Mostrar mensagens com a etiqueta noção de ridículo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta noção de ridículo. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 14 de julho de 2016

PAN, CARROÇAS, CHARRETES e, por exemplo, CIGANOS
As preocupações de certa gente.
Toca a proibir de andarem na via pública todos os veículos de tração animal.
Constou-me até, que o PAN vai propor que em Portugal a potência das viaturas automóveis deixe de ser designada em "cavalos" e passe a ser indicada i.e. : fracos 60, razoáveis 90, pujantes 150, fenomenais 250, fascizantes 450!
Voltando às carroças e quejandos.
É certo que ao longo de décadas houve acidentes vários envolvendo veículos de tração animal. Muitos, infelizmente, com mortes a lamentar.
Pelo que se lê, autoridades competentes na matéria consideram - não se poderá considerar um problema grave de sinistralidade rodoviária” e salienta que as “baixas velocidades” destes “dificilmente constituirão um perigo especial para os demais utentes da via”.
Isto verificado, a coisa suscita-me para dois aspectos.
1º O PAN quer que em dois anos se arranjam veículos de substituição para entregar aos das carroças, charretes, atrelados, etc.
2º não sei se o PAN tem em conta que além de ciganos, quase todos, têm também veículos de tração animal, camponeses, e muitas pessoas humildes em aldeias.
Isto dito, estou já a imaginar uma dotação orçamental para comprar carros eléctricos a cada família cigana e cada família camponesa, que ainda usem o burro ou a mula ou o cavalo.
Estou também a imaginar muitas esganiçadas a revoltarem-se contra este ataque ao modo de vida de várias minorias.
Vai ser engraçado, acompanhar o desenvolvimento deste premente tema da sociedade portuguesa.
Drama para o qual, milhões de paspalhos como eu,  ainda não tínhamos dado a devida atenção.
Que tristeza, não olhar para um dos maiores dramas da nossa sociedade. 
AC

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

NOVOS TEMPOS, CÁ E LÁ POR FORA
Por cá existem umas criaturas que se propõem dignificar o cargo para que se candidatam, ora propondo levar altas entidades estrangeiras a comer porventura uma "sandocha" num pinhal enquanto abordam temas de política internacional, enquanto outros certamente gostariam, por exemplo,.......ah.......não vale a pena continuar. Quando não percebem a função, quando não percebem o pós mandato, não vale a pena perder tempo.
Não faço ideia se essas intenções se inspiraram em algo na ""estranja"".
Mas "aqui ao lado" vão aparecendo coisas interessantes (!!).
Mão amiga fez-me chegar esta fotografia (relevem a fraca qualidade).
Com estes exemplos, e uma vez que está na ordem do dia a questão dos gastos, no Ministério dos Negócios Estrangeiros (faqueiros) na Presidência da República, etc, talvez o exemplo do ""podemos"" ainda venha a ser inspirador para o actual governo e actual maioria parlamentar.
Quanto ao MNE, acho uma injustiça estarem a atacar o senhor ministro. Se o ministério é dos negócios estrangeiros, obviamente que o negócio da compra de faqueiro tinha que ser com o estrangeiro.  Fácil de perceber, caramba!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
AC
PS: acho delicioso os espanhóis terem sublinhado - uniforme gran gala