Mostrar mensagens com a etiqueta sentido das proporções. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta sentido das proporções. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 30 de março de 2023

EMOÇÕES 

Característica de humanos, como é sabido. Uns mais que outros, há muitos até que são apontados como lacrimosos, de lágrima fácil, emocionam-se por tudo e por nada. 

Presente Darwin é perfeitamente natural que muitos animais tenham também "humores", podem ficar alegres, tristes, irritados. Lembro imediatamente os cães. Mas como de vez em quando vejo alguns filmes no "Odisseia" e no "National Geographic" é por demais evidente que há bicharada que tem comportamentos que roçam as emoções e comportamentos dos cães, por exemplo. 

Dos humanos?

Verifica-se isso por exemplo naquelas cenas das feras com as crias, ou com aqueles que regressam ao grupo passado muito tempo. 

Não sei se será por estas coisas que aquela malta do PAN quer que os bichos nomeadamente os de companhia se tornem obrigatoriamente familiares do agregado humano onde vivem, do agregado que deles cuida e com eles convive.

Agora, pela "mão" do Expresso" relatam-nos que existem alguns peixes que também se emocionam!

Portanto, de empatia em empatia, de emoção em emoção, dentro de algum tempo verificaremos coisas como - então, como estão os teus filhos?

- Olha neste momento um está na escola, outro no jardim infantil, outro com os avós maternos, outro na casota e dois estão no aquário!

AC

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2022

CONSELHO SUPERIOR DE DEFESA NACIONAL

CRP, Art 274º -  Conselho Superior de Defesa Nacional  

1. O Conselho Superior de Defesa Nacional é presidido pelo Presidente da República e tem a composição que a lei determinar, a qual incluirá membros eleitos pela Assembleia da República.

2. O Conselho Superior de Defesa Nacional é o orgão específico de consulta para os assuntos relativos à defesa nacional e à organização, funcionamento, e disciplina das Forças Armadas, podendo dispor da competência administrativa que lhe for atribuída pela lei.

Mesmo ignorante nestas e em muitas outras coisas, perante este pedido do absoluto António Costa para o absolutíssimo Presidente da República convocar o CSDN, não tenho dúvidas de que deve haver neste momento problema delicado senão mesmo grave no âmbito da defesa nacional ou, então, quanto às nossas "holísticas" Forças Armadas (será de disciplina/ indisciplina? organização e funcionamento não podem ser pois estão lá o Cravinho e o CEMGFA).

António Cabral (AC)

Ps: já sei, não tem nada a ver com o que a Constituição estipula, é só  para dar força ao Biden e colocar o Putin com as pernas a tremer.

sábado, 26 de junho de 2021

ATÉ TU,  BRUTUS ?
Viagens a Sevilha. Paulo Pedroso ataca Ferro Rodrigues. 
Antigo militante do PS, que foi muito próximo de Ferro Rodrigues, não poupa críticas ao presidente da Assembleia da República.
AC

segunda-feira, 27 de abril de 2020

COISAS QUE SE OBSERVAM
Em 1974, por alturas da tentativa de revolução (???) que a saída das Caldas da Rainha terá representado, creio que todos os oficiais generais das Forças Armadas nessa altura prestaram uma vassalagem a Marcelo Caetano. (faltaram Spínola, Costa Gomes e creio que um almirante). Ficou conhecido o evento como da brigada do reumático.
Olhar os rostos desses homens na conhecida fotografia desse momento histórico é bem elucidativo do que se passava e de quão podre o regime estava, como se viu dias depois.
Quando se olha para fotografias como, esta em baixo, que não é a primeira do género nem será a última, infelizmente na minha perspectiva, o que pensar?
Um mauzinho diria, ........ os chefes militares ficam bem no "décor" (fotografia picada da NET)
AC

sábado, 29 de fevereiro de 2020

R E C O M E N D A Ç Ã O
Recomendação 1ª - Perante certos factos dos últimos dias, dado ter-me parecido ver no seu semblante uma grande desilusão depois de um esforço de décadas, quiçá uma lagrimazita ao canto do olho disfarçada, considero que, com urgência, a AR devia legislar no sentido de que, qualquer cidadão, mesmo que iniciado ou prometido ou mesmo já pertencendo a lojas ou outras coisas, e que tivesse o desejo de um dia ocupar os mais altos cargos da Nação, deveria começar a sua preparação cívica e técnica logo aos 16 anos de idade.
Verifica-se que 40 anos é curto!

Recomendação 2ª - Perante certos factos ocorridos nos últimos dias, considero que, com urgência, a AR devia legislar no sentido de alterar o "regimento" (não tem nada a ver com tropa, seus incultos) para que os desejos de um qualquer líder parlamentar entrassem por telepatia na cabeça de todos os deputados sem excepção, e as células cinzentas (as poucas....) automaticamente reproduzissem em boletins de voto a mesma cruz colocada por esse líder parlamentar, mau grado entendimentos (pessoais ou partidários) de cada um.
AC

domingo, 14 de julho de 2019

DEFESA, à DEFESA, ou em BICOS de PÉS?
Quando leio ou ouço certos pândegos a falar com ar de cátedra vêm-me sempre à memória cenas do passado.
Por exemplo, daquele (e não estou a falar de Marques Mendes, embora se aplique) que era baixote e colocava um estrado para parecer mais alto mas, e sobretudo, os sapatos do rapaz tinham uns tacões de "alto" gabarito. Enfim.
Voltando ao que leio por aí, sua Alteza foi há pouco tempo passear a França por ocasião do dia nacional por lá e viu com orgulho, segundo disseram, 30 militares nacionais a integrar o desfile militar comemorativo da tomada da Bastilha.
Os pressurosos jornalistas lá fizeram umas perguntinhas, mas nunca vão ao fundo das coisas, claro, para não maçar as Excelências e, sobretudo, não complicar a vidinha ao fim do mês.

Falou de defesa assim por alto, com ar de profundidade e, se o que li corresponder exactamente ao que saiu da boca (isto de jornalistas é de estar sempre com os dois pés atrás) falou em, núcleo duro para ter atenção ao que se passa (???), capacidade de diálogo, e que se faça uma ponte para o Reino Unido (o túnel da Mancha não chega!!!).
Ficou também a saber-se que Portugal integrará uma tal de iniciativa Europeia de intervenção. 
Deve ser uma grande força liderada pelo Macron.
Marcelo terá afirmado que Portugal tem capacidade para dar opinião junto de outros países. Opinativo, comentador.
Após o desfile, naturalmente, houve almocinho.
Ah, mas ando descansado, Marcelo não quer um exército Europeu.
Ele, como muitos tontos, teima em falar em exército quando, a haver um dia uma força militar na Europa participada por vários países, haverá meios humanos e materiais das forças terrestres, aéreas e navais. Mas enfim, casa militar.
AC

Ps: juro que li tudo isto no Expresso online. 
Além disso, ficou-me a sensação de que não abunda a noção do ridículo. 
Aliás, é curioso observar na fotografia a cara de gozo do Augustinho.

quinta-feira, 9 de maio de 2019

A PROPÓSITO de TRÁGICO ACIDENTE
Um veículo com cerca de 50 pessoas, todas alemãs menos duas, caiu recentemente numa ravina na ilha da Madeira, causando dezenas de mortes. 
Uma tragédia sem qualquer margem para dúvidas.
Como aprendi no final dos anos 60 do século passado, a morte  súbita mesmo de um só ser humano é em si mesmo trágico.
Mas a vida contemporânea está, infelizmente, recheada de tragédias, cada vez mais, de que dou apenas dois dos imensos exemplos que enchem as notícias diárias: acidentes rodoviários sobretudo envolvendo várias viaturas e muitas vezes camiões desgovernados, e barcos de pesca naufragados. 
Provavelmente, com o que adiante vou escrever, vou ser considerado um insensível, desumano, no mínimo.
E vou começar pelos barcos de pesca naufragados.
Quantos se têm perdido ao largo dos Açores, ao largo da costa de Portugal Continental?
Por outro lado, hoje fiquei a saber que uma ambulância caiu numa ravina, na zona de Moura. Morreram duas pessoas.
E podia dar outros exemplos trágicos que aconteceram no País.
Obviamente, tão distraído como sou, não reparei nas reações de certos titulares de orgãos de soberania, que certamente as houve.
Pois não houve dor, sofrimentos, famílias desesperadas nestes acidentes portugueses?
Estas coisas não calam fundo no coração dos Portugueses?
Claro que na tragédia na Madeira a dimensão foi maior, e a esmagadora maioria não eram portugueses.
AC

domingo, 23 de dezembro de 2018

Um PAÍS RICO, CADA VEZ mais RIDÍCULO
Parece-me que a realidade é, infelizmente, esta, a de um País "rico", "ridículo", recheado de elites ricas financeiramente, e ridículas na maioria dos casos. 
Para se avaliar deste grau, basta atentar nos que andam a correr a apagar as tonteiras, videos, dislates e outras coisas, que estavam colocados nas redes sociais muitas vezes pelos próprios "cromos" de forma a provar hoje que não houve nada do que se suspeita sobre a dignidade deles no passado recente ou, então, atentar nos alarves que se borrifam para as leis e culpam, assessores, colegas de escritórios, funcionários ou até familiares, de não terem feito o que deviam (!!!) de modo a que não surgissem depois coisas complicadas badaladas nos OCS. Ainda que sem qualquer consequência prática, ou jurídica, ou penal, ou criminal.
Um País de ricos ridículos que deixam uns tempos de continuar a ganhar fortunas para, despegados das coisas materiais da vida, transitar para os governos abraçando a causa pública sem quaisquer contrapartidas, que não seja fazer o bem pelo próximo.
É lindo.

E entregando-se à causa pública, com denodo, não descansam de fazer publicar em Diário da República M**** atrás de M****.
Devo ser um dos (não são de certeza muitos) que se preocupam em periodicamente passar os olhos pelos DR, 1ª e 2ª séries. E faço isto com insistência desde 1985, tendo tido alguns chefes que recriminavam esta atitude de cidadania. Um deles dizia que só nos devíamos preocupar com a nossa redoma!!! Que tolo.
Mais ou menos uma vez por mês, passo os olhos pelos sítios da Presidência, dos ministérios, da AR, dos partidos, da Procuradoria Geral da República e em particular a área de Lisboa, da GNR, da PSP, das Forças Armadas, da PJ, e por aí fora, em tudo o que possa dar uma amostragem do estado deste Estado!.
E digo-vos, prezados leitores, é uma delícia ver com que prioridades se preocupam os nossos dirigentes e responsáveis (!!!) a todos os níveis. Estes, os actuais geringôncicos, bem como todos os anteriores. Uma delícia.
A minha mulher diz que isto tem um certo "quê" de masoquismo!
Talvez.

Um País rico e ridículo, onde instantaneamente se consegue saber onde está uma trotinete mas levaram horas para descobrir onde tinha caído um helicóptero.
Ou, outro exemplo, desde o 25 de Abril apesar de uma lei em 1982, mais outras em 1993 e outras mais recentes, se continuar a não ter uma definição adequada quanto a que Forças Armadas queremos melhor, que o País deve ter, tendo presentes, a dimensão territorial, a dispersão geográfica, a vizinhança/ envolvente, a dimensão da área molhada sob nossa jurisdição ainda por cima com a questão da extensão da plataforma continental, riscos e ameaças, entre outras variáveis.
Uns pândegos argumentam que não senhor, que está tudo lindo e adequado, que participamos em missões internacionais, que a Força Aérea está atenta a tudo o que voa, e que as Forças Armadas estão catitas e adequadas à nossa dimensão, e não têm problemas de inventários. Até se diz com frequência "somos os melhores dos melhores.
Na realidade, creio que somos muito razoáveis, bons em certas áreas "nicho", mas andamos sempre a correr atrás das desgraças.
Até o CEMGFA vem dizer na sua mensagem Natalícia qualquer coisa que eu vou traduzir assim - vai havendo umas broncas do caraças mas os portugueses distinguem bem que uma coisa são as muitas broncas, outra coisa são as FAs, e que os Portugueses têm muita consideração pelas FA do País." POIS TÁ Claro!
Pessoalmente tenho há muitos anos as ideias valores e princípios bem organizados/ arrumados/ interiorizados e, no caso das FA, sei bem o que é a instituição militar, o seu indispensável papel na democracia, e que é uma instituição respeitável, e que merece todo o respeito. Um pilar da democracia, do regime.
Mas tenho as maiores dúvidas quanto a vários dos que por lá andaram, e andam.

Se olharmos por exemplo à realidade, vemos que Portugal é um País pequenino (um amigo diz que não passa de água por todo o lado incluindo na cabeça dos dirigentes e com uns cagalhotos dispersos pelo Atlântico e um cagalhoto maior agarrado à Europa), temos uma despesa do Estado a subir cada vez mais anualmente, temos consignado em OE centenas de milhões de €€ para as despesas de funcionamento do governo e da Presidência da República e da AR, incluindo as inúmeras passeatas, perdão, deslocações de serviço e trabalho político e diplomático, e participação em reuniões na NATO, UE e etc. 

Temos este PM politicamente um aldrabão, como politicamente aldrabões mais uns quantos, pois outra coisa não pode ser dita quando neste OE voltam a prometer basicamente o que prometeram no primeiro OE desta legislatura. Exemplos? Ferrovia, etc.
Temos um PR, governantes, deputados, presidentes de câmaras municipais que têm orgasmos cerebrais com as pompas dos desfiles nas festividades anuais da GNR, das FAs, da PSP, na passagem de revista aos corpos de bombeiros aquando das constantes deslocações em trabalho político (!!), e nem pensar em dispensar essas coisas.  
Como nem pensar em diminuir a quantidade de tribunas periodicamente montadas nessas festividades para albergar as Exas todas, desde os muitos titulares de orgãos de soberania, os muitos convidados nacionais e estrangeiros, aos vários agraciados, e ás muitas mulheres ou maridos deles e delas. 
Temos afectos em cada momento, para todos os momentos, para novos e velhos, carícias no pescoço, mas que rapidamente passam e são esquecidos os osculados e os abraçados.

Mas temos sobretudo gentinha com uma completa ausência de, sentido de Estado em tudo, sentido das proporções, noção das limitações gritantes de um pequeno País que é POBRE de recursos materiais e humanos.
Não percebem por exemplo o que implica este mar imenso sob nossa jurisdição, jurisdição/ responsabilidade que pode vir a ser bastante alargada a breve prazo.
Não percebem a necessidade de ter aviões que possam patrulhar a imensidão dos mares, nem a necessidade de ter nas ilhas muito mais do que o pouquíssimo que lá se tem quanto a navios, para acorrer ao que for detectado num dado ponto do oceano. Como ter no Continente adequados meios navais.
E quanto a navios, e não falo de "barcoitas saloias", não percebem a diferença entre o que é andar/ navegar num rio ou na foz dos rios, ou navegar no mar sendo que, há mar e mar, e há oceanos. 
Há mar calmo, há rugido de mar, há diferenças de mar quer em termos de, ondulação, comprimento de onda, periodicidade, força de vento, etc.
E por isso, há navios muito diferentes, concebidos para aguentar coisas diferentes e para executar missões diferentes. E, depois, não basta ter navios, é preciso ter estrutura de retaguarda, para apoio logístico, para apoio na manutenção. E é preciso dinheiro a sério para os navios, para o apoio logístico, para a manutenção.
É o que se vê há décadas, certo????

A realidade é que voltamos a ter em Diário da República consignações para uns "barquinhos" para a GNR.
Quando vejo estas coisas lembro-me logo de Cadilhe, pois foi no tempo dele que o convenceram que a GNR devia ter uns barquinhos.
Basta ir percorrer certos portos, como Sines, Setúbal e Lisboa, para constatar o ridículo e a inoperância, o estado dessas coisas.
Olhando à nossa história, depois da instauração da República, houve uma época em que já era tão escandalosa a desproporção entre o poder militar material da GNR comparativamente com o do Exército de então que, num assomo pouco vulgar de racionalidade, a GNR foi desapossada de imenso material militar.
Mas os tempos vão correndo e há sempre um parolo qualquer que é ministro e que se deixa convencer. 
Estou até a lembrar-me de um tolo que telefonou para casa a dizer que já era ministro e, pouco depois, num gesto de magnanimidade, no resto do chão da casa familiar nas Beiras foi instalado um balcão de um conhecido banco. 
E neste momento, lá estão consignados mais uns milhões para barquinhos da GNR, sem ninguém parar para ir verificar a sério o historial dos barquinhos que eles têm ainda, e não os filmes que ás vezes passaram nas TV.

É a história, pelo menos, das capelinhas.
Mas, também, da luta para destruir algumas coisas no âmbito da Marinha. E é, também, a continuada desatenção quanto ao que se tem passado a nível da UE e da célebre questão - guarda costeira.
E também as questões à volta da autoridade marítima.
Sempre, sem se atender à realidade do País, sempre sem evitar sobreposições, sempre sem racionalizar e aproveitar o que existe, ampliando, e para apoio a instituições diversas. CAPELINHAS.
Como isto é um País rico, eu acho até que António Costa devia tratar de criar na GNR, um departamento para uma guarda costeira com no mínimo 6 corvetas ou mesmo mais uma ou duas fragatas, e helicópteros, reerguer a guarda fiscal, aumentar a capacidade bombeiral nos GIPS, aumentar o departamento de guardas florestais, incrementar a Brigada de Trânsito de modo a ter drones e também bastante mais polícias de giro e substituir os Toyota por BMW ou Mercedes senão mesmo por Panameras, porventura um departamento com malta que pudesse ser rapidamente aerotransportada e, portanto, para não estar dependente da Força Aérea, ser dotada de helicópteros pesados de transporte de pessoal.
E, já agora, aumentar mais o quadro de pessoal na GNR, para poder lá ter mais gente do Exército em comissões de serviço. Dá umas vagazitas!!!!
Estamos nisto, galhardamente a caminho do precipício.
AC


sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

NOVOS TEMPOS, CÁ E LÁ POR FORA
Por cá existem umas criaturas que se propõem dignificar o cargo para que se candidatam, ora propondo levar altas entidades estrangeiras a comer porventura uma "sandocha" num pinhal enquanto abordam temas de política internacional, enquanto outros certamente gostariam, por exemplo,.......ah.......não vale a pena continuar. Quando não percebem a função, quando não percebem o pós mandato, não vale a pena perder tempo.
Não faço ideia se essas intenções se inspiraram em algo na ""estranja"".
Mas "aqui ao lado" vão aparecendo coisas interessantes (!!).
Mão amiga fez-me chegar esta fotografia (relevem a fraca qualidade).
Com estes exemplos, e uma vez que está na ordem do dia a questão dos gastos, no Ministério dos Negócios Estrangeiros (faqueiros) na Presidência da República, etc, talvez o exemplo do ""podemos"" ainda venha a ser inspirador para o actual governo e actual maioria parlamentar.
Quanto ao MNE, acho uma injustiça estarem a atacar o senhor ministro. Se o ministério é dos negócios estrangeiros, obviamente que o negócio da compra de faqueiro tinha que ser com o estrangeiro.  Fácil de perceber, caramba!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
AC
PS: acho delicioso os espanhóis terem sublinhado - uniforme gran gala

quinta-feira, 16 de julho de 2015

TODOS OS PORTUGUESES A BELÉM
Querida, agora que sou presidente, toca a cumprir as promessas eleitorais.
Que achas desta linha de acção?
1º -vamos renovar os últimos pisos do palácio, sobretudo os que têm sótão; aí poremos as malas de todos os portugueses que conseguirmos cá meter, os brinquedos mais velhos etc;
2º - vamos colocar contentores nos jardins, para alojar os serviços da presidência, e deixar assim os salões livres para camaratas;
3º - a área que usualmente ficava para a primeira dama, será para costureiras;
4º - as áreas ocupadas pelos GNR, até porque me lembra bandas de rock, vai ser atribuídas para os infantários, os guardas terão que dormir nos cavalos e outros amontoar-se nestas esquadras à volta do palácio;
5º - os bancos  dos jardins, serão para vários sem-abrigo;
6º - eu estava a pensar também em..............(INTERRUPÇÂO)

OLHA , escusas de continuar, acabei de receber um SMS do meu advogado a confirmar que o pedido de divórcio litigioso deu entrada no tribunal.........VOU PARA CASA DO MEU FILHO:::::::::::::

AC