado mais de três meses sem alguns professores, as vergonhosas filas nas lojas do cidadão, o preço de vários bens alimentares, o meu neto de 2 anos e seis meses não conseguir uma creche nem nos privados, o problema de desemprego afectando famílias e sei do que falo, o preço do gás e da electricidade, a insegurança em vários locais da cidade onde resido, etc.

Respeito sempre a opinião de outrem, mas talvez haja alguma alma caridosa que se predisponha a explicar a certas pessoas qual o significado de, irrelevância, prioridades, noção das realidades.

Pessoalmente ando com pouca paciência para isso. Deve ser da idade.
AC

segunda-feira, 18 de setembro de 2023

A  VIDA
Cada um é como quer,
- lava-se diariamente . . . .  ou não,
- lava-se só . . . .  de vez em quando,
- nem sequer se lava,
- usa vestuário de moda e/ ou de marca, ou anda roto, 
- tem cuidado com a alimentação, ou não,
- come muitos fritos e comida de plástico, 
- ou pouco come, ou é vegan,
- quase não vai ao barbeiro/ cabeleireiro, ou não vai mesmo,
- tem ou não uma vida sedentária, 
- dá nas vistas por formas diversas, e pelas mais diferentes razões,
- passa horas ao telemóvel, redes sociais e em jogos electrónicos, 
- adorna-se como entende, tatua-se como entende,
- dentro de casa, numa loja, na igreja, sempre de boné, pala para trás,
- não repousa o suficiente para a sua idade, 
- define as suas prioridades de vida.

Ninguém tem nada com isso, obviamente.
Observo, registo, respeito. Gosto, não gosto, sigo em frente.

Cada um define as suas prioridades. Ninguém tem nada com isso.

Acredito que quem é intelectualmente honesto (a maioria dos meus concidadãos) aceita diferentes pontos de vista (aceito) e, sempre presente a liberdade individual até ao limite da fronteira de liberdade de outro concidadão, compreende que algumas coisas observáveis no dia a dia das nossas vidas possam causar alguma surpresa ou mesmo estranheza, o que não quer dizer nada mais do que isto.

Respeito, as opiniões e decisões individuais. 

Mas, por exemplo, faz-me uma certa espécie ver de vez em quando à porta da pastelaria onde normalmente vou de manhã tomar café antes de uma caminhada, alguém que é relativamente novo, a pedir qualquer coisa para comer quando, é observável, o que calça, a T-Shirt, o relógio, o telemóvel, e tudo o que é braços pernas e pescoço, não tem um cm2 de pele à vista, é tudo tatuagens.
Observo, registo mas, confesso, faz-me alguma impressão.

Não tenho nada a ver com isso mas, desculparão, estranho.

Como espécie me fez aquilo com que deparei ontem numa escada rolante de um muito conhecido centro comercial (não pude deixar de observar, os pés/ calcanhares estavam quase ao nível dos meus olhos) uma jovem senhora bem vestida e exalando perfume por todos os poros, com tatuagens nos pés e os tornozelos ornamentados com pulseiras, e não gastar uns eurozitos para tratar dos pés, calcanhares gretados, com calosidades.

Desculparão, eu sei que não tenho nada com isso, mas tendo ficado à  frente dos meus olhos ocorreu-me - prioridades e coerência e o dever que cada um tem de cuidar de si, e fez-me impressão, observar aquilo que em bom português se chama desmazelo. 
Devemos cuidar daquilo em que nos apoiamos.
A saúde dos pés e pernas é indispensável.
AC

terça-feira, 24 de janeiro de 2023

A PRIMEIRA COISA

A primeira coisa a ter em conta numa casa são as necessidades de quem a habita.

Esta coisa comezinha, está na cabeça das luminárias que nos atormentam há anos?

AC

 

sábado, 21 de agosto de 2021

PRIORIDADES  dos  OCS  NACIONAIS

Um bom amigo lembrou-me, mais uma vez, o estado deplorável da nossa comunicação social.

Publicar e publicitar por exemplo, questões à volta da marquise de Ronaldo, ou "selfies" e outras coisinhas patéticas de certos figurões, transferências de jogadores de futebol, a ida de um jovem para jogar na NBA americana, condecorações ás dúzias pela mão de Marcelo Rebelo de Sousa (na senda dos antecessores, mas com ganas de os ultrapassar), o camuflado do herói das vacinas, ou as tiradas democráticas (??) e educadas (??) de certos autarcas e deputados e políticos, tudo isso dá títulos, dá boas primeiras páginas.

Agora, por exemplo, que no Japão estão a fazer emissão de selos comemorativos dos 450 anos da abertura de um porto (Kochinotsu) por navegadores portugueses isso, como diria o inarrável Sócrates - não interessa para nada.

É como continuamos, com belíssimos OCS, como o Público e não só.

António Cabral

quinta-feira, 24 de junho de 2021

CULTURA.  MUSEUS.
Museus, peças fundamentais no âmbito da cultura. E da história. Uma face do país.
Com regular assiduidade vou a museus, por todo o país. Com a porca pandemia há 16 meses que a minha vida neste aspecto também ficou muito alterada. Ainda assim, no final de Maio passado, o último que visitei foi em Condeixa, o pequeno mas muito interessante PO.RO.S. 
E quis também voltar a visitar, em Coimbra, Sta Clara - a - Velha; não se podia.
Nos últimos tempos várias notícias são preocupantes, desde o caso do novo Museu dos Coches com salas fechadas por razões diversas nada abonatórias, a outras denúncias relativas a outros museus sobre faltas de recursos humanos e, obviamente, financeiros também. Sem estes não se consegue contratar ninguém. Sem recursos financeiros não se pode acorrer a obras. E prioridades? 
Talvez durante um "drink" de fim de tarde pudessem olhar mais demoradamente para estes aspectos.
AC

sexta-feira, 4 de junho de 2021

VIVER  e  SABER VIVER
É conhecida a frase à volta deste título.
Pela parte que me toca, tenho felizmente conseguido ter uma vida muito equilibrada quer no aspecto mais importante que é a família, e onde sou "muito rico", quer nos restantes aspectos da vida, designadamente a carreira e a vertente financeira da vida onde nunca dei passos maiores que a perna e, por isso, até hoje, nunca tive "problemas musculares" na carteira.
Vem isto a propósito de que desde que deixei a vida activa no final de 2006 incrementei imenso uma das coisas que muito aprecio, e que desde sempre fui fazendo dentro das limitações decorrentes da vida profissional e constrangimentos de miudagem etc. 
Andar por aí.

Aproveitar a aldeia, que considero "minha" desde 1969, nela passando muitos períodos desde essa altura, e dela fazendo muitas vezes base para incursões pelo país Continental. 
Mas fazendo muitas incursões sem contar com a aldeia. 
Há dias deambulei dentro de uma área delimitada por 60 a 70 Km de raio centrada em Coimbra. 
Quer nesta última incursão quer desde sempre em todas as anteriores, procuro coisas diversas, aperceber-me do ambiente, das gentes, do património edificado, da limpeza da aldeia, vila ou cidade, do património cultural, do património imaterial, de vertentes culturais diversas. E caminhadas, e gastronomia, e artesanato, e fotografia, e alojamento. LAZER. Viver. E tenho sabido viver.
Toda esta lenga lenga não tem em vista maçar com aspectos privados quem tem a gentileza de visitar este simples blogue.

Vem a propósito do que atrás cito e concretamente de vertentes diversas no plano cultural.
O passar dos anos tem-me dado uma noção bastante razoável do estado de, conservação / recuperação / manutenção / degradação /  destruição de, museus, sítios arqueológicos, castelos, pelourinhos, casas senhoriais, escolas e faculdades, capelas, igrejas, praças de touros, pavimentos em zonas históricas, toponímia, edifícios militares, praças/ mercados, lotas, portos, estradas municipais, estradas nacionais, auto-estradas, postos de turismo, restaurantes etc.
Muita coisa tem sido recuperada, mas muito está degradado.
E uma coisa me "assalta" sempre quando, nas aldeias, vilas e cidades, observo certas obras e certos mamarrachos, e certo acumular de lixo.
Interrogo-me sempre sobre prioridades de autarcas e governantes.

Agora, neste últimos dias, leio que o Ministério da Cultura já pagou 10 dos 53 milhões do programa Garantir Cultura mas, entretanto, observo também que, salvo erro, o Museu de Arte Antiga em Lisboa tem salas fechadas por falta de pessoal. Observo que o novo Museu dos Coches tem tido salas fechadas por falta de electricidade e etc.
Enfim. Prioridades.
AC

segunda-feira, 12 de abril de 2021

ALDEIA  de  PANTANAS

E isto é uma pequena amostra! Têm sido meses, e estas fotografias têm meses.
A intenção base é, parece-me, mas nunca foi claramente explicado aos cidadãos da aldeia, colocar nas ruas de maior movimento sobretudo turístico um lajedo ao centro que muito facilita a deslocação de peões, um pavimento mais seguro do que os paralelepípedos atreitos a quedas. Mas a sequência das obras deixa a desejar, a somar à falta de informação, a somar aos atrasos porque inicialmente as lajes de granito eram POLIDAS e ainda mais claras o que, quando molhadas, era queda certa. Enfim, mas vou agora observar o resultado, agora que cá estou de novo, ao fim de meses. A seguir publicarei as fotografias actuais. Falta dizer que, na sequência deste empreendimento, estão a substituir canalização de água e creio que alguma parte da electrificação, o que é importante e não pode ser desprezado. Havia aliás cada vez mais roturas nesta parte do saneamento.
AC

quarta-feira, 30 de setembro de 2020

DIRECTIVA do MDNacional

(retirado da TSF online, suponho que não é "fake news")

Comunicação inclusiva." Governo quer militares a usar linguagem não discriminatória

Diretiva enviada ao Estado-Maior-General das Forças Armadas e aos três ramos militares prevê que política de comunicação seja "inclusiva em todos os documentos oficiais". Regras aplicam-se não só à escrita, mas também à oralidade e à imagem.

© Maria João Gala/Global Imagens
PorFilipe Santa-Bárbara
29 Setembro, 2020 • 06:45

Em vez de escrever "o coordenador", deverá utilizar-se "a coordenação", em vez de "os participantes", "quem participa", ou até o "sejam bem-vindos" deve ser trocado por "boas vindas a todas as pessoas". Estes são apenas três exemplos que constam da diretiva enviada pelo Ministério da Defesa Nacional ao Estado-Maior-General das Forças Armadas e aos três ramos militares.

No documento a que a TSF teve acesso e que é datado de 18 de setembro, o Ministério nota que "na língua portuguesa é comum o recurso à utilização do género masculino para designar as pessoas de ambos os sexos, o que gera indefinições quanto às pessoas, homens e mulheres a que se refere, e torna as mulheres praticamente invisíveis na linguagem".

Por isso, tendo em conta recomendações internacionais (e também nacionais) e para fazer cumprir o plano setorial da Defesa Nacional para a Igualdade 2019-2021, é agora produzida esta diretiva para que a linguagem seja o mais inclusiva e não discriminatória possível.

No plano com 16 páginas, lê-se que o objetivo é "salientar a importância para a utilização de linguagem sensível ao género, dar a conhecer exemplos práticos que previnam a utilização de linguagem discriminatória e contribuir para a eliminação dos estereótipos existentes".

As orientações destinam-se a todos os documentos oficiais, nomeadamente, "decisões de dirigentes e chefes militares e respetivas comunicações internas e externas, incluindo ofícios; informações, pareceres, memorandos e outros documentos de suporte à decisão; instrumentos de gestão; documentos relativos ao recrutamento e à gestão de pessoal; apresentações institucionais e materiais usados em sessões de formação e apresentação; e ainda na comunicação e relações públicas" que engloba entre outras coisas, guiões para cerimónias públicas, convites ou a comunicação nas redes sociais.
Das palavras às fotografias: como tornar a comunicação mais inclusiva

No capítulo da comunicação escrita, a diretiva do governo recomenda que se utilizem as estratégias da "neutralização ou abstração" e da "especificação". Ou seja, no primeiro caso a ideia passa por substituir palavras e expressões por termos neutros: preferir, por exemplo, "data de nascimento" a "nascido em" ou "a classe política" em substituição de "os políticos".

Mas os exemplos seguem com a substituição de nomes por pronomes invariáveis ou outras soluções alternativas. Vamos aos exemplos: em vez de "não recrutará um candidato que..." deverá utilizar-se "não recrutará alguém que..." ou até um "obrigado pela sua colaboração" pode ser substituído por "agradecemos a sua colaboração".

Já a "especificação" é apontada como a "solução a evitar sempre que é adequado recorrer à neutralização ou abstração, uma vez que tem o inconveniente de tornar os textos mais longos e menos elegantes". Ainda assim, a diretiva esclarece que, "num texto inclusivo, nem sempre é possível" evitá-la.

Ora, a especificação do género deve ser privilegiada nomeadamente nos textos relativos a recrutamento de pessoal, formulários administrativos ou alocuções em textos em que o orador pretende vincar que se dirige a homens e mulheres.

Aqui devem ser utilizadas ou as formas duplas ("Estas instalações destinam-se a alunos e alunas..."), a menção "m/f" ou o uso de barras ("O/A") e nunca os parênteses porque, nota o documento, "estes indicam a introdução no texto de um elemento secundário, o que seria contrário ao objetivo de respeitar a igualdade de género".

Também na comunicação visual, as Forças Armadas devem ter em atenção a escolha de imagens que reflitam a diversidade, por exemplo, uma fotografia onde se possam ver mulheres e homens a trabalhar em conjunto.

Mais: imagens que "mostrem pessoas de géneros diferentes em papéis de igual valor", que tenham "homens e mulheres em atividades relevantes", que valorizem a "presença do sexo sub-representado" ou onde seja valorizado que a "instituição não tem preconceitos de género" que, no caso, é ilustrado com uma fotografia de um homem e de uma criança e descrita como "em funções de cuidados familiares".

Sem estipular datas para começar a ter em atenção à linguagem, a diretiva do Ministério da Defesa apenas sublinha que o documento deve ser "divulgado por todas as pessoas da organização". Ou seja, pelo Estado-Maior-General das Forças Armadas e respetivos ramos.


Ps: enquanto tratava deste muito importante assunto, Cravinho Jr tem na área em que formalmente superintende, repito, formalmente, porque na prática só se descobrem desastres daquele dito ministério, e coisas patéticas, tem dizia eu uma desastrosa situação no Arsenal do Alfeite, tem uma crescente inoperacionalidade da esquadra nacional bastando apenas ir ao AA e ver o que lá está. E enquanto se entretém com coisas importantíssimas como esta, e produz directivas que farão rir qualquer pessoa normal, não liga ao problema das cativações do passado e presente e se calhar futuro, não liga ao facto de muito poucos acorreram /candidatarem-se ás FA etc.

António Cabral (AC)

Adenda: valerá a pena perder muito tempo com gente desta?
Esta peça ao que parece com 16 páginas retrata bem a categoria de certas cabeças pensadoras. Como sempre, admito estar errado e respeito opiniões de outrem mesmo que delas discordando.
Mas, com esta "peça" administrativa, o que vai na cabeça de Cravinho jr ?
Coloca-se a questão ridícula de dizer meio encapotadamente às chefias militares que na instituição militar o uso da língua mãe é um descalabro?
É que mesmo dando de barato que a criatura aplauda freneticamente o AO90 oficialmente em vigor, será que se apercebe que mesmo ao abrigo desse acordo ortográfico que formalmente é oficial e está aprovado há palavras e directivas que ali talvez não se encaixem como ele determina? Claro que posso estar enganado.
Mas acima de tudo, o que é mais confrangedor é o que fica indiciado quanto ás prioridades desta criatura que colocaram no 7º andar do edifício ao Restelo.
Vamos admitir que esta directiva se impunha.
Mas, a criatura já fez contas a quantos e quantas já dormiram em quartéis para ver se gostavam da vida militar?
Era importante saber os resultados desta outra extraordinária decisão do jr.
Já estará em condições de, por outro lado, informar o povo português, como está o processo relativo a outra das suas muito importantes decisões, a das creches dentro das unidades militares?

Muito há para escalpelizar sobre esta maravilhosa directiva, e recuperar as sucessivas barbaridades do senhor.

Mas, obviamente, não se deu certamente conta do inevitável aumento de despesa inerente à sua decisão. Eu explico.

Todos sabemos e nem era preciso Tancos para se ter a certeza de que aquela coisa que dá pelo nome de inventários de material ou seja, uma catalogação de existências de material o mais diverso (munições, armas, fardas, punhais, camas, granadas, etc.) distribuído por unidades militares em paióis e arrecadações, é coisa pouco de fiar.

Mas agora, está aí armado um grande 31 por causa desta directiva.
A instituição militar tem que passar a pente fino todos os inventários de material e tem de voltar a catalogar parte dele.
Eu explico.
As botas, terão que ser substituídas por algumas botas novas para as mulheres em serviço nas FA e uma série de botos para os homens.
As boinas terão de ser atribuídas ao sexo feminino e umas quantas substituídas por boinos para os militares do sexo masculino.
Impressos e formulários terão de ser substituídos, pois passará a haver recrutas e recrutos!
No caso do armamento, embora provavelmente o caminho seja de a curto prazo virmos a ver determinada a existência de umas forças armadas completamente desarmadas, terão de fazer encomendas para pistolos pois as pistolas serão para as mulheres.
Enfim, um sem número de problemas que esta directiva implica.
E não julguem que isto é simples de resolver, e dou apenas mais um exemplo sobre as complicações.
Os cartuchos não podem ter o equivalente feminino - cartuchas - pois imediatamente seria visto como requisição de imensas garrafas de um muito conhecido e esplêndido vinho.
E isto tudo, enquanto não sai a próxima directiva para desarmar as FA, e depois criar mais creches e salas de fumo e salas para recrutos e recrutas LGBT.
AC

sexta-feira, 15 de novembro de 2019

POLITIQUÊS  e  AUTARQUÊS

".....deixou a garantia de que a autarquia vai começar a trabalhar para que seja criado........
....................
vamos criar uma unidade de investigação vocacionada para o estudo, actualização do conhecimento e entendimento das problemáticas destes territórios"....."trabalharemos numa perspectiva interdisciplinar e numa geografia emocional de proximidade raiana........será um fórum de junção de saberes........

NÃO É LINDO ?
AC

domingo, 10 de novembro de 2019

ASSIM ESCREVEM
É um dos pantomineiros de esquerda que nos pretende fazer crer que está zangado com tudo isto.
E EXIGE isto e mais aquilo........
.........Está na hora de o Governo e de a Assembleia saberem tudo o que se passa em nosso nome. Queremos saber o que foi vendido, a quem e a que preço para podermos descansar do pesadelo......
Existem mais uns quantos de outras cores políticas que nos querem fazer crer de coisas semelhantes, ás vezes nem tanto.
De um lado e outro, uns coniventes por inação e omissão de anos  mas agora gritam muito alto, indignadíssimos.
Alguns quase chegam ao ponto de nos querer convencer que os bebés chegam de Paris em fraldas penduradas nos bicos das cegonhas.
Mais gritinhos - "o Governo não deve autorizar mais pagamentos ao Novo Banco sem saber o que se passa", realçando que o país tem direito a respostas.
Uns queridos de escribas, de actores, de políticos da treta, de alguns participantes nas festas antigas dos chamados donos disto e daquilo, promiscuidades, ausência de noção de prioridades dos problemas nacionais.
Hoje em dia em que festas andam?
Gritam sempre muito indignados, alguns da direita também, mas depois, vão-se entretendo com fracturantes, enquanto milhões de euros escorrem entre os dedos de uma certa malandragem, dinheiro que vai parar.........
Mas não é prioridade nenhuma nunca foi, a sério, só uns gritinhos como agora, as questões fracturantes e os animais sempre em primeiro lugar.
Depois, periodicamente como agora, uns gritinhos esganiçados.
Entretanto milhões pagos por nós desaparecem.
Agora, mais uma vez gritaria, esganiçam-se, puxam os cabelos, pelo meio chumbaram a investigação a sério aos escândalos de anos na CGD, depois, rapidamente, voltam às suas agendazinhas com o "problemas mais importantes" para a maioria dos portugueses. 
Uma descarada e continuada ausência de vergonha na cara.
AC

segunda-feira, 13 de maio de 2019

PLANOS e PROGRAMAS
Muitos dos cidadãos se questionam imensas vezes sobre o trabalho dos deputados.
E ficam certamente atónitos com o que se vai passando, também, com outros titulares de orgãos de soberania, como por exemplo ministros.
Eu também, sou muito crítico, sendo que democracia sem partidos e deputados é impensável.
Mas a espaços, e cada vez com mais frequência, aparecem notícias que roçam ou o ridículo, ou a parvoíce, ou mesmo a indigência.
Mas particularmente uma descarada e constante ausência de vergonha na cara.
Por exemplo, se tomasse a medicação certa contida no "kit de juízo" que se pode comprar nas farmácias, talvez lhe desse para se debruçar sobre coisas mais prementes na sociedade do que pretender estabelecer "planos individuais de sesta para cada criança (PAN)".
Por outro lado, acredito plenamente, que o "kit de juízo" evitaria que estivesse sempre desejosa de saltar para a frente de microfones e câmaras de TV e termos de ouvir cisas como 
"Marta Temido garantiu que a versão que chegou ao Bloco de Esquerda sobre a Lei de Bases da Saúde não era uma proposta fechada. Diz que não vai voltar a cometer ingenuidades e que da próxima vez que houver negociações vai desconfiar".

E estamos nisto, neste triste fado, desgraçado.
AC

domingo, 12 de maio de 2019

QUE PENSAR?
RESPONSABILIDADE?
Noção das proporções?
Sentido das responsabilidades?
Prioridades?
Formação? educação?
No mínimo, é o que me assalta o espírito depois de ver noticiado que um jovem judoca português foi eliminado ao fim de poucos segundos de combate porque, tendo levado o importantíssimo telemóvel no bolso do fato de judo, o aparelho estatelou-se no tapete, estatelando o "responsável" atleta mais cedo no banco e balneário.
Mais um exemplo das gerações mais bem preparadas de sempre.
Comem à mesa marrecos, a batalhar com o telemóvel, andam de carro com o tlm, vão para o WC com o tlm, etc.
Servir-lhe-á de exemplo?
Duvido muito.
Se calhar os papás ainda vão insurgir-se junto da federação de judo.
É como estamos.
AC 

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

VERDADE ABSOLUTA
"A primeira coisa a ter em conta numa casa são as necessidades de quem a habita."
Como se continua a ver, e no que ao País e sociedade respeita, não é bem isto que os políticos portugueses, os sucessivos deputados e governos, e muitos autarcas, têm feito e continuam a fazer. 
Tratam é das "casinhas" deles.
Infelizmente.
AC

domingo, 23 de dezembro de 2018

Um PAÍS RICO, CADA VEZ mais RIDÍCULO
Parece-me que a realidade é, infelizmente, esta, a de um País "rico", "ridículo", recheado de elites ricas financeiramente, e ridículas na maioria dos casos. 
Para se avaliar deste grau, basta atentar nos que andam a correr a apagar as tonteiras, videos, dislates e outras coisas, que estavam colocados nas redes sociais muitas vezes pelos próprios "cromos" de forma a provar hoje que não houve nada do que se suspeita sobre a dignidade deles no passado recente ou, então, atentar nos alarves que se borrifam para as leis e culpam, assessores, colegas de escritórios, funcionários ou até familiares, de não terem feito o que deviam (!!!) de modo a que não surgissem depois coisas complicadas badaladas nos OCS. Ainda que sem qualquer consequência prática, ou jurídica, ou penal, ou criminal.
Um País de ricos ridículos que deixam uns tempos de continuar a ganhar fortunas para, despegados das coisas materiais da vida, transitar para os governos abraçando a causa pública sem quaisquer contrapartidas, que não seja fazer o bem pelo próximo.
É lindo.

E entregando-se à causa pública, com denodo, não descansam de fazer publicar em Diário da República M**** atrás de M****.
Devo ser um dos (não são de certeza muitos) que se preocupam em periodicamente passar os olhos pelos DR, 1ª e 2ª séries. E faço isto com insistência desde 1985, tendo tido alguns chefes que recriminavam esta atitude de cidadania. Um deles dizia que só nos devíamos preocupar com a nossa redoma!!! Que tolo.
Mais ou menos uma vez por mês, passo os olhos pelos sítios da Presidência, dos ministérios, da AR, dos partidos, da Procuradoria Geral da República e em particular a área de Lisboa, da GNR, da PSP, das Forças Armadas, da PJ, e por aí fora, em tudo o que possa dar uma amostragem do estado deste Estado!.
E digo-vos, prezados leitores, é uma delícia ver com que prioridades se preocupam os nossos dirigentes e responsáveis (!!!) a todos os níveis. Estes, os actuais geringôncicos, bem como todos os anteriores. Uma delícia.
A minha mulher diz que isto tem um certo "quê" de masoquismo!
Talvez.

Um País rico e ridículo, onde instantaneamente se consegue saber onde está uma trotinete mas levaram horas para descobrir onde tinha caído um helicóptero.
Ou, outro exemplo, desde o 25 de Abril apesar de uma lei em 1982, mais outras em 1993 e outras mais recentes, se continuar a não ter uma definição adequada quanto a que Forças Armadas queremos melhor, que o País deve ter, tendo presentes, a dimensão territorial, a dispersão geográfica, a vizinhança/ envolvente, a dimensão da área molhada sob nossa jurisdição ainda por cima com a questão da extensão da plataforma continental, riscos e ameaças, entre outras variáveis.
Uns pândegos argumentam que não senhor, que está tudo lindo e adequado, que participamos em missões internacionais, que a Força Aérea está atenta a tudo o que voa, e que as Forças Armadas estão catitas e adequadas à nossa dimensão, e não têm problemas de inventários. Até se diz com frequência "somos os melhores dos melhores.
Na realidade, creio que somos muito razoáveis, bons em certas áreas "nicho", mas andamos sempre a correr atrás das desgraças.
Até o CEMGFA vem dizer na sua mensagem Natalícia qualquer coisa que eu vou traduzir assim - vai havendo umas broncas do caraças mas os portugueses distinguem bem que uma coisa são as muitas broncas, outra coisa são as FAs, e que os Portugueses têm muita consideração pelas FA do País." POIS TÁ Claro!
Pessoalmente tenho há muitos anos as ideias valores e princípios bem organizados/ arrumados/ interiorizados e, no caso das FA, sei bem o que é a instituição militar, o seu indispensável papel na democracia, e que é uma instituição respeitável, e que merece todo o respeito. Um pilar da democracia, do regime.
Mas tenho as maiores dúvidas quanto a vários dos que por lá andaram, e andam.

Se olharmos por exemplo à realidade, vemos que Portugal é um País pequenino (um amigo diz que não passa de água por todo o lado incluindo na cabeça dos dirigentes e com uns cagalhotos dispersos pelo Atlântico e um cagalhoto maior agarrado à Europa), temos uma despesa do Estado a subir cada vez mais anualmente, temos consignado em OE centenas de milhões de €€ para as despesas de funcionamento do governo e da Presidência da República e da AR, incluindo as inúmeras passeatas, perdão, deslocações de serviço e trabalho político e diplomático, e participação em reuniões na NATO, UE e etc. 

Temos este PM politicamente um aldrabão, como politicamente aldrabões mais uns quantos, pois outra coisa não pode ser dita quando neste OE voltam a prometer basicamente o que prometeram no primeiro OE desta legislatura. Exemplos? Ferrovia, etc.
Temos um PR, governantes, deputados, presidentes de câmaras municipais que têm orgasmos cerebrais com as pompas dos desfiles nas festividades anuais da GNR, das FAs, da PSP, na passagem de revista aos corpos de bombeiros aquando das constantes deslocações em trabalho político (!!), e nem pensar em dispensar essas coisas.  
Como nem pensar em diminuir a quantidade de tribunas periodicamente montadas nessas festividades para albergar as Exas todas, desde os muitos titulares de orgãos de soberania, os muitos convidados nacionais e estrangeiros, aos vários agraciados, e ás muitas mulheres ou maridos deles e delas. 
Temos afectos em cada momento, para todos os momentos, para novos e velhos, carícias no pescoço, mas que rapidamente passam e são esquecidos os osculados e os abraçados.

Mas temos sobretudo gentinha com uma completa ausência de, sentido de Estado em tudo, sentido das proporções, noção das limitações gritantes de um pequeno País que é POBRE de recursos materiais e humanos.
Não percebem por exemplo o que implica este mar imenso sob nossa jurisdição, jurisdição/ responsabilidade que pode vir a ser bastante alargada a breve prazo.
Não percebem a necessidade de ter aviões que possam patrulhar a imensidão dos mares, nem a necessidade de ter nas ilhas muito mais do que o pouquíssimo que lá se tem quanto a navios, para acorrer ao que for detectado num dado ponto do oceano. Como ter no Continente adequados meios navais.
E quanto a navios, e não falo de "barcoitas saloias", não percebem a diferença entre o que é andar/ navegar num rio ou na foz dos rios, ou navegar no mar sendo que, há mar e mar, e há oceanos. 
Há mar calmo, há rugido de mar, há diferenças de mar quer em termos de, ondulação, comprimento de onda, periodicidade, força de vento, etc.
E por isso, há navios muito diferentes, concebidos para aguentar coisas diferentes e para executar missões diferentes. E, depois, não basta ter navios, é preciso ter estrutura de retaguarda, para apoio logístico, para apoio na manutenção. E é preciso dinheiro a sério para os navios, para o apoio logístico, para a manutenção.
É o que se vê há décadas, certo????

A realidade é que voltamos a ter em Diário da República consignações para uns "barquinhos" para a GNR.
Quando vejo estas coisas lembro-me logo de Cadilhe, pois foi no tempo dele que o convenceram que a GNR devia ter uns barquinhos.
Basta ir percorrer certos portos, como Sines, Setúbal e Lisboa, para constatar o ridículo e a inoperância, o estado dessas coisas.
Olhando à nossa história, depois da instauração da República, houve uma época em que já era tão escandalosa a desproporção entre o poder militar material da GNR comparativamente com o do Exército de então que, num assomo pouco vulgar de racionalidade, a GNR foi desapossada de imenso material militar.
Mas os tempos vão correndo e há sempre um parolo qualquer que é ministro e que se deixa convencer. 
Estou até a lembrar-me de um tolo que telefonou para casa a dizer que já era ministro e, pouco depois, num gesto de magnanimidade, no resto do chão da casa familiar nas Beiras foi instalado um balcão de um conhecido banco. 
E neste momento, lá estão consignados mais uns milhões para barquinhos da GNR, sem ninguém parar para ir verificar a sério o historial dos barquinhos que eles têm ainda, e não os filmes que ás vezes passaram nas TV.

É a história, pelo menos, das capelinhas.
Mas, também, da luta para destruir algumas coisas no âmbito da Marinha. E é, também, a continuada desatenção quanto ao que se tem passado a nível da UE e da célebre questão - guarda costeira.
E também as questões à volta da autoridade marítima.
Sempre, sem se atender à realidade do País, sempre sem evitar sobreposições, sempre sem racionalizar e aproveitar o que existe, ampliando, e para apoio a instituições diversas. CAPELINHAS.
Como isto é um País rico, eu acho até que António Costa devia tratar de criar na GNR, um departamento para uma guarda costeira com no mínimo 6 corvetas ou mesmo mais uma ou duas fragatas, e helicópteros, reerguer a guarda fiscal, aumentar a capacidade bombeiral nos GIPS, aumentar o departamento de guardas florestais, incrementar a Brigada de Trânsito de modo a ter drones e também bastante mais polícias de giro e substituir os Toyota por BMW ou Mercedes senão mesmo por Panameras, porventura um departamento com malta que pudesse ser rapidamente aerotransportada e, portanto, para não estar dependente da Força Aérea, ser dotada de helicópteros pesados de transporte de pessoal.
E, já agora, aumentar mais o quadro de pessoal na GNR, para poder lá ter mais gente do Exército em comissões de serviço. Dá umas vagazitas!!!!
Estamos nisto, galhardamente a caminho do precipício.
AC


quinta-feira, 14 de julho de 2016

PAN, CARROÇAS, CHARRETES e, por exemplo, CIGANOS
As preocupações de certa gente.
Toca a proibir de andarem na via pública todos os veículos de tração animal.
Constou-me até, que o PAN vai propor que em Portugal a potência das viaturas automóveis deixe de ser designada em "cavalos" e passe a ser indicada i.e. : fracos 60, razoáveis 90, pujantes 150, fenomenais 250, fascizantes 450!
Voltando às carroças e quejandos.
É certo que ao longo de décadas houve acidentes vários envolvendo veículos de tração animal. Muitos, infelizmente, com mortes a lamentar.
Pelo que se lê, autoridades competentes na matéria consideram - não se poderá considerar um problema grave de sinistralidade rodoviária” e salienta que as “baixas velocidades” destes “dificilmente constituirão um perigo especial para os demais utentes da via”.
Isto verificado, a coisa suscita-me para dois aspectos.
1º O PAN quer que em dois anos se arranjam veículos de substituição para entregar aos das carroças, charretes, atrelados, etc.
2º não sei se o PAN tem em conta que além de ciganos, quase todos, têm também veículos de tração animal, camponeses, e muitas pessoas humildes em aldeias.
Isto dito, estou já a imaginar uma dotação orçamental para comprar carros eléctricos a cada família cigana e cada família camponesa, que ainda usem o burro ou a mula ou o cavalo.
Estou também a imaginar muitas esganiçadas a revoltarem-se contra este ataque ao modo de vida de várias minorias.
Vai ser engraçado, acompanhar o desenvolvimento deste premente tema da sociedade portuguesa.
Drama para o qual, milhões de paspalhos como eu,  ainda não tínhamos dado a devida atenção.
Que tristeza, não olhar para um dos maiores dramas da nossa sociedade. 
AC