Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
terça-feira, 10 de fevereiro de 2026
quarta-feira, 16 de outubro de 2024
ISLÃO. AMIGOS do PEITO.
Por esta súmula se pode adivinhar quão "amigos do peito" são Sunitas e Chiitas. Como a história sempre demonstrou, bastando recordar um exemplo, a guerra Iraque-Irão e a mortandade então ocorrida.Olhando a história, porque gosto de história, relembrar a traços muito largos fases do expansionismo Islâmico:
- 1ª - Árabe, impulso inicial, de Muhammad/ Maomé até ao século VIII, dura até ao fim da dinastia Omíada (750)
- 2ª - Iraniana (dos Sassânidas/ Persas convertidos) vai até ao século XIII, final da dinastia Abássida (1258)
- 3ª - Turca, até à queda do império Otomano, pós a I GG
- 4ª - Pan-Árabe, até à actualidade
- 5ª - Fase nascente, de pulsação Africana, em que o Islão funciona como "nacionalidade de recurso"
O nosso mundo!
AC
quinta-feira, 2 de novembro de 2023
terça-feira, 10 de outubro de 2023
terça-feira, 15 de agosto de 2023
PRESERVAÇÃO. AUTOPRESERVAÇÃO.
Preservação - acto ou efeito de preservar; cautela; prevenção; proteção.
O Papa Francisco sucedeu a Bento. Como ele disse quando assomou à janela depois de sair fumo branco pela chaminé - os meus irmãos cardeais foram buscar um Papa aos confins do mundo, rezem por mim. (se recordo bem).
Não faço ideia do que lhe ia na cabeça naquele momento e se quando disse - rezem por mim - estava a recordar-se que João Paulo I durou cerca de um mês e…… depois morreu. De quê, nunca disseram, nunca dirão, nunca se saberá. Foi um Papado super rápido.
Francisco tem dito muita coisa, tem defendido muita coisa, muita coisa que no âmago de muitos, faz revolver as entranhas.
Mas a época não está muito propícia para mortes súbitas. Francisco já foi submetido (creio) a 3 operações cirúrgicas e aí está, aflitíssimo dos joelhos, mas cabeça fresca, felizmente.
Mas a igreja é um mundo.
Um mundo é, também, o Islão.
Um mundo é, também, o Judaísmo.
E no mundo temos sempre omnipresente a - autopreservação - no mundo da Fé, qualquer que se observe, no mundo dos interesses, no mundo dos países, no mundo dos políticos.
Aguardemos para ver se as sementes de Francisco frutificarão um dia.
Quando ao Judaísmo mas particularmente quanto ao Islão e a muitos países e políticos, não tenho fé nenhuma que surjam alterações significativas.
AC
terça-feira, 3 de maio de 2022
domingo, 1 de novembro de 2020
SENTENÇAS de CERTOS MEMBROS da IGREJA CATÓLICA em PORTUGAL
Tem corrido por aí um desabafo do sr prior da paróquia de S.Nicolau. A mensagem /desabafo do prior tinha em mente os dias de todos os santos e o dia dos fieis defuntos, e a proibição de circulação decretada pelo governo.
Pessoalmente, que a escutei com atenção, não lhe encontro nada que possa recriminar, concordo aliás com praticamente tudo o que foi dito. Mas uma coisa lamento, é que não seja a "cabeça" da igreja católica em Portugal a pronunciar-se, e devia tê-lo feito. E exactamente no mesmo tom e forma calmas, de forma clara e simples, como falou o prior.
Uma outra sentença, ou declaração, ou desabafo, não sei bem como classificar (vómito), é a saída da boca do actual bispo do Porto. Vou atrever-me a presumir que o sr D.António (antigo e inesquecível bispo do Porto) deve ter dado saltos lá na sepultura.
O sr bispo, a propósito das tragédias em França - Manuel Linda @BispodoPorto ·11 h O atentado de ontem na catedral de Nice não é luta do Islão contra o Cristianismo: é o resultado dos preconceitos daqueles europeus que não só não fomentam o diálogo intercultural e inter-religioso como até estão sempre de dedo em riste a acusar as religiões.
Sr Linda, perante este seu discurso, palavras para quê? Eu respeito as opiniões de outrem mas.................
Pois está visto que o mal está exactamente e SÓ nestes Europeus vergonhosos que têm no seu seio milhões de seguidores do islão que estes sim, é que prosseguem o diálogo inter-religioso e se integram perfeita e completamente nos países de acolhimento, os tais países execráveis onde, ainda assim apesar de tão execráveis, esses milhões de seguidores do Islão se sacrificam a continuar cá viver apenas para nos ajudar, apenas para nos ajudar, pois teriam muito melhor nível de vida na Arábia Saudita, Iraque, Irão Iémens, Koweit, Jordânia, Líbia, Marrocos, Tunísia, Egipto, etc.
AC
segunda-feira, 18 de maio de 2020
terça-feira, 17 de março de 2020
Entre outras coisas cá por casa, uma é e continua fundamental e é prática diária, prosseguir o meu aperfeiçoamento na cozinha.
Outra é o vasculhar nos arquivos de livros e documentos e reorganizar o que estava programado nas garagens e continuava adormecido.
Outra é a leitura, leituras em que umas são rápidas pela NET olhando aos títulos nacionais e aos internacionais e outras com os olhos em livros.
Deu-me por exemplo para andar a percorrer coisas sobre Árabes, Maomé e descendentes, califas vários, Omíadas, Damasco, Abássidas, Alhambra, Fatímidas, Saladino, Cruzadas, Seljúcidas, Islão. Tempos de isolamento.
AC
segunda-feira, 6 de janeiro de 2020
(do Público)
Não, isto não é normal. Não, isto não é normal. E repita-se as vezes que seja necessário, porque o contrário disto é aceitarmos que o disfuncional passe a fazer parte das nossas vidas, baixando o nosso padrão de exigência cívica e assimilando como aceitável o que deve ser repudiado como inadmissível.
Não, não é normal que um Estado decida assassinar um dos mais importantes dirigentes de um país adversário quando ele está de visita a um país terceiro.
sábado, 2 de junho de 2018
É o quarto país europeu a banir o uso das indumentárias que o Islão impõe ás mulheres. Vai haver quem diga que este tipo de medidas é contraproducente ou talvez não.
segunda-feira, 11 de setembro de 2017
Eu estava na aldeia, regressado dos EUA há onze dias.
Em 28 de Agosto de 2001, tinha estado junto ás torres, com o meu filho mais novo.
Nesse dia 11, dentro de casa a tratar de coisas variadas, o telefone tocou, era a nossa amiga Cristina - liguem a TV, um horror em Nova York.
Assistimos em directo ao embate do 2º avião.
Foi há 16 anos. Estivemos horas em frente do televisor.
AC
terça-feira, 30 de maio de 2017
E então, nesse mundo de outra fé, teremos uns residuais "Kharijites", uns "poucos" "Shi'ites, e a maioria "Sunnis".
Este "papel", é um simples e muito sintético apanhado sobre as principais divisões do Islão. Mas, para quem não esteja a par do assunto, pode dar uma ideia.
No caso da Síria, por exemplo, teremos gente de vária proveniência, "Ismalites", "Contemporary Ismalites", "Alaouites", "Druze", "Imanites", e certamente uns quantos "Sunites".
Para o "Shi'ism" ao contrário do "Sunism", é atribuída uma importância enorme aos clérigos que têm a missão de interpretar a doutrina e treinar as comunidades.
Para se tentar perceber o que se passa por exemplo na Síria, deve ver-se a história, ir até pelo menos 500/ 600 anos atrás.
A Síria é uma das várias criações dos famosos Sykes e Picot, que delinearam os vários Países Árabes de que hoje ouvimos falar, com fronteiras inacreditáveis. Tudo à conta designadamente do petróleo. A Síria era Francesa.
Esse território governa-se autonomamente há pouco mais de umas 5 a 7 décadas. Tem poucas reservas de petróleo, mas acesso ao mar ou seja, pode controlar.
Não por acaso a Rússia tem lá uma base naval.
O pai Assad era Shiita, Ba'ath, laico. Com a ascensão do filho, verificaram-se algumas alterações no país, mas rapidamente o granel se instalou. Irmandade Muçulmana, ISIS, ALNUSRA, Curdos, etc. Guerra civil iniciada algures no ano de 2011.
O caos actual, mas sempre com conversações e, agora, o jovem MACRON a dizer que definiu linhas vermelhas e que exercitará represálias se as linhas vermelhas forem ultrapassadas.
E vale a pena rever o que veio a público sobre as conversas do TRUMP com os Sauditas, para melhor recapitular estas coisas, e verificar que a trolha entre "Shi'ites, e "Sunnis" continuará.
Com reflexos, também, nas acções terroristas transnacionais.
E ainda andam por aí uns quantos personagens políticos nacionais e estrangeiros e jornalistas e bloguistas a apelar à compreensão e outros a dizer que vão irradiar a coisa. Enfim.
terça-feira, 20 de dezembro de 2016
A propósito das tragédias lá para os lados da Síria, a propósito dos sucessivos atentados na Europa, encontrei um resumo, um pouco antigo, que vem a propósito e partilho.
Nesse mundo de outra fé, teremos uns residuais "Kharijites", uns "poucos" "Shi'ites", e a maioria "Sunnis".
Este "papel", é um simples e muito sintético apanhado sobre as principais divisões do Islão. Mas, para quem não esteja a par do assunto, e se interrogue cada vez mais onde poderemos ir parar, pode dar uma ideia. SUPERFICIAL.
No caso da Síria, teremos gente de vária proveniência, "Ismalites", "Contemporary Ismalites", "Alaouites", "Druze", "Imanites", e certamente uns quantos "Sunites".
Para o "Shi'ism" ao contrário do "Sunism", é atribuída uma importância enorme aos clérigos que têm a missão de interpretar a doutrina e treinar as comunidades.
Mas para se tentar perceber o que se passa na Síria, deve ver-se a história, ir até pelo menos 500/ 600 anos atrás.
A Síria é uma das criações dos famosos Sykes e Picot, (um inglês o outro francês, que delinearam os vários Países Árabes de que hoje ouvimos falar, com fronteiras inacreditáveis. Tudo à conta designadamente do petróleo. A Síria era Francesa.
Esse território governa-se autonomamente há pouco mais de umas 5 a 7 décadas. Tem poucas reservas de petróleo, mas tem acesso ao mar ou seja, pode controlar.
Não por acaso a Rússia tem lá uma base naval.
O pai do actual Assad era Shiita, Ba'ath, e laico, faleceu há anos. Com a ascensão do filho, verificaram-se algumas alterações no país, mas rapidamente o granel se instalou. Irmandade Muçulmana, ISIS, ALNUSRA, Curdos, etc.
Guerra civil iniciada algures no ano de 2011. O caos actual.
Enfim, lembrar que os Árabes são um povo, mas muitas religiões.
Ah, já agora, lembrar que o cocktail explosivo formado por, apoios do mundo Ocidental a uma enormidade de palhaços e loucos radicais que ressuscitaram para as Primaveras Árabes + apoios de monarquias Árabes + a clarividência dos países ocidentais + guerras shiitas/sunitas + sede de se tornarem potências regionais + a mania de exportar democracia + geopolítica + Putin + chacina de laicos e minorias católicas = TRAGÉDIA + Irresponsabilidade + assobiar para o lado.
António Cabral
domingo, 17 de julho de 2016
É banalidade, mas digo à mesma: o futuro a Deus pertence.
Quem se interessa por estratégia, por geopolítica, sabe que nestas coisas é sempre importante arranjar que uma "porta" fique entreaberta para o que der e vier, para uma saída se necessário, se conveniente, se, se, se, se.......
Antes de mais algumas palavras dispersas, uma referência ao ridículo evidenciado por alguns comentadores dizendo, por exemplo - "golpe das forças armadas".
Nem mesmo olhando para as imagens que iam chegando às TV se tornaram prudentes.
Uma revolta em que se via a ineficácia e um certo acabrunhamento de soldados em camiões de transporte banais, 3 ou 4 carros de combate numa ponte, hordas de civis correndo e fazendo o que lhes apetecia, só comprovavam a alta probabilidade de o tal golpe ser uma coisa chocha.
Além de chocha foi muito bem orquestrado por quem queria atingir determinados fins.
No total, nem 3000 terão sido os tropas/ taratas nas ruas de Ankara e Istambul.
Talvez esses comentadores devessem ir ver melhor a "pequenez" das forças armadas turcas.
Deixemos a treta, portanto.
O mundo chamado ocidental, Europa da UE e EUA, continua com a mania de exportar democracia.
Os resultados estão à vista.
Alguns famosos (??) comentadores, julgarão que se poderão vir a repetir golpes militares como ocorreram na Turquia depois de 1945. Não sou adivinho, mas a probabilidade de Erdogan e os seus seguidores virem a ser derrubados por militares parece-me diminuir a cada ano que passa.
Há quem diga que o poder não se destitui por golpes militares. Olhando a história desde 1900, casos houve em que sim, casos em que não. A afirmação dos princípios é, certamente, determinante. Mas pode não ser o suficiente.
Enquanto no Ocidente se dá espaço a tudo e mais alguma coisa, no mundo do Islão existe o oposto.
Concretamente Erdogan está há muito nesse caminho de ditar o eu quero, posso e mando.
Logo que passou a ter poder na Turquia, começou a urdir uma teia tenebrosa que, em síntese, administrativamente foi gradualmente dizimando todas as elites da sociedade turca pró estado laico.
E a "chacina" foi enorme nas forças armadas.
Além disso, na Turquia, como também entre as populações muçulmanas/ árabes/ africanas que vivem por exemplo na Holanda, Alemanha, Bélgica, França, Reino Unido, o índice de natalidade é muito superior entre as famílias islamizadas. É só uma questão de tempo para se inverter o peso populacional islamizados/ versus cristianizados.
Que é que se passou de facto na Turquia? Ao certo, quem saberá?
Erdogan e fieis, de certeza. Serviços secretos da Rússia, dos EUA? Provavelmente.
Atente-se na timidez das discursatas de OBAMA e do ministro dos negócios estrangeiros da Rússia.
Atente-se na divulgação imediata da lista de milhares de militares e magistrados a prender.
Não é tudo interessante?
Coitadinho do Erdogan, que lhe queriam fazer mal! Pois.
Ah, e quanto à porta aberta de que no início falava, está a parecer-me que Erdogan tem as chaves de todas as portas, que as vai fechando e, se preciso for, arranja forma de encontrar uns Martim Moniz locais.
A Europa que se cuide. E nem EUA se atiram à pouca vergonha das negociatas de petróleo na zona.
Quanto tempo vai estar Putin quieto?
AC






