Mostrar mensagens com a etiqueta proporcionalidade. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta proporcionalidade. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 15 de junho de 2023

CLARO QUE O DEFEITO DEVE SER MEU

- O Sr ministro Carneiro está ufano e contente com os meios já disponíveis para a chamada época de incêndios! Época de incêndios, isto tornou-se um evento tal como a Madona vir cá, ou a Adele, ou os Cold Play.

- Mas do que se sabe, os meios não são muitos, e muitos se queixam de viaturas já demasiado cansadas, e de pagamentos em atraso, etc. Mas lá que podemos ir ajudar outros, aqui mesmo ao virar da esquina, Canadá, isso é certo, eles estão aqui tão perto, é um caso de solidariedade.

- Há décadas que há apenas um pequeno meio naval para fiscalizar toda a brutal área oceânica sobre a qual temos jurisdição. Refiro-me aos Açores. Caso idêntico para a Madeira. Bom, ás vezes não estão lá muito operacionais!

- Mas lá que podemos andar solidariamente com navios no Sul de África, à pala de uma missão internacional e, já agora, para o sr professor Marcelo vincar mais uma vez que são os melhores dos melhores, lá isso podemos. 

Claro que sou eu que não estou a ver bem as coisas.

AC

Em tempo:


quinta-feira, 9 de maio de 2019

A PROPÓSITO de TRÁGICO ACIDENTE
Um veículo com cerca de 50 pessoas, todas alemãs menos duas, caiu recentemente numa ravina na ilha da Madeira, causando dezenas de mortes. 
Uma tragédia sem qualquer margem para dúvidas.
Como aprendi no final dos anos 60 do século passado, a morte  súbita mesmo de um só ser humano é em si mesmo trágico.
Mas a vida contemporânea está, infelizmente, recheada de tragédias, cada vez mais, de que dou apenas dois dos imensos exemplos que enchem as notícias diárias: acidentes rodoviários sobretudo envolvendo várias viaturas e muitas vezes camiões desgovernados, e barcos de pesca naufragados. 
Provavelmente, com o que adiante vou escrever, vou ser considerado um insensível, desumano, no mínimo.
E vou começar pelos barcos de pesca naufragados.
Quantos se têm perdido ao largo dos Açores, ao largo da costa de Portugal Continental?
Por outro lado, hoje fiquei a saber que uma ambulância caiu numa ravina, na zona de Moura. Morreram duas pessoas.
E podia dar outros exemplos trágicos que aconteceram no País.
Obviamente, tão distraído como sou, não reparei nas reações de certos titulares de orgãos de soberania, que certamente as houve.
Pois não houve dor, sofrimentos, famílias desesperadas nestes acidentes portugueses?
Estas coisas não calam fundo no coração dos Portugueses?
Claro que na tragédia na Madeira a dimensão foi maior, e a esmagadora maioria não eram portugueses.
AC