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quinta-feira, 18 de setembro de 2025

TÃO  CONVENIENTE . . . . .

PSD, Chega e CDS livram banqueiros de irem ao Parlamento falar sobre cartel
Parlamento não pode ser “segunda edição do julgamento” do cartel da banca e, por isso, PSD rejeitou audição a banqueiros. Só líderes da APB, Concorrência e Banco de Portugal serão ouvidos

AC

sábado, 23 de março de 2024

QUANTOS ?????
Quantos órgãos de comunicação social deram relevo a isto?
E porque não deram?

O Tribunal Europeu condenou Portugal por violação de liberdade de expressão. Pedro Arroja tem o direito a reabertura do processo do social-democrata Paulo Rangel contra ele e reverte totalmente o acórdão do Tribunal da Relação do Porto que Pedro Arroja.
O Tribunal Europeu dos Direitos do Homem (TEDH) condenou o Estado português a pagar 10.000 euros a Pedro Arroja por violação da liberdade de expressão, no processo em que o economista foi condenado por difamar o Eurodeputado Paulo Rangel. 

A decisão do TEDH, divulgada esta terça-feira, ordena a reabertura do processo e reverte totalmente o acórdão do Tribunal da Relação do Porto (TRP) que, em março de 2019, agravou a pena aplicada pelo Tribunal de Matosinhos (primeira instância) a Arroja, condenando-o também a pagar 10.000 euros a Rangel, por difamação.
Em causa estiveram comentários que Pedro Arroja produziu em 25 de maio de 2015, no Porto Canal, a propósito de um trabalho jurídico sobre a construção da futura ala pediátrica do Hospital de São João, no Porto, que levaram o tribunal de primeira instância a condená-lo, em 12 de junho de 2018, por ofensas à sociedade de advogados a que Paulo Rangel estava ligado (multa de 4.000 euros e indemnização de 5.000 euros), mas a ilibá-lo da imputação de difamação agravada ao próprio Eurodeputado.

No programa do Porto Canal de 25 de Maio de 2015, Pedro Arroja acusou Paulo Rangel e a sociedade de advogados, onde trabalhava na ocasião, de contribuírem para a paralisação da obra do Joãozinho, financiada por mecenato.

O então comentador falou em “promiscuidade entre política e negócios”, sublinhando que Paulo Rangel era disso um “exemplo acabado” porque é político e estava à frente de uma sociedade de advogados.

“Como políticos andam certamente a angariar clientes para a sua sociedade de advogados – clientes sobretudo do Estado, Hospital São João, câmaras municipais, ministérios disto e ministérios daquilo. Quando produzem um documento jurídico, a questão que se põe é se esse documento é um documento profissional ou, pelo contrário, é um documento político para compensar a mão que lhe dá de comer”, questionou, nessa ocasião
.

Porque não deram todos os OCS ampla divulgação a isto?
É por demais evidente o compadrio que grassa por aí, a promiscuidade e os vendidos aconchegados por todo o lado.
Portugal, podre, pobre e mesquinho.
AC

sábado, 11 de maio de 2019

DESCARADA AUSÊNCIA de VERGONHA na CARA
Dei-me à paciência de ir procurar as declarações de um tal "guru" da banca de nome António Ramalho. Um amigo chamou-me à atenção para isso em tom tal que não resisti a perder tempo com isto.

De facto, do que encontrei, é mais um com uma descarada ausência de vergonha na cara, dos muitos que vão desgraçando o nosso País.
As declarações que encontrei centravam-se na questão multibanco, cartões, custos de contexto, os serviços com 
valor, e por aí fora.
Claro que o despudorado Banco de Portugal, recheado desde sempre com a maltosa que roda, entra e sai, e se transformam em senadores ou comendadores ou medalhados pelos sucessivos presidentes da república quando do 10 de Junho ou em outras ocasiões porque sim, sorri a estes comentários, e não trava as vergonhosas acções que a maltosa banqueira quer à força implementar. O português comum que se lixe.
Cambada de malandros da pior espécie.
Se formos ver bem as coisas eles, coitados, não têm culpa: as avós deles é que nunca deviam ter nascido.
AC