Audição do ainda governador decorre sem que banco central tenha enviado documentação sobre nova sede para o Parlamento.
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
sexta-feira, 26 de setembro de 2025
Audição do ainda governador decorre sem que banco central tenha enviado documentação sobre nova sede para o Parlamento.
segunda-feira, 25 de agosto de 2025
Maioria dos inquiridos não consegue responder se acha bem ou mal a substituição de Mário Centeno por Santos Pereira.
quarta-feira, 30 de julho de 2025
MAIS OUTRO
Lendo as gordas pela NET descobri mais outro socialista de primeiras águas neste caso de primeiras ondas, a atirar-se a Álvaro Santos Pereira. Adão, o surfista!Escreveu por exemplo isto: "passagem pelo Governo (se bem que não tenha deixado uma marca muito positiva como ministro, atenuado . . .)
terça-feira, 29 de julho de 2025
Muita indignação à esquerda, sobretudo. . . . porque sim!
A esta gente aplica-se, entre muitas outras coisas, aquela cena da mosca a entrar na boca ou a outra que reza assim: é melhor permanecer em silêncio e ser julgado tolo, do que abrir a boca e dissiparem-se todas as dúvidas!
sábado, 26 de julho de 2025
sexta-feira, 25 de julho de 2025
GOVERNADOR
Mário Centeno estava no Banco de Portugal (BdP) onde, consta, o então governador não lhe acharia muita piada.
Foi autor depois de uns estudos para o PS de António Costa, e passou mais tarde para ministro das Finanças.
Das Finanças passou para governador do BdP. O seu mandato terminou no passado fim de semana.
Mas vai continuar até Setembro por força da legislação em vigor que atira para Setembro próximo a posse do sucessor, hoje divulgado, o professor e ex-ministro e actual economista chefe da OCDE, Álvaro Santos Pereira.
Os do costume já saltaram com unhas e dentes. Álvaro será político, não é independente, esteve com o Passos!
Não tenho competências e conhecimentos para ajuizar com rigor tudo isto.
Mas se estou bem recordado, creio que Centeno governador nem sempre foi "doce" para a governação de António Costa. Nem para Luís Montenegro.
Por outro lado, Centeno não escondeu anseios políticos, e nomeadamente a de Primeiro-Ministro, que Costa não conseguiu concretizar junto de Marcelo.
Finalmente, os do costume, tipo esquerdalhada arrogante e sempre assanhada porque sim, ou Mariana Vieira da Silva, inflamarem-se por causa de Álvaro Santos Pereira, e denegrindo-o, que vai ser político e não independente como o cargo exige, só merece um democrático sorriso de desdém.
AC
terça-feira, 22 de julho de 2025
DECISÕES ANTES de TERMINAR MANDATO
Não é inédito em Portugal que, antes de terminar o mandato, seja na Assembleia da República, num governo, um Presidente da República, um presidente de conselho de administração, um chefe militar, etc., se tomem decisões com implicações financeiras pesadas para quem vem a seguir. Muitas vezes a dias de fim de mandato!
Estas palavras a propósito das notícias lidas sobre a nova sede do Banco de Portugal, previsivelmente a construir nos terrenos da antiga feira popular em Lisboa. Desejo/ projecto anunciado por Centeno em Janeiro ou fevereiro passado.
Dizem as notícias que foi fechado um contracto promessa para instalar a sede nos tais terrenos. As notícias referem um valor de cerca de 192 milhões, se percebi bem, de que já terão sido avançado cerca de 60 milhões. TUDO questão de CÊNTIMOS! Pintelhos (Catroga dixit!)
As notícias também referem que, alguns assessores jurídicos e técnicos das instituições recrutadas pelo Banco de Portugal para o aconselhar na matéria, terão alertado o governador Mário Centeno sobre "contingências graves" e de "alto risco" que, em tese, podem vir a colocar em causa o negócio.
Referem ainda as notícias que as complicações podem vir a ter reflexos financeiros muito elevados. Se percebi bem, algo que pode vir a correr, devagarinho mas paulatinamente se as coisas não correrem bem, para perto de 300 milhões. Pintelhos (Catroga dixit!)
Dinheiro do próprio? NÃO, dos impostos dos tugas!
Desconheço completamente se é necessária uma nova sede para o Banco de Portugal.
Sei por experiência de vida, que se eu perguntasse e me respondessem (altamente improvável) apareceria uma sólida justificação. É sempre assim em Portugal.
Pouco se resolve sem legislação em cima de outra, sem novo estudo, sem novo concurso, sem nova sede, sem nova construção, sem novos estudos, sem novas assessorais e consultorias, O COSTUME, e vários a ganhar com resultados às vezes maus, sempre funestos para o erário público = nosso bolso!
Disto ficam-me as sensações seguintes:
1. será que a decisão e o avançar com ela foi exactamente por Centeno saber que não seria reconduzido? E decidir-se pelo contracto a dois meses do fim de mandato?
2. e o conselho de administração do Banco de Portugal, que aparentemente anuiu, portanto também como Centeno contra os tais alertas de técnicos e juristas, anuiu porque a maioria deles presume com certa segurança que também não continuará?
É Portugal, é o costume, com as "prima donas" do regime, com os cheio de experiência e sabedoria, e o costumado estoirar do nosso dinheiro.
Depois zangam-se, e o execrável lamentavelmente cada vez mais a engordar.
AC
terça-feira, 22 de outubro de 2024
Ulrich diz que tribunal devia estar a julgar “gestão danosa” no BES
Enquanto o empresário Queiroz Pereira descobria que as contas do GES “não batiam certo”, o BPI apercebia-se de “grandes” riscos. Uma década volvida, o dano é de 20 mil milhões, diz Fernando Ulrich.
sábado, 11 de novembro de 2023
Todos os milhões de portugueses intelectualmente honestos, isentos independentemente da sua cor partidária /do seu entendimento de como melhor solucionar os problemas da nossa sociedade, percebeu perfeitamente a politização do Banco de Portugal quando António Costa passou Centeno para governador do Banco de Portugal.
Mais palavras para quê?
AC
sábado, 16 de setembro de 2023
Na política, cá e lá por fora, há,
quinta-feira, 8 de dezembro de 2022
BES, BANCO BOM, BANCO MAU, NOVO BANCO, COIMAS, BANCO DE PORTUGAL, FUNDO DE RESOLUÇÃO, TRIBUNAL DE CONTAS, AUDITORIA, PREJUÍZOS, DEFESA DO INTERESSE PÚBLICO, DINHEIROS DO ESTADO, VISÕES LIMITADAS.
PERCEBERAM ? NÃO ? É NATURAL!
Sabe-se superficialmente a história. Muito superficialmente.
Mas, quem devia pugnar pela transparência não o faz, esconde, e com aqueles que no Parlamento hostiliza violentamente, cá fora nas negociatas e nos diversos "affaires"conluem-se e abafam as coisas. Democracia, interesse do Estado, secreto, etc.
Alguns dizem que a realidade não é tão negativa como a estamos a percepcionar! A realidade neste caso são vários mil milhões a voar. Há quem fale em 8,3 mil milhões.
Há uns anos, parece que o Tribunal de Contas terá feito umas recomendações. Foram seguidas, cumpridas? Recentemente uma nova e atrevida auditoria. Um atrevimento inaudito. Teve à perna o Banco de Portugal e não só.
Naturalmente o Tribunal de Contas não passa de um "bronco" quanto às questões da banca e do financiamento da economia, não é verdade
Por isso se atreveu a tecer comentários e elaborar relatórios esgrimindo que não foi acautelado o interesse público. Não lembra o careca!
Obviamente, como argumentou aqui há umas semanas o famoso Banco de Portugal, o Tribunal de Contas não pode limitar a definição de "interesse público" a uma única dimensão. O Tribunal de Contas pelos vistos não vê bem a realidade, nem o contexto Europeu, não percebe que nesta matéria há várias dimensões.
A propósito de realidade, é que além dos pelo menos 8,3 mil milhões, que já voaram, dizem por aí, que o tal Banco Mau deveria pagar umas coimazitas de vários milhões mas terão sido perdoadas para não reduzir o activo do banco. É certamente uma dimensão da definição de interesse público.
Enfim, dimensões, realidades, que nos dizem não serem tão negativas como as percepcionamos. Isto não explica tudo, mas explica muito deste pantanal.
E não há por agora mais, pois pintassilgos não são pardais!
AC
quinta-feira, 17 de novembro de 2022
terça-feira, 15 de novembro de 2022
E houve apresentação. E com assistência de luxo, dizem.
Agora, estou expectante para ver e ouvir muitos daqueles que sempre dizem que Costa o formalmente PM é muito habilidoso e um grande político.
Eu, simples cidadão comum, nunca considerarei um exímio político e um grande habilidoso quem quer que seja acusado de ter feito há seis anos uma dada coisa e que agora envia um SMS ao acusador assim confirmando a coisa de anos atrás. Embora no SMS matize a coisa.
Sei o que a minha velhota vizinha lá na aldeia chama a este tipo de pessoas como o formalmente PM.
Como outros, tenho as maiores reservas que as questões políticas desta e de outra natureza sejam dirimidas no âmbito judicial/ penal.
Do que tem vindo a público, a intenção de Costa o formalmente PM para com Costa ex- BdP era obviamente muito para lá de uma formalidade ou coisa cerimoniosa ou protocolar.
O BdP é uma instituição independente dos governos, dos Presidentes da República, da Assembleia da República, parecendo-me óbvio que para lá disso tem de haver contactos institucionais. O país o exige.
Mas nesta má peça de teatro ainda a aquecer motores, e lembrando-me de um certo caso passado, e de um certo ministro e das suas acções/pressões e movimentações com vários da sua seita, e que vieram em grande parte a ser conhecidas/ desmascaradas, nada me admira que no livro estejam contadas histórias e factos verídicos.
Diz-se e é inquestionável, todos têm direito ao bom nome e reputação pessoal. Políticos inclusive.
Eu não percebo nada de blindagens de estatutos e desblindagens dos mesmos. Há quem afirme que a telenovela actual tem por base a desblindagem dos estatutos do então BPI além da tal engenheira Santos. Não faço ideia, nem quero saber.
sexta-feira, 15 de julho de 2022
Expliquem-me devagarinho, como se fosse muito mas muito burro.
Tanto o Banco de Portugal como o Fundo de Resolução rejeitam a acusação de que não defenderam o dinheiro dos contribuintes no Novobanco, considerando que o Tribunal de Contas “utilizou uma definição própria e restritiva do interesse público” na sua análise e que, sem o acordo de capital contingente, as perdas seriam muito superiores.
“Salvaguardou efetivamente o interesse público”, respondeu o Fundo de Resolução em comunicado quase tirado a papel químico de outra comunicação do Banco de Portugal.
Além disso, as duas entidades defendem que promoveram a “minimização do uso de recursos públicos”, assegurando um “controlo eficaz, em particular através da ação do Fundo de Resolução na execução dos acordos” ao contrário do que aponta o relatório da auditoria do Tribunal de Contas.
terça-feira, 21 de junho de 2022
António Cabral (AC)
segunda-feira, 9 de novembro de 2020
Eu entendo que esta nova lei, alterando uma de 1998, fica muito aquém das expectativas e julgava até que, depois do que se passou durante muito mais de um ano a nível do Parlamento, a nova lei estabelecesse um quadro limpo quanto a incompatibilidades e quem nomeia quer o governador quer os restantes membros do conselho de administração do BP.
domingo, 24 de maio de 2020
domingo, 28 de julho de 2019
sábado, 11 de maio de 2019
Dei-me à paciência de ir procurar as declarações de um tal "guru" da banca de nome António Ramalho. Um amigo chamou-me à atenção para isso em tom tal que não resisti a perder tempo com isto.
De facto, do que encontrei, é mais um com uma descarada ausência de vergonha na cara, dos muitos que vão desgraçando o nosso País.
As declarações que encontrei centravam-se na questão multibanco, cartões, custos de contexto, os serviços com valor, e por aí fora.
Claro que o despudorado Banco de Portugal, recheado desde sempre com a maltosa que roda, entra e sai, e se transformam em senadores ou comendadores ou medalhados pelos sucessivos presidentes da república quando do 10 de Junho ou em outras ocasiões porque sim, sorri a estes comentários, e não trava as vergonhosas acções que a maltosa banqueira quer à força implementar. O português comum que se lixe.
Cambada de malandros da pior espécie.
Se formos ver bem as coisas eles, coitados, não têm culpa: as avós deles é que nunca deviam ter nascido.
AC

