Mostrar mensagens com a etiqueta interesses dos países. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta interesses dos países. Mostrar todas as mensagens

domingo, 26 de julho de 2026

 

Para lá de excelente humor britânico, um bom retrato do que se passa por esse mundo fora.

AC

quarta-feira, 22 de outubro de 2025

AS  MÃOS

Com mãos se faz a paz se faz a guerra.
Com mãos tudo se faz e se desfaz.
Com mãos se faz o poema - e são de terra.
Com mãos se faz a guerra - e são a paz.

Com mãos se rasga o mar. Com mãos se lavra.
Não são de pedra estas casas mas
de mãos. E estão no fruto e na palavra
as mãos que são o canto e são as armas.

E cravam-se no Tempo como farpas
as mãos que vês nas coisas transformadas.
Folhas que vão no vento: verdes harpas.

De mãos é cada flor cada cidade.
Ninguém pode vencer estas espadas:
nas tuas mãos começa a liberdade.

(Manuel Alegre)

Macron, Xi, Starmer, Metz, Trump, Rutte, mais os aihatolas, e etc., não conhecem certamente este poema.

Mas sabem, certamente, que a guerra tem saído das mãos deles.

Pelo que se vai vendo não se incomodam excessivamente.

AC 

sábado, 28 de setembro de 2024

EXTINÇÃO ? 

Este pequeno video fala disso, e foi a propósito de passada cimeira do clima.


E, a GUERRA?   E o COMPLEXO MILITAR INDUSTRIAL ?

O complexo militar industrial dos vários lados das barricadas ?

Tal como pergunta o dinossauro quanto ao clima, o que não se podia fazer com grande parte do dinheiro aí enterrado, por exemplo pela África do Sul, Alemanha, Arábia Saudita, Bélgica, China, Coreia do Norte, Egipto, EUA, Espanha, França, Holanda, Índia, Irão, Israel, Itália, Noruega, Paquistão, Reino Unido, República Checa, Rússia, Suécia, Turquia, etc.

Mas, e os interesses Senhor, os interesses e a geopolítica Senhor . . . .

O costume, e não se sai disto.

AC

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2024

CITAÇÕES  PASSADAS
Muitas citações existem, por esse mundo fora, e várias creio que mantêm actualidade, continuam pertinentes.

No caso da guerra, do que é observável nos conflitos actuais, parece-me que a expressão atribuída ao almirante John Acherthnot Fisher e que adiante reproduzo mantém toda a actualidade.

 - A essência da guerra é a violência. Moderação é imbecilidade.

Eu acrescento, os interesses banem a moderação.

AC

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2024

A  PAZ
1989 marcou o início de uma nova Era. Uma Nova Ordem!
A partir daí tudo sucedeu rapidamente, e o bloco opositor do bloco NATO desintegrou-se.
Uns pândegos acharam que até a Rússia se poderia juntar aos "Bons".
Havia os bons e os maus, e a paz conseguida em 1945 ia finalmente conseguir-se.
Tal como na política portuguesa com a demagogia e mentiras crescentes antecedendo as eleições de Março próximo, agora (1989-1991) é que ia ser! PAZ.

Mas não foi bem assim. 
Passou muito pouco tempo e porque não se vislumbrava a tal Paz, em Junho de 1992, o secretário-geral da ONU apresentou uma "Agenda para a Paz", muito celebrada por esse mundo fora.
Acções racionais de prevenção de conflitos, resolução de conflitos, manutenção de paz, e reconstrução das condições de manutenção de paz.
Mas faltou decretar, simultaneamente, uns quantos milagres!

Bom, o tempo foi correndo e aparece 1995, sendo evidente que, como não tinham sido decretados milagres, a paz . . . . 
5 de Janeiro de 1995 Butros-Gali resolve apresentar um "Suplemento a uma Agenda para a Paz", tipo vitaminas, mas sem ainda decretar milagres.

Uns dias depois, 18 de Janeiro, a super activa e decidida ONU pela voz do famoso "Conselho de Segurança" decreta que a primeira missão da ONU no futuro deve ser de desenvolvimento dos melhores meios de eliminar as causas fundamentais dos conflitos. Lindo!
Mesmo Lindoooooooo!

A realidade?
Terminada a guerra fria não muitos anos antes, sucederam-se conflitos por toda a parte. Conflitos étnicos, estados desintegrando-se, intolerância diversa, crescentes zonas do globo com fome, disparidades alarmantes.

E surgiu uma coisa das mais curiosas (opinião pessoal, naturalmente) para não dizer caricata, a ONU proclama 1995 ano da Tolerância, ao ponto da UNESCO ter sido mandatada para preparar uma declaração de tolerância, assim se esperando uma mobilização geral da sociedade civil mundial. Ora aí estava decretado o milagre!
Até o Vaticano II modificou a teologia da guerra justa!

Violência sistémica, desprezo por valores, muita semântica com os direitos humanos sempre na boca, aspectos morais e espirituais da vida postos sempre de lado, os interesses acima de tudo.
Como estamos e continuamos.

Na Tugolândia discutem casas de banho e outras coisas.
AC

quarta-feira, 10 de maio de 2023

INTERESSES, GUERRA, FINGIMENTO

Voltei atrás na "box" para ouvir notícias sobre o que terá sido um novo e mais forte ataque da Rússia (repetido a 9 Maio) em território da Ucrânia e, ver também, Cecília Meireles e Mariana Mortágua a falar sobre o esterco dos últimos dias.

Mas fico agora apenas pela guerra. 
Sobre o esterco, e concretamente sobre serviços de segurança e colaterais, a isso tenciono ir mais tarde, com o nariz bem tapado por causa do cheiro.

Como me parece óbvio desde o princípio, desde a agressão Russa, os Ucranianos são a carne para canhão, para gáudio de americanos, ingleses e etc. 

Como dizia Lula da Silva, falar de paz é que nada.

Aparentemente, a loira Ursula está a instigar mais um pacotinho de sanções.
As notícias sobre as vacinas para Covid-19 e os inerentes desperdícios por essa Europa fora mais me fazem refletir sobre isto tudo, sobre este doido mundo.

Mais um pacote de sanções no horizonte, pacotinhos de sanções que já se aproximam dos 12.
Ninguém se interroga, a sério, sobre a sua real eficácia?
Ficamos pela propaganda, e demagogia, e guerra de informações?
A Rússia está a ajoelhar, ou não?

Na nossa comunicação social, a menos que eu esteja muito distraído, não vejo discussões e análises sérias sobre isto.

Não é preciso ser comentador militar nas nossas TV para ponderar duas coisas:
1º - ou as sanções produzem efeitos brutais sobre a economia Russa o que se refletiria então já nesta fase da guerra, sem sombra de dúvidas e, então, devem manter-se e provavelmente aumentá-las,

2º - ou a Rússia continua a vender petróleo, cereais, fosfatos, etc. sem problemas de maior e, neste caso, haveria então que ponderar tudo.

Por exemplo, quantas empresas que há um ano informaram o mundo de que iam sair da Rússia, sairam mesmo?

Mas, admito como sempre, que poderei ser eu que estou a ver tudo isto distorcido, ou mesmo mal. Ainda me arrisco a ser apontado Putinista, o que me daria uma doida vontade de rir.

Ah, longe de mim atrever-me a chamar à atenção de que os países se movem por interesses, INTERESSES. O que por aí circula não é propaganda, demagogia, mentira, modas, poeira para os olhos, não é verdade? 
"Pour épater les bourgeois"
Aguardemos.
AC

terça-feira, 11 de outubro de 2022

NÃO  DEVIA  TER  COMEÇADO.
ESTÁ A CORRER MAL.
NÃO ME PARECE QUE ISTO VÁ CORRER BEM.
Refiro-me ao conflito que grassa na Ucrânia. 
A tal operação militar especial (??) desencadeada pelo democrata (??)  Putin!
Estive há bocado a fazer uns zapings na TV e andar para trás para me aperceber do que se passou, os noticiados bombardeamentos russos um pouco por toda a parte na Ucrânia.

Da parte do Zelensky dizem que apanharam /abateram mais de metade dos engenhos disparados pelas forças Russas. Eficácia acima dos 50%, coisa que dará um certo ânimo á população Ucraniana.
Mas fazendo contas simples, se a Ucrânia diz que caíram cerca de 40 engenhos, vou considerar então 40 reais.
Ora pelas contas Ucranianas não teriam sido lançados mais de 80.

Fazendo contas, se em vez de 80 foram mais, por exemplo 100, ou 120, ou 150, ou 200, que eficácia teremos nesses casos?

Para 80 lançados - 50% de eficácia ou um pouco mais
Para 100 lançados - 40% de eficácia
Para 120 lançados - 34% de eficácia
Para 150 lançados - 27% de eficácia
Para 200 lançados - 20% de eficácia

Se calhar está aqui a razão porque Biden veio logo dizer que vão fornecer mais armamento de defesa anti-aérea!

Uma coisa é para mim certa desde há muitas décadas, quando tive de ir combater na Guiné. 

A perda de um só ser humano militar (no caso da Guiné, um português ou um homem do PAIGC) é mais que lastimável.
A perda de seres humanos civis, apanhados como danos colaterais numa guerra é ainda mais trágico. 

E nunca houve guerras justas, nem as cruzadas, nem as de Saladino, nem as de hoje. 
Sempre houve, sempre foi, e sempre assim será, apenas uma coisa, a luta pelos interesses.

No caso da Ucrânia, temos os interesses dos EUA que sem estarem presentes directamente na refrega combatem sossegadamente os opostos interesses da Rússia/ Federação Russa, confortavelmente,  por interposto povo, o que sofre na carne, na sua terra, nas suas infra-estruturas, na sua sociedade.

Estes últimos bombardeamentos e que estão a ser repetidos, a meu ver  refletem a confirmação do ditado português, andam à chuva molham-se. 
A Rússia a ter a ponte danificada, a ter ataques nas últimas duas semanas dentro do seu legítimo território. Não invadisse.
A Ucrânia a receber a terrível "compensação" por isso.

Tudo isto é para mim execrável, a começar pela Rússia, a continuar no Zelensky e nos EUA. 
A Europa conta menos, está como de costume mais peão de brega.

É legítimo pensar que estes bombardeamentos russos possam ser considerados um aviso, um recado a Kiev. 
Haverá quem assim pense e é de respeitar, que os Russos estão agora a fazer isto porque no Donbass que consideram seu depois das palhaçadas da semana passada as forças Ucranianas têm tido recuperações, avanços.

Pessoalmente não me parece. Acredito que isto e muito mais estivesse  e esteja planeado há muito.
Como não me parece que os alvos civis atingidos tenham sido todos escolhidos de propósito. 
Admito que alguns, mas creio que na maioria dos casos resultarão de "desnorte dos mísseis" e "drones" depois de desviados pelas defesas antiaéreas.

O que me parece cada vez mais é que isto não vai acabar nada bem.
Aguardemos.
AC

segunda-feira, 30 de maio de 2022

A ALEMANHA e os seus DIRIGENTES
A Alemanha é, indiscutivelmente, a mais forte economia Europeia.
Estou a falar nisto a propósito de uma coisa que anda sempre por aí na boca de muitos - solidariedade europeia - mas que eu sempre coloquei como - solidariedade Europeia.....ou não -

Respeito, sempre, as opiniões de outrem.
Isto para dizer que, a minha, relativamente à Alemanha, sempre foi muito diferente da maioria que por aí leio. Quanto a Merkel, com defeitos e qualidades, nunca me encantaram as loas que sobre ela escorreram, sem deixar de confessar que no seu período final atenuei  as minhas desconfianças.
Mas quer ela, formatada na RDA comunista, quer Schroeder, quer outros antes deles, sempre pensaram (legitimamente) exclusivamente no seu país. Repito, legitimamente.

Depois, foram sempre dourando a coisa com grandes e eloquentes tiradas que sempre convencem políticos/ papalvos como vários que por cá conhecemos.

O embaixador José Cutileiro escreveu em tempos, salvo erro no Expresso (2009 ? ) um artigo que intitulou "A Hora da Europa?" onde a dada altura escarrapachou esta frase - ….dado que os seus membros vão desde uma Alemanha "à la Schroeder" pronta a vender a alma ao diabo por gás russo…

A Alemanha tratou de se fortalecer e esteve-se borrifando para a solidariedade Europeia, e tratou de garantir a sua industrialização e crescente exportação. Garantiu a sua independência energética a preços baratos. Por razões internas mais recentes (Verdes e etc.) calendarizou o encerramento de centrais a carvão e nucleares. Sempre engordando à conta da Rússia particularmente com o gás.

Que fez a Alemanha desde há 20/ 25 anos para contribuir decisivamente para que a Europa assegurasse uma diversificação forte quanto a fornecedores de gás e petróleo que aniquilasse a dependência da Rússia? Que eu saiba NADA. Agora com a guerra tem a sua Ursula na UE quase aos gritinhos, mas em casa a coisa não está clara. 
Agora, há quem pense em Sines, por exemplo. Veremos se será do agrado Alemão. E Espanhol.

Sim, Schroeder, Merkel e companhia ilimitada sempre colocaram a Alemanha em primeiro plano, como é legitimo. Creio que não contaram que lhes pudesse vir a ser complicado obter gás Russo como até Fevereiro passado.

Em tudo isto há o elemento da descarada ausência de vergonha na cara. As centrais a carvão já serão energia limpa? E as nucleares idem? Ursula afirmou há poucos dias que está quase a ser possível dentro de poucas semanas dispensar completamente os produtos de Vladimir. COMO? Que consequências para o planeta? Não explicou em detalhe como isso será feito.

Não sei se a Ursula anda descansada porque a Greta desapareceu. Será que Soros deixou de financiar esse tipo de malta? Hummmm.
Como de costume alguém vai ganhar com os próximos negócios. 
E a propósito de Sines, o que está mais próximo do Norte de África, Sines ou portos Espanhóis? Olhem ao mapa! Sim, eu seu, para quem vem do Atlântico Norte Sines está mais perto que os portos espanhóis do Mediterrâneo. Mas talvez considerar também a Galiza, não?

A terminar: Alemanha, Polónia, Hungria, Áustria, por exemplo, são 4 países todos MUITO amigos e que comungam dos mesmos ideais, certo? Ah, e todos rasgaram os livros de história!
AC

quinta-feira, 26 de maio de 2022

E U R O P A

- To understand Europe you have to be a genius or French - (Madeleine Albright, US secretary of State)

Este desabafo está datado. Creio que na altura fazia sentido.

Penso que para tentar compreender a Europa não será necessário ser nem génio nem Francês. Parece-me importante ter alguma noção da história. Parece-me ainda mais importante não analisar os assuntos no plano das emoções e comoções e ter presente que, SEMPRE ao longo da história, os dirigentes das nações mais poderosas se guiaram apenas e tão só pelos INTERESSES. Olhe-se a uns mapas.

Estes mapas (evolução que em síntese se mostra, começa em 1140 e corre até ao presente) são uma representação breve da história mundial e concretamente na Europa. A mudança de fronteiras ao longo de séculos.
Sabe-se o que ocorreu a partir de 1983, quando Reagan anunciou a guerra das estrelas. Sabe-se o que se seguiu à queda do mundo de Berlim. Sabe-se a implosão da URSS.
No presente, nada justifica agressões militares. 
Mas com guerra estamos confrontados. 
E com o que virá a seguir, que se pode imaginar, mas a incerteza é muita.
A grande maioria fica-se pelas emoções e comoções.
Estamos na Europa. 
E há quem ganhe com esta guerra. Não certamente Portugal.
AC

sexta-feira, 26 de junho de 2020

AINDA a PROPÓSITO de ANÚNCIOS
Ainda a propósito dos anúncios sucessivos sobre os mil e um fundos a vir da Europa (lá vão dizendo para 4 a 7 anos, o que dá gotas ridículas anuais), à borla, talvez valha a pena recordar questões práticas e reais em certas chancelarias, que pouco ou nada ligam a certas formalidades e acordos e tratados sempre que aos seus interesses isso incomode ou atrapalhe. Condenável?
Não deve faltar muito para o Reino Unido anunciar que não se deve vir a Portugal.
Aqui no video chama-lhe “current policy” e “diplomacy”, aspectos que os malhadores sempre muito enfatuados esquecem, embora tenham sempre grandes tiradas (ás vezes bem ridículas)
AC

terça-feira, 14 de novembro de 2017

A PROPÓSITO de INTERESSES, que SEMPRE HOUVE e SEMPRE  EXISTIRÃO no MUNDO
" Porque os interesses dos Estados, nas suas relações uns com os outros, nem sempre se harmonizam facilmente e com frequência divergem até ao ponto de colisão violenta, as forças armadas são, nessas circunstâncias, um último recurso a utilizar pelos detentores do poder político, se outras acções não tiverem produzido os efeitos desejados" (do livro branco da defesa nacional, MDN, 1986).
Realidade? Idílico? 
E se pensassem de uma vez por todas que já vai muito tarde definir que FA deve este pequeno País ter, antes de andarem em bicos de pés sem saberem o que deve ser decidido quanto a cooperações lá fora?
Que ridículas criaturas a darem-se ares de estadistas!
Neles e em outros como eles se deve malhar!
AC