O poder é o voto, está no povo.
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
terça-feira, 23 de junho de 2026
O poder é o voto, está no povo.
sábado, 2 de maio de 2026
O poder é, geralmente, definido como questão central da política.
Pela minha parte, discutível naturalmente, o poder significa que alguém tem na mão a caneta.
Com a caneta se propõem projectos de leis, se escrevem despachos, se elaboram orçamentos, se promovem ou anulam concursos, se fazem ajustes directos, se alteram códigos para tornar quase impossível a demonstração das ilicitudes e dos crimes de poderosos, se prolongam prazos, se transferem verbas, se assinam relatórios e pareceres.
AC
quarta-feira, 23 de abril de 2025
XADREZ MUNDIAL. GEOPOLÍTICA. PODER.
MUNDO BIPOLAR. SUPERPOTÊNCIA. Um TRIPÉ ?
Volto a este livro de Zbigniew Brzezinski (ZB) publicado em 1997, que comprei em Norfolk, EUA, em 1999.sexta-feira, 5 de janeiro de 2024
A bolha mediática tem sido dominada sobretudo por quem?
Na "disputazinha" que houve no PS, como nas hostes dirigentes do PSD, e nas outras "agremiações" em bicos de pés, quantos leram com seriedade as recentes indicações do grupo chefiado por Natércia Cabral? E se leram, estarão em modo negação?
Tenham um bom fim de semana. Saúde.
António Cabral
terça-feira, 15 de agosto de 2023
PRESERVAÇÃO. AUTOPRESERVAÇÃO.
Preservação - acto ou efeito de preservar; cautela; prevenção; proteção.
O Papa Francisco sucedeu a Bento. Como ele disse quando assomou à janela depois de sair fumo branco pela chaminé - os meus irmãos cardeais foram buscar um Papa aos confins do mundo, rezem por mim. (se recordo bem).
Não faço ideia do que lhe ia na cabeça naquele momento e se quando disse - rezem por mim - estava a recordar-se que João Paulo I durou cerca de um mês e…… depois morreu. De quê, nunca disseram, nunca dirão, nunca se saberá. Foi um Papado super rápido.
Francisco tem dito muita coisa, tem defendido muita coisa, muita coisa que no âmago de muitos, faz revolver as entranhas.
Mas a época não está muito propícia para mortes súbitas. Francisco já foi submetido (creio) a 3 operações cirúrgicas e aí está, aflitíssimo dos joelhos, mas cabeça fresca, felizmente.
Mas a igreja é um mundo.
Um mundo é, também, o Islão.
Um mundo é, também, o Judaísmo.
E no mundo temos sempre omnipresente a - autopreservação - no mundo da Fé, qualquer que se observe, no mundo dos interesses, no mundo dos países, no mundo dos políticos.
Aguardemos para ver se as sementes de Francisco frutificarão um dia.
Quando ao Judaísmo mas particularmente quanto ao Islão e a muitos países e políticos, não tenho fé nenhuma que surjam alterações significativas.
AC
quinta-feira, 20 de outubro de 2022
quarta-feira, 22 de junho de 2022
…… "To sum up: The strategy of any nation in the state system is - or should be - to oppose any state that seeks predominance since this would constitute a threat to its security and national independence"….
segunda-feira, 18 de abril de 2022
domingo, 7 de março de 2021
Esta coisa do poder é interessante de estudar, é giro verificar o dia a dia por cá e lá por fora (vejam as sanções e a respectiva eficácia de algumas), é uma coisa fabulosa de observar em relações internacionais. E neste campo engraçado igualmente observar o que ás vezes a caneta assina e verificar oito anos depois o resultado. Guantanamo é um curioso exemplo. E com Biden vai ser igual.
Em outra perspectiva, alguns zangados com a vida e até com gente da sua formação usam de algum conhecimento juntamente com alguma sede de vingança junto de certos OCS e de redes sociais e de instituições de ensino para atacar velhos inimigos da mesma profissão. Isso resume um certo poder momentâneo, mas que nem sempre atinge os objectivos imaginados/desejados e nem concretiza a vingança; as mais das vezes demonstram ser tão só uns idiotas úteis a outrem.
domingo, 15 de março de 2020
A Montblanc Meisterstuck 149, aparo de ouro, e uma caneta de osso de baleia.
A diferença de País para País, de sociedade para sociedade, de instituição e empresa para instituição e empresa, de partido político para partido político, de família para família, é que a uns não lhes tremem as mãos e empunham as canetas a tempo e horas, enquanto outros olham para as sondagens, para os amigalhaços, etc.
Por isso, uns são atrasados, outros não.
AC
sexta-feira, 26 de julho de 2019
segunda-feira, 15 de abril de 2019
sexta-feira, 7 de dezembro de 2018
"É preciso que acabe a demagogia.
A demagogia que ora é a linguagem do subdesenvolvimento cultural, ora é a linguagem cínica de um novo oportunismo, de um novo farisaísmo, de uma nova ganância de poder e promoção.
Um novo aparecimento de ratos.
E não posso deixar de dizer a minha profunda revolta quando continuamente, em todos os meios de comunicação social, vejo a palavra falsificada e a informação deturpada e traída" (Sophia de Mello Breyner Andersen, O Século, 21 Janeiro, 1975).
AC
sexta-feira, 28 de setembro de 2018
quinta-feira, 25 de janeiro de 2018
Há tempos coloquei um post intitulado - PODER. Terminei assim:
A caneta! Por trás de uma grande caneta, há sempre uma grande mãozinha!!
No meu caso, a mão é banal, mas a já com certa idade (comprei em1991) caneta MontBlanc Meisterstuck 149 é excelente.
Vem isto a propósito do jornalismo/ dos jornalistas em Portugal, e por exemplo, do que por cá não consigo obter, saber, ser informado.
Quem me visita e lê sabe o que escrevi por diversas vezes acerca de jornalistas e OCS em Portugal, desancando-os muitas vezes mas, salientando sempre, e isso para mim é indiscutível, que uma sociedade saudável, livre, decente, equilibrada, em desenvolvimento, efectivamente democrática, não existe sem comunicação social assertiva, investigadora, que informe sobre o que cá e lá fora se passa. Sem filtros. E o mais livre possível dos poderes económicos/ financeiros.
As redes sociais, a internet, criam certamente dificuldades mas, por exemplo, certo "jornalixo" muito contribui para, a quebra nas vendas de jornais, não se ver noticiários televisivos.
Este "4º poder" como está neste momento não serve o País.
António Cabral
sábado, 22 de abril de 2017
Diz-se, dizem por aí alguns, com o peito inchado e pronto a dar ás balas, que ser jornalista é fazer perguntas!!!Valentes.
A maioria deles e 99,9 % dos portugueses não se incomodam a tentar perceber as razões dos 19 anos entre congressos de jornalistas. Um detalhe, sem importância, NÉ?
Engraçado que isto é, e não lhes caem dentinhos.
Mas entre o fazer poucas ou nenhumas perguntas, o lamentável é que a maioria dos portugueses acha tudo simples, não se questionam, não acreditam na maldade e perfídia de vários malandros, acham-lhes piada, e acreditam que está tudo bem.
Mas será que não reparam que são sempre os mesmos 5 ou 6 advogados que aparecem a defender os glutões do regime?
Depois queixam-se.
AC
sábado, 7 de janeiro de 2017
O Poder. O que é o poder?
Há definições clássicas. Que se estudam designadamente em ciência política.
Existem vários tipos de poderes, o poder executivo, o legislativo, o judicial, o económico, o financeiro, o das ruas, o sindical, o corporativo, o militar, o do chefe, e por aí fora.
Célebre a frase - manda quem paga - ou a outra - quem paga o jantar encomenda a música.
O verdadeiro poder é, tão só, a caneta.
Naturalmente, a mãozinha que pega na dita caneta.
A caneta que assina tratados, que concede empréstimos bancários com ou sem garantias escudando-se sempre, em qualquer dos casos, na informação dos serviços!
A caneta que decide a compra, ou a venda.
A caneta que atribui ou não verbas ou subsídios, que perdoa infrações ou delitos fiscais, que propõe a atribuição de donativos ás caridades várias, que distribui benesses a clubes de futebol, que subsidia jornalecos de propaganda amiga, que financia colectividades, que subsidia filmes e peças de teatro que poucos vão ver, que paga órgãos de comunicação social.
A caneta que tira ou coloca certas e muito importantes vírgulas.
A caneta que assina ou não certos cheques, que assina estudos determinados, que antes encomendou esses estudos a certas instituições empresas ou mesmo a amigos, que coloca falsas notícias, que exonera e nomeia.
A caneta!
Por trás de uma grande caneta, há sempre uma grande mãozinha!!
AC
sexta-feira, 4 de novembro de 2016
Se um problema não tem solução, será um problema de facto? Talvez não seja, talvez antes um facto, não para ser resolvido mas para ser considerado.
Sei que impossível impossível é não se morrer, um dia.
O continuado "de costas voltadas" entre os partidos e designadamente os de maior expressão e representatividade parlamentar é um problema, ou é um facto?
Estou inclinado a que é o fado, o nosso triste fado, nesta desgraça nacional que se perpetua, com crescimento ridículo, com dívida pornográfica. O que lhes interessa, vê-se a cada passo, é conseguir o poleiro, não na sequência do que sadiamente se aprende em ciência política mas, antes e apenas, para controlar os cordelinhos, os da bolsa e do nepotismo e corrupção. Poleiro. Depois logo se vê.
E logo descem os abutres sobre as pobres carcaças.
Mas os abutres e os que os mandam voar e descer sobre as carcaças precisam de, com muita urgência, ir todos ao oftalmologista.
Ainda não repararam que as carcaças já não têm carne!!!!!
AC












