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quinta-feira, 4 de junho de 2026

HÁ  NOTÍCIAS  E  MUITO   LIXO

Como por aqui referi diversas vezes, gasto pouco tempo com o meu blogue, onde diariamente procuro deixar alguma coisa variada e normalmente imediatamente após a meia noite e de manhã cedo.

Como também confessei por diversas vezes raramente compro jornais e revistas. Normalmente em Janeiro Julho Agosto e Setembro quebro a regra e de vez em quando compro um diário ou um semanário, Casualmente comprei o Expresso na passada 6ª Feira.

Mas diariamente passo pelas gordas de jornais e revistas e tablóides nacionais e internacionais. Depois, alguns amigos remetem-me artigos fotografias, piadas, etc.

Isto dito para referir que hoje é o terceiro dia consecutivo em que fiz um certo esforço para olhar mais detalhadamente para certas coisas, para avaliar a situação.

Refiro-me concretamente a ter olhado para o verdadeiro lixo dos tablóides.

Sobre futebol, futebolês, o Sporting e a casa do sr Varandas, o Porto e o seu presunçoso chefe, o Benfica e a telenovela do Mourinho e do Marco, e em crescendo o futebol mundial que se aproxima e nos vai azucrinar!

Depois o presidente da federação de futebol que está divorciado mas continua com ela e que ela é empresária (??).

Depois as mortes com tiros e facadas mais as zangas de namorados, mais os colegas que vigiam/ espreitam colegas no duche.

Depois as bacoradas de Lula, Trump, Passos Coelho e tantos mais

Depois as separações de futebolistas, etc.

Enfim, entre outras certezas, a de que nada define mais o terceiro-mundismo de um país e particularmente do país desportivo, do que a sobrevalorização do futebolês no contexto geral dos acontecimentos e problemas do país.

Como sempre, admito estar a ver mal as coisas

AC

quinta-feira, 10 de outubro de 2024

INFORMAÇÃO

A esmagadora maioria dos cidadãos recebe montanhas de informação, pode dizer-se, são cidadãos cada vez com mais informação em bruto.

Mas, estão mesmo informados, a sério?

AC 

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2023

INFORMADOS

Parece-me indiscutível que a vida contemporânea descarrega sobre nós catadupas de informação. Cada vez mais informação, a maioria em bruto.

Mas, quantos dos cidadãos estão realmente bem informados?

AC

quinta-feira, 7 de abril de 2022

CONHECIMENTO, INFORMAÇÃO, CULTURA

Cada vez mais informação?

De certeza?

Cada vez mais conhecimento e cultura?

De certeza?

Estou cada vez mais convicto de que, mais e mais informação, cada vez mais e mais lavagens ao cérebro. Mais informação (!!) e, provavelmente…. menos conhecimento.

Mas, para quê ralarmo-nos com estes detalhes, não é verdade?

Trágico é o Benfica ter perdido ontem, não é?

AC 

sábado, 4 de janeiro de 2020

Informação séria,?.?.. informação fictícia..!..?.?.
O senhor que era das "fictícias" e que ao ser chamado para ajudante informou que já não era "fictício", esteve recentemente a proferir umas palavras em público no âmbito das coisas do jornalismo e da informação. 
Coisas tipo, profissionalismo, análise, rigor, informação.
Ao que vi e li por aí pensei, será doravante uma espécie de novo Arons de Carvalho, a inesquecível figura socialista com pergaminhos nestas coisas da informação e do jornalismo, e aliás com credenciais famosas na ERC?
Se vi bem, o actual governante falou em - "complemento importante entre políticas de incentivo à leitura e a consciencialização de todos para distinguirem o que é jornalismo profissional, com qualidades de investigação, de análise e de crítica, rigor e isenção", e chamando depois à atenção para o que designou - "aquilo que não é informação, mas opinião em rede amplificada, ou seja, corrente de opinião desinformada".
Mas gostei particularmente de ler - "que o Governo, em parceria com as universidades, profissionais do jornalismo e representantes do setor dos media "têm o mesmo objetivo partilhado", o de promover "a convivência democrática fundada numa comunicação social livre e uma população formada e capaz de exigir e procurar informação séria".

Sublime a parte da "população formada e capaz de exigir e procurar informação séria."
E a propósito de informação séria e da exigência da população formada parece que tudo foi dito com ar muito sério e compenetrado, conseguiu não se rir.
Mas, serão de realçar ainda outras referência explícitas deste neófito governante - "as medidas de fomento de literacia mediática", "o alertar os cidadãos para o facto de que a produção de conteúdos informativos é fundamental, pelo que todos são chamados a contribuir e envolver-se" "a desinformação é uma ameaça séria que pode afetar a credibilidade das instituições democráticas, minando a confiança nessas instituições".
Bem, fico por aqui, apesar de muitas outras interessantes proclamações.

Vou seguir a "coisa", com MUITA ATENÇÃO, sim, porque temos homem!
AC

quinta-feira, 2 de janeiro de 2020

É para matar o jornalismo de vez?
Este é o título de um artigo escrito há poucas semanas pelo jornalista Anselmo Crespo. Voltei a lê-lo, e apeteceu-me escrever umas linhas.
Não adivinhava o jornalista por exemplo esta "beleza"
O jornalista refere várias coisas, "o tiro ao jornalismo é hoje a modalidade mais transversal das sociedades modernas", ""Bater" nos jornalistas virou moda e é viral", "Se escreveu isto é porque está a defender o fulano contra o beltrano. Se pensa assim é porque é de direita ou é de esquerda. Se foi publicado neste jornal é porque algum interesse está por detrás. Se passou naquela televisão é porque se trata de uma campanha","As redes sociais há muito que deixaram de servir o propósito com que foram criadas: aproximar as pessoas e facilitar-lhes a comunicação. Elas são hoje um antro de notícias falsas, um palco para o discurso de ódio, um covil de cobardes e de gente mal resolvida que se agiganta numa caixa de comentários","Os jornalistas e os órgãos de comunicação social transformaram-se numa espécie de bobos da corte", "esmagadora maioria dos órgãos de comunicação social, claramente, não estavam preparados. Nem sensibilizados. Por falta de capital - a crise nos media já se arrasta há demasiados anos -, mas sobretudo por falta de conhecimento e de visão estratégica, "Ser acionista ou gestor de uma empresa de comunicação social já não é apenas sinónimo de poder, implica perceber que a realidade mudou", "Ser "patrão" de uma empresa onde o principal produto é o jornalismo implica compreender as novas dinâmicas, as novas formas de consumo. Não perceber isto - como muitas empresas de comunicação social em Portugal ainda não perceberam - é não perceber o presente. E o futuro, esse, chegará mais cedo do que imaginam", "há um outro fator de que as empresas de media, o poder político, o público e, naturalmente, os próprios jornalistas não se podem esquecernão há jornalismo sem verdadeiros jornalistas", "No jornal, na rádio, na televisão, nos sites ou nas redes sociais, independentemente da plataforma, só há um jornalismo capaz de sobreviver: o que é independente, rigoroso, isento, justo, escrutinador e incómodo", "Se é para matar de vez o jornalismo, pois que o assumamos todos. Porque o caminho que estamos a percorrer é dúbio, perigoso e está a criar uma sociedade cada vez mais desinformada e em guerrilha permanente. Eu continuo a acreditar que, um dia, todos nós vamos voltar a precisar do jornalismo para podermos acreditar em alguém, em alguma coisa. Pode até ser uma visão romântica. Mas um dia falamos sobre isso".

Pois não faço ideia da verdadeira razão que levou o jornalista Anselmo Crespo a escrever o artigo. Presumo que não tenha sido pelo alvoroço que, creio, vai ou foi pela questão "chefia na TSF".
Afirma várias coisas com as quais concordo.
É para mim indiscutível de que não existe sociedade equilibrada sem OCS livres, assertivos, independentes. Como escrevi aqui no blogue múltiplas vezes. Jornalismo e informação são serviço público, indispensável a uma democracia madura e equilibrada.
Uma coisa me parece evidente, e de há muito, como recentemente dizia outro jornalista -..... jornalismo é uma indústria, por muito que aos jornalistas isso custe a admitir
Esqueceu-se, julgo eu, de acrescentar que sendo uma indústria ou o produto é bom ou ninguém o compra. E isto não é propriamente um problema económico, é um problema do produto ser bom ou mau.
O resultado económico disso vem depois.
E os jornalistas em geral, creio, continuam a não interiorizar completamente a erosão decorrente do mundo de hoje, e a não perceber completamente que apesar da bovinidade portuguesa, vai havendo cada vez mais portugueses sem paciência para aturar a subserviência que se nota cada vez mais em certos canais de TV e em certos jornais. A que acresce, a superficialidade do que nos atiram para ler ou ouvir, e o esconder o que não "joga" com as suas agendazinhas.

Os jornalistas estiveram cerca de 19 anos sem se reunirem a sério, em congresso, e depois lá o conseguiram realizar, com Maria Flor Pedroso a ter papel importante. Será isso um bom exemplo, um sintoma do estado a que chegou o jornalismo Português? 
Claro que existem bons e maus jornalistas, como em qualquer outra profissão.
E o recente comunicado de vários jornalistas em apoio de Maria Flor Pedroso não é um outro bom (mau) exemplo do estado de coisas do jornalismo Português ?
Que debates sérios, regulares, públicos, se fazem cá dentro acerca dos problemas do jornalismo nacional? Debates públicos que possibilitem a maioria dos cidadãos os ouvirem e lerem, e talvez assim os levarem a pensar na questão.
A questão do papel do Estado a pagar jornalismo é um tema que me parece muito delicado. 
Desde já por observar a actividade da LUSA, sempre servida e cada vez mais por nomeações políticas, bastando olhar para o último exemplo.
Fala-se em taxas no telemóvel, subscrição de um jornal à escolha etc, tenho muitas dúvidas sobre esta questão do Estado a pagar.
Jornalistas, uma classe que, nunca, em 45 anos de democracia, se conseguiu unir a sério na defesa do que deve ser o jornalismo. 
Há o sindicato dos jornalistas, com vários sindicatos/ cores lá dentro, há a coisa da atribuição da carteira, etc, uma amálgama sem eira nem beira. Opinião minha, naturalmente, mas os frutos que os jornalistas me apresentam há anos dão-me algum conforto no que escrevo.
Mas uma coisa, mesmo assim, quero enfatizar e bem alto: mesmo com a desgraça que muito lamento, repito, MUITO LAMENTO, o que é certo é que pelo esforço de alguns ainda vou sabendo alguma coisa da podridão que grassa no meu País. E isto deve sempre salientar-se.

Mas, infelizmente, lamento muito que em termos genéricos, o jornalismo nacional esteja tão débil. É péssimo para o regime.
Jornalistas em que alguns, creio, não cumprirão sempre 
as regras mais básicas do código deontológico da profissão, e não vejo quem controle isto e puna se for o caso, e sem peso para discutirem decisões estruturais e, talvez por isso, fizesse falta uma ORDEM, a sério.
EGOS, vejo muitos, e o comunicado de apoio a Maria Flor Pedroso bem o evidenciou.
Uma coisa me parece certa, continuem com o servilismo e vão por mau caminho. 
Exemplos há imensos, então o Público que eu comprava diariamente o que deixei de fazer há 6 anos, é um dos mais evidentes, desde o não noticiar certas coisas sobre Lula da Silva a muitas outras poucas vergonhas cá por dentro. Continuo sem perceber porque a SONAE insiste em ter prejuízos brutais com aquilo. 
No Público, tem sido gritantes os exemplos de ausência de rigor, desde a Greta e os seus iates, ás questões no Reino Unido, às questões climáticas, às dos EUA, às da América do Sul. Ausência de rigor e de Ética. Depois admiram-se.
E o que propositadamente ocultam, e que se descobre nos OCS internacionais sobre dados, factos?
Não, os problemas, o definhar, não é devido apenas a factores económicos.
Optaram pelas suas agendas pessoais, pelo encostar-se a certas ideologias, pelo assumir-se activistas e pregadores da sua moral, esqueceram valores básicos e princípios. Depois admiram-se.
É muito preocupante o que se passa, pois mais uma vez o digo, democracia sem comunicação social independente, assertiva, de investigação, hum...........doença certa.
AC

segunda-feira, 15 de abril de 2019

INFORMAÇÃO, CONHECIMENTO, PODER
A capacidade de gestão da informação, traduzida em conhecimento utilizável, é poder?
É,  É PODER.
AC

sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

MANTÉM  ACTUALIDADE ?
"É preciso que acabe a demagogia. 
A demagogia que ora é a linguagem do subdesenvolvimento cultural, ora é a linguagem cínica de um novo oportunismo, de um novo farisaísmo, de uma nova ganância de poder e promoção. 
Um novo aparecimento de ratos. 
E não posso deixar de dizer a minha profunda revolta quando continuamente, em todos os meios de comunicação social, vejo a palavra falsificada e a informação deturpada e traída" (Sophia de Mello Breyner Andersen, O Século, 21 Janeiro, 1975).
AC

sábado, 4 de agosto de 2018

TAMBÉM JÁ RECEBI MENSAGEM
Pelo tlm - Risco extremo incendio rural nos distritos C.Branco / Evora / Portalegre / Setubal. Fique atento. Em caso de duvida: 800246246 ou www.prociv.pt. / ANPC
AC

domingo, 22 de janeiro de 2017

MARCELO REBELO de SOUSA e os jornalistas
É mesmo assim, não foi engano, jornalistas com letra pequenina.
O PR embrulhou-os completamente. 
Tentaram uns sensacionalismos. 
Falharam redondamente, acho eu naturalmente.
São mesmo "pequeninos", mesmo naquilo de que não são culpados, a estatura física. Mas prosápia......
Para lá dos entrevistadores, "também achei muita piada" (!!?) aos comentadores Paulo Baldaia e Marques Lopes. 
Enfim, é o que temos, mas de facto não merecemos esta tristeza continuada.
AC

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

A propósito da RTP, os OCS em Portugal
Como sempre referi raramente vejo alguma coisa nas TV nacionais. Além de opção é direito que me assiste. Respeito quem faz o contrário. Portanto, quanto a TV's nacionais pode dizer-se que não estou abalizado para as criticar. Compreensível.
Mas como não sou desprovido de capacidades normais em qualquer cidadão comum, e tendo presente a minha formação e experiência de vida, creio que ainda assim me posso pronunciar sobre alguns aspectos. Quer sobre TV's e, já agora, sobre OCS em papel.
E a propósito de OCS ocorre-me a questão "elites" em Portugal.
Basta atentar nos dinheiros, nas catastróficas gestão e roubos em empresas tidas por emblemáticas, nas aparências e influências e nepotismos e corrupção, para estarmos bem conversados sobre as elites nacionais.
As elites nacionais, mais os famosos escritórios que as aconselham, também gostam de se imiscuir nas empresas dos OCS. O que se está a ver cada vez mais.
Quando deixou de haver só RTP, surgiu um período que creio foi muito bom, em todos os sentidos. Houve inovação, criatividade, informação decente mas, a pouco e pouco, ........veja-se o estado que me parece lamentável dos canais existentes. E as ligações dos donos, as ligações aos poderes, as interferências dos governos.
Veja-se qual era a tiragem dos jornais há 25/30 anos e compare-se com a ridícula tiragem hoje.
Questões pertinentes para uma ponderação sobre o assunto: a gradual domesticação da maior parte dos jornalistas, a qualidade do que é apresentado aos cidadãos, a superficialidade na maioria dos casos e temas abordados, grande ausência de jornalismo de investigação, etc.
E estes aspectos creio que estão também presentes na RTP.
Vejo que a rocambolesca e grotesca telenovela sobre a RTP parece apontar para uma substituição a breve trecho da actual administração da RTP. O tal conselho de sábios (??) que inventaram parece que já escolheu nomes, faltando a pessoa para lidar com os milhões que, naquela casa, sempre houve a rodos e se estoirou com fragrância. Dinheirinho que me sai do bolso.
Só conheço de nome uma das criaturas sugeridas. Haverá quem aprecie. Pela minha parte não aprecio. Vejo é que tudo isto me sugere poder pensar que estamos, também aqui e mais uma vez, com os negócios do costume, entre conhecidos. Um tipo de corrupção passiva à portuguesa. A confirmar-se, será mais uma pouca vergonha.
Mas nada acontece neste desgraçado País para travar a sucessão de escândalos. Portanto a breve trecho, mais futebol, mais telenovelas, mais notícias sobre desgraças, e muitas SUCIALITES (com U).
AC