Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
sexta-feira, 27 de março de 2026
quarta-feira, 11 de março de 2026
terça-feira, 3 de março de 2026
quarta-feira, 22 de outubro de 2025
AS MÃOS
domingo, 16 de fevereiro de 2025
A GUERRA
. . . . . . .
António Cabral
(continua)
quinta-feira, 24 de outubro de 2024
Toda a gente sabe o que é guerra, tiros, balas a voarem por todo o lado, destruição, morte de inocentes, desalojados, invasões, etc.
domingo, 9 de junho de 2024
Guerra é coisa vulgar à superfície terrestre, planeta onde vigora a paz pós 1945!
Naturalmente, as concepções da figura central do livro, um pensador militar do século XVIII, estão datadas, e muita coisa evoluiu, muita água passou debaixo das pontes.
domingo, 14 de abril de 2024
GUERRA
A guerra tem vindo a mudar. Muito.
E nós?
Salvo melhor opinião, digam certas personagens o que disserem, nós, humanos, quase nada temos mudado ao longo dos séculos.
A disputa desenfreada por recursos, SEMPRE, desde os mais comuns aos mais preciosos, ao longo dos séculos, particularmente após a conferência de Berlim em que se definiu a partilha por exemplo de África, levou a guerras sucessivas, mais localizadas, depois mundiais, e depois de 1945, inúmeros conflitos, maiores ou menores, mas sempre até ao presente sem estarem em confronto directo as potências nucleares.
Guerras limitadas, depois guerra globais, regresso à paz pós 1945, com crescentes conflitos dentro da paz mundial formal.
Depois de Hiroshima e Nagasaki não houve mais deflagrações nucleares. Houve sim crescentes ensaios para aperfeiçoamento de novas bombas e vectores, houve rearmamento colossal até à altura de pensarem - é melhor abrandar - e de um lado e outro, vieram os tratados e a limitação e destruição de armamento.
Depois, a implosão da URSS e o fim do Pacto Varsóvia, muitos e cada vez mais satélites em órbita, novos tipos de armamento que o Afeganistão, a Tchetchenia, o Iraque, a Arménia, a Jugoslávia, a Geórgia, o Norte de África, a Somália e Etiópia, Líbano, palestina, Iémen, a Ucrânia etc. têm experimentado.
Direito Internacional? Realidade? Utopia? ONU?
O sistema internacional que vigora assenta em quê? Na esperança de que haja racionalidade, entre pessoas e sobretudo Estados. Primado do direito.
Mas, e os interesses?
Da China? EUA? Rússia? Irão? Arábia Saudita? Índia? Egipto? África do Sul? Brasil?
A noite passada o Irão atacou Israel com aparentemente cerca de ou mais de 300 drones e mísseis diversos.
O que se seguirá?
AC
sábado, 13 de abril de 2024
quarta-feira, 28 de fevereiro de 2024
segunda-feira, 18 de abril de 2022
sábado, 25 de fevereiro de 2017
A GUERRA






