NUNQUAM SU ADE MIHI VANA,
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
terça-feira, 6 de agosto de 2024
NUNQUAM SU ADE MIHI VANA,
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2021
A MENTIRA
Vivemos cada vez mais no reino da mentira, e lembro-me do papagaio-mor do reino grasnar, meses trás - ninguém vai mentir. Pois não!!!!!!!!!!
Esqueceram-se de ir ao dicionário - MENTIRA, afirmação contrária à verdade, com a intenção de enganar; engano propositado.
Além disso, o problema do mentiroso é que nunca pode relatar a verdade, porque é mentiroso.
AC
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021
CERTOS GRUPOS DE PESSOAS
Depois de verificar nestes últimos dias a ocorrência de poucas vergonhas acerca de vacinas indevidamente ministradas, lembrei-me de que existem vários tipos de pessoas mas, particularmente, dois grupos insuportáveis e que nos estiolam permanentemente:
> gente totalmente incapaz e
> gente capaz de tudo.
AC
sábado, 12 de setembro de 2020
PARA AFASTAR MOSQUITOS
Para afastar insectos indesejáveis nomeadamente mosquitos que nos sugam o sangue, há várias modalidades.
Esta modalidade espalhada pela quinta tem dado bons resultados.
Olhando ao que se passa, e lembrando-me deste tipo de antídoto, tenho pesquisado desesperadamente a NET, tenho "goglado" freneticamente, e não encontro antídoto para afastar canalha.
Percebo assim, clarinho como água, como isto tudo se mistura e persiste, e como se dão tão bem, os inenarráveis anunciantes de pacotes ditos para combater a corrupção, com os intrujões de alto coturno que procedem à descarada na cobertura à malandragem. Em conjunto, uns activamente, outros passivamente, mas todos canalha, sugam-nos o sangue.
Oh se percebo!
AC
quinta-feira, 5 de março de 2020
Disse-me um amigo.
Pensando bem, com tanta coisa a acontecer, com tanta podridão a saltar, mais as doenças já antigas e agora o vírus actual, mais a exponencialmente crescente imbecilidade e incompetência dessa gentalha com sorriso parvo, o melhor é não nos ralarmos em demasia.
Siga para tinto.
AC
terça-feira, 24 de dezembro de 2019
sábado, 3 de agosto de 2019
É tão frágil a vida,
tão efémero tudo!
(Não é verdade, amiga,
olhinhos-cor-de-musgo?)
E ao mesmo tempo é forte,
forte da veleidade
de resistir à morte
quanto maior a idade.
Assim, aos trinta e sete,
fechados alguns ciclos,
a vida ainda pede
mais sentimento, vínculos.
Não tanto os que nos deram
a fúria de viver,
como esses descobertos
depois de se saber
que a vida não é outra
senão a que fazemos
(e a vida é uma só,
pois jamais voltaremos)
Partidários da vida,
melhor: do que está vivo,
digamos "não" a tudo
que tenha outro sentido.
E que melhor pretexto
(quem o saiba que o diga)
teremos para viver
senão a própria vida?
Mas a cambada que por aí anda entende assim: qual viver a vida porque é vida, viver a vida sim mas no melhor do mundo, das negociatas em família e amigos do peito com ou sem avental, negociatas à conta do Estado, esteja lá ou não esteja (os que dizem que não está lá familiar esses então são mesmo do pior, velhacos) algum familiar, de cama ou só de mesa.
Desgraçado país, desgraçados dos cidadãos comuns, com esta canalha a fazer contratos há anos, a roubar a sociedade.
Uns declaram algumas coisas de que se lembram mas não se lembram de outras, desconheciam......coitadinhos.
E ficam à espera de pareceres que os salvem, que salvem esta cáfila toda.
LITERALMENTE, a ROUBAR.
O' Neill sonharia que isto viria a acontecer?
AC
sexta-feira, 29 de março de 2019
terça-feira, 13 de março de 2018
MAS, TAMBÉM, MUITA FALTA de, EDUCAÇÃO, e RESPEITO PELOS OUTROS.
E, claramente, nada de repressão a sério, a doer.
É verdadeiramente escandaloso o que se passa nas vias rodoviárias nacionais. AEs, nacionais, IPs, ICs, municipais.
Um escândalo. A fotografia supra é apenas uma de um desfiar diário de tragédias.
Na passada 5ª Feira, mais um camião carregado de terra, rebentou com coisas na A1, circulação interditada horas.
De certeza que o condutor não teve culpa nenhuma, estava a chover, esse é que foi certamente o problema, o único problema.
No Sábado 3 de Março fui ao Porto.
No sentido Porto-Lisboa, do outro lado portanto, vi um carro virado de pernas para o ar, e como só vi a polícia e mais nenhum acidentado, presumo que se estatelou sozinho. Ainda bem que não aleijou inocentes.
Antes de chegar à portagem dos Carvalhos, vi um Porche Panamera que se espatifou sozinho, os "rails" e a frente dele todos estoirados. Tudo, APENAS, por causa da chuva, evidentemente.
Mais exemplos?
É um escândalo a ocorrer diariamente nas rodovias.
Os políticos não falam, todos, nenhum fala. Não dá votos nem tempo de TV.
Nenhum artigo de fundo, nenhuma investigação, nada sobre este problema que mata, mata, mata, mata, mata, mata.
E por ser um escândalo, vou ser mais violento. Oxalá um destes dias em vez de se virar um carro da escolta, seja um pantomineiro dignitário a ficar gravemente ferido, mas muito, devido a estampanço do carro oficial em que seguia, e que mandou ir a 200 km/ h ou coisa parecida, para cumprir a sua agendazinha de propaganda!!! Oxalá aconteça, e seja muito grave.
sábado, 31 de outubro de 2015
O poder é, geralmente, definido como a questão central da política. Como sempre acontece, a definição de poder é vista por muitas e diferentes perspectivas. Em toda a vida em sociedade, em todas as sociedades e desde sempre, o poder está presente em toda a nossa vida.
Poder pode e é, certamente, muitas coisas. Desde logo uma capacidade para impor. Um controlo sobre situações sociais. Um controlo sobre sociedade, sobre organizações.
O poder deverá ser, porventura, uma função, um serviço, designadamente para governar. Numa determinada perspectiva, pode equacionar-se as condições de legitimidade de exercício de poder.
Pela minha parte, discutível naturalmente, o poder significa que alguém tem na mão a caneta.
Com a caneta se propõem projectos de leis, se escrevem despachos, se elaboram orçamentos, se anulam concursos, se fazem ajustes directos, se alteram códigos para tornar impossível a demonstração das ilicitudes e dos crimes dos poderosos, se prolongam prazos, se transferem verbas, se assinam relatórios e pareceres.
Serão governantes ilegítimos os que, se impõem contra a vontade popular, ou os que abusam do poder de forma grave.
Naturalmente, a sede de poder, a soberba, a arrogância e o desprezo absoluto por todas as normas e regras que contrariem projectos pessoais, são catalisadores para o assalto ao poder, valendo de tudo.
Cabe ás sociedades procurar derrotar toda a canalha desse género.
AC
sábado, 27 de dezembro de 2014
Muda. Se muda. Todos os dias. Os glaciares continuam a derreter, coisa a que já assisti. As elites (????) mudam muito, normalmente sempre para pior, os resultados das eleições obrigam a mudar alguma coisa. Envelhecemos a cada instante.
"A coisa pública é minha", dizem uns puros e éticos, "eu é que a criei como ela está agora", continuam os mesmos. "Se agora nesta fase não é minha é porque vocês são uns indecentes", ainda os mesmos!
"Quando a coisa era nossa", dizem os tais, "aí é que era bom, legislar e governar democraticamente como só nós sabemos", suspiram ainda os mesmos.
"É indecente e anti-democrático que nos apliquem certa legislação, só porque fomos nós que a pensámos, propusemos, aprovámos, referendámos", ainda os ditos mesmos.
Perante isto, que concluir? Deixo á consideração de cada um. Por mim há muito que tirei as minhas conclusões. Não de há pouco tempo, vem já de 1991.
AC




