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segunda-feira, 6 de julho de 2026

JÁ  EM  1998 . . . .


Já em 1998 se sabia o que andava a ser urdido n
o Médio Oriente 

O mundo Ocidental estava e esteve e ficou . . . . como de costume, chicotadas várias nas costas e pedidos de perdão múltiplos!

AC

quinta-feira, 6 de abril de 2023

ISTO  TEM  MUITO  QUE  SE  LHE  DIGA

O quê? Estratégia, geopolítica. 

Há muitos que dizem que é do mesmo género do Xadrez, das jogadas do Xadrez, complicações, expectativas, mas no mundo real as expectativas saem muitas vezes furadas.

Vem isto a propósito de que Putin não queria ter fronteira com país que não fosse neutro (Ucrânia deixou de o ser há muito), com país marioneta dos EUA, ou pelo mundo Ocidental, como queiram e, agora, desde ontem, tem formalmente a NATO a incomodá-lo. 

A fronteira com a Finlândia é mais extensa do que a fronteira com a Ucrânia. E agora? O que se seguirá? Vamos ouvir a frase célebre - segue para bingo?

Aguardemos.
AC

sexta-feira, 4 de outubro de 2019

Comportamentos racistas?
Estes, por exemplo, davam as boas vindas, em trajes tradicionais lá do sítio. Alguns, negros puros, outros, brancos puros com cara pintada de negro. Racistas ? Comportamentos racistas ? 
Pintar a cara e as mãos de negro é motivo de vergonha ?
E mascarar-me de pele vermelha é mau?
Por ter brincado aos índios e cowboys, devo agora flagelar as costas e pedir desculpas públicas, sei lá, ao padreca ideólogo, à actriz de meia tigela?
Sem sombra de dúvidas estamos num mundo estranho e patético, de policiamentos moralistas, de pregadores de serviço nacionais e internacionais, de histerismos, de policiamento de bons costumes e do politicamente correcto, de modas que rapidamente passam para outras modas mas, também, de agendas que procuram entre outras coisas, e em parte estão a conseguir, destruir o chamado mundo Ocidental e, designadamente, a Europa Cristã.  Cristã, não apenas católicos.
Racismo? Colonialismo? Xenofobia? Desigualdades? Exploração?

NÃO,  NÃO SÃO INVENÇÕES, EXISTIRAM MESMO, LAMENTAVELMENTE. 
E ainda hoje muitas pessoas por esse mundo fora são, pesporrentes, ditatoriais, autoritárias, e consideram-se superiores a outros concidadãos do mundo. 
Quando, afinal, somos todos da mesma massa e nunca o devemos esquecer mas, de facto, e desde sempre assim foi pois é a realidade da vida à superfície da terra, saímos de fôrmas diferentes. MAS SOMOS da MESMA MASSA.
Mas, salvo melhor opinião, nada destes histerismos, nada destas atitudes a cavalgar ondas de modas, nada disto combate efectivamente os males de que muitos como eu nos queixamos, e devemos continuar a queixar, mas sobretudo procurar com urgência encontrar acções e políticas concretas que possam inverter o estado de coisas. E não ficarmos apenas a aplaudir como basbaques.
Mas de que queremos abdicar? Em concreto?
Das rendas excessivas não. De aldrabar isto e aquilo não.
Qualquer pessoa de bom senso compreende que, por exemplo, o agora meu neto mais novo com 18 meses tenha que, aos 29 anos, pedir desculpa por ter tirado a fralda, ou por ter derrubado o candeeiro na sala propositadamente.
Ou isso poderá ser usado como arma política contra ele se, eventualmente, aos 29 estiver a servir a causa pública num qualquer lugar, e aspirando a outro de maior importância?
Santa pachorra.

Tanta gente com agendas, mas nunca confessando quem está por detrás deles e delas, como subsistem na vida, mas, ainda que por exemplo só idiotas como Trump achem que a Gronelândia a Antártica e o Ártico estão mais gelados e não a derreter, as proclamações têm de ter em conta realidades em concreto e a organização das sociedades, que não se alteram por decreto e por estalo de dedos. 

Sociedade tão diferentes como, na Índia e dentro da Índia, no Canadá, na China e dentro da China, no Afeganistão, na Albânia, na Roménia, na Alemanha, na Irlanda, na Nigéria, na África do Sul e dentro da África do Sul, na Dinamarca, na Mongólia, na Turquia e dentro da Turquia, na Tanzania, em Angola, na Guiné- Bissau, etc.

Por exemplo, os estendais de plástico a boiar em certas zonas dos Oceanos, resultaram sobretudo porque os Dinamarqueses desataram a deitar o lixo para o mar? Hum.....se calhar não.
Em que zonas, e quais os países que praticam os atentados maiores à sustentabilidade da sociedade mundial?
É que quando ouço Greta e outros por cá e lá fora e a não ser que esteja demasiado distraído, nunca lhes ouço apontar os nomes dos países na Ásia, em África, no Oriente, na Europa, na Oceania, nas Américas, que muito ou mesmo se calhar mais, poluem o planeta.
A começar na China.
Periodicamente, nas notícias internacionais, observam-se as fumaradas e nevoeiros tóxicos em grandes cidades da China e Indonésia, ou a lixarada na Índia, nas Filipinas, em África, mas depois as grandes discursatas ficam-se muito sem apontar o concreto e como alterar. E os basbaques aplaudem e a seguir tiram selfies.

As queimadas na Amazónia Brasileira são desde sempre, e tudo parece indicar que estarão a aumentar, mas: 
> e as queimadas nos outros países da Amazónia, 
> e as queimadas em África, 
> e os negócios de madeiras em países em África, Ásia, América do Sul e Central?

Que inversão do estado de coisas existe em concreto, em Angola, na África do Sul, no Congo, na Índia, na Tailândia, na Roménia, na Albânia, etc?
E as construções em betão em quase todas as linhas costeiras por esse mundo fora, em que o Algarve é um dos campeões?

E o papel dos políticos, e refiro-me concretamente agora ao meu País, o papel dos autarcas e nomeadamente presidentes de câmaras, ou as construções aparecem por obra e graça do altíssimo?
Não vamos lá com esta gente, e não é só o problema dos energúmenos tipo Trump que hoje saltitam por aí.

Vários queridos, desde novinhos, que se moldaram a aproveitar tudo, esgueirando-se com habilidade e, agora, muito pesarosos - ai a minha geração não fez nada, perdeu tempo, desculpem. 
Desses meninos e meninas estou farto há décadas.
Levaram sempre uma vidoca.

Se alguém lhes sussurrava algo alertando para isto ou aquilo, para reformar e alterar, assobiavam para o lado, alguns dizendo mesmo "tens razão mas não pode ser agora, não é a altura.
Trataram da vidinha, nos sótãos, nas lojas, por baixo da mesa, ou conversaram nos mercedes dos seus ídolos para ver se iam para Bruxelas.
Trataram sempre de deixar os pântanos vários para os outros, ou seja, as realidades, das instituições, das empresas, das famílias, do País.
Com o seu indiscutível mérito e capacidades foram produzir demagogia bem falante para outros mundos, sempre construindo a sua difícil vida, muito difícil e muito sofrida.
AC

sexta-feira, 16 de março de 2018

EXPULSÃO
Eu expulso
Tu expulsas
.................
Nós expulsamos
Vós expulsais
....................

............Mas conversaremos à mesma em Davos, em outros locais, telefonamos-nos, não cortes o gás, desculpa estes fingimentos.....negócios como de costume,..................
AC

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

MEMÓRIAS + tragédias
A propósito das tragédias lá para os lados da Síria, a propósito dos sucessivos atentados na Europa, encontrei um resumo, um pouco antigo, que vem a propósito e partilho. 

Nesse mundo de outra fé, teremos uns residuais "Kharijites", uns "poucos" "Shi'ites", e a maioria "Sunnis".
Este "papel", é um simples e muito sintético apanhado sobre as principais divisões do Islão. Mas, para quem não esteja a par do assunto, e se interrogue cada vez mais onde poderemos ir parar, pode dar uma ideia. SUPERFICIAL.
No caso da Síria, teremos gente de vária proveniência, "Ismalites", "Contemporary Ismalites", "Alaouites", "Druze", "Imanites", e certamente uns quantos "Sunites".
Para o "Shi'ism" ao contrário do "Sunism", é atribuída uma importância enorme aos clérigos que têm a missão de interpretar a doutrina e treinar as comunidades.
Mas para se tentar perceber o que se passa na Síria, deve ver-se a história, ir até pelo menos 500/ 600 anos atrás.
A Síria é uma das criações dos famosos Sykes e Picot, (um inglês o outro francês, que delinearam os vários Países Árabes de que hoje ouvimos falar, com fronteiras inacreditáveis. Tudo à conta designadamente do petróleo. A Síria era Francesa.
Esse território governa-se autonomamente há pouco mais de umas 5 a 7 décadas. Tem poucas reservas de petróleo, mas tem acesso ao mar ou seja, pode controlar.
Não por acaso a Rússia tem lá uma base naval.
O pai do actual Assad era Shiita, Ba'ath, e laico, faleceu há anos. Com a ascensão do filho, verificaram-se algumas alterações no país, mas rapidamente o granel se instalou. Irmandade Muçulmana, ISIS, ALNUSRA, Curdos, etc.
Guerra civil iniciada algures no ano de 2011. O caos actual.
Enfim, lembrar que os Árabes são um povo, mas muitas religiões.

Ah, já agora, lembrar que o cocktail explosivo formado por, apoios do mundo Ocidental a uma enormidade de palhaços e loucos radicais que ressuscitaram para as Primaveras Árabes + apoios de monarquias Árabes + a clarividência dos países ocidentais + guerras shiitas/sunitas + sede de se tornarem potências regionais + a mania de exportar democracia + geopolítica + Putin + chacina de laicos e minorias católicas = TRAGÉDIA + Irresponsabilidade + assobiar para o lado.
António Cabral