Mostrar mensagens com a etiqueta relações internacionais. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta relações internacionais. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 9 de março de 2026

DIPLOMACIA

A diplomacia emerge como o meio mais normal e basicamente pacífico para executar acções de política externa. Uma verdadeira arte da negociação para conduzir as relações entre Estados.

Costumava ser assim.

Ainda será?

AC 

domingo, 28 de setembro de 2025

Os TEMPOS, neste MUNDO ENLOUQUECIDO

. . . . . . mesmo no mais sombrio dos tempos temos o direito de esperar alguma iluminação . . . . . . . (Hannah Arendt)

AC

segunda-feira, 30 de junho de 2025

RELAÇÕES  INTERNACIONAIS

"Uma coisa é - relações com TODOS, 

outra coisa é - PERTENÇA"

Naturalmente, digo eu.

Bom dia, bom início de semana. Saúde e boa sorte.
Continua um frio esquisito!

AC 

terça-feira, 24 de junho de 2025

A  PROPÓSITO

Talvez possamos dividir o mundo em três categorias:

1ª - um número muito pequeno que produz acontecimentos

2ª - um grupo ligeiramente maior que assegura a sua execução e vigia como acontecem

3ª -  uma esmagadora maioria que não sabe nunca o que aconteceu na realidade

AC

segunda-feira, 17 de março de 2025

FACTOS e HISTÓRIA 

1576 - Jean Bodin  >> Soberania

1625 - Hugo Grotius  >> On the Law of War and Peace

1651 - Thomas Hobbes  >> Leviathan

1758 - Emerich de Vattel  >> Law of Nations


Clausewitz  >> War is an act of violence to compel an opponent  to fulfill our will.


Tenham um bom início de semana. Saúde e boa sorte.

António Cabral (AC)

domingo, 16 de março de 2025

***********************************

Quando alguns escrevem que - Wars are not fought to extend a country's winning streak  but to accomplish some purpose. When that purpose is achieved, the war stops.

Pode dizer-se que as guerras aconteceram e acontecem, porque nada existe que as não deixe iniciar-se?

No caso do conflito na Ucrânia, como estamos de "purpose"?

Por parte da, Rússia, USA, Ucrânia?

AC

terça-feira, 11 de março de 2025

"It is not by speeches and resolutions that the great questions of the time are decided . . . . but by iron and blood"

(Otto von Bismarck)

Diz-se - "a história não se repete"

Mas, esta famosa frase do não menos famoso chanceler tem tido ou não aplicações no mundo contemporâneo?

Bom dia

Tenham uma boa 3ª Feira.

De momento, espantosamente, o Sol fura as nuvens em algumas zonas.

Saúde e boa sorte.

AC

quarta-feira, 5 de março de 2025

O  NOSSO  MUNDO

Um grande senhor, que infelizmente já nos deixou, e que poucas vezes o escutaram com a devida atenção ao longo dos anos (houve até uma série de parvalhões que o apontavam como fassssisssta), lá onde está deve estar perplexo com o que cá por baixo vai acontecendo.

Esse senhor, entre muitas coisas (livros, artigos para jornais e revistas, aulas, conferências, etc.) dizia que havia uma lei, a Lei da Complexidade Crescente, relativa ao desenvolvimento das relações internacionais, as quais pareciam processar-se cada vez mais de acordo com essa lei, e com os princípios seguintes:

- Princípio da dispersão - com clara expressão na crescente multiplicação dos centros de decisão política, designadamente pelo crescente número de Estados independentes,

- Princípio da organização - expresso na formação de grandes espaços, que excedem os Estados,

- Princípio da interdependência mundial - funcionando como tecido conjuntivo, mudando a natureza das soberanias, na expressão organizacional do diálogo cooperação e decisão a cargo de organismos supranacionais.

Olhando ao que se passa, com e na ONU, com o terramoto e maremoto com epicentros na Casa Branca, com a paralisia do Mercosul que creio se deve à França e agora com as ameaças do argentino, com mais de 3 anos de guerra dentro da Ucrânia, com a guerra no Médio Oriente, com os países Europeus mais fortes ainda abananados mas com sucessivas reuniões para acertarem o que fazer mas sem se esquecerem de informar primeiro Trump (Keir dixit), sem Marcelo nos orientar neste mundo louco, interrogo-me se, com tudo isto que se passa estaremos:

- numa complexidade crescente? 

- numa loucura crescente?

- à 50 centímetros do abismo?

RESPONDA QUEM SOUBER!

AC

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2025

Oh SHÔR PRASIDENTI

Como amanhã pla fresca da matina parece que ricebi o Macro franciu, diga-me lá fá favor, se ele é aliado ou antigo aliado?

Obrigadinhos

AC

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2025

ALMOÇOS, …………. o costume
Esteve cá a encomenda holandesa que os EUA designaram para secretário-geral da OTAN. Para seu criado, portanto (opinião pessoal, naturalmente).

A inarrável criatura foi recebida pelo actual PM e pelo inquilino em Belém. Até aqui nada de mal, nada de extraordinário.

Ainda não há notícia sobre se, eventualmente, o holandês teve de ir ou não ao hospital depois de cumprimentado por Marcelo, que é perito em deslocar ombros e pulsos às pessoas que cumprimenta de uma forma. . . . . como dizer, caricata? Talvez estúpida, não?

Aquilo que se designa por almoço de trabalho e é normal em todo o mundo civilizado, é um almoço/ encontro que deve servir principalmente para conversar, abordar assuntos e temas de interesse comum, ou para explicar determinadas situações.

Em Portugal, nos Palácios de Belém, S.Bento ou em Sintra, os ricos (à nossa conta) titulares de órgãos de soberania nunca se privam de ofertar uma lauta almoçarada aos convidados. Empanturram-nos.

Além disso fazem com que, enquanto em Portugal, os convidados/ visitantes sejam transportados nos mais luxuosos Mercedes ou BMW.
Transportá-los um simples Audi 4 ou num VW Passat mesmo que limpo por dentro e bem lavado por fora, seria um verdadeiro insulto e daria uma triste imagem de Portugal. Certo?

Naturalmente que os luxos, as galas, as cerimónias, devem existir, cumprir-se, não se devem perder nem essas tradições nem esse cerimonial, e para isso e para as ocasiões de Estado existe e bem o Palácio da Ajuda. Assim deve ser, SEMPRE.

Agora, nas diversas circunstâncias de, política interna, de relacionamento entre órgãos de soberania, de política externa, de relações bilaterais, portanto sempre questões de trabalho, é impensável para os cagões (quer os actuais quer os anteriores e assim acontecerá com os futuros titulares de órgãos de soberania), terem reuniões em que as almoçaradas não sejam o destaque.

Alguma vez essas criaturas desceriam do seu pedestal arrogante, e se sentariam à mesa com, por exemplo este holandês arrogante, e lhe servissem umas excelentes sandes ou de bom queijo da serra, ou com uma belíssima omelete, ou salmão fumado fatiado, acompanhadas de um bom copo dos nossos excelentes vinhos?

Ná, isso seria uma piroseira, nada digno de um Presidente da República (mudar de fato de banho em público ou fazer de calceteiro já está bem) ou de um PM, ou de um ministro. 
Ná, nada dessas modernices.

Essas coisas são para os saloios dos nórdicos por exemplo!

Claro que o actual PM, jactante como é, tal como Marcelo, levaram com a lata e o desplante do holandês a fazer declarações públicas sobre a nossa defesa nacional (???) enquanto que, creio, em Espanha, o tipo não abriu a boca em público.
Porque será, porquê a diferença? Pensem nisso.

Estas coisas fazem-me recordar alguns dos muitos episódios que viveu o meu melhor amigo militar e que aqui muitas vezes tenho referido, e que é um almirante reformado (não, não é candidato à Presidência).

Em Haia:
- o almirante superintendente do material da marinha holandesa, com quem esse meu amigo conviveu e falou frequentemente durante quase dois anos, almoçava regular e habitualmente numa cantina da marinha holandesa, "self-service", onde também almoçavam todos os militares holandeses (praças, sargentos, oficiais, militarizados) daquela área e alguns estrangeiros como esse meu amigo.
E depois de se servir, lá ia o almirante sentar-se numa das muitas mesas com o seu prato descartável bem recheado de comida, mais o seu copo de esferovite com água ou coca cola, como todos! 
Depois ia à máquina buscar café.

- por três ocasiões ao longo do tempo, o meu amigo almirante foi convidado a almoçar com o almirante holandês, na dita cantina, mas num reservado que mais não era que um canto da enorme sala semi vedada com um biombo.
Porquê esse simplório reservado?
Porque o almirante recebeu pessoas de um estaleiro holandês, noutra ocasião de um estaleiro belga, noutra ocasião, cientistas de um departamento estatal.
E nessas ocasiões as mesas tinham toalha de pano, guardanapo de pano, louça, copos de vidro, talheres a sério, a refeição era servida por pessoal adequado. E serviram bom vinho francês.

- numa ocasião, o almirante holandês ofereceu um requintado e fantástico jantar, de "trabalho", num sofisticado restaurante, mais do que requintado, requintado pelo menu, requintado pelo serviço, requintado pelo traje, requintado devido a alguns dos convidados.
 
O meu amigo almirante que aliás já o sabia de outras experiências europeias ao longo dos anos (Alemanha, França, Noruega, Reino Unido, Bélgica) confirmou ali mais uma vez, tal como no final das reuniões mensais em que durante esses quase dois anos participou em Antuérpia, que lá fora são práticos, são directos, são pragmáticos, e quanto a refeições quotidianas de trabalho, são simples e sóbrios, quer nos ambientes, quer quanto ao de que se alimentam.
Mas também sabem comer com talheres, com baixela, com requinte.
 
Também nisto, a par de uns serem protestantes e outros católicos, está uma pequenina parte da explicação para o estado deste tão maltratado Estado. 
A pesporrência, a arrogância, a vaidade parola, a soberba latina.

Mas um outro exemplo quero deixar, ainda no campo gastronómico, mas também quanto a "requinte", a saber estar, ao sentido das proporções, e sobretudo à falta de quase tudo em certos "bimbos".

Um caso intra-muros contado/ recordado há vinte anos mas passado mais atrás.
Um caso passado nas ilhas.

Um dia, depois de uma sessão especial, musical, uma espécie de sarau, depois de jantar, em que estavam presentes como convidados do anfitrião muitas entidades civis e militares e pessoas importantes da sociedade da região, um muito conhecido político e que na altura tinha uma posição política muito proeminente e era conhecido por ser muito frugal e de se deitar sempre cedo, no fim desse sarau para que também fora convidado, aceitou com um misto de cerimónia e protocolar enfado disfarçado de cansaço, o convite de uma dada entidade para cear na residência oficial dessa entidade, logo adiantando que não se poderia demorar muito.

Esse conhecido político ficou embasbacado e de certo modo quase agoniado quando, já noite algo entrada, deparou com a tal "dita ceia" onde, para seu horror, visualizou um pouco de quase tudo pouco ou nada apropriado para uma tardia ceia requintada e simples, e onde se incluíam bem vistosos por exemplo, a popularmente chamada "punheta" de bacalhau com grão, e pézinhos de coentrada. 
Para ceia (???) não estava mal.

O dito político recordou /contou esta "cena" rindo-se, e salientando que não se demorou lá mais do que 20 minutos. E nada comeu!
E claro, ficou com uma óptima opinião sobre o anfitrião da dita ceia!

Como disse o "outro" um dia,  por cima só rendas . . . . . . .
António Cabral

quinta-feira, 3 de outubro de 2024

ENGRAÇADO
China permite entrada sem visto a cidadãos de mais quatro países europeus, mas Portugal continua de fora

Nem mesmo com empresas estatais Chinesas sendo donas, aqui, de empresa estratégicas do nosso país.
Interessante.
AC

segunda-feira, 26 de agosto de 2024

OS  PROCESSOS
Quando olho a vida nacional, e a internacional, sempre me interroguei e cada vez me interrogo mais - para lá da palração de uns quantos sobretudo fazendo-se conhecedores, peritos, especialistas, comentadores, sempre em bicos de pés - quantos na realidade tocam nos processos a nível mundial?

Não será que a maioria que se vangloria, se envaidece e muitas vezes arrogantes se tornam, não toca nos processos mundiais, podendo haver uns "poucachinhos" (Costa dixit) que roçam numas míseras migalhas desses processos ?

Tenho pensado muito nisto, particularmente desde a crise do petróleo de 1973.
AC

quinta-feira, 22 de agosto de 2024

MODAS e SEMPRE o POLITICAMENTE CORRECTO

E sempre a HIPOCRISIA.

Estou a escrever isto depois de ler as gordas pela NET, e ter reparado que vários realçaram o entusiasmo que os "Obama" emprestaram ao "comício" americano em que Kamala Harris será nomeada.

Antes de prosseguir, afirmar que concordo inteiramente que até um boneco da Disney seria menos mau como presidente do que Trump. 

Mas, voltando ao dito "comício" que, provavelmente, entusiasmará muita gente da "esquerdalhada" aos "direitolas decentes" incluindo aqui na "Tugolândia", pela minha parte não tenho grandes ilusões.

Considero altamente improvável que com Kamala as coisas se alterem profundamente na política americana.
Nem internamente, mas sobretudo externamente.

Proclamações haverá muitas, muitas loas, sobre a Palestina, sobre a Ucrânia, sobre a UE, a fome no mundo, etc.
Mas as realidades prosseguirão, como até aqui sem grandes diferenças.

O entusiasmante (??) Barack Obama foi o presidente que, como prometera,  acabou com Guantanamo!

Ops, estão a sussurrar-me aqui ao ouvido que não, que não acabou com esse negócio!
Então, . . . . . foi o chéché do Biden . . . . 
Ops, dizem-me que também não, que afinal Guantanamo prossegue!

Este é só um dos muitos exemplos da "Make America Great Again", a mesma de sempre, só que não verbalizada pelo cor de cenoura nem pelas suas mãos, exactamente, as do execrável Trump.
Mas será prosseguida pelas mãos dos grandes defensores dos direitos humanos, na democracia, do Estado de direito, da liberdade, etc.

Os interesses senhor . . . . os interesses!

Biden é o maior, o mais decente, 50 anos de decência com negócios familiares discutíveis, como são todos os negócios aquele nível. 

Obama foi e é um homem decente.
O complexo militar industrial é que é o mesmo.
Os objectivos são os mesmos.

Ponham lá o Trump, o Biden outra vez, a Kamala, quem quiserem, e por isso ex-colaboradores de Trump dão agora uma mãozinha a Kamala.

Virem-se os olhos para o czar na Rússia.
Diferenças?
Várias.
Mas os interesses senhor, . . . . os interesses.

Neste lado, o Siberiano, temos uma democracia (????) muito musculada, temos o FSB, temos os Spetnaz, temos os lobos Chechenos, temos oligarquias, etc.

No lado oposto, temos CIA, FBI, NSA, covert operations, etc.

Temos diferenças de tom, temos democracia americana, indiscutível, mas também muita coisa por baixo da mesa.

Ah, podemos olhar para a China, para a Índia . . . .

Os interesses senhor, . . . . os interesses.

Não é bem venha o diabo e escolha mas, não gosto que me enganem.
E tenho sempre bem presente a lembrança da queda do muro de Berlim e para que lado correram logo que o muro foi abaixo.

Não tenho dúvidas, sei em que lado quero estar.
Mas também me chateia imenso que me tentem enganar, cá, no lado onde de longe prefiro estar.

Para terminar, e porque há muitos esquecidos, um pouco de história americana. Salientando sobretudo pedaços da vida e da intervenção de JFK desde 1960.

Na página da esquerda, depois de Eisenhower aprovar (17 Março) operações da CIA contra Cuba, encontro privado (Julho) organizado pela CIA juntando JFK (ainda não presidente) e cubanos exilados, falhanço da operação Baía dos Porcos (17 Abril 1961), a operação Mongoose coordenada pelo irmão Bob (Dez 1961).

Na página da direita sobretudo vários dos passos relativos à crise dos mísseis em Cuba, e as acções preparatórias de guerrilha com treinos na América Central tudo pago pela CIA e coordenado por Bob Kennedy.

Da história Russa, de algum modo com equivalência, é melhor nem olhar para esse horror.
Prefiro o lado onde também servem certos chás mas são menos envenenados. 
É menos mau!
Mas, repito, chateia-me muito que me tentem enganar!
AC

quarta-feira, 24 de julho de 2024

RELAÇÕES  INTERNACIONAIS
Há algo a mudar?
Consistentemente?
Creio que sim, definitivamente. 
Refiro-me à China.
Não sei se, depois, em Gaza, na Palestina, Abas e outros se entenderão, DE FACTO!
EU duvido.
Mas o que a China fez, no plano formal, é deveras notável.
Irritem-se ou não, Trump, Biden, Kamala e outros.
A seguir com atenção, vai ser um processo longo.
AC

quarta-feira, 10 de maio de 2023

INTERESSES, GUERRA, FINGIMENTO

Voltei atrás na "box" para ouvir notícias sobre o que terá sido um novo e mais forte ataque da Rússia (repetido a 9 Maio) em território da Ucrânia e, ver também, Cecília Meireles e Mariana Mortágua a falar sobre o esterco dos últimos dias.

Mas fico agora apenas pela guerra. 
Sobre o esterco, e concretamente sobre serviços de segurança e colaterais, a isso tenciono ir mais tarde, com o nariz bem tapado por causa do cheiro.

Como me parece óbvio desde o princípio, desde a agressão Russa, os Ucranianos são a carne para canhão, para gáudio de americanos, ingleses e etc. 

Como dizia Lula da Silva, falar de paz é que nada.

Aparentemente, a loira Ursula está a instigar mais um pacotinho de sanções.
As notícias sobre as vacinas para Covid-19 e os inerentes desperdícios por essa Europa fora mais me fazem refletir sobre isto tudo, sobre este doido mundo.

Mais um pacote de sanções no horizonte, pacotinhos de sanções que já se aproximam dos 12.
Ninguém se interroga, a sério, sobre a sua real eficácia?
Ficamos pela propaganda, e demagogia, e guerra de informações?
A Rússia está a ajoelhar, ou não?

Na nossa comunicação social, a menos que eu esteja muito distraído, não vejo discussões e análises sérias sobre isto.

Não é preciso ser comentador militar nas nossas TV para ponderar duas coisas:
1º - ou as sanções produzem efeitos brutais sobre a economia Russa o que se refletiria então já nesta fase da guerra, sem sombra de dúvidas e, então, devem manter-se e provavelmente aumentá-las,

2º - ou a Rússia continua a vender petróleo, cereais, fosfatos, etc. sem problemas de maior e, neste caso, haveria então que ponderar tudo.

Por exemplo, quantas empresas que há um ano informaram o mundo de que iam sair da Rússia, sairam mesmo?

Mas, admito como sempre, que poderei ser eu que estou a ver tudo isto distorcido, ou mesmo mal. Ainda me arrisco a ser apontado Putinista, o que me daria uma doida vontade de rir.

Ah, longe de mim atrever-me a chamar à atenção de que os países se movem por interesses, INTERESSES. O que por aí circula não é propaganda, demagogia, mentira, modas, poeira para os olhos, não é verdade? 
"Pour épater les bourgeois"
Aguardemos.
AC

sábado, 4 de março de 2023

Hum . . . . . 
No final da cimeira do G 20 foi apresentada para concordância e assinatura uma declaração.
Pelo que se lê por aí, dois países discordaram do texto final e, designadamente, quanto às referências para a retirada completa e incondicional da Rússia do território da Ucrânia. 
Portanto, discordando. . . . . .  não assinaram.
Foram dois países e são . . . .  certo, Rússia e China!
AC