AC
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
quinta-feira, 17 de setembro de 2026
terça-feira, 15 de setembro de 2026
T E K E V E R
TE. . . . . . . QUÊ ?
É o nome de uma florescente empresa portuguesa com créditos progressivamente firmados no âmbito internacional.
Estou a falar nela não apenas porque um bom amigo partilhou um muito interessante video (que agradeço, embora já conhecesse) sobre esta empresa mas, sobretudo, porque há vários dias que voltei a andar a olhar para mapas discursos e livros no respeitante à massa oceânica descomunal sobre a qual o país tem jurisdição.
Estou a referir-me ao MAR, ao OCEANO, às ZEE, ao eventual alargamento da nossa plataforma continental.
Ha décadas que andamos nisto que abaixo recordo.
Concretamente, da parte da maioria que há décadas se roça pelas cadeiras em S.Bento, pelas cadeiras nos ministérios, pela cadeira em Belém.
- Âncora do conhecimento e desenvolvimento.
- Os desafios do presente.
- Fronteira externa do espaço comunitário.
- Recursos naturais debaixo do mar profundo.
- O mar na política portuguesa e nomeadamente na política externa.
- O mar promotor do futuro.
- Os oceanos nas políticas públicas.
- O futuro sustentável dos oceanos.
- Mar, sonho e realidade.
- O mar, recurso potencial.
- O mar numa perspectiva de futuro e com ambição.
Estas frases são apenas umas escassas e exemplares das muitas tiradas de vários concidadãos proferidas ao longo do tempo. Fóruns, encontros, simpósios, conferências, reuniões, seminários, workshops, almocinhos e jantarinhos, etc., de tudo tem havido um pouco.
Cá, muitas vezes com aquele patético carimbo - alto patrocínio de . . .
domingo, 13 de setembro de 2026
DECÊNCIA e . . . . . a falta dela
Andam muitos excitados com a decência, a propósito de tudo e mais alguma coisa.
Mas, depois, na realidade das suas vidas, no âmbito das suas responsabilidades e competências esquecem, sempre, o essencial, decisivo, para um processo de decência:
A Ética deve comandar a política,
A política deve comandar o direito,
E o direito deve comandar a economia.
É isto que se passa na Tugolândia ?
POIS !
Saúde, o Euromilhões da vida.
Boa sorte, felicidades.
AC
terça-feira, 8 de setembro de 2026
ESTE PANTANAL TUGA . . . . .
As chefias partidárias acusam-se de várias coisas.
Há acusações que, para mim naturalmente, têm solo mais ou menos firme. Há bastante realidade.
Outras acusações que ribombam por aí parecem-me excessivamente toscas, gratuitas.
Creio que no PSD certos dirigentes têm feito algumas acusações certeiras e outras que "OhBalhameDeus" ! PS, PCP, idem.
PS e Chega têm tido acções que molestam o PSD e o governo actual, é um facto.
Daí a dizer que Chega e PS são muito semelhantes ou que Carneiro é quase Ventura creio raiar a parvoíce.
Estão a copiar a cretina atitude de António Costa que um esquerdalho encartado recordou há poucos dias - não foi o PSD que inventou a estratégia de que são todos iguais ao Chega. O estratega original dessa legitimação indirecta do partido de direita populista foi António Costa, com o resultado que se conhece: 60 deputados do Chega no Parlamento.
Fazem mal. O desprezível Ventura só se ri, isto é tudo excelente adubo para o terreno dele.
Mas, como sempre, admito poder estar a ver mal estas coisas.
Saúde, o Euromilhões da vida.
Boa sorte, felicidades.
AC
quarta-feira, 2 de setembro de 2026
Ao comentar o caso do carro de Luís Neves, Relvas lembrou que só com Passos Coelho acabaram as viaturas e a segurança pessoais dos membros do Governo.
quarta-feira, 26 de agosto de 2026
Já na primeira República tinham garantido tudo e mais alguma coisa, progresso, liberdade e etc., mas garantiram sobretudo sucessivos governos com mudança apenas de moscas, enquanto se assassinavam pessoas a torto e direto e faziam de formigas e, depois, trataram de estender uma passadeira vermelha para a ditadura militar de mais ou menos 6 anos, a que se seguiu a do senhor Oliveira.
O manifesto fundador apresenta os seus subscritores como defensores de “um progressismo assente nas liberdades individuais, no crescimento económico inclusivo e sustentável, no desenvolvimento dos mercados e na correção das suas falhas, na rejeição de populismos iliberais e de guerras culturais importadas. Acreditamos num Estado mais eficiente, estrategicamente capaz e orientado para o longo prazo, apto a planear, executar e avaliar políticas públicas com rigor, estabilidade e visão de futuro.”
Um "do-tank” (que lindo) com muitos departamentos, com análise e implementação de medidas concretas para propor coisas várias, através de parcerias com “empresas, municípios, escolas, academia e sociedade civil” e assim poder “experimentar, calibrar e validar soluções antes da sua adoção em maior escala”. Que lindo!
Um caldeirão com genes de Costa, Sampaio, trauliteiro, Temido, Tiago, que não quer cilindrar Carneiro ou seja quem for, apenas é um laboratório para transformar o país, ter ideias e pessoas preparadas para transformar o país, para ajudar qualquer Governo que queira implementar políticas progressistas. É mesmo lindo.
quarta-feira, 8 de julho de 2026
A independência dos Reguladores por cá é um facto . . . Ooops !
Pareceu-me que o senhor estava de acordo com o actual governo quanto à necessidade de reforma do sistema de regulação financeira mas vi imensas críticas e preocupações.
Tavares escreveu assim:
De tudo isto, resulta um apelo simples: que o Governo siga o seu programa eleitoral sobre as Entidades Reguladoras (está lá o essencial ...), reformule a governação das Autoridades e promova uma reforma do modelo de supervisão financeira bem pensada por especialistas. Para que não demos passos em volta ou, pior, passos atrás…
Como disse acima, não percebo nada destas coisas.
quinta-feira, 4 de junho de 2026
segunda-feira, 4 de maio de 2026
4 MAIO 1993
Nesta data os jornalistas portugueses aprovaram o Código Deontológico.
1993 -1977 = 16 anos.
Tomo 1977 como referência uma vez que durante 1976 tiveram lugar várias eleições, e é partir de 1976 que o regime fica constitucionalmente erigido e a funcionar democraticamente.
Levaram, portanto, 16 anos para aprovar o código.
É um dos exemplos, a juntar ao que se assiste nos últimos anos, que diz muito sobre a qualidade dos jornalistas portugueses.
Repito o que escrevo há anos: sociedade sem liberdade de imprensa, sem jornalistas/ órgãos de comunicação social livres, independentes, assertivos, rigorosos, que investiguem e lutem por escrutínio honesto, que ajam como que um contrapoder, que não cedam a pressões, é uma sociedade doente.
Estarei a ser injusto?
AC
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026
domingo, 16 de novembro de 2025
CIDADANIA, LIXO, o costume, etc.
Enfim, é o que há.
Arrotam sempre com direitos mas . . . . . pouco ou nada se fala em deveres.
terça-feira, 10 de setembro de 2024
quarta-feira, 28 de agosto de 2024
Um artigo reportando uma expansão turística no Algarve, concretamente e ao que escreve o jornalista, uma expansão no total desrespeito pela lei e, mais concretamente, uma zona no concelho de Aljezur, onde estão construídas centenas de casas e ao que se lê no jornal, num ambiente de total ilegalidade.
Ainda mais delicioso, segundo o jornal, é estarem envolvidas pessoas com responsabilidades no passado, pessoas condenadas.
Se este não é mais um eloquente exemplo da falência de um Estado . . .
Com situações destas, e sim este caso de Aljezur não é único, arrepio-me só de pensar nos deputados a quererem a regionalização!
Solução?
segunda-feira, 22 de junho de 2020
As ilusões são mais poderosas que a realidade?
O contrário? Não sei.
Conheço, e não só eu, os políticos todos conhecem, mas passam décadas a mentir, a criar ilusões, a prometer o que não vão concretizar.
Como muito justamente dizia há tempos um homem que respeito, onde fica a DIGNIDADE?
As autarquias todas, mas por exemplo, Gondomar, Seixal, Sintra, Setubal, Barreiro, Castelo Branco, Loures, Almada e muitas outras, sabem há décadas de tudo e mais alguma coisa dentro dos seus concelhos, mas sempre fecharam os olhos aos "Jamaica" e aos bairros na orla da Caparica e a muitos similares por esse país fora.
Culpando sempre apenas os governos centrais, certamente com algumas culpas no cartório, mas.....
A PANDEMIA não foge à regra geral da vida, e que é, tudo tem prós e contras, um pró ou um contra que seja.
A PANDEMIA teve/tem a vantagem de mostrar aos milhares / milhões de concidadãos o que muitos sabem há décadas.
Um País, muito desigual, pobre, desequilibrado, cheio de problemas sociais, cheio de Jamaicas, com milhares e milhares de pessoas com uma vida desgraçada, enquanto uns basbaques se entretêm com eutanásia droga e etc. e outros fazem selfies e propaganda.
Quando alguns se atrevem a apontar desigualdades, poucas vergonhas, etc., e quando disso falam e nisso insistem há anos, são apelidados de tremendistas, de pessimistas, de estarem a ser muito duros nas apreciações, de racistas, de fasssssistasssss, etc.
Antes da pandemia os comboios e os barcos e as camionetas vinham para Lisboa atulhados de gente como sardinha em lata.
A mando da D.Graça, D.Temido, Dom Marcelo, Dom Costa passaram a andar com metade da lotação. MILAGRE!
Ana Sá Lopes no jornal Público de 20 de Junho, página 8, explicita o ar basbaque dos nossos responsáveis.
A jornalista é de uma extrema elegância e delicadeza, adjectiva os nossos responsáveis com muita educação mas, por outro lado, a mim parece-me que com tal comparação ela ofende os basbaques.
O que é chato.
AC
quinta-feira, 7 de novembro de 2019
O professor Marcelo, recuperado do cataterismo, foi para a noite, ponderar a questão dos sem abrigo.
Pronunciou-se longamente sobre o assunto como é seu timbre e, para o que agora me interessa, questionou publicamente o actual governo, querendo concretamente saber se quanto aos sem abrigo o executivo quer ou não o mesmo que o anterior (basicamente o mesmo geringonço).
Prosseguir a tarefa.
Acrescentou, que entre outras coisas falta depois a questão da regulamentação da lei.
E é aqui que quero ir.
A propósito de tudo e mais alguma coisa, em Portugal depois do 25 de Abril de 1974 legisla-se em catadupa.
Torrentes de legislação, produzida por todos os sucessivos governos.
Poucas diferenças de atitude e comportamentos existem entre as várias cores políticas, mas certas esquerdas são campeãs na produção das leis.
Quase só falta legislar para os períodos em que S.Pedro deva mandar abrir as comportas celestes e chover adequadamente na tugolândia.
Legisla-se, mas............depois,... as mais das vezes passam semanas.......meses..........trimestres.............semestres..............anos........... até que a legislação veja surgir em DR a complementar e necessária regulamentação.
Um dos últimos brilhantes exemplos desta tristeza de políticos é a questão da sinalética para as estradas, tendo decorrido anos entre a actualização do código da estrada e a entrada em vigor da necessária regulamentação para os novos sinais (entra em vigor em Abril 2020). Fantástico.
Qualquer cidadão comum é capaz de achar muito estranho e a roçar a incompetência este estado de coisas.
Detectada a necessidade de resolver uma dada situação na sociedade, considerada a pertinência de um dado enquadramento legislativo, porque não se avaliam ao logo desse processo e com profundidade, todas as questões inerentes a um dado problema, incluindo os aspectos práticos para posterior execução no terreno?
Não será razoável que, quando da aprovação de uma dada lei, haja já um esboço muito adiantado e todas as implicações e inerente e necessária regulamentação?
Mas devo ser eu que por não ter formação jurídica e ser sobretudo parvo que não estou a ver bem as coisas.
AC













