O Tribunal de Contas identificou "muitas fragilidades" no processo de descentralização de competências. Atreveu-se a dizer que não encontra evidência da existência de estudos atualizados que permitissem identificar os domínios a descentralizar da administração central para os municípios. E referiu graves deficiências no domínio do financiamento.
Como é evidente, como é público e notório e designadamente pelos constantes elogios ao que nestes oito anos se foi fazendo, às explicações de António Costa sobre o assunto, só há uma conclusão: o Tribunal de Contas ou está tonto ou, no mínimo, está completamente enganado e não repara na excelência do que foi feito até ao presente.
AC
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