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sábado, 23 de maio de 2026

T. de CONTAS. VISTO PRÉVIO. CORRUPÇÃO 

Até hoje tem existido aviso prévio.

O que tem acontecido quanto a corrupção ? Muita!

Parece pretenderem acabar com o visto prévio.

E mal que pergunte, e quanto ao reforço substancial de muitos meios humanos e tecnológicos para o MP mas mais ainda para o Tribunal de Contas para este fazer fiscalizações à posteriori À SÉRIA ?

Fiscalizações duras, à SÉRIA e depois MP em cima deles e depois julgamentos e sentenças rápidas . . . . . . 

Hum . . . . . .

O que irá acontecer quanto à corrupção?

. . . . . . . . . . . POIS !

Olha, recordei-me desta piadola!

AC

terça-feira, 16 de julho de 2024

NÃO ACREDITO, NÃO ACREDITO
Tribunal de Contas critica década perdida na revisão da despesa pública
Desde 2013, foram postos em prática três exercícios de revisão de despesa para gerar poupanças no OE. O resultado foi uma série de “medidas vagas com impactos incertos”, diz o Tribunal de Contas
.

Não pode ser verdade.
Então a partir de 2015 é que de certeza não é verdade.
Além de contas certas umas vezes, contas marteladas outras, não pode ser verdade.

Então as páginas viradas?

Bom dia, tenham uma boa 3ª Feira.
AC

quarta-feira, 10 de janeiro de 2024

COMPLETAMENTE  ENGANADO
O Tribunal de Contas identificou "muitas fragilidades" no processo de descentralização de competências. Atreveu-se a dizer que não encontra evidência da existência de estudos atualizados que permitissem identificar os domínios a descentralizar da administração central para os municípios. E referiu graves deficiências no domínio do financiamento.

Como é evidente, como é público e notório e designadamente pelos constantes elogios ao que nestes oito anos se foi fazendo, às explicações de António Costa sobre o assunto, só há uma conclusão: o Tribunal de Contas ou está tonto ou, no mínimo, está completamente enganado e não repara na excelência do que foi feito até ao presente.

AC 
TRIBUNAL de CONTAS.  INSTITUIÇÕES
Foi divulgado agora, repito, agora há mais dizia de dias, a análise do Tribunal de Contas à privatização da ANA.
Repito o AGORA.
Porquê? Porque a Assembleia da República tinha pedido há mais de cinco anos repito CINCO, uma auditoria ao processo dessa privatização. 
Ainda quanto a questões de tempo decorrido, se li bem a privatização ocorreu em 2012.
Portugal, as instituições no seu melhor!

No presente uma das consideração do dito tribunal é que o Estado  perdeu dinheiro em todo o processo de privatização. Por outras palavras, não foi salvaguardado o interesse público.

No extenso relatório referem-se coisas inacreditáveis, administrativas, contratuais, ausência de procura de defesa de benefícios para o Estado. Não houve, convidar o tribunal, reforço da posição competitiva, do crescimento e da eficiência da ANA, em benefício do setor da aviação civil portuguesa, da economia nacional e dos utilizadores e utentes das estruturas aeroportuárias geridas pela ANA.

Além do mais há críticas fortes à Parpública. 

Mas o mais chocante para mim é o seguinte que assim resumo:
- a privatização da ANA levantava imensas dúvidas ao governo constituído por António Costa em 2015. Legitimamente, queriam esclarecimentos sobre o processo.
- Três anos depois, em 2018, pedem ao Tribunal de Contas uma análise ao processo; 3 anos ?
- O Tribunal de Contas é solicitado então a trabalhar. Trabalho complexo, admito sem problemas, imaginando eu, ingénuo, que uma coisa destas pudesse estar concluída num ano ou. no máximo, dois. Mas não, levaram um pouco mais de cinco anos para apresentar resultados do seu insano labor.

Isto resumido, não será legítimo dizer que este rectângulo pode parecer um país mas certamente não é e por vários motivos?

Este caso é apenas um dos muitos exemplos do que é esta coisa à beira-mar plantada, onde as instituições funcionam com a regularidade habitual, sempre sob a mira atenta daquele que, pela Constituição, assegura o regular funcionamento das instituições.. 
AC 

quinta-feira, 8 de dezembro de 2022

BES, BANCO BOM, BANCO MAU, NOVO BANCO, COIMAS, BANCO DE PORTUGAL, FUNDO DE RESOLUÇÃO, TRIBUNAL DE CONTAS, AUDITORIA, PREJUÍZOS, DEFESA DO INTERESSE PÚBLICO, DINHEIROS DO ESTADO, VISÕES LIMITADAS.

PERCEBERAM ?   NÃO ?   É NATURAL! 

Sabe-se superficialmente a história. Muito superficialmente.

Mas, quem devia pugnar pela transparência não o faz, esconde, e com aqueles que no Parlamento hostiliza violentamente, cá fora nas negociatas e nos diversos "affaires"conluem-se e abafam as coisas. Democracia, interesse do Estado, secreto, etc.

Alguns dizem que a realidade não é tão negativa como a estamos a percepcionar! A realidade neste caso são vários mil milhões a voar. Há quem fale em 8,3 mil milhões.

Há uns anos, parece que o Tribunal de Contas terá feito umas recomendações. Foram seguidas, cumpridas? Recentemente uma nova e atrevida auditoria. Um atrevimento inaudito. Teve à perna o Banco de Portugal e não só.

Naturalmente o Tribunal de Contas não passa de um "bronco" quanto às questões da banca e do financiamento da economia, não é verdade 

Por isso se atreveu a tecer comentários e elaborar relatórios esgrimindo que não foi acautelado o interesse público. Não lembra o careca!

Obviamente, como argumentou aqui há umas semanas o famoso Banco de Portugal, o Tribunal de Contas não pode limitar a definição de "interesse público" a uma única dimensão. O Tribunal de Contas pelos vistos não vê bem a realidade, nem o contexto Europeu, não percebe que nesta matéria há várias dimensões.

A propósito de realidade, é que além dos pelo menos 8,3 mil milhões, que já voaram, dizem por aí, que o tal Banco Mau deveria pagar umas coimazitas de vários milhões mas terão sido perdoadas para não reduzir o activo do banco. É certamente uma dimensão da definição de interesse público.

Enfim, dimensões, realidades, que nos dizem não serem tão negativas como as percepcionamos. Isto não explica tudo, mas explica muito deste pantanal.

E não há por agora mais, pois pintassilgos não são pardais!

AC

sexta-feira, 15 de julho de 2022

EXPLIQUEM-ME  DEVAGAR
Expliquem-me devagarinho, como se fosse muito mas muito burro.

Às acusações do Tribunal de Contas, Banco de Portugal e Fundo de Resolução também lançam críticas à auditoria. Defendem que acordo de capital contingente poupou mil milhões.
Tanto o Banco de Portugal como o Fundo de Resolução rejeitam a acusação de que não defenderam o dinheiro dos contribuintes no Novobanco, considerando que o Tribunal de Contas “utilizou uma definição própria e restritiva do interesse público” na sua análise e que, sem o acordo de capital contingente, as perdas seriam muito superiores.
“Salvaguardou efetivamente o interesse público”, respondeu o Fundo de Resolução em comunicado quase tirado a papel químico de outra comunicação do Banco de Portugal.
Além disso, as duas entidades defendem que promoveram a “minimização do uso de recursos públicos”, assegurando um “controlo eficaz, em particular através da ação do Fundo de Resolução na execução dos acordos” ao contrário do que aponta o relatório da auditoria do Tribunal de Contas
. 

Expliquem-me sff, se Centeno não estava no Banco de Portugal (BdP) antes de ir trabalhar em cativações para António Costa e, com o brilho de tanta cativação, conseguiu depois vir a ser governador do BdP.

Expliquem-me sff, se o senhor que formalmente é o chefe do famigerado Fundo de Resolução pertence ou não ao BdP.
Ainda outro dia, quando eu também tomava um matinal café de Domingo na Praça de Londres, estive para lhe perguntar como ia a canseira lá pelo BdP e Fundo de Resolução. 

Expliquem-me sff, se o presidente do Tribunal de Contas não é aquele senhor acusado de potencial parcialidade por toda a gente não socialista.

Expliquem-me sff, se é possível, sobre um mesmo assunto, gente do BdP colocar em público posições completamente divergentes.

Expliquem-me sff, se o Tribunal de Contas está a fazer ou não um frete ao BdP e ao governo Costista.
AC

sábado, 10 de outubro de 2020

OS QUERIDOS das PERCEPÇÕES MÚTUAS

Portugal está um País cada vez mais curioso.

Parece que uns quantos cidadãos, concretamente uns quantos que andam nas cadeiras do poder, confundem conceitos, confundem informações com orientações.

Ora isto faz toda a diferença.

Recordando as inacreditáveis afirmações públicas de Rui Rio sobre a sua decisiva participação na escolha do recém nomeado presidente do Tribunal de Contas, atrevo-me a presumir que no seu passado de presidente da Câmara Municipal do Porto Rui Rio deve ter recebido de Tavares várias indicações.  Deve ser por isso que deu o seu apoio inequívoco ao juiz Tavares.

Será que não percebendo muitas outras coisas, como se vai vendo pela sua inacreditável carreira política de opositor (opositor?), Rui Rio não perceberá que uma pessoa normal e decente e digna, que afirmasse como ele afirmou, que em seu entender o cessante presidente do TC devia ter renovação de mandato, ficava por aí, e não dava palpites sobre os dois nomes que Costa e Marcelo tinham nas mãos?

Não perceberá uma coisa tão simples?

Nem percebe, pelos vistos, a quantidade de lama que vai acumulando nas calças!

Desgraçados de nós.

AC




segunda-feira, 5 de outubro de 2020

Alinho  mas........
5 de Outubro. Marcelo alinha com o Tribunal de Contas e "repudia compadrios, clientelas e corrupções"
Sim, de facto, podem interpretar que o meu discurso é de alinhamento com o Tribunal de Contas, mas quando o sr PM me trouxer a proposta do novo presidente do TC eu tenho que concordar e nomear,  não vou agora levantar problemas desses, menores perante outras coisas, como as...... eleições em Janeiro .....as eleições em Janeiro,.... as eleições,.....as eleições, .....as eleições, .....as eleições
AC

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

NÃO PRESTAÇÃO de CONTAS, UMA das POUCA VERGONHAS em PORTUGAL
Em 2011, o Diário de Notícias publicou um artigo que tinha como título  - "Há 12 mil entidades que não apresentam contas" (DN, 7JAN2011). Escrevia-se nesse artigo de investigação, que o Tribunal de Contas só tinha recebido a contabilidade de 1724 organismos e que desse grupo havia fiscalizado 418. 
Aparentemente o universo a considerar seria de 13740 entidades, entre administrações central, local e regional, empresas, institutos, fundações.
Um elucidativo retrato da pouca vergonha. E imaginem quanto essa maltinha mama do PUB nacional, dizia-se na altura, pelo menos metade.
Estes nossos políticos andam há décadas a erigir sistemas que depois não tem meios, mas sempre proclamando-se que está sempre tudo previsto e tudo garantido.
E no presente?
As poucas notícias que vão aparecendo retratam a continuação se não mesmo o agravamento do estado deste Estado, desta sociedade, deste desgraçado País.
Se sai alguma coisa a público a informar que existem problemas ou deficiências aqui ou acolá, logo salta um ministro a GARANTIR que não há problema de maior. GARANTEM sempre  que não há.
Eles estão sempre a garantir, e eu continuo a garantir que continuamos a ter pela frente uma grande cambada de malandros, e há décadas e décadas.
Um dos casos mais recentes é o Pedro Nuno Santos a dizer, a dizer não, a garantir que a segurança está garantida, melhor, que não está em causa. Infra-estruturas, pontes, viadutos, etc. 
NO PROBLEMA MEU............
Um regabofe de desonestidade intelectual quando, em outras ocasiões, não há à mistura uma boa dose da outra.
AC

segunda-feira, 4 de julho de 2016

DEMOCRACIA sem PARTIDOS? NÃO.
Mas estes partidos são cada vez mais uma vergonha.
O título vai a BOLD e BEM NEGRO, para tentar retratar o estado a que isto chegou.
E um dos retratos eloquentes é, mais uma vez, a pouca vergonha das contas partidárias no âmbito das eleições. Pouca vergonha é dizer pouco.
O eufemismo irregularidades é delicioso.
E quanto a pagamentos em dinheiro, é tema estimulante. Que sempre dificilmente se consegue provar. Mas que, por exemplo por alturas do Natal, há uns corrupios engraçados a levar envelopes a certos sítios, ah lá isso é engraçado.
AC

terça-feira, 21 de abril de 2015

O Tribunal Constitucional.....que temos!
O título fica a negro, a bold. Para sinalizar convenientemente o nojo que tudo isto me mete.
Temos TC há décadas. Só agora foi auditado. Mas há outras áreas do Estado assim. Intocáveis ou quase!!!
Aqui está mais um exemplo para apresentar aos que, ao longo do tempo me têm dito, - ah,...você tem razão em muitas das coisas que tem escrito, mas devia apontar os nomes concretos, devia talvez ser menos duro...."
Pois os nomes nem sempre se podem dizer, pois ao longo do tempo a malandragem tratou de se ir escudando. Além disso, vários dos nomes, ainda que levando muito tempo, vão sendo descobertos.
Naturalmente, para mim pelo menos, que tem que estar definido um sistema para avaliação constante da constitucionalidade de normas. Mas tenho as maiores dúvidas que tenha que existir um TC assim.
Quanto à pouca vergonha que a auditoria do Tribunal de Contas revela, não perco tempo, e nada me espanta. O Portugal contemporâneo está cheio disto. Desde os patetas que consideram indigno sentar o rabinho num CLIO (Já tive um), aos que compraram "verdadeiras bombas" para os "importantes" da AR, a estes senhores do TC que acham impróprio do seu estatuto conduzir viatura própria e etc.
Um nojo. Tanto mais, mas posso estar errado, depois de ter uma primeira ideia acerca do longo contraditório. Mas, repito, posso ser eu, simples cidadão que paga impostos, a estar errado e ser apenas eu e outros a termos de ter cortes, greves e etc.
As elites desta natureza não podem ter essas coisas destinadas à corja! Eles são de estirpe superior!!!
AC