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sábado, 2 de maio de 2026

O poder
O poder é, geralmente, definido como questão central da política. 
Como sempre acontece, a definição de poder é vista por muitas e diferentes perspectivas. 
Em toda a vida em sociedade, em todas as sociedades  desde sempre, o poder está presente em toda a nossa vida.

Poder é, certamente, muitas coisas. 
Desde logo uma capacidade para impor. 
Um controlo sobre situações sociais. 
Um controlo sobre sociedade, sobre organizações, instituições.

O poder deverá ser, porventura, uma função, um serviço, designadamente para governar, para servir. 
Numa determinada perspectiva, pode equacionar-se as condições de legitimidade de exercício de poder.
Pela minha parte, discutível naturalmente, o poder significa que alguém tem na mão a caneta.

Com a caneta se propõem projectos de leis, se escrevem despachos, se elaboram orçamentos, se promovem ou anulam concursos, se fazem ajustes directos, se alteram códigos para tornar quase impossível a demonstração das ilicitudes e dos crimes de poderosos, se prolongam prazos, se transferem verbas, se assinam relatórios e pareceres.


Serão governantes ilegítimos os que se impõem contra a vontade popular, ou os que abusam do poder de forma grave, contra a Constituição.

Naturalmente, a sede de poder, a soberba, a arrogância e o desprezo absoluto por todas as normas e regras que contrariem projectos pessoais, são catalisadores para o assalto ao poder, valendo de tudo.

Cabe ás sociedades procurar derrotar toda a canalha desse género.

Bom dia. Tenham um bom Sábado.
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida. Boa sorte.
AC

quarta-feira, 23 de abril de 2025

(Continuação)

SEGURANÇA,  DEFESA,  GUERRA.

A propósito do tema supra, a propósito dos sobressaltos que vão por esse mundo fora e designadamente ainda mais depois de 20 de Janeiro deste 2025, a propósito das baratas tontas dos lideres (????) Europeus deste anão militar que é a União Europeia (UE), a propósito dos sucessivos dislates na vertente externa, a propósito dos sucessivos dislates na vertente interna onde incluo "pérolas várias e uma ex-MRPP que diz que os russos vêm por aí abaixo, a propósito de mais entrevistas e comentários de vários civis e militares, a propósito de vários dirigentes políticos e jornalistas e comentadores, tenho repescado vários textos de opinião dos muitos que ao longo dos anos tenho escrito e partilhado aqui no blogue e em outros locais.
E fui tecendo algumas considerações sobre o que se vai agora passando. 
No presente, é enorme a excitação de Ursula, de António Costa, de Macron, de Starmer. 
Das sucessivas reuniões dos conselhos Europeus diligentemente presididas por Costa têm saído  verdadeiros balões cheios de ar.
Negociações (????) entre EUA e Rússia ocorrem, teóricos acordos de cessar fogo também. Mas??
Aqui ficam mais umas palavras.

XADREZ  MUNDIAL. GEOPOLÍTICA. PODER.

MUNDO BIPOLAR.  SUPERPOTÊNCIA. Um TRIPÉ ?

Volto a este livro de Zbigniew Brzezinski (ZB) publicado em 1997, que comprei em Norfolk, EUA, em 1999.
Livro publicado, portanto, mais ou menos dois anos e meio antes da subida de Putin ao poder Russo.

O muro de Berlim, desmoronado/ derrubado, já estava lá para trás.
A URSS tinha implodido.

Para lá da fronteira Leste da Europa Ocidental reinava alguma confusão, alguma turbulência, algum desnorte, existiam novos países saídos da implosão da URSS
Por lá, nesse Leste, nessa Eurásia, muitos olhos ansiosos olhando pelo e para o futuro.
Quando da publicação do livro, a realidade mostrava que os EUA eram a superpotência, incontestada.
Passaram mais ou menos 27 anos!

Existem muitos outros livros mas, creio, este é um dos que, parece-me,  melhor explicava muito do nosso mundo mais afastado e perspectivava então bem o presente de então.

Mas a realidade da política externa dos EUA é coisa complexa.

Durante anos e anos Kissinger teve muita influência. Creio que muito do que aconteceu nas três últimas décadas do século XX teve "mãozinha" dele.
Admito que também na primeira década do século XXI ele pode ter tido conversas com os inquilinos da Casa Branca.

Mas muitos outros "gurus" foram aparecendo.
Kissinger e muito outros como ZB foram perdendo influência.

Depois da implosão da URSS e, concretamente no que respeita à Ucrânia, os EUA (estou convencido) trataram de lentamente apertar o cerco à Rússia. 
O alargamento da NATO foi um dos patamares.
Tudo o que levou à Praça Maiden, à revolta laranja, e muitas outras coisas, tiveram por exemplo mãozinha da Sra Nuland e do seu extremoso marido. Nada aconteceu por acaso.

Como referi em curto texto anterior muito aconteceu e se alterou entre 1997 e o presente.
O que se passa actualmente por parte dos EUA face à Rússia e à China não parece estar em conformidade com o que ZB sugeria deveria ser tido em conta.

Aguardemos.
AC

sábado, 20 de julho de 2024

sexta-feira, 5 de janeiro de 2024

PODER
PODER - ter a faculdade ou a possibilidade de; ter autorização para; ter o direito de; ter ocasião ou oportunidade de; ter influência ou força, autoridade; governo de um Estado.

Estes, alguns dos significados de poder.

Depois, olhando para a nossa CRP, no regime democrático em que felizmente vivemos, temos os três poderes, legislativo, executivo, judicial e temos, formalmente, a separação de poderes em vigor. 
Mas vai-me parecendo que já teve melhores dias.

Depois, temos este sistema dito quase semipresidencial, em que teoricamente vivemos numa República, mas em que o mais alto se tem comportado como monarca próximo do povo. Bebe ginjinha, tira selfies, umas vezes têm memória outras não ???, . umas vezes promulga com mensagens outras vezes não, umas vezes tem filho outras conhece um dr Rebelo de Sousa, é assim o nosso actual regime. 

Mas temos os governos a responder politicamente perante a Assembleia da República. 
Prefiro assim, mesmo que a AR com maioria relativas ou absolutas seja, na maioria das vezes, uma caixa de ressonância .

Isto tem a ver com o sistema eleitoral, a lei eleitoral, e os partidos viverem dos autarcas, presidentes de câmara municipal e, nas grandes cidades, presidentes e lacaios em juntas de freguesia. Notícias recentes dão nota disso mesmo, mais uma vez, fenómeno atingindo sobretudo as duas maiores agremiações políticas.

Depois, podemos olhar para trás, para o poder que formalmente tiveram, Costa Gomes, Álvaro Cunhal, Mário Soares, Sá Carneiro, Adelino Amaro da Costa, Cavaco Silva, António Guterres, Durão Barroso, Passos Coelho, José Sócrates, Ferro Rodrigues, António Costa. 

Podemos olhar para trás e ponderar acerca da influência que os PR tiveram, Ramalho Eanes, Mário Soares, Jorge Sampaio, Cavaco Silva e agora Marcelo Rebelo de Sousa.

A bolha mediática tem sido dominada sobretudo por quem?
E a bolha Lisboeta?
E a do Porto?
E a bolha sindical? 
E a bolha corporativa?
E a bolha patronal?
E a bolha financeira?

António Costa foi eleito secretário do PS porque abriram as eleições internas a cidadãos comuns, teoricamente simpatizantes, Agora PNSantos foi eleito apenas por militantes. Uma curiosidade!

Quanto a poder, Costa foi a Belém vitimar-se e pediu a demissão. Será que esperava que Sousa não acedesse?
Sousa acedeu e marcou eleições.
Costa lembra agora que não o derrotaram.
Mas Sousa deixou ainda a funcionar a AR para poder aprovar tudo e mais alguma coisa incluindo vetos presidenciais. 
Não é lindo?

Na "disputazinha" que houve no PS, como nas hostes dirigentes do  PSD, e nas outras "agremiações" em bicos de pés, quantos leram com seriedade as recentes indicações do grupo chefiado por Natércia Cabral? E se leram, estarão em modo negação?

O apelido é o mesmo, Cabral, mas não somos família.
Tenham um bom fim de semana. Saúde.
António Cabral

terça-feira, 15 de agosto de 2023

PRESERVAÇÃO. AUTOPRESERVAÇÃO.

Preservação - acto ou efeito de preservar; cautela; prevenção; proteção.

O Papa Francisco sucedeu a Bento. Como ele disse quando assomou à janela depois de sair fumo branco pela chaminé - os meus irmãos cardeais foram buscar um Papa aos confins do mundo, rezem por mim. (se recordo bem).

Não faço ideia do que lhe ia na cabeça naquele momento e se quando disse - rezem por mim - estava a recordar-se que João Paulo I durou  cerca de um mês e…… depois morreu. De quê, nunca disseram, nunca dirão, nunca se saberá. Foi um Papado super rápido.

Francisco tem dito muita coisa, tem defendido muita coisa, muita coisa que no âmago de muitos, faz revolver as entranhas.

Mas a época não está muito propícia para mortes súbitas. Francisco já foi submetido (creio) a 3 operações cirúrgicas e aí está, aflitíssimo dos joelhos, mas cabeça fresca, felizmente.

Mas a igreja é um mundo.

Um mundo é, também, o Islão.

Um mundo é, também, o Judaísmo.

E no mundo temos sempre omnipresente a - autopreservação - no mundo da Fé, qualquer que se observe, no mundo dos interesses, no mundo dos países, no mundo dos políticos.

Aguardemos para ver se as sementes de Francisco frutificarão um dia.

Quando ao Judaísmo mas particularmente quanto ao Islão e a muitos países e políticos, não tenho fé nenhuma que surjam alterações significativas. 

AC

quinta-feira, 20 de outubro de 2022

O  PODER 

O exercício do poder deve ser SEMPRE temporário. 

Há quem não aprecie isto.

AC

quarta-feira, 22 de junho de 2022

CLARINHO  COMO  ÁGUA
…… "To sum up: The strategy of any nation in the state system is - or should be - to oppose any state that seeks predominance since this  would constitute a threat to its security and national independence"….

Por brutal que possa ser, é a realidade prosseguida. 
Naturalmente, a todos os que se movem apenas por modas, comoções, emoções e moralismos isto, eventualmente, choca. 
Mas passa-se no planeta Terra, não em Marte ou Plutão. 
Integra doutrina, política externa, neste caso dos EUA.
Mas, Rússia, China, Brasil, Índia, Turquia, Israel, por exemplo, aplicam o mesmo. TODOS. De país para país, as diferenças assentam no poder militar.
AC

segunda-feira, 18 de abril de 2022

PODER e CORRUPÇÃO

O poder leva à corrupção.

O poder absoluto corrompe definitivamente.

(frase atribuída a Lord Acton (1834-1902))

AC 

domingo, 7 de março de 2021

O     P O D E R 

PODER - ter a força, domínio, autoridade para, jurisdição sobre, capacidade para, etc., o dicionário tem descrições suficientes.
Mas a minha melhor definição de poder, a minha verdadeira definição de pode é - quem tem a caneta ou melhor, tendo-a, a usa

Esta coisa do poder é interessante de estudar, é giro verificar o dia a dia por cá e lá por fora (vejam as sanções e a respectiva eficácia de algumas), é uma coisa fabulosa de observar em relações internacionais. E neste campo engraçado igualmente observar o que ás vezes a caneta assina e verificar oito anos depois o resultado. Guantanamo é um curioso exemplo. E com Biden vai ser igual.
Internamente é igualmente engraçado.
Passos Coelho e companheiros ficaram em 1º lugar nas legislativas de 2015 mas o poder fugiu-lhe, e com as regras da democracia.
Álvaro Cunhal teve algum e pensou que o tinha e sobretudo o teria teria muito tempo, acabou por perder o poder que então se observava, mandou recuar, à cautela. O PCP tem, actualmente, um ligeiro poder, mas o efectivo poder que tem para colocar as ruas a ferver continua tacticamente congelado. Mas as ameaças estão aí.

Em outra perspectiva, alguns zangados com a vida e até com gente da sua formação usam de algum conhecimento juntamente com alguma sede de vingança junto de certos OCS e de redes sociais e de instituições de ensino para atacar velhos inimigos da mesma profissão. Isso resume um certo poder momentâneo, mas que nem sempre atinge os objectivos imaginados/desejados e nem concretiza a vingança; as mais das vezes demonstram ser tão só uns idiotas úteis a outrem.

Uma outra perspectiva é o que se está a passar a propósito da questão/ imbróglio aeroporto/ Montijo. Aparentemente, a coisa continua a não correr como Costa e o seu "amiguinho" Pedrinho quereriam. 
Eu digo "aparentemente" porque, não estou certo que eles fiquem muito incomodados com este arrastar de uma definição de futuro aeroporto, apesar do teatro. Mas, aqui está uma demonstração de poder, a ANAC usou a caneta olhando aos textos em vigor, e disse não, e o Pedrinho quer e parecia ir usar a dele para alterar o famoso DL que faculta vetos por parte das autarquias. Vamos aguardar,....... não, já usou a caneta.

Não tenho dúvidas, é sempre a CANETA, quem tem a caneta, o verdadeiro poder! Acontece, também, que muitas vezes quem pode não usa a sua caneta. Ás vezes usa e nem sempre os resultados são condizentes.
Além da caneta, nos países democráticos claro que há o importantíssimo poder do voto, mas............é a caneta que depois decide as trafulhices das nomeações no país e lá para fora, dos testas de ferro, das negociatas, dos compromissos, das cativações, das atribuições de negócios, da concessão disto e daquilo, dos ajustes directos a amigalhaços, e da oferta de garagens e andares por escritura pública ao ..............sogro, pois ao edil não convém nada,....etc. 
Sempre a caneta.
AC

domingo, 15 de março de 2020

OS  INSTRUMENTOS  de  PODER 
A Montblanc Meisterstuck 149, aparo de ouro, e uma caneta de osso de baleia.
A diferença de País para País, de sociedade para sociedade, de instituição e empresa para instituição e empresa, de partido político para partido político, de família para família, é que a uns não lhes tremem as mãos e empunham as canetas a tempo e horas, enquanto outros olham para as sondagens, para os amigalhaços, etc.
Por isso, uns são atrasados, outros não.
AC

sexta-feira, 26 de julho de 2019

A   IGNORÂNCIA  e  o   PODER
"A ignorância é atrevida; no poder é descarada"
E acrescente-se, a descarada ausência de vergonha na cara a que continuamente se assiste.
AC

segunda-feira, 15 de abril de 2019

INFORMAÇÃO, CONHECIMENTO, PODER
A capacidade de gestão da informação, traduzida em conhecimento utilizável, é poder?
É,  É PODER.
AC

sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

MANTÉM  ACTUALIDADE ?
"É preciso que acabe a demagogia. 
A demagogia que ora é a linguagem do subdesenvolvimento cultural, ora é a linguagem cínica de um novo oportunismo, de um novo farisaísmo, de uma nova ganância de poder e promoção. 
Um novo aparecimento de ratos. 
E não posso deixar de dizer a minha profunda revolta quando continuamente, em todos os meios de comunicação social, vejo a palavra falsificada e a informação deturpada e traída" (Sophia de Mello Breyner Andersen, O Século, 21 Janeiro, 1975).
AC

sexta-feira, 28 de setembro de 2018

GOSTAVA de TER ESCRITO ISTO
"Quem assalta o poder pelo poder, a corrupção não lhe faz comichão"
AC

quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

A CANETA
Há tempos coloquei um post intitulado - PODER. Terminei assim:
A caneta!  Por trás de uma grande caneta, há sempre uma grande mãozinha!! 
No meu caso, a mão é banal, mas a já com certa idade (comprei em1991) caneta MontBlanc Meisterstuck 149 é excelente.
Vem isto a propósito do jornalismo/ dos jornalistas em Portugal, e por exemplo, do que por cá não consigo obter, saber, ser informado.
Quem me visita e lê sabe o que escrevi por diversas vezes acerca de jornalistas e OCS em Portugal, desancando-os muitas vezes mas, salientando sempre, e isso para mim é indiscutível, que uma sociedade saudável, livre, decente, equilibrada, em desenvolvimento, efectivamente democrática, não existe sem comunicação social assertiva, investigadora, que informe sobre o que cá e lá fora se passa. Sem filtros. E o mais livre possível dos poderes económicos/ financeiros.

As redes sociais, a internet, criam certamente dificuldades mas, por exemplo, certo "jornalixo" muito contribui para, a quebra nas vendas de jornais, não se ver noticiários televisivos.

Este "4º poder" como está neste momento não serve o País.

António Cabral

sábado, 22 de abril de 2017

O VAI E VEM DOS JORNALISTAS CASEIROS?
Diz-se, dizem por aí alguns, com o peito inchado e pronto a dar ás balas, que ser jornalista é fazer perguntas!!!Valentes.
A maioria deles e 99,9 % dos portugueses não se incomodam a tentar perceber as razões dos 19 anos entre congressos de jornalistas. Um detalhe, sem importância, NÉ? 
Engraçado que isto é, e não lhes caem dentinhos.
Mas entre o fazer poucas ou nenhumas perguntas, o lamentável é que a maioria dos portugueses acha tudo simples, não se questionam, não acreditam na maldade e perfídia de vários malandros, acham-lhes piada, e acreditam que está tudo bem.
Mas será que não reparam que são sempre os mesmos 5 ou 6 advogados que aparecem a defender os glutões do regime?
Depois queixam-se.
AC

sábado, 7 de janeiro de 2017

PODER
O Poder. O que é o poder?
Há definições clássicas. Que se estudam designadamente em ciência política.
Existem vários tipos de poderes, o poder executivo, o legislativo, o judicial, o económico, o financeiro, o das ruas, o sindical, o corporativo, o militar, o do chefe, e por aí fora.
Célebre a frase - manda quem paga - ou a outra - quem paga o jantar encomenda a música
O verdadeiro poder é, tão só, a caneta.
Naturalmente, a mãozinha que pega na dita caneta.
A caneta que assina tratados, que concede empréstimos bancários com ou sem garantias escudando-se sempre, em qualquer dos casos, na informação dos serviços!
A caneta que decide a compra, ou a venda.
A caneta que atribui ou não verbas ou subsídios, que perdoa infrações ou delitos fiscais, que propõe a atribuição de donativos ás caridades várias, que distribui benesses a clubes de futebol, que subsidia jornalecos de propaganda amiga, que financia colectividades, que subsidia filmes e peças de teatro que poucos vão ver, que paga órgãos de comunicação social. 
A caneta que tira ou coloca certas e muito importantes vírgulas.
A caneta que assina ou não certos cheques, que assina estudos determinados, que antes encomendou esses estudos a certas instituições empresas ou mesmo a amigos, que coloca falsas notícias, que exonera e nomeia.
A caneta! 
Por trás de uma grande caneta, há sempre uma grande mãozinha!!
AC

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

É PROBLEMA?  É FACTO?   É O NOSSO FADO?
Se um problema não tem solução, será um problema de facto? Talvez não seja, talvez antes um facto, não para ser resolvido mas para ser considerado.
Sei que impossível impossível é não se morrer, um dia.
O continuado "de costas voltadas" entre os partidos e designadamente os de maior expressão e representatividade parlamentar é um problema, ou é um facto?
Estou inclinado a que é o fado, o nosso triste fado, nesta desgraça nacional que se perpetua, com crescimento ridículo, com dívida pornográfica. O que lhes interessa, vê-se a cada passo, é conseguir o poleiro, não na sequência do que sadiamente se aprende em ciência política mas, antes e apenas, para controlar os cordelinhos, os da bolsa e do nepotismo e corrupção. Poleiro. Depois logo se vê.
E logo descem os abutres sobre as pobres carcaças.
Mas os abutres e os que os mandam voar e descer sobre as carcaças precisam de, com muita urgência, ir todos ao oftalmologista.
Ainda não repararam que as carcaças já não têm carne!!!!!
AC

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

A PROPÓSITO DAS CHEIAS E TEMPORAIS
Em primeiro lugar, lamento muito a infelicidade que assolou muitos dos meus concidadãos.
Descargas fora do comum, principalmente.
Mas, ao longo dos anos, quantas barbaridades foram executadas em muitas autarquias? É apenas uma pergunta.
Quantas imprudências?
Quantas faltas de verificação, de inspeções, de limpezas?
São apenas perguntas.
Cai um muro porque, eventualmente, andaram a "ratar" perto das fundações. Poderá ter sido?
A41 com cratera, porque, alegadamente (como gostam de noticiar) corre por baixo um ribeiro.
Renovo o meu pesar por muitos dos meus concidadãos afectados.
Mas é capaz de haver muitos responsáveis por algumas das situações agora registadas. Digo eu, que sou empedernido, e já assisti a muita coisa.
Bom, adiante.
Deixo aqui uma estrofe famosa de um conhecido poeta português. Que porventura devia estar na mente de muita gentinha que ao longo de anos cuida pouco ou nada dos cidadãos.

Quem prende a água que corre
É por si próprio enganado
O ribeirinho não morre
Vai correr por outro lado.

AC