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sábado, 3 de outubro de 2026

CHATEIA-ME . . . . que é que querem, chateia-me . . . . i feito há mais de 200 anos? E

Respeito, SEMPRE, a opinião de outrem. Concorde ou discorde.
Se me apetecer escrevo sobre isso.

É o caso deste tema das reparações a África pelo passado da deplorável escravidão que existiu desde os 1400 até . . . . até quando?
Neste momento não há escravatura, escravidão ? Bom. . . .

Marcelo, estão recordados, foi um dos que na forma patética e no momento mais desadequado falou nas reparações. Depois calou-se.

Ele até é capaz de se arriscar que lá de Moçambique lhe venham a pedir um destes dias que pague por exemplo o que ele e família bebeu e comeu enquanto jovem de férias em Moçambique quando os pais por lá estavam (pai era governador da então chamada província ultramarina). Há fotografias deliciosas sobre isso.

Sim sim, eu conheço uma fotografia que um bom amigo me enviou um dia em que se vê os Sousa num beberete, numa qualquer cerimónia. Uma verdadeira afronta vista com os olhos de hoje (wokistas, da superioridade moral, do politicamente correcto, dos contos de fadas, da ingenuidade). 

A ONU sabe-se o que é, ao que chegou, e não é de espantar que tenha sido aprovada uma resolução daquele areópago em que, entre outras coisas, Portugal/ os portugueses foram (seremos ainda ?) os maiores criminosos da história mundial, verdadeiros campeões do maior crime da história.

Claro que eu e sobretudo todos aqueles que, sendo conhecedores, cientistas, investigadores, historiadores etc afirmem "que aquela resolução padece de desconformidades várias, de um teor intelectual enviesado e politicamente direccionado, e que esquece ou amputa a diversidade e complexidade histórica do esclavagismo", não passo / não passamos de uns fascistas, de uns retrógrados, de uns colonialistas, de uns racistas, de uns xenófobos, de uns criminosos.

Fascinante (????), que um dos principais se não o principal proponente daquilo que veio a ser aplaudido é exactamente um dos lugares da terra que mais vergonha devia ter em vir falar de escravatura, esclavagismo.

As nossas colónias/ províncias ultramarinas tornaram-se países independentes há já mais de 50 anos.

Alguns dirão Ahh, é muito pouco tempo para eles conseguirem apagar todas as consequências do colonialismo português !

Hum . . . . ok, passo à frente.

Ah, então será por isso ou melhor, que se agarram a esses exemplos mais recentes para justificarem que a situação interna continua como continua.

Justiça social?
Pobreza? Miséria?
Desenvolvimento?
Esperança de vida?
Controlo das epidemias?
etc.

Sim, refiro-me por exemplo ao Gana, Mali, Serra Leoa, Mauritânia, Costa do Marfim, Togo, Libéria, Nigéria, Senegal, Congos, Gâmbia, etc.

Deixemo-nos de conservadorismos (sim, sou conservador nos valores e princípios, quanto ao judaico-cristão, quanto aos fundamentos espirituais da Europa): fomos dos pioneiros no transporte de escravos transatlântico.
FOMOS!

MAS NÃO FOMOS OS PIONEIROS NA ESCRAVATURA DE POPULAÇÕES E POPULAÇÕES.

Considero errado esta treta do pagamento de reparações. 

Pagamento? Pagar em dinheiro?

Eu sei que por exemplo houve as cruzadas, eu sei que à pala disso houve atrocidades e horrores diversos.

Desde há séculos que existe uma guerra da fé. 

É a minha opinião. 

E na minha opinião a guerra da fé teve sempre associada a guerra dos interesses. 
Teve, tem e terá. 

E já agora, lembrar que uma guerra tem inúmeras batalhas. 
E que a guerra pode ser infinda. Na minha opinião ela continua e vem em crescendo há pelo menos seis décadas.

Na minha opinião, o que se passa na Europa, o que se passa na ONU, é apenas um sem número de batalhas. 

Reparações, pagar em dinheiro?

Quantos a quem pagar, quais os que se acham com mais direitos?

O Gana por exemplo? Só para rir!

Claro que há certas capitais Europeias que estão danadinhas (e certos offshores) para que certos países entreguem dinheiros a certos governos africanos.

Países na Europa com um historial trágico e triste (opinião pessoal, naturalmente) de acoitar facínoras, ditadores, bandidos da pior espécie de África  Médio Oriente e Ásia a troco de riquezas na banca desses países estão daninhos por isso. Lembram-se por exemplo do Bokassa? 

É que os dinheiros entregues aos Bokassas deste mundo não vão desenvolver os países, vão para as contas bancárias dos facínoras, em França, Suíça, etc e offshores.

A história bem demonstra que vários países, dos muitos que se babaram ao apoiar a resolução da ONU, mais não têm feito desde que há muitas décadas se tornaram formalmente independentes, do que manter injustiças sociais, trágica miséria/ pobreza das populações, violências várias, subdesenvolvimento.

E na fase da vida nacional e internacional em que nos encontramos, arranjar montanhas de dinheiro seja para o que for SIGNIFICA SEMPRE, cortes noutras despesas designadamente sociais, MAIS IMPOSTOS, mais pressão sobre as populações.

Só nos falta mesmo saltarem para a praça pública mais Marcelos, sejam titulares de órgãos de soberania, sejam ex-titulares, sejam pessoas da academia etc. virem arvorar-se em salvadores e moralistas e que paguemos reparações. Nem dinheiro há para construir habitação social e ter mais centros de saúde e creches etc.

Necessariamente sempre á espera de serem depois convidados para isto e para a quilo, de serem publicamente elogiados na sua coragem, por serem muito humanos e não retrógrados como eu!

Talvez devessem estudar com profundidade o assunto.

Sim, os portugueses de então, como acima já escrevi, fizeram muito no comércio de escravos. Mas convém não esquecer outras coisas. Não é para dourar a nossa pílula, é para ser o mais rigoroso possível. E, portanto, olhar às questões de escravidão, de escravatura, em África, no Médio Oriente, na Ásia. É só para tentar ser rigoroso.

Detesto enviesamentos políticos, politiquices direcionadas, deturpações, invectivas de inconfessados projectos políticos. Detesto espertalhaços.

Escravatura. Esclavagismo. Escravidão.

Ou eu e outros sonhámos por exemplo com, captura humana, comercialização de mão-de-obra escravizada, ocorrendo por exemplo na África sub-Sariana, nas paragens longínquas do Índico, no Mediterrâneo Islâmico, que sonhámos enfim, que o sistema de tráfico transatlântico assentou muito na existência concreta de fornecimentos locais de escravos designadamente em muitas costas de África ?

Que querem, estas coisas chateiam-me!

Aguardemos.

António Cabral (AC)

quarta-feira, 19 de agosto de 2026

Sheikh David Munir: 
"É importante sensibilizar as mulheres que andar sem burca não é pecado no Islão"

segunda-feira, 27 de julho de 2026

A propósito de mais um ataque terrorista islamita (palavras do ministro alemão) praticado por cidadão alemão de origem /ascendência libanesa, lembrei-me por exemplo disto.

AC

quarta-feira, 16 de outubro de 2024

ISLÃO.  AMIGOS do PEITO.

Por esta súmula se pode adivinhar quão "amigos do peito" são Sunitas e Chiitas. Como a história sempre demonstrou, bastando recordar um exemplo, a guerra Iraque-Irão e a mortandade então ocorrida.
Ou já agora, outro exemplo, a violenta guerra há anos no interior do Líbano, em que me recordo de muito se falar nos Drusos.

Alguma terminologia quanto aos crentes do Islão:
- Mouros - de Maurus, Mauritânia, Magreb, que passaram à Península Ibérica e nela implantaram o Islamismo

- Islamitas - seguidores do Islão

- Muçulmanos - vocabulário persa, correspondente a "muslim" (ou submetido ao Islão)

- Agarenos - por descenderem de Agar, escrava de Abraão (através do filho Ismail)

- Ismailitas - por descenderem de Ismail
Obs: estes nada têm a ver com Ismaelitas, da seita de Aga Khan, que crêem no carisma messiânico do 7º Iman.

- Sarracenos - do latim "sarracenus", que no império de Bizâncio identifica os homens do Oriente do império, isto é, os árabes

- Maometanos - seguidores de Maomé, embora não gostem da designação por conotação com o profeta à semelhança dos cristãos com Cristo, o que recusam

- Árabes - da Arábia

- Turcos - vindos da Ásia Central, conquistaram o império Árabe, islamizando-se, vieram a fundar o império Otomano

Olhando a história, porque gosto de história, relembrar a traços muito largos fases do expansionismo Islâmico:

- 1ª - Árabe, impulso inicial, de Muhammad/ Maomé até ao século VIII, dura até ao fim da dinastia Omíada (750)

- 2ª - Iraniana (dos Sassânidas/ Persas convertidos) vai até ao século XIII, final da dinastia Abássida (1258)

- 3ª - Turca, até à queda do império Otomano, pós a I GG

- 4ª - Pan-Árabe, até à actualidade

- 5ª - Fase nascente, de pulsação Africana, em que o Islão funciona como "nacionalidade de recurso"

O nosso mundo!

AC

segunda-feira, 13 de novembro de 2023

quinta-feira, 2 de novembro de 2023

A TRAGÉDIA no MÉDIO ORIENTE
Continuo na minha. Não tem conserto.

Agora parece ser a China a fazer esforço diplomático, e referindo a modalidade - dois estados - consagrada pela ONU. 
Continuo na minha: no terreno, hoje, dois estados? Realista?
Quando se passa o que se passa mais uma vez, e quando Irão e muitos outros proclamam que Israel tem de desaparecer?.

A guerra da informação prossegue.
A destruição por parte de Israel que de proporcional nada tem prossegue e, posso estar enganado, prosseguem à risca um plano que me parece claro.

Como escrevi já, continuo firmemente convicto de que não há actores políticos inocentes, de NENHUM LADO. Crescem os mortos civis, inocentes a maioria disso estou convicto, uns quantos ou muitos com ligações ao Hamas.

Israel é, formalmente, uma democracia. Resvala para Teocracia?

A legítima defesa é um direito inalienável.
Mas, posso estar enganado e a ver tudo mal, as últimas semanas mostram-me que os legítimos direitos formais há muito que estão estropiados pelos dois lados, pelas acções do Hamas e de Israel.

Parece-me claro que do lado do Irão, e de muitos outros seguidores do Islão prossegue o incitamento á violência e confirmam constantemente que Israel tem de desaparecer. 
Respondida por Israel com ausência de proporcionalidade.

Mas dito isto, não estou a ver como, lá no terreno, se lidará com antagonistas bem treinados que se escudam, como se sabe.
Já agora, gostava de ver certas pessoas que por aí andam a debruçar-se sobre o que um jornalista a sério disse na TV; falo de Henrique Cymerman, que confirmou que um dos maiores campos de refugiados foi bombardeado, campo que é base de um comando do Hamas, de onde disparam mísseis contra Israel, que foi atingido um dos túneis do Hamas, e que a explosão do arsenal do Hamas escondido num túnel em Jabalia matou imensa gente.

Parece-me delirante considerar que não existe o que Kamenei e outros andam a fazer e a dizer.
Parece-me ainda mais delirante afirmar o Hamas como uma humilde guerrilha urbana.
Enfim.

Eu gostava era de ver bem explicado pela ONU há quantos anos escorre dinheiro da ONU e quanto, para a faixa de Gaza e Cisjordânia, e onde tem sido aplicado. 

Claro que isso nunca acontecerá, nunca haverá averiguações, explicações, pois não é preciso, o desenvolvimento daquelas áreas era espectacular e demonstra a muito boa aplicação ao longo de anos e anos dos rios de dinheiro das Nações Unidas! 
Aguardemos pelos próximos capítulos, certa e infelizmente, trágicos.
António Cabral

terça-feira, 10 de outubro de 2023

LIBERDADES de OPINIÃO e EXPRESSÃO
Respeito sempre as opiniões de outrem, discordando umas vezes, concordando outras.

Isto dito, na minha idade já quase nada me surpreende.

Mas não consigo deixar de reler esta afirmação que vi por aí - . . . o Hamas, que é uma criação da tenebrosa Mossad. Nem considero o Hamas uma organização terrorista, é uma organização de extremismo religioso de extrema direita com acesso a armas. . . . 

Registo!
AC

terça-feira, 15 de agosto de 2023

PRESERVAÇÃO. AUTOPRESERVAÇÃO.

Preservação - acto ou efeito de preservar; cautela; prevenção; proteção.

O Papa Francisco sucedeu a Bento. Como ele disse quando assomou à janela depois de sair fumo branco pela chaminé - os meus irmãos cardeais foram buscar um Papa aos confins do mundo, rezem por mim. (se recordo bem).

Não faço ideia do que lhe ia na cabeça naquele momento e se quando disse - rezem por mim - estava a recordar-se que João Paulo I durou  cerca de um mês e…… depois morreu. De quê, nunca disseram, nunca dirão, nunca se saberá. Foi um Papado super rápido.

Francisco tem dito muita coisa, tem defendido muita coisa, muita coisa que no âmago de muitos, faz revolver as entranhas.

Mas a época não está muito propícia para mortes súbitas. Francisco já foi submetido (creio) a 3 operações cirúrgicas e aí está, aflitíssimo dos joelhos, mas cabeça fresca, felizmente.

Mas a igreja é um mundo.

Um mundo é, também, o Islão.

Um mundo é, também, o Judaísmo.

E no mundo temos sempre omnipresente a - autopreservação - no mundo da Fé, qualquer que se observe, no mundo dos interesses, no mundo dos países, no mundo dos políticos.

Aguardemos para ver se as sementes de Francisco frutificarão um dia.

Quando ao Judaísmo mas particularmente quanto ao Islão e a muitos países e políticos, não tenho fé nenhuma que surjam alterações significativas. 

AC

terça-feira, 3 de maio de 2022

ISLAM, Sunnis, Shi'ites, etc.
Vou socorrer-me dos termos em inglês.
Não há muitos anos dizia-se que "Sunnis" seriam cerca de 85 % de todos os "Muslims", enquanto "Shi'ites" seriam cerca de 15 %.

É sabido que no mundo do Islão não morrem propriamente de amores uns pelos outros. Diria mesmo, há uma extraordinária "fraternidade".

Do que julgo saber, do que aprendi anos atrás, Irão, Turquia e Arábia Saudita são os três países que procuram a liderança mundo Islâmico e, creio, depois de ter decapitado o exército Turco e mandado às ortigas o trabalho de Ataturk laicizando a Turquia Erdogan aspira a ser o grande líder.

No meu tão maltratado país, o jornalismo caseiro cada vez mais cheio de "primas donas e serventuários" liga pouco ou nada à maioria das coisas que se passam no país e são de extrema importância, idem para o que se passa na vertente externa. Interessa a espuma dos dias e entreter a malta desviando dos problemas que se arrastam décadas.

Refiro-me concretamente aos movimentos diplomáticos de Erdogan a tentar mediar a questão da guerra em solo da Ucrânia e, sobretudo agora a sua ida à Arábia Saudita. Creio não estar enganado se disser que é sabido que Ankara e Riad disputam o controlo dos "Sunnis".

E a este propósito, não sabendo exactamente como se passam hoje as coisas pois a "coisa" é muito dinâmica, lembro-me que dentro dos "Shi'ites" havia várias divisões e nomeadamente: "Imanites", "Alaouites", "Ismalites", Ibadites. E dentro dos "Ismalites" existirão pelo menos, "Druze", "Nizarites" / "Contemporary Ismalites".

Quando o "Profeta" faleceu (632) colocou-se a questão da sucessão. Shi'ites, alguma forma parece poder dizer-se que o seu início se deve à oposição da "ordem" então existente, oposição ao poder político de então. Nos Shi'ites, o papel dos clérigos é decisivo cabendo-lhes interpretar a doutrina e ensinar e treinar a comunidade.

Cerca de 90 % de Shi'ites serão "Imanites", estando estes espalhados pelo "Iran", "Iraq", "Bahrain", "Lebanon", "Afeghanistan", "Paquistan" e em várias das repúblicas da ex-URSS.

"Druze" existirão no, "Lebanon", "Syria", "Israel", "Jordan".
"Ibadites" existirão no, "Oman", Zanzibar", "Djerba".
"Nizarites" existirão no, "Lebanon", "Syria", "Oman", "Pakistan", "Afeghanistan", "Turkistan".
"Alaouites" existirão no, "Lebanon", "Syria", Turkey". 

Por aqui se pode avaliar quão "fácil" é lidar com estes problemas de unidade religiosa (!!) a que se somam os interesses geopolíticos.
Interessante. Mas o jornalismo tuga alheado.
AC


domingo, 1 de novembro de 2020

SENTENÇAS  de  CERTOS  MEMBROS  da IGREJA  CATÓLICA  em  PORTUGAL

Tem corrido por aí um desabafo do sr prior da paróquia de S.Nicolau. A mensagem /desabafo do prior tinha em mente os dias de todos os santos e o dia dos fieis defuntos, e a proibição de circulação decretada pelo governo.

Pessoalmente, que a escutei com atenção, não lhe encontro nada que possa recriminar, concordo aliás com praticamente tudo o que foi dito. Mas uma coisa lamento, é que não seja a "cabeça" da igreja católica em Portugal a pronunciar-se, e devia tê-lo feito. E exactamente no mesmo tom e forma calmas, de forma clara e simples, como falou o prior.

Uma outra sentença, ou declaração, ou desabafo, não sei bem como classificar (vómito), é a saída da boca do actual bispo do Porto. Vou atrever-me a presumir que o sr D.António (antigo e inesquecível bispo do Porto) deve ter dado saltos lá na sepultura.

O sr bispo, a propósito das tragédias em França - Manuel Linda @BispodoPorto ·11 h O atentado de ontem na catedral de Nice não é luta do Islão contra o Cristianismo: é o resultado dos preconceitos daqueles europeus que não só não fomentam o diálogo intercultural e inter-religioso como até estão sempre de dedo em riste a acusar as religiões.

Sr Linda, perante este seu discurso, palavras para quê? Eu respeito as opiniões de outrem mas.................

Pois está visto que o mal está exactamente e SÓ nestes Europeus vergonhosos que têm no seu seio milhões de seguidores do islão que estes sim, é que prosseguem o diálogo inter-religioso e se integram perfeita e completamente nos países de acolhimento, os tais países execráveis onde, ainda assim apesar de tão execráveis, esses milhões de seguidores do Islão se sacrificam a continuar cá viver apenas para nos ajudar, apenas para nos ajudar, pois teriam muito melhor nível de vida na Arábia Saudita, Iraque, Irão Iémens, Koweit, Jordânia, Líbia, Marrocos, Tunísia, Egipto, etc.

AC

segunda-feira, 18 de maio de 2020

NEM  MAIS
"Custa-me dizê-lo, mais ainda aceitá-lo, mas, tal como é e atualmente se comporta, a Europa tem toda a aparência de presa fácil para um islão que, convicto da sua supremacia e decidido a vencer, não olha a meios nem sacrifícios para impor a sua ideologia.” (Rentes de Carvalho)
AC

terça-feira, 17 de março de 2020

TEMPOS  de  ISOLAMENTO
Entre outras coisas cá por casa, uma é e continua fundamental e é prática diária, prosseguir o meu aperfeiçoamento na cozinha. 
Outra é o vasculhar nos arquivos de livros e documentos e reorganizar o que estava programado nas garagens e continuava adormecido.
Outra é a leitura, leituras em que umas são rápidas pela NET olhando aos títulos nacionais e aos internacionais e outras com os olhos em livros.
Deu-me por exemplo para andar a percorrer coisas sobre Árabes, Maomé e descendentes, califas vários, Omíadas, Damasco, Abássidas, Alhambra, Fatímidas, Saladino, Cruzadas, Seljúcidas, Islão. Tempos de isolamento.
AC

segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

ESTAVA de VISITA ?
(do Público)
Não, isto não é normal. Não, isto não é normal. E repita-se as vezes que seja necessário, porque o contrário disto é aceitarmos que o disfuncional passe a fazer parte das nossas vidas, baixando o nosso padrão de exigência cívica e assimilando como aceitável o que deve ser repudiado como inadmissível.
Não, não é normal que um Estado decida assassinar um dos mais importantes dirigentes de um país adversário quando ele está de visita a um país terceiro. 
AC

Ps: isto e muitas mais coisas que se passam no mundo NÃO DEVIAM SER NORMAIS mas, infelizmente, andam a sê-lo há muitas décadas.
Relações internacionais, política americana e política russa há décadas, Islão, Cristãos, Irão, Iraque, Sunitas, xiitas, o doido varrido Trump, Putin, Kamenei, petróleo etc, são uma coisa, agora dizer que o rapaz estava de visita...........ele andava em visitas há décadas.
VISITA? Um pouco mais de rigor sff.

sábado, 2 de junho de 2018

A DINAMARCA
É o quarto país europeu a banir o uso das indumentárias que o Islão impõe ás mulheres. Vai haver quem diga que este tipo de medidas é contraproducente ou talvez não. 
Vou ficar a aguardar pelo BE e restantes partidos Portugueses que, DE CERTEZA, aproveitarão a ocasião e se vão indignar com esse atentado contra as mulheres que é obrigá-las a tapar o rosto.
Ou não é atentado aos direitos das mulheres?
Por enquanto todos caladinhos!
AC

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

2001, 11 SETEMBRO
Eu estava na aldeia, regressado dos EUA há onze dias.
Em 28 de Agosto de 2001, tinha estado junto ás torres, com o meu filho mais novo.
Nesse dia 11, dentro de casa a tratar de coisas variadas, o telefone tocou, era a nossa amiga Cristina - liguem a TV, um horror em Nova York.
Assistimos em directo ao embate do 2º avião.
Foi há 16 anos. Estivemos horas em frente do televisor.
AC

terça-feira, 30 de maio de 2017

A PROPÓSITO DE TERRORISMO (3)


Continuando a ponderar sobre o terrorismo (na sequência dos posts de 23, 26, 27, 30 Maio),  de entre os meus papéis antigos encontrei este que retirei, creio, de uma revista, de que não anotei registo. 
E então, nesse mundo de outra fé, teremos uns residuais "Kharijites", uns "poucos" "Shi'ites, e a maioria "Sunnis".
Este "papel", é um simples e muito sintético apanhado sobre as principais divisões do Islão. Mas, para quem não esteja a par do assunto, pode dar uma ideia.

No caso da Síria, por exemplo, teremos gente de vária proveniência, "Ismalites", "Contemporary Ismalites", "Alaouites", "Druze", "Imanites", e certamente uns quantos "Sunites".
Para o "Shi'ism" ao contrário do "Sunism", é atribuída uma importância enorme aos clérigos que têm a missão de interpretar a doutrina e treinar as comunidades.
Para se tentar perceber o que se passa por exemplo na Síria, deve ver-se a história, ir até pelo menos 500/ 600 anos atrás.
A Síria é uma das várias criações dos famosos Sykes e Picot, que delinearam os vários Países Árabes de que hoje ouvimos falar, com fronteiras inacreditáveis. Tudo à conta designadamente do petróleo. A Síria era Francesa.
Esse território governa-se autonomamente há pouco mais de umas 5 a 7 décadas. Tem poucas reservas de petróleo, mas acesso ao mar ou seja, pode controlar.
Não por acaso a Rússia tem lá uma base naval.
O pai Assad era Shiita, Ba'ath, laico. Com a ascensão do filho, verificaram-se algumas alterações no país, mas rapidamente o granel se instalou. Irmandade Muçulmana, ISIS, ALNUSRA, Curdos, etc. Guerra civil iniciada algures no ano de 2011. 

O caos actual, mas sempre com conversações e, agora, o jovem MACRON a dizer que definiu linhas vermelhas e que exercitará represálias se as linhas vermelhas forem ultrapassadas.
Se bem interpretei a cara do bandido Czar PUTIN que vi na televisão, creio que ficou com as perninhas a tremer depois de ouvir o MACRON!Enfim, lembrar que os Árabes são um povo, mas muitas religiões. 
E vale a pena rever o que veio a público sobre as conversas do TRUMP com os Sauditas, para melhor recapitular estas coisas, e verificar que a trolha entre "Shi'ites, e "Sunnis" continuará. 
Com reflexos, também, nas acções terroristas transnacionais. 
E ainda andam por aí uns quantos personagens políticos nacionais e estrangeiros e jornalistas e bloguistas a apelar à compreensão e outros a dizer que vão irradiar a coisa. Enfim.
António Cabral

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

MEMÓRIAS + tragédias
A propósito das tragédias lá para os lados da Síria, a propósito dos sucessivos atentados na Europa, encontrei um resumo, um pouco antigo, que vem a propósito e partilho. 

Nesse mundo de outra fé, teremos uns residuais "Kharijites", uns "poucos" "Shi'ites", e a maioria "Sunnis".
Este "papel", é um simples e muito sintético apanhado sobre as principais divisões do Islão. Mas, para quem não esteja a par do assunto, e se interrogue cada vez mais onde poderemos ir parar, pode dar uma ideia. SUPERFICIAL.
No caso da Síria, teremos gente de vária proveniência, "Ismalites", "Contemporary Ismalites", "Alaouites", "Druze", "Imanites", e certamente uns quantos "Sunites".
Para o "Shi'ism" ao contrário do "Sunism", é atribuída uma importância enorme aos clérigos que têm a missão de interpretar a doutrina e treinar as comunidades.
Mas para se tentar perceber o que se passa na Síria, deve ver-se a história, ir até pelo menos 500/ 600 anos atrás.
A Síria é uma das criações dos famosos Sykes e Picot, (um inglês o outro francês, que delinearam os vários Países Árabes de que hoje ouvimos falar, com fronteiras inacreditáveis. Tudo à conta designadamente do petróleo. A Síria era Francesa.
Esse território governa-se autonomamente há pouco mais de umas 5 a 7 décadas. Tem poucas reservas de petróleo, mas tem acesso ao mar ou seja, pode controlar.
Não por acaso a Rússia tem lá uma base naval.
O pai do actual Assad era Shiita, Ba'ath, e laico, faleceu há anos. Com a ascensão do filho, verificaram-se algumas alterações no país, mas rapidamente o granel se instalou. Irmandade Muçulmana, ISIS, ALNUSRA, Curdos, etc.
Guerra civil iniciada algures no ano de 2011. O caos actual.
Enfim, lembrar que os Árabes são um povo, mas muitas religiões.

Ah, já agora, lembrar que o cocktail explosivo formado por, apoios do mundo Ocidental a uma enormidade de palhaços e loucos radicais que ressuscitaram para as Primaveras Árabes + apoios de monarquias Árabes + a clarividência dos países ocidentais + guerras shiitas/sunitas + sede de se tornarem potências regionais + a mania de exportar democracia + geopolítica + Putin + chacina de laicos e minorias católicas = TRAGÉDIA + Irresponsabilidade + assobiar para o lado.
António Cabral