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sexta-feira, 27 de março de 2026

A  PROPÓSITO  da  GUERRA
Antes de prosseguir, recordar que por decisão de há anos não tenho qualquer rede social para além deste modesto blogue que vai a caminho do 13º de vida. Não estimo alterações nisto pelo menos a curto ou médio prazo.
E mesmo WhatsApp é coisa que uso mas com muita parcimónia. Já saí de vários grupos onde amigos e amigas nossos me tinham incluído logo que verifiquei que não passavam de futilidades.

Como por aqui referi por mais de uma vez, antes do nascimento do "marrevoltado.blogspot.pt" participei num blogue de um homem da minha profissão e que muito estimo. 
Depois de ele ter tido problemas subsequentes a opiniões de outros colaboradores publicadas no seu blogue não quis arriscar que por minha causa ele pudesse ter novos contratempos.

Depois, por convite, participei durante algum tempo num outro blogue também de homens da minha profissão. 
Mas há algum tempo que abandonei essa participação, pois não quero estar demasiado tempo no computador e centro-me portanto apenas no meu "marrevoltado".

Feitas estas observações, apesar de grande ignorante mas porque alguma sensibilidade e interesse tenho (por força do que sabe o meu melhor amigo militar, almirante reformado) quanto a crises, conflitos, guerras, estratégia, geoestratégia, geopolítica, continuarei com algumas observações e pequenos texto relativos a estes assuntos.

Como já por aqui referi por diversas vezes, escrevo para mim, relei-o-me mais tarde, corrijo-me se necessário. 
Errarei. 
Nesses casos, farei como o grande cidadão e matemático Bento de Jesus Caraça.
Numa palavra, não pretendo convencer ninguém.
Não pretendo aliciar ninguém.

Passando aos temas, A guerra é a continuação da política por outros meios.
Este é um dos grandes princípios Clausewitzianos.
Os anos mais recentes, o presente, parecem demonstrar claramente um princípio substituto daquele: A força é indistinguível da política.

Por agora termino com Sun Tzu: "Conhece o inimigo e conhece-te a ti próprio e em cem batalhas nunca estarás em perigos".

António Cabral (AC)

quarta-feira, 11 de março de 2026

NUNCA INTERROMPAS O INIMIGO QUANDO ELE ESTIVER A COMETER UM ERRO!

Porque me terei lembrado disto?

AC

terça-feira, 3 de março de 2026

E  ASSIM  CONTINUA . . . . 

SE  TU  NÃO  FALA  COM  EU,

EU  NÃO  FALA  COM  TU !

António Cabral (AC)

quarta-feira, 22 de outubro de 2025

AS  MÃOS

Com mãos se faz a paz se faz a guerra.
Com mãos tudo se faz e se desfaz.
Com mãos se faz o poema - e são de terra.
Com mãos se faz a guerra - e são a paz.

Com mãos se rasga o mar. Com mãos se lavra.
Não são de pedra estas casas mas
de mãos. E estão no fruto e na palavra
as mãos que são o canto e são as armas.

E cravam-se no Tempo como farpas
as mãos que vês nas coisas transformadas.
Folhas que vão no vento: verdes harpas.

De mãos é cada flor cada cidade.
Ninguém pode vencer estas espadas:
nas tuas mãos começa a liberdade.

(Manuel Alegre)

Macron, Xi, Starmer, Metz, Trump, Rutte, mais os aihatolas, e etc., não conhecem certamente este poema.

Mas sabem, certamente, que a guerra tem saído das mãos deles.

Pelo que se vai vendo não se incomodam excessivamente.

AC 

domingo, 16 de fevereiro de 2025

A  GUERRA
. . . . . . .

".......É a guerra aquele monstro que se sustenta das fazendas, do sangue, das vidas, e quanto mais come e consome tanto menos se farta. É a guerra aquela tempestade terrestre, que leva os campos, as casas, as vilas, os castelos, as cidades, e talvez em um momento sorve os reinos e monarquias inteiras.". . . . . 

(Padre António Vieira)

António Cabral


(continua)

quinta-feira, 24 de outubro de 2024

GUERRA
Toda a gente sabe o que é guerra, tiros, balas a voarem por todo o lado, destruição, morte de inocentes, desalojados, invasões, etc.
Guerra é uma luta armada, entre países. Pode haver guerra civil dentro de países.

Mas, será que a definição de guerra se pode resumir como sendo um conflito alargado onde morrem muitos dos novos, onde morrem muitos inocentes, e onde velhos diplomatas e velhos políticos passam o tempo a viajar para conversações, para apresentação de projectos de planos de paz, para encontros bilaterais?

Onde velhos desses passam o tempo, também, com apelos à paz, com discursos vigorosos em favor da paz, mesmo sabendo que os países a que pertencem alimentam a guerra por portas travessas?
Pensem nisto.
AC

domingo, 9 de junho de 2024

A GUERRA
Guerra é coisa vulgar à superfície terrestre, planeta onde vigora a paz pós 1945!

Ontem, porque na minha actual condição de convalescença pós intervenção cirúrgica fechado em casa onde além de andar de um lado para o outro e recomeçar a ler acabo por ver TV o que em condições normais raramente fazia, assisti a uma contenda verbal entre um ex funcionário da ONU e adjunto da António Guterres e o general Agostinho Costa ex 2º comandante da GNR.

O primeiro basicamente afirmando que ao equacionarmos a questão Rússia na Europa estamos a cair no mesmo erro que Chamberlain antes da II GG quanto a Hitler e Sudetas.

O segundo defendendo que a Rússia não tem capacidade militar clássica (excepto o nuclear) para atacar seja que zona for da Europa, e que toda a actual retórica ocidental "ai a Rússia" tem em vista preparar o terreno para aumento de orçamentos de defesa, e arregimentar pessoal para as fileiras para possível combate dentro da Ucrânia.
Um dos livros por onde tenho passado os olhos é este de que acima mostro a capa. Em baixo mostro algumas páginas que me parecem interessantes.
Naturalmente, as concepções da figura central do livro, um pensador militar do século XVIII, estão datadas, e muita coisa evoluiu, muita água passou debaixo das pontes.
Mas uma das coisas que me chamou à atenção ao reler este livrinho e ao pensar na Rússia e no democrata Putin (???) é sobre a guerra e os seus objetivos na perspectiva de Putin.
O início da página 35 tem uma indicação que também no presente , creio, se pode colocar: quer Putin arrasar ou chegar a um ponto de equilíbrio (para ele) onde esteja numa posição confortável para uma possível paz?
Aguardemos
AC

domingo, 14 de abril de 2024

GUERRA

A guerra tem vindo a mudar. Muito.

E nós?

Salvo melhor opinião, digam certas personagens o que disserem, nós, humanos, quase nada temos mudado ao longo dos séculos.

A disputa desenfreada por recursos, SEMPRE, desde os mais comuns aos mais preciosos, ao longo dos séculos, particularmente após a conferência de Berlim em que se definiu a partilha por exemplo de África, levou a guerras sucessivas, mais localizadas, depois mundiais, e depois de 1945, inúmeros conflitos, maiores ou menores, mas sempre até ao presente sem estarem em confronto directo as potências nucleares.

Guerras limitadas, depois guerra globais, regresso à paz pós 1945, com crescentes conflitos dentro da paz mundial formal.

Depois de Hiroshima e Nagasaki não houve mais deflagrações nucleares. Houve sim crescentes ensaios para aperfeiçoamento de novas bombas e vectores, houve rearmamento colossal até à altura de pensarem - é melhor abrandar - e de um lado e outro, vieram os tratados e a limitação e destruição de armamento.

Depois, a implosão da URSS e o fim do Pacto Varsóvia, muitos e cada vez mais satélites em órbita, novos tipos de armamento que o Afeganistão, a Tchetchenia, o Iraque, a Arménia, a Jugoslávia, a Geórgia, o Norte de África, a Somália e Etiópia, Líbano, palestina, Iémen, a Ucrânia etc. têm experimentado. 

Direito Internacional? Realidade? Utopia? ONU?

O sistema internacional que vigora assenta em quê?  Na esperança de que haja racionalidade, entre pessoas e sobretudo Estados. Primado do direito.

Mas, e os interesses?

Da China? EUA? Rússia? Irão? Arábia Saudita? Índia? Egipto? África do Sul? Brasil?

A noite passada o Irão atacou Israel com aparentemente cerca de ou mais de 300 drones e mísseis diversos.

O que se seguirá?

AC

sábado, 13 de abril de 2024

CADA VEZ PIOR. . . . . . 

Pronto, creio que está confirmada a regionalização do conflito no Médio Oriente, Israel, Gaza, Hamas, Irão, EUA, . . . . e já agora, Líbano, Hezbollah, e . . . .  vários outros etc.

A "PAZ" pós 1945 cada vez melhor!

Estamos fritos!

AC

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2024

ACERCA  do  INIMIGO

Se o inimigo avança, recuamos.

Se o inimigo pára, provocamo-lo.

Se o inimigo descansa, atacamo-lo. 

Se o inimigo recua, perseguimo-lo.

(Mao Tse Tung)

AC

segunda-feira, 18 de abril de 2022

H O R R O R 

É MELHOR UM FIM COM HORROR OU,
UM HORROR SEM FIM ?

EM QUE FASE ESTAMOS ?

AC


sábado, 25 de fevereiro de 2017

A PROPÓSITO das PARVOÍCES, CÁ e LÁ 

A GUERRA


".......É a guerra aquele monstro que se sustenta das fazendas, do sangue, das vidas, e quanto mais come e consome tanto menos se farta. É a guerra aquela tempestade terrestre, que leva os campos, as casas, as vilas, os castelos, as cidades, e talvez em um momento sorve os reinos e monarquias inteiras."........
(Padre António Vieira)

António Cabral