RECORDAÇÕES da GUINÉ
Entre as recordações tangíveis do tempo da guerra na então Guiné para onde fui mandado para estar 21 meses guardo esta que um dia me ofereceram.
Saúde, o Euromilhões da vida.
Boa sorte, felicidades, e boas férias.
António Cabral
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
RECORDAÇÕES da GUINÉ
Entre as recordações tangíveis do tempo da guerra na então Guiné para onde fui mandado para estar 21 meses guardo esta que um dia me ofereceram.
António Cabral
AS MÃOS
A GUERRA
. . . . . . .
António Cabral
(continua)
GUERRA
A guerra tem vindo a mudar. Muito.
E nós?
Salvo melhor opinião, digam certas personagens o que disserem, nós, humanos, quase nada temos mudado ao longo dos séculos.
A disputa desenfreada por recursos, SEMPRE, desde os mais comuns aos mais preciosos, ao longo dos séculos, particularmente após a conferência de Berlim em que se definiu a partilha por exemplo de África, levou a guerras sucessivas, mais localizadas, depois mundiais, e depois de 1945, inúmeros conflitos, maiores ou menores, mas sempre até ao presente sem estarem em confronto directo as potências nucleares.
Guerras limitadas, depois guerra globais, regresso à paz pós 1945, com crescentes conflitos dentro da paz mundial formal.
Depois de Hiroshima e Nagasaki não houve mais deflagrações nucleares. Houve sim crescentes ensaios para aperfeiçoamento de novas bombas e vectores, houve rearmamento colossal até à altura de pensarem - é melhor abrandar - e de um lado e outro, vieram os tratados e a limitação e destruição de armamento.
Depois, a implosão da URSS e o fim do Pacto Varsóvia, muitos e cada vez mais satélites em órbita, novos tipos de armamento que o Afeganistão, a Tchetchenia, o Iraque, a Arménia, a Jugoslávia, a Geórgia, o Norte de África, a Somália e Etiópia, Líbano, palestina, Iémen, a Ucrânia etc. têm experimentado.
Direito Internacional? Realidade? Utopia? ONU?
O sistema internacional que vigora assenta em quê? Na esperança de que haja racionalidade, entre pessoas e sobretudo Estados. Primado do direito.
Mas, e os interesses?
Da China? EUA? Rússia? Irão? Arábia Saudita? Índia? Egipto? África do Sul? Brasil?
A noite passada o Irão atacou Israel com aparentemente cerca de ou mais de 300 drones e mísseis diversos.
O que se seguirá?
AC