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sábado, 12 de setembro de 2020

PARA AFASTAR MOSQUITOS

Para afastar insectos indesejáveis nomeadamente mosquitos que nos sugam o sangue, há várias modalidades.

Esta modalidade espalhada pela quinta tem dado bons resultados.


Olhando ao que se passa, e lembrando-me deste tipo de antídoto,  tenho pesquisado desesperadamente a NET, tenho "goglado" freneticamente, e não encontro antídoto para afastar canalha.

Percebo assim, clarinho como água, como isto tudo se mistura e persiste, e como se dão tão bem, os inenarráveis anunciantes de pacotes ditos para combater a corrupção, com os intrujões de alto coturno que procedem à descarada na cobertura à malandragem. Em conjunto, uns activamente, outros passivamente, mas todos canalha, sugam-nos o sangue.

Oh se percebo!

AC

sábado, 9 de novembro de 2019

AHhhhhhh....he...he....
"O Novo Banco aumentou os prejuízos em 46% nos primeiros nove meses do ano para 572,3 milhões de euros. Até setembro de 2018, as perdas tinham sido de 390,9 milhões de euros" (Jornal i). 
Depois de ver mais esta maravilha, fui reler o artigo do sr António Ramalho no Expresso a que fiz referência no meu post do passado dia 3NOV. 
A conclusão é simples, como referi então.
....... acho imensa graça a certos empreendedores e a certos conhecidos tubarões que tiveram tão boas ideias tão excelentes ideias que, segundo se depreende de notícias dos OCS dos últimos anos, essas boas ideias ajudaram todas essa pessoas a engordar os offshores!!!!!, a passar bens para as divorciadas, a passar dinheiros ganhos sabe-se lá onde e como para os primos e testas de ferro, e tudo sempre no desconhecimento do regulador e etc.
E sempre com o objectivo de preservarem as ideias (!?!?) e a continuidade de empresas.
Respeito sempre a opinião de outrem, mas este texto e salvo melhor opinião, não passa de Um bom texto para "Épater les Bourgeois"
COROLÁRIO - e nós a pagar
António Cabral (AC

domingo, 3 de novembro de 2019

A  REPUTAÇÃO  da  BANCA
Notas prévias
- não sou gestor, empresário, bancário, economista, financeiro, banqueiro, jornalista especializado em questões financeiras e bancárias, nunca fui ministro. Sou um reformado servidor do meu País.
- como a maioria dos meus concidadãos, sempre tive conta bancária; contrariamente, presumo, a muitos dos meus concidadãos, nunca saltitei de banco para banco, é o mesmo desde 1966, e não é a CGD.
- como provavelmente aconteceu e acontece com muitos dos meus concidadãos, já por várias vezes me chateei com aquilo que inventaram, o gestor de conta, no meu caso a gestora de conta, ao ponto de ter havido queixas formais e apresentação de desculpas ao cliente, eu.
 - não sei se acontece/ aconteceu com muitos dos meus concidadãos, mas eu tomo atenção às letras miudinhas, e vou muitas vezes pedir satisfações; e nunca fiz coisas que, pelo que se tem sabido nos últimos anos, muitos dos meus concidadãos fizeram e, hoje em dia, andam a rabiar à conta do BANIF, do BES, do BPP, do BPN, etc, etc. As minhas poucas poupanças nunca desapareceram, até agora. 
Infelizmente, no plano financeiro, não sou rico.
Mas sou muito rico quanto á família.
Finalmente, conheço pessoalmente alguns que ficaram a tinir, por exemplo, à conta do BPN e do mundo a ele ligado. 
Não me admira o que lhes aconteceu.

Vem isto a propósito do texto escrito no Expresso pelo actual presidente executivo do Novo Banco, sr António Ramalho.
O texto termina com a frase - Porque a função a banca e de quem a gere sempre será proteger a poupança que lhe foi confiada. É apenas nisso que assenta a sua reputação.
Achei este texto a todos os títulos curioso.
Apareceu agora porque vieram as notícias de que o défice sofreu outra vez à conta do Novo banco? Não faço ideia.
Apareceu agora porque se sucedem as injeções naquele banco? Não sei.
Uma coisa sei, do que li, em todas as frases de António Ramalho me parece sobressair elegância, mas também há muita subtileza.

Por exemplo:
> a função da banca e de quem a gere sempre será proteger a poupança que lhe foi confiada - será, mas cautelosamente não é explicitado que muitas vezes quem a vem gerindo nas últimas décadas o não tem feito; e não é só como alguns tentam que os problemas existem desde 2008, nem pouco mais ou menos; basta olhar ao que se sabe e acima lembrado, mais a pouca vergonha de anos da CGD; 

> logo na abertura do texto fala - ora falar de poupança é falar da banca, dada a sua função fiduciária que lhe cabe, de a guardar, cuidar e rentabilizar; apetece dizer, POIS, POIS, POIS, POIS;

> António Ramalho procura sobretudo explicar, e esclarecer, como se aplica a poupança porque isso é fundamental para a compreensão do seu papel, e aqui só me apetece dizer que, pelo menos desde 1992, têm sido "eloquentes" em Portugal os exemplos da aplicação das poupanças dos portugueses por parte de grande parte da banca nacional;

> António Ramalho atira-se então sobretudo a explicar as questões do crédito, da sua concessão, da recuperação de créditos e, se percebi bem, enfatiza a necessidade de explicar as coisas pois tem havido perdões de dívidas. 
Será que escreveu isto por exemplo, também por causa de perdões de dívidas a clubes de futebol que, salvo melhor opinião, é uma das maiores afrontas ao povo português?

> António Ramalho explica que - a gestão dos créditos dos bancos faz-se na concessão, no seguimento e na recuperação atempada. Devo confessar que quando li esta parte desatei a rir. Porque seria?

> Ah, e António Ramalho lembra e muito bem, - o que se pretende é que os balanços dos bancos reflitam a cada momento a verdade "actualizada". Lembra logo a seguir que - ....após a crise de 208/ 2010, verificando-se que os balanços não refletiam adequadamente a verdadeira situação no balanço.....
Pois é.............o que se pretende........

> E como a função da banca sempre será prioritariamente a proteção da poupança..........
Como se tem visto. 

Fico-me por aqui. 
Não sem terminar acrescentando, que acho imensa graça a certos empreendedores e a certos conhecidos tubarões que tiveram tão boas ideias tão excelentes ideias que, segundo se depreende de notícias dos OCS dos últimos anos, essas boas ideias ajudaram todas essa pessoas a engordar os offshores!!!!!, a passar bens para as divorciadas, a passar dinheiros ganhos sabe-se lá onde e como para os primos e testas de ferro, e tudo sempre no desconhecimento do regulador e etc.
E sempre com o objectivo de preservarem a ideias (!?!?) e a continuidade de empresas.
Respeito sempre a opinião de outrem, mas este texto e salvo melhor opinião, não passa de Um bom texto para "Épater les Bourgeois"
AC

segunda-feira, 8 de abril de 2019

Ah, Ah, Ah, Ah, Ah, Ah, Ah, Ah, Ah, Ah,........
Até me dói a barriga de tanto rir!!!
".......BCP, Novo Banco e CGD avançam com processo contra Joe Berardo".........
AC

terça-feira, 10 de julho de 2018

COM um "DONO" do BANCO de PORTUGAL Assim......estamos sempre safos,...... NÉ ????
Avisou o sr Costa - que começaram a surgir “alguns sinais de sobrevalorização” dos preços no imobiliário em Portugal, em especial no segmento residencial, e considera que as indicações de sobrevalorização são “muito limitadas“, mas deixa um alerta de que “a duração e a rapidez do crescimento dos preços podem implicar riscos para a estabilidade financeira em caso de persistência ou reforço desta dinâmica“.
Obrigadinho oh Sr Costa, ainda ninguém tinha notado a especulação que anda aí há mais de um ano, ainda ninguém tinha notado como a banca está a emprestar a torto e direito como antes da crise e, digo eu, de certeza a fazer outra vez empréstimos a amigalhaços para, mais tarde, lá dar as imparidades habituais, e lá estarem os parvalhões do costume como eu a ter que ver retirado dinheiro de tudo e mais alguma coisa incluindo pensões e salários, para acorrer aos f***** de uma G*****   V**a.
António Cabral (AC)

Ps: tem uma série de dias o texto acima, retirado de um dos OCS "tugas", mas teve de certa forma uma recente actualização; parece que o governador do BdP anda mais contentinho com os critérios do crédito que anda a ser concedido. Que Pachorra.
E que pachorra também para ter de assistir à pouca vergonha de bonificações a torto e direito a uma séria de malandros que estoiraram com várias coisas.
Mas está na lei, NÉ????

terça-feira, 26 de junho de 2018

O COSTUME
(
lido nos OCS) Novo Banco e BCP já perderam quase 700 milhões de euros com a Ongoing. Exposição das duas instituições financeiras à Ongoing chegou aos 493,5 milhões de euros no caso do Banco Espírito Santo, agora Novo Banco e aos 292 milhões de euros no caso do BCP.
AC

Ps: como de costume ninguém, percebeu, sabia, perguntou. Deviam estar todos a andar na mota de água declarada como património.
Como de costume, uns gritarão - que pouca vergonha - a própria ministra da justiça se escandalizará, a banca ...e ninguém vai preso, a sério.
Porquê?
Todos sabem mas fingem que a culpa é deste magistrado ou daquele outro juiz, ou do jornalista X, e chama-se estrutura do sistema, o qual tem sido aprimorado nos últimos 30 anos para dar exactamente estes resultados.
Ah, como curiosidade, observem as fotografias que estão com a notícia e atentem na carinha laroca do advogado que se vê por trás do finório; conhecido, certo? O COSTUME!!!

sábado, 17 de fevereiro de 2018

O CIDADÃO COMUM,... a BANCA,....e  as  IMPARIDADES
Tempos atrás recordo um desabafo de Faria de Oliveira (um dos senhores dos bancos) acerca de imparidades, governo, favores em preparação, ou não. Negou tudo!!!
Este é daqueles assuntos em que ponho logo as mãos nos bolsos a segurar o porta-moedas e a carteira.
O que são as imparidades?
Andam por aí muitos economistas, muitos financeiros, muitas empresas de consultoria, muitos jornalistas ditos "espertos" destas coisas que definem tecnicamente as imparidades.
Estou-me nas tintas para eles, TODOS.
Eu sei o que são imparidades. 
E como, em consequência, se pode continuar a levar uma bela vidoca!!!
Como vários levaram uma bela vidoca, como continuam, e como vão continuar a levar uma bela vidoca, com ou sem anuência de decisões judiciais as quais, aos olhos dos simples deste País, nem conseguem ser catalogadas de escandalosas!!!
Imparidades? Ora vejam.
Empresta aí, sem garantia, para eu comprar umas valentes propriedades, por exemplo no distrito de Setúbal, ou umas coisas no Brasil.
Empresta aí sem garantia, para eu comprar umas quintas enormes no Norte, ou nas zonas onde podem querer desenhar um aeroporto.
Empresta aí, sem garantia, para eu comprar uma série de escritórios, ou mandar fazer uns condomínios de luxo.
Empresta aí para eu comprar acções e, se quiseres, escreve aí que parte delas são consideradas garantias. 
IMPARIDADES?
O que sei, em relação a alguns publicamente conhecidos, é que estão quase tesos, coitadinhos, embora continuem a almoçar em certos reservados, embora os carros continuam a não ser o Twingo da Renault, e os seus andares e casinhas lá continuam catitas.
IMPARIDADES.
Ah, depois há aquela coisa engraçada, davam lucro........depois........buracos...........depois...........prejuízos.........depois quase lucros,,,,,,,,,,,a seguir LUCROS.
Não é linda a aritmética?
AC

sábado, 2 de agosto de 2014

Num País com cada vez mais imparidades
Em Portugal, que eu me tenha apercebido, esta história das imparidades começou a azucrinar mais os ouvidos do cidadão comum na era "socrática" ou "socretina", como quiserem, por altura do "tsunami" BPN. Não sou especialista na matéria, mas creio não errar muito se disser - uma coisa tem um determinado valor por quem a regista e a toma por garantia, mas pode acontecer que, de facto, essa coisa não tenha pouco depois assim tanto valor como o registado. Por razões várias, algumas entendíveis, outras.............
Não será bem a coisa popular das vulgarmente chamadas contas marteladas, mas entre as garantias, os valores, o que vai ficar a arder por falta de pagamento, algum martelito andará à solta!!.

Eu transponho esta coisa das imparidades, de que tanto se fala a propósito de bancos, e não só, para a coisa pública, para a sociedade.
Porque entre o valor que parecem ter certas criaturas, e o que se verifica depois, e muitas vezes bem mais depressa do que os optimistas esperariam, para mim há por aí imparidades a dar com um pau.

Veja-se a querida luta no âmbito das primárias do PS, veja-se a categoria do recente discurso de um putativo candidato a Presidente da República, veja-se a categoria discursiva que tem passado pelas recentes comissões parlamentares de inquérito, veja-se as pérolas que vão saindo no Diário da República, e não me digam que não há por aí muita imparidade.

Deixo aos meus corajosos e estimados leitores uma pérola que mão muito amiga me fez chegar.
Procurem, no DR, 2ª série, nº 42, 28 Fev 2014, o aviso 3117/2014, da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo, e verifiquem se não é mesmo uma "ternura" ver que alguém - cessou o contrato de trabalho em funções públicas por tempo indeterminado, por motivo de falecimento.

Ora sejam queridos comigo, é ou não é uma imparidade gira???
AC (António Cabral)