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sexta-feira, 14 de janeiro de 2022

LIDO  POR  AÍ,  na  NET
"……….Que um candidato à função já por aí anda sussurram-no alguns, e até o próprio parece tomar gosto na fantasia. Embora a minha ideia não conte, e certo de que no Céu não me ouvem, quero todavia deixar dito que se mantém nula a minha simpatia por uniformes à frente dos destinos da pátria.
Essa nobre tarefa é mais avisadamente confiada a paisanos com algum traquejo na arte de governar, mesmo quando são malabaristas e certificados troca-tintas
"
. (sublinhados meus)
AC

sexta-feira, 15 de outubro de 2021

I N F E L I C I D A D E S
O mundo, Portugal, a vida de cada um de nós, estão  recheados de infelicidades.

Por exemplo, e para começar com um exemplo da fantochada diária em que se tornou a sociedade portuguesa ou melhor, a fantochada que rodeia a maioria dos titulares de órgãos de soberania, que rodeia a maioria das chamadas elites, que  rodeia a esmagadora maioria dos jornalistas (e isto é trágico para a democracia), para mim é uma verdadeira infelicidade as tristes figuras protagonizadas designadamente no dia de hoje 5ª Feira por vários responsáveis do PSD. Verdadeiramente deplorável.

Depois, temos a infelicidade de continuamente estar a ouvir vários reis dos dislates com pérolas várias uma das quais esta - 
"dinâmicas de longo de prazo que não se resolvem por decreto, mas por outro lado há um conjunto de medidas já em curso".

Temos também a infelicidade de observar umas criaturas sinistras com discurso em 2018, outro em 2019, outro em 2020 e etc.

Há depois aquelas infelicidades que saem como vómito de certas bocas - "esse assunto é objeto de atenção permanente minha".

Há aquela deliciosa infelicidade - "seria erróneo e redutor imaginar que nada está a ser feito".

E há sempre algumas linguagens infelizes, ou, consideradas por alguns - como havendo infelicidade na linguagem.

Enfim, a nossa infelicidade em ter gente desta a governar/ comandar/ lecionar/ presidir/ olhar para o umbigo/ a tratar da vidinha/ mentir.
AC

segunda-feira, 11 de outubro de 2021

CADA VEZ MAIS QUALIFICADOS

Olho ao que se vem passando no meu maltratado país e com alguma idade que já tenho, dá-me para pensar cada vez mais, e recordo os tempos da minha primária, já bem lá para trás.

E interrogo-me, face ao que vejo: Elite governante? Que envergadura intelectual de certa gente? Que envergadura académia de certa gente, quando vejo "curricula" e o somatório de certos copianços, plágios, duplicações, mestrados e doutoramentos ? Que ambiente é este? 

Que futuro nos espera?

AC

sexta-feira, 4 de junho de 2021

VIVER  e  SABER VIVER
É conhecida a frase à volta deste título.
Pela parte que me toca, tenho felizmente conseguido ter uma vida muito equilibrada quer no aspecto mais importante que é a família, e onde sou "muito rico", quer nos restantes aspectos da vida, designadamente a carreira e a vertente financeira da vida onde nunca dei passos maiores que a perna e, por isso, até hoje, nunca tive "problemas musculares" na carteira.
Vem isto a propósito de que desde que deixei a vida activa no final de 2006 incrementei imenso uma das coisas que muito aprecio, e que desde sempre fui fazendo dentro das limitações decorrentes da vida profissional e constrangimentos de miudagem etc. 
Andar por aí.

Aproveitar a aldeia, que considero "minha" desde 1969, nela passando muitos períodos desde essa altura, e dela fazendo muitas vezes base para incursões pelo país Continental. 
Mas fazendo muitas incursões sem contar com a aldeia. 
Há dias deambulei dentro de uma área delimitada por 60 a 70 Km de raio centrada em Coimbra. 
Quer nesta última incursão quer desde sempre em todas as anteriores, procuro coisas diversas, aperceber-me do ambiente, das gentes, do património edificado, da limpeza da aldeia, vila ou cidade, do património cultural, do património imaterial, de vertentes culturais diversas. E caminhadas, e gastronomia, e artesanato, e fotografia, e alojamento. LAZER. Viver. E tenho sabido viver.
Toda esta lenga lenga não tem em vista maçar com aspectos privados quem tem a gentileza de visitar este simples blogue.

Vem a propósito do que atrás cito e concretamente de vertentes diversas no plano cultural.
O passar dos anos tem-me dado uma noção bastante razoável do estado de, conservação / recuperação / manutenção / degradação /  destruição de, museus, sítios arqueológicos, castelos, pelourinhos, casas senhoriais, escolas e faculdades, capelas, igrejas, praças de touros, pavimentos em zonas históricas, toponímia, edifícios militares, praças/ mercados, lotas, portos, estradas municipais, estradas nacionais, auto-estradas, postos de turismo, restaurantes etc.
Muita coisa tem sido recuperada, mas muito está degradado.
E uma coisa me "assalta" sempre quando, nas aldeias, vilas e cidades, observo certas obras e certos mamarrachos, e certo acumular de lixo.
Interrogo-me sempre sobre prioridades de autarcas e governantes.

Agora, neste últimos dias, leio que o Ministério da Cultura já pagou 10 dos 53 milhões do programa Garantir Cultura mas, entretanto, observo também que, salvo erro, o Museu de Arte Antiga em Lisboa tem salas fechadas por falta de pessoal. Observo que o novo Museu dos Coches tem tido salas fechadas por falta de electricidade e etc.
Enfim. Prioridades.
AC

sexta-feira, 12 de março de 2021

SÓ QUANDO LHES CONVÉM

QUANDO LHES CONVÉM DEBITAM O QUE LHES APETECE, SEMPRE COM A BENEVOLÊNCIA DOS PÉS DE MICROFONE SEM SE ATREVEREM A PERGUNTAS INCÓMODAS OU A CONTRADITÓRIO.

SEMPRE QUE NÃO LHES CONVÉM DIZEM QUE NO ESTRANGEIRO NÃO SE PRONUNCIAM SOBRE ASSUNTOS INTERNOS DO PAÍS.

DEPOIS QUEREM SER RESPEITADOS.

AC

quarta-feira, 5 de agosto de 2020

ESTADO  SOCIAL
(continuando com leituras atrasadas)
O Estado Social tem essencialmente 3 pilares, a saber, a segurança social, a educação e a saúde.
A dose incomensurável de completa ausência de vergonha na cara é uma das razões para as continuadas demagogias e mentiras da parte da esmagadora maioria dos sucessivos governos e sucessivos governantes.
Se antes se mentia e aldrabava à grande, a partir da geringonça I foi uma escalada inacreditável.
A par disto, mesmo alguns dos poucos que são de facto jornalistas (até já um dos avençados socialistas não inscrito aponta-os como  jornaleiros!!) teima em escrever que o Estado fez ou não fez, que o Estado reduziu, etc.
Ora o Estado é uma fórmula bem conhecida e definida mas na realidade são os poderes públicos que afectam, desafectam, reduzem, eliminam, alteram, etc.
Na realidade e em períodos concretos bem conhecidos, foram governantes concretos, que têm nomes, que reduziram pensões.
Foi e é a mesma gentalha que tramou a sustentabilidade da segurança social, que devolveu alguma coisa quanto a vencimentos reduzidos no passado recente, que executou cortes drásticos nos pilares do Estado Social.
É essa trupe nojenta que pelas suas acções e inações levou ás dificuldades no SNS, na educação, e que ao longo dos anos trata as aplicações do fundo de segurança social pior que na roleta.
Não é o Estado, é a CANALHA, que se governa em vez de governar, que se serve em vez de servir.
AC

sexta-feira, 26 de junho de 2020

A PROPÓSITO de RACISMO, INTOLERÂNCIA
Há quem diga que a intolerância, a perseguição e o racismo estão enraizados na vida quotidiana e dão alento ás nossa falhas, erros e desapontamentos.
Posso concordar.
Mas, nesta postura, confissão ? será que não se detecta mesmo uma confissão acerca do que não foi feito, do que não fizeram, de concreto, para dar habitação, para integrar, para criar emprego, para apoiar na escolaridade e no apoio sanitário ?
É que está aqui um exemplo claro, concreto, da falência de muitos senhores autarcas e governantes, de todas as cores, mas mais de uns quantos que têm sempre muito paleio, mas anos e anos a deixarem crescer os bairros execráveis por todo o lado.
Um dos inúmeros exemplos é o de uma autarquia grande da margem Sul do Tejo, governada quase décadas por um mesmo partido, nas barbas do qual cresceram barracas e barracas ao longo do mar e areal. NUNCA TINHAM REPARADO, certamente. 
AC
Ps: a frase do 1º parágrafo existe, não inventei
ASSUSTAMO-NOS CADA VEZ MAIS
O pianista assustou-se com o berro da vocalista.
Nós assustamo-nos cada vez mais e de cada vez que esta canalha formalmente dirigente e governante nos fala.
AC

quarta-feira, 29 de abril de 2020

P O E S I A
(cada vez com maior actualidade)

Sem que discurso eu pedisse,
Ele falou e eu escutei.
Gostei do que ele não disse;
Do que disse não gostei.

P'ra mentira ser segura
E atingir profundidade,
Tem de trazer à mistura
Qualquer coisa de verdade.

Mentiu com habilidade,
Fez quantas mentiras quis,
Agora fala verdade,
Ninguém crê no que ele diz.

Julgando um dever cumprir,
Sem descer no meu critério,
Digo verdades a rir
Aos que me mentem a sério

           António Aleixo

AC

segunda-feira, 27 de abril de 2020

terça-feira, 21 de abril de 2020

SOCIEDADE e IDOSOS
Ao tempo da "Troika", depois do descalabro a que o alarve Sócrates conduziu Portugal, uma das coisas mais estúpidas patrocinadas por Passos Coelho foi aquilo que se designou por choque entre gerações. Inqualificável.

Agora, à conta do Covid-19, fica-me a sensação de que sob o subterfúgio da imperiosa necessidade de dar proteção aos grupos de risco, se está mansamente a preparar um quadro terrível de completo isolamento de quem está em lares.
As pessoas mais velhas não são estorvos, não são lixo.
Mas ao longo de décadas assim têm sido tratadas.
Eu explico.
Nesta desgraçada e tão maltratada República, deixaram disseminar por todo o país dezenas senão centenas de coitos a que alguns se atrevem a chamar de lares.
Não é preciso recordar as constantes notícias e denúncias sobre  inúmeras pocilgas sem condições para receber idosos.
Não é preciso recordar as denúncias de maus tratos.
Não é preciso recordar as denúncias sobre várias dessas pocilgas sem nenhumas condições estruturais e sanitárias para albergarem pessoas que precisam de cuidados vários por se aproximarem do fim da vida terrena.
Não é preciso recordar a inexistência de estruturas para fiscalizar e punir se necessário. Não há fiscalização séria, sei do que falo.
Não é preciso recordar as poucas vergonhas que vieram a lume de algumas instituições onde alguns e algumas se foram governando.
Não é preciso recordar nada disto.
A pandemia se encarrega de mostrar o verdadeiro Portugal, nesta área como desgraçadamente em muitas outras.
O verdadeiro Portugal tem responsáveis, não é o Estado, são os sucessivos primeiro-ministros e ministros que nunca trataram de fazer o que tinha de ser feito para que Portugal também nesta área se transformasse numa sociedade decente. Há décadas e décadas.
Agora querem isolar os mais velhos meses e meses?
E as consequências?
Ai é a pandemia.
Tivessem tratado disto a tempo.
Tivessem tratado disto em Fevereiro para que médicos e enfermeiros não tivessem escassez de material de proteção.
Tivessem tratado disto para que os lares fossem testados há pelo menos um mês.
A minha mãe tem 94 anos, não está senil, tem mobilidade, não tem doenças incapacitantes ou graves, e convém lembrar a estes democratas da treta que se governam e pouco governam, TEM DIREITOS CONSTITUCIONAIS. CRP, "ring a Bell"?
Acho aliás muito curioso que um esquerdista como o constitucionalista Jorge Novais tenha timidamente falado em possíveis inconstitucionalidades quanto a algumas das limitações hoje em vigor, e nunca mais foi ouvido. Porque será?
Quem não me respeita e não respeita a minha mãe, como tudo indica os titulares dos orgãos de soberania na sua conhecida e ordinária arrogância se preparam para prosseguir nessa senda, não merecem respeito algum. ZERO.
Lá porque não se tenham apercebido da existência de certas palavras do dicionário como, dignidade, não podem concluir que os mais velhos e muitos outros menos velhos como eu não a tenhamos.
Uns incompetentes arrogantes prenhes de propaganda e pouco mais, mas com ótima visão para o umbigo respectivo.
As consequências vão-se observando.
AC

sábado, 4 de abril de 2020

DEMOCRACIA
Está a parecer-me cada vez mais urgente lembrar a uma vasta cambada de pavões que por aí andam, que a DEMOCRACIA - não é propriamente um governo de notáveis e habilidosos. 
E lembrar também quais são as funções do Estado. 
Tem tudo a ver com aquela coisa insignificante.......os cidadãos!!!!
Talvez ler a CRP, não ?
António Cabral (AC)

sexta-feira, 13 de março de 2020

A  PROPÓSITO
A propósito de certas barbaridades que se observam suceder 
na nossa vida pública, verdadeiras alarvidades 
periodicamente proferidas por quem não tem de facto 
a menor noção do que deve fazer no seu cargo 
temporário, e sempre acompanhadas por lamentáveis 
atitudes coreográficas de que se acusam os outros, 
lembrei-me de um dito conhecido que reza assim : 
Quando não se é capaz de fazer bem as coisas, então deve 
aprender-se a apreciar fazê-las mal. ELE APRECIA.
António Cabral

domingo, 2 de fevereiro de 2020

EXIGÊNCIAS  NACIONAIS
Têm sido várias nas últimas décadas, sempre elencadas em inflamadas retóricas. Retóricas!!!!!.
Imensas e variadas, respeitando umas vezes ás Forças Armadas (a versão mais actual é que são os melhores dos melhores), outras vezes em relação a outras áreas da organização e estrutura do País (tipo paixões). E sempre com uma descarada ausência de vergonha na cara afivelada nas "fuças".
Em quase todas as áreas, as exigências nacionais, sempre veementemente proclamadas, e sempre esquecidas num ápice.
Este é apenas um dos exemplos mais longínquos. 
Basta olhar ás realidades dos últimos 30 anos, e contabilizar os vigaristas de todas as cores.
AC

quinta-feira, 30 de janeiro de 2020

RTP 3
Estou fora, e no quarto do hotel acabo de ver  no televisor na RTP 3 uma repelente criatura, de cabelo branco, a dizer que fez tudo bem.
Bandidos destes sempre a lixarem-nos a vida.
Poucos olham para o percurso deste tipo de criaturas, mas eu olho e sei onde começou.
Um vigarista de alto coturno.
AC

segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

Carta Aberta do Presidente da ANIL, 
a propósito dos comentários de Augusto Santos Silva sobre a  qualidade dos empresários Portugueses

Caros colegas empresários portugueses,
São do conhecimento geral, as afirmações polémicas do senhor ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, no GRAPE em Coimbra, tendo-se pronunciado acerca da “fraquíssima qualidade da gestão das nossas empresas.” Entretanto penitenciou-se, uns dias depois, dizendo que não pretendia denegrir as empresas portuguesas., afirmando, “que essas declarações parecem indicar que fiz uma generalização que seria abusiva e, se o efeito foi esse, penitencio-me por isso.”
Na minha modesta opinião, o problema deste país é “a fraquíssima qualidade da gestão dos nossos governantes.” Não sendo minha intenção denegrir os governos portugueses e sabendo que esta afirmação corre o risco de ser generalizada, penitencio-me imediatamente por isso.
Já com a penitência feita, gostaria de sublinhar aquilo que parece ser, para o senhor ministro, a fraquíssima qualidade da nossa gestão. Na nossa qualidade de “fraquíssimos gestores empresariais” suportamos a maior carga fiscal dos últimos anos, pagamos das facturas de energia e combustíveis mais caras da Europa, uma rede rodoviária cara sem alternativas viáveis e mesmo assim estamos na primeira linha nos esforços para a sustentabilidade, inovação e desenvolvimento.
Por outro lado, não vejo que seja uma conclusão particularmente sagaz e inovadora, defender a contratação de quadros qualificados, atrevo-me aliás a dizer, que ao fim de quase quatro décadas na indústria, nunca ouvi algum colega afirmar que não estaria interessado em contratar bons quadros para a sua empresa. Mais uma vez, um governante contribui, com muita qualidade, para a noção errada de que são as empresas que não querem contratar especialistas.
Não será antes a falta de empresas, que são levadas ao encerramento devido à nada fraquíssima carga fiscal, de que são paradigmas as fraquíssimas políticas económicas que consecutivamente sufocam e bloqueiam o desenvolvimento, principalmente nas zonas periféricas e do interior, condenadas ao esquecimento? Ou, como parece crer o senhor ministro, numa esperança sebastianica de que surja uma multinacional estrangeira (a quem os nossos governos dão todas as oportunidades, negadas às empresas portuguesas) que salve essa comunidade, sem que o nosso governo tenha que activamente contribuir com políticas pró-activas para o desenvolvimento económico?
É caso para perguntar, caros colegas, que se nós somos fraquíssimos, quais serão os qualificativos adequados para a gestão dos nossos governantes? Penitenciando-me pela generalização, desde já.

José Alberto Robalo, Presidente da ANIL – Associação Nacional dos Industriais de Lanifícios


Andamos nisto, acusações, retratações, respostas, contra-respostas.
Telenovelas autenticamente mexicanas, ou não estivéssemos a caminhar para uma mexicanização do regime, ou estou completamente enganado?
Como em tudo na vida, ninguém tem 100% de razão ou 100% de culpas.
O trauliteiro Silva tem alguma razão pois certamente existem vários gestores e empresários cujos méritos serão fracotes. Mas vários empresários têm também razão, pois muitos se têm esforçado e os resultados são conhecidos.
Como sempre, é pena não haver mais rigor nestas coisas.
Por exemplo, o presidente da ANIL podia especificar claramente todos os aspectos no favorecimento de certos empreendedores estrangeiros, e podia por outro lado ponderar sobre certos perdões de dívidas bancárias a grupos portugueses e nessa medida apontar em concreto o que podia ser feito para melhorar apoios a PME, por exemplo. Mas isto sou só eu a divagar.
AC

quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

CADA VEZ TENHO MAIS a CERTEZA
Reforço diariamente a certeza de que são cada vez mais os cidadãos que por aí andam em certas funções que perdem facilmente o sentido do ridículo.
E já nem quero falar de sentido de Estado.
O desgraçado da coisa é que muitos deles estão em posição de nos tramar a vida, de estoirar com Portugal, coisa que vem sendo habitual desde há 7, 8, 9, 10, 11 ou mais décadas.
Mas os actuais acrescentam a mania de se porem em bicos de pés, são de uma subserviência caricata, e são uns tristes pirosos.
Continuamos bem desgraçados.
AC

segunda-feira, 3 de junho de 2019

GUERRILHEIROS  PALAVROSOS
Guerrilheiros palavrosos, depende do entendimento de cada um qualificar certas pessoas, homens e mulheres, com este carimbo.
Na nossa AR por exemplo é um fartar vilanagem, misturando a guerrilha com a falta de educação que, argumentam, é prática de sempre ao abrigo regimental!!! Não é falta de educação, é regimento, dizem!!!!!
Há palavrosos de tipologia variada.
Há os de cabelo grisalho/ branco que sempre beberam do fino e de vez em quando escrevem ou dizem umas coisinhas a parecer que são contra os seus amigos os quais os enchem de tachos e sinecuras controladoras, há os que vão à TSF e entre flechas para todo o lado cantam loas aos mandantes do partido, há o intrujão - mor que tem a lata de se insurgir quanto ao estado dos serviços públicos nomeadamente os transportes ao ponto da sua apoiante Mortágua se insurgir veementemente, e agora o professor Marcelo a esmerar-se cada vez mais.
Enfim, os exemplos são às centenas, e mostram à saciedade o espectáculo triste em que este rectângulo e as suas ilhas se transformou. Até o Centeno já discute política de alto gabarito, no intervalo das ordens para as cativações.
Desgraçado País.
AC