Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
quarta-feira, 18 de março de 2026
quinta-feira, 4 de dezembro de 2025
Entre as várias coisas espantosas e se vi bem, o PSD que promoveu a "reforma" por sobretudo imposição da Troika, na recente contra-alteração esteve na linha da frente. Brilhante.
Nada como uma boa coerência!
Portugal continua prenhe de certas personagens, de muitos fregueses, de imensos sacripantas, todos com uma descarada ausência de vergonha na cara e ausência de quase tudo.
quinta-feira, 16 de janeiro de 2025
O prolixo ministro Castro Almeida considera “criminoso” passar aos autarcas “um atestado de corrupção”, refutando as críticas à lei dos solos, a tal que Marcelo promulgou, apesar de lhe apontar “entorses significativos”. O mínimo que se pode dizer é que este ministro tem andado distraído. Portugal está cheio de “entorses significativos” em matéria de urbanismo, mas não os viu. Quer ver a corrupção pela manipulação da lei dos solos? Vá a Monte Gordo, Gaia, Sintra, Amadora, Cascais, Lisboa, Portimão, Albufeira, Faro, vá à Madeira, percorra o Litoral e constate as aberrações construídas por décadas de predomínio de patos-bravos sobre o próprio poder político, autárquico ou não. Castro Almeida sabe bem que as relações entre o financiamento político e o dinheiro da construção civil são um pântano, um pequeno segredo de polichinelo do regime. Sabe muito bem que a história de Portugal deveria ter um capítulo escrito por empreiteiros como José Guilherme, A. Santo, Eduardo Rodrigues, Vieira. Como, de resto, Salgado bem sabia. O problema não são os autarcas, mas um sistema de cumplicidades que tem envenenado a confiança dos cidadãos nas boas vontades de alguns dos tais ‘melhores’ que estão na política.
quarta-feira, 15 de janeiro de 2025
Os partidos do "arco do poder" têm colonizado, partidariamente, a administração pública do Estado com a ocupação partidária de lugares, quando a administração pública deveria ter um estatuto de neutralidade partidária. (Ramalho Eanes).
Ramalho Eanes, bem pode pregar que eles se estão marimbando para si e para todos nós cidadãos comuns.
Tenham uma boa 4ª Feira.
Saúde e boa sorte.
AC
sábado, 29 de junho de 2024
sexta-feira, 21 de junho de 2024
DIZEM?
DIZEM MESMO TUDO?
Não, não dizem.
Voltando à questão central, há nesta "coisa" uma questão de humanidade, obviamente mas, para lá disso, há pelo menos outras coisas e legítimas interrogações:
- no Brasil não há o medicamento?
- no Brasil não conseguiam consulta, tratamento?
- e a equidade em Portugal?
Eu também vou continuar à espera de ver quais são as iniciativas do Parlamento e do MP, e nomeadamente, sobre o inarrável despacho mais neutral algum dia havido !
Não houve abuso de poder da parte de ninguém?
Aguardemos.
domingo, 17 de dezembro de 2023
AVIAÇÃO em PORTUGAL
Porventura menos conhecidos outros feitos de outros pilotos nacionais, como por exemplo de Sarmento de Beires.
Existem vários livros sobre a aviação em Portugal, e sobre feitos no passado realizados pelos nossos diversos aviadores, como existem reportagens jornalísticas e, quer no "sítio" da FAP quer na Wikipédia, estão referenciados muitos detalhes sobre o assunto. Vale a pena ler.
De uma forma muito resumida, em Portugal o "bichinho" da aviação terá começado em 1912.
Em 14 de Maio de 1914 foi formalmente instituída uma Escola de Aviação Militar a qual foi inaugurada mais de dois anos depois, em 1 de Agosto de 1916.
Antes do final da I GG a Marinha de Guerra portuguesa criou o Serviço de Aviação da Armada. Ao longo dos anos seguintes, Marinha e o Exército alteraram a designação desses serviços.
Na sequência da evolução nas estruturas militares verificada em diversos países designadamente Europeus e sobretudo na NATO/ OTAN, as aviações da Marinha de Guerra e do Exército acabaram por ser fundidas em 27 de Junho de 1952, passando a existir em 1 de Julho desse ano o novo ramo das Forças Armadas Portuguesas (FA), a FAP.
Esta reforma, a criação da FAP, não podia deixar de ter lugar.
Como sempre acontece em muitos países, e em Portugal é basicamente uma regra, surgem muitas resistências sempre que se pretende, uniformizar estruturas, encetar processos de reformas, tentar melhorar uma qualquer organização/ instituição.
Esse tipo de resistência esteve também na evolução da aviação em Portugal. Resistência por parte de militares portugueses à junção das aviações do Exército e da Marinha de Guerra fundindo-as no que se tornou a FAP.
Mas a par de resistências, o que se pode parcialmente compreender, o que é sempre de lamentar são processos políticos tortuosos que acontecem pelo caminho, algumas vezes untados de corrupção.
Mas se são conhecidos vários episódios relativos a resistências a processos de reformas, seja em que área for, muitos mais episódios ficam desconhecidos do grande público.
Como sempre acontece em Portugal (e não só), muitos processos e acontecimentos permanecem obscuros, envoltos em vários silêncios e narrativas, como é o caso do historial dos primeiros anos da nossa era democrática (1974-1982).
No caso da aviação, e concretamente no referente à aviação da Marinha de Guerra nesse passado já distante, houve episódios e movimentações de bastidores diversos.
Na fase imediatamente anterior à decisão política de criação da FAP e inerente extinção da Aviação Naval, muitas sessões na Assembleia Nacional (AN) foram acompanhadas por vários dos pilotos dessa então componente militar.
Existem alguns testemunhos, inclusive escritos, sobre a indignação que na altura cresceu no seio dos meios militares. Porquê?
Sobretudo por constatarem uma generalizada ignorância sobre o assunto, ignorância que sobressaia nos trabalhos na então Assembleia Nacional e, nomeadamente, por parte de alguns dos deputados que mais esgrimiam posições relativamente a estruturas militares.
Mas indignação, também, por observarem estranhas alterações de posições de vários deputados pouco ou nada fundamentadas, mas sobretudo devidas ao que vulgarmente se designa por corrupção política passiva. Se preferirem, jogos por debaixo da mesa.
Por gentileza de um bom amigo, a quem mais uma vez agradeço o ter disponibilizado estes documentos, deixo alguns desses testemunhos, escritos, concretamente da autoria de seu pai.
Sugiro leitura mais atenta da 3ª folha, onde nela se relata um exemplo de como se podem fazer certas coisas nos jogos palacianos.
domingo, 6 de novembro de 2022
PRECONCEITO ?
Eu não tenho, nem um certo, nem pouco, nem muito preconceito para com quer quer que seja.
Mas tenho asco a vigaristas e aldrabões. Tenho asco a pusilânimes.
Tenho asco a vendilhões de mentiras.
Tenho asco a intrujões que dizem uma coisa numa data e pouco tempo depois o seu contrário.
Tenho asco aos intelectualmente desonestos e, quando aos literalmente desonestos, deviam estar engavetados.
AC
terça-feira, 25 de outubro de 2022
Apenas em 1970 se iniciaram as actividades com aviões Alemães, os famosos (por más razões) F-104.
Em 2000, o governo chefiado por António Guterres iniciou um estudo de viabilidade do aeroporto de Beja, começando as obras em 2007, e terminadas em 2009.
Ou seja, quase se pode dizer que, afinal, de 1974 até hoje temos os mesmos Lisboa, Porto Faro.
quarta-feira, 24 de agosto de 2022
1988 - LISBOA, INCÊNDIO no CHIADO
24 de Agosto, as chamas devoraram várias áreas da zona do Chiado, designadamente grande parte da Rua do Carmo, e partes da Garret e Nova do Almada.
Na rua do Carmo, existiam uns "primorosos" canteiros que eram muito giros (!?!?!?), um daqueles trágicos ornamentos e modificações com que muitos autarcas e seus funcionários, ao longo de décadas, se entretêm a estoirar dinheiro dos contribuintes.
Resultado, os carros de bombeiros não passavam, não subiam a rua.
Resultado, ardeu muito mais do que provavelmente teria ardido sem as parvoíces de um Abecassis e outros. Arderam os armazéns Grandella e Chiado, entre muitas outras coisas e lojas e habitações.
No presente, as pouca vergonhas prosseguem por esse país fora, desde as rotundas a encomendas de caríssimas obras primas a artistas do regime, ou a apoios financeiros aos amigos. Desgraçado país, mas sobretudo desgraçados de nós cidadãos comuns.
AC
domingo, 3 de julho de 2022
O AEROPORTO do PEDRINHO
Um dos propósitos do novo aeroporto é exactamente este, ajudar os grandes empreendedores da apanha da amêijoa, que muito têm contribuído para a economia nacional ao arrancar do Tejo as amêijoas e as encaminhar para Espanha.
Estes empreendedores são fantásticos, civilizados, respeitadores da lei e da saúde pública nacional pois, ao levá-las para Espanha, nada afectam a Nação que os acolheu de braços abertos. Um exemplo extraordinário de inclusão e inserção sociais.
Mais, de tão bem comportados em sociedade, nada complicam a vida aos agentes da GNR que passam por eles (por exemplo em Alcochete), e nem os olham sabedores de que tem as viaturas primorosas como todos a gente observa diariamente, quase de último modelo, nada de fumarada pelo escape, não necessitando de inspeções porque são novinhos, e com seguros em dia.
Por outro lado, um comportamento cívico exemplar, podiam despir-se completamente na via pública mas não, muito civilizados e respeitadores.
Finalmente, grandes contribuintes fiscais como todos os bons cidadãos portugueses. Grandes ajudantes da segurança social.
Com eles e outros como eles, Portugal caminha a passos largos para a frente do pelotão dos 27.
António Cabral
quinta-feira, 12 de maio de 2022
domingo, 26 de setembro de 2021
CONTINUA ACTUAL ou NÃO?
O TEXTO: "Ordinariamente todos os ministros são inteligentes, escrevem bem, discursam com cortesia e boa dicção, vão a faustosas inaugurações e são excelentes convivas. Porém, são nulos a resolver crises. Não têm a austeridade nem a concepção, nem o instinto político, nem a experiência que faz o ESTADISTA. É assim que há muito tempo em Portugal são regidos os destinos políticos. Política de acaso, política de compadrio, política de expediente. País governado ao acaso, governado por vaidades e por interesses, por especulação e corrupção, por privilégio e influência de camarilha, será possível conservar a sua independência"?
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2021
(Carlos M. Fernandes, Observador) (sublinhados meus)(comentários)
............Se a submissão dos média à discricionariedade dos Estados policiais é explicada pelos riscos de uma oposição visível, como se justifica a passividade dos jornalistas em democracia? Nas ditaduras, os jornalistas receiam a prisão ou a morte. De que têm medo os jornalistas, ao dia hoje, num regime, como o português, que se afirma livre? (perder o emprego) De um telefonema irado do Primeiro-Ministro? Da vigilância da PSP? Da incapacidade dos tribunais para assegurar a sobrevivência do Estado de Direito? Da pressão de chefes domesticados pelo dinheiro dos contribuintes? (porque senão abaixam a tola, perdem o emprego) Seja o que for, não transmite uma boa imagem dos jornalistas.
A comunicação social portuguesa, que já nos habituou à apatia diante da propaganda, trapalhadas e abusos de certos governos, vestiu, com a crise sanitária, o uniforme de serviçal do poder. (então o telejornal das 1300 na SIC é das coisas mais asquerosas e sabujas) Enquanto o Governo actual, com a complacência da Presidência da República, viola a Constituição, proíbe a venda de livros e água, fecha negócios, empurra milhares de pessoas para o desemprego, assalta os lugares estratégicos da Justiça, e ainda se atreve a exportar as suas vigarices para a União Europeia, os jornalistas dizem aos cidadãos para terem medo, manipulam-nos no sentido de estes se fecharem em casa e incitam-nos à denúncia com reportagens à caça de transeuntes sem máscara. Enquanto a polícia entra em propriedades privadas sem mandato, solicita comprovativos de residência a quem é visto na rua a passear o cão, intimida os incautos com interpretações abusivas de uma lei já por si excessiva e pede explicitamente a colaboração popular na vigilância dos prevaricadores, os jornais e as televisões massacram-nos com advertências do perigo da extrema-direita e do populismo, numa renovação, agora com um alvo fixo, da estafada rubrica vem aí o fascismo. Até há pouco tempo, os recorrentes alertas para o fascismo pareciam a história do rapazinho que grita “lobo!”. Agora, assemelham-se a uma fusão paródica de fábulas que poderíamos descrever como a história do rapaz que grita lobo quando já tem os ursos a comerem-lhe as papas em casa (ou na cabeça).
No comentário e debate, a apostasia da ciência consensual é censurada, ou por omissão, ou através do recurso a espantalhos e caricaturas do contraditório. Os jornalistas portugueses são, neste momento, inimigos da sociedade aberta e devem ser tratados com a intransigência que se reserva aos cúmplices de forças antidemocráticas. Há excepções, como é óbvio, mas são emudecidas pela cacofonia do medo ou saneadas no meio de uma serenidade apenas possível num país adormecido.
A pressão hierárquica e o ambiente policial que se vive não desculpam a demissão de responsabilidades. Outros lutaram e mantiveram-se fiéis aos seus ideais em tempos e lugares muito mais complicados. Quanto à degradação do ensino e à falta de preparação científica e humanística (e humana), explicam alguma coisa – pelo menos o facto de que se escrevia muito melhor na imprensa desportiva de antanho do que na generalista de hoje —, mas não tudo. Sobra a cobardia e a má-fé. Em face da manifesta venezuelização de Portugal, a comunicação social parece aquela senhora vitoriana que, quando persuadida pelo argumentário darwinista, afirmou: “Será talvez verdade que o homem deriva dos símios, mas ao menos não o digamos. É melhor que não se saiba de tal!”
...... Na actualidade lusa, os jornalistas não só imprimem a lenda, como são eles próprios quem a inventa e conta, uma e outra vez, até esta se tornar um facto. Além disso, com lendas ou factos, os jornalistas do Oeste americano participaram na transição do estado selvagem para o Estado de Direito. Ao abdicarem da dúvida em benefício de consensos forçados, os Portugueses, ao invés, habilitam-se a viabilizar a ruína do primado da lei. A história julgá-los-á.
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021
AI AS VACINAS.........
Já dizia Almeida Garrett - a terra é pequena, e a gente que lá vive também não é grande.
Como se confirma com as indecorosas e sucessivas cenas de ministrar vacinas indevidamente a familiares e amigalhaços.
E isto é apenas o indício do que vai acontecer com os rios de dinheiro a vir de Bruxelas, das bazucas, dos canhões, etc. Ele aqui há tempos já tinha avisado a camarilha para se prepararem.
AC
sexta-feira, 6 de novembro de 2020
quinta-feira, 29 de outubro de 2020
TRANSPARÊNCIA, RIGOR, INFORMAÇÃO, versus
SIGILO, DISCRIÇÃO, COMPADRIO
É sabido, existem Estados democráticos e existem ditaduras as mais diversas. Nos primeiros, o primado da lei é factor identificativo. No nosso caso, e bem claro na nossa CRP, Portugal é formalmente um estado de direito democrático, onde a transparência deve ser uma norma constante designadamente em tudo o que é máquina do Estado, serviços públicos, servir os cidadãos.
Por outro lado (Art. 46º CRP) os cidadãos têm o direito de, livremente e sem dependência de qualquer autorização, constituir associações, desde que estas não se destinem a promover violência e os respectivos fins não sejam contrários à lei penal.
Por outro lado, todos temos direito a tomar parte na vida política e na direcção dos assuntos públicos do país, directamente ou por intermédio de representantes livremente eleitos (CRP, Art. 48º).
Por outro lado, no plano social, cabe ao Estado apoiar e fiscalizar, nos termos da lei, a actividade e o funcionamentos instituições particulares de solidariedade social (IPSS) bem como outras de interesse público sem interesse lucrativo.
De entre as várias instituições que se propõem ter como actividade ajudar os outros e particularmente os mais desfavorecidos da sociedade portuguesa, destacam-se as misericórdias e as IPSS.
As misericórdias têm como que um topo, a União das Misericórdias Portuguesas (UMP), e as IPSS têm também como que um topo a Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade (CNIS).
É sabido que o Estado ou seja, o nosso dinheiro, apoia as misericórdias e as IPSS.
É sabido que o Estado ou seja, o nosso dinheiro, deixa escorregar também muitos euros para outras entidades como sejam por exemplo as fundações. Não serão todas as múltiplas fundações mas são certamente muitas. No caso das fundações e, provavelmente, no caso também de IPSS e misericórdias e, eventualmente, muitas outras associações, confederações, federações, ligas, clubes, banca, etc. a quem o Estado atribui o "selo" de interesse público, haverá facilidades, isenções, etc.
Não é estranho que não se consiga saber com rigor a listagem completa/ total de todas as múltiplas entidades apoiadas, subsidiadas, subvencionadas, apadrinhadas pelo Estado ou seja, que comem o nosso dinheiro? Saber com rigor a listagem e os euros exactos e as facilidades que vão para fundações, misericórdias, IPSS, federações disto e daquilo, confederações, ligas, clubes, banca, etc.
Não é estranho que há décadas estejam à frente de certas instituições sempre as mesmas pessoas?
Bom, devo ser eu que parvamente olho também para estas coisas do rigor e transparência, e que gostava de saber quem recebe, se recebe, se distribui, como gasta, etc. Só para perceber.
António Cabral (AC)
sábado, 12 de setembro de 2020
PARA AFASTAR MOSQUITOS
Para afastar insectos indesejáveis nomeadamente mosquitos que nos sugam o sangue, há várias modalidades.
Esta modalidade espalhada pela quinta tem dado bons resultados.
Olhando ao que se passa, e lembrando-me deste tipo de antídoto, tenho pesquisado desesperadamente a NET, tenho "goglado" freneticamente, e não encontro antídoto para afastar canalha.
Percebo assim, clarinho como água, como isto tudo se mistura e persiste, e como se dão tão bem, os inenarráveis anunciantes de pacotes ditos para combater a corrupção, com os intrujões de alto coturno que procedem à descarada na cobertura à malandragem. Em conjunto, uns activamente, outros passivamente, mas todos canalha, sugam-nos o sangue.
Oh se percebo!
AC




