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domingo, 7 de junho de 2026

CULTURA

. . . . .
Um dia alguém dirá
que esta foi a época
duma letra expatriada.
A época em que se escrevia
com seis espinhos
a palavra exílio.

Um dia desta época alguém dirá
que ela foi como as longas estranhas
estradas
da palavra exílio.

(Manuel Alegre, "Letras")

AC 

sábado, 9 de maio de 2026

CULTURA

. . . . .
Um dia alguém dirá
que esta foi a época
duma letra expatriada.
A época em que se escrevia
com seis espinhos
a palavra exílio.

Um dia desta época alguém dirá
que ela foi como as longas estranhas
estradas
da palavra exílio.

(Manuel Alegre, "Letras")

AC 

segunda-feira, 27 de abril de 2026

CULTURA

. . . . .
Às vezes parece música
vai-se a ouvir : é o M.

Às vezes parece o M
vai-se a ver : é o mar.

(Manuel Alegre, "Letras")
. . . . . 

AC 

sábado, 11 de abril de 2026

" E as cadeiras.  As ausências sentadas

as mãos pousadas nos braços

das cadeiras. As costas recostadas

nas costas

das cadeiras. As ausências 

carregadas

de presença"

(Manuel Alegre)

AC

segunda-feira, 2 de março de 2026

Repetindo-me, depois deste Domingo solarengo


AS  MÃOS

Com mãos se faz a paz se faz a guerra.
Com mãos tudo se faz e se desfaz.
Com mãos se faz o poema - e são de terra.
Com mãos se faz a guerra - e são a paz.

Com mãos se rasga o mar. Com mãos se lavra.
Não são de pedra estas casas mas
de mãos. E estão no fruto e na palavra
as mãos que são o canto e são as armas.

E cravam-se no Tempo como farpas
as mãos que vês nas coisas transformadas.
Folhas que vão no vento: verdes harpas.

De mãos é cada flor cada cidade.
Ninguém pode vencer estas espadas:
nas tuas mãos começa a liberdade.

(Manuel Alegre)

AC

sábado, 28 de fevereiro de 2026

AS  MÃOS

Com mãos se faz a paz se faz a guerra.
Com mãos tudo se faz e se desfaz.
Com mãos se faz o poema - e são de terra.
Com mãos se faz a guerra - e são a paz.

Com mãos se rasga o mar. Com mãos se lavra.
Não são de pedra estas casas mas
de mãos. E estão no fruto e na palavra
as mãos que são o canto e são as armas.

E cravam-se no Tempo como farpas
as mãos que vês nas coisas transformadas.
Folhas que vão no vento: verdes harpas.

De mãos é cada flor cada cidade.
Ninguém pode vencer estas espadas:
nas tuas mãos começa a liberdade.

(Manuel Alegre)

AC

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

CULTURA

. . . . .
Às vezes parece música
vai-se a ouvir : é o M.

Às vezes parece o M
vai-se a ver : é o mar.

(Manuel Alegre, "Letras")
. . . . . 

AC 

terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

A  REPÚBLICA

A República está em chamas. 

(Manuel Alegre, Expresso, 27Agosto2005)

Manuel Alegre, como está ela agora?

AC

domingo, 1 de fevereiro de 2026

CULTURA

. . . . .
Um dia alguém dirá
que esta foi a época
duma letra expatriada.
A época em que se escrevia
com seis espinhos
a palavra exílio.

Um dia desta época alguém dirá
que ela foi como as longas estranhas
estradas
da palavra exílio.

(Manuel Alegre, "Letras")

AC 

terça-feira, 30 de dezembro de 2025

AS  MÃOS

Com mãos se faz a paz se faz a guerra.
Com mãos tudo se faz e se desfaz.
Com mãos se faz o poema - e são de terra.
Com mãos se faz a guerra - e são a paz.

Com mãos se rasga o mar. Com mãos se lavra.
Não são de pedra estas casas mas
de mãos. E estão no fruto e na palavra
as mãos que são o canto e são as armas.

E cravam-se no Tempo como farpas
as mãos que vês nas coisas transformadas.
Folhas que vão no vento: verdes harpas.

De mãos é cada flor cada cidade.
Ninguém pode vencer estas espadas:
nas tuas mãos começa a liberdade.

(Manuel Alegre)

Macron, Xi, Starmer, Metz, Trump, Rutte, Zelensky, "Bibi" mais os aihatolas, e etc., não conhecem certamente este poema.

Mas sabem, certamente, que a guerra tem saído das mãos deles.

Pelo que se vai vendo não se incomodam excessivamente.

AC 

quarta-feira, 22 de outubro de 2025

AS  MÃOS

Com mãos se faz a paz se faz a guerra.
Com mãos tudo se faz e se desfaz.
Com mãos se faz o poema - e são de terra.
Com mãos se faz a guerra - e são a paz.

Com mãos se rasga o mar. Com mãos se lavra.
Não são de pedra estas casas mas
de mãos. E estão no fruto e na palavra
as mãos que são o canto e são as armas.

E cravam-se no Tempo como farpas
as mãos que vês nas coisas transformadas.
Folhas que vão no vento: verdes harpas.

De mãos é cada flor cada cidade.
Ninguém pode vencer estas espadas:
nas tuas mãos começa a liberdade.

(Manuel Alegre)

Macron, Xi, Starmer, Metz, Trump, Rutte, mais os aihatolas, e etc., não conhecem certamente este poema.

Mas sabem, certamente, que a guerra tem saído das mãos deles.

Pelo que se vai vendo não se incomodam excessivamente.

AC 

sexta-feira, 12 de setembro de 2025

(REPUBLICO)

. . . . . . . . 
Eu não peço desculpa pela História de Portugal. 

Assumo a história com as suas grandezas e as suas misérias, que também tem, como todos os países. 
Eu não vou pedir desculpa pelo Bartolomeu Dias, nem pelo Vasco da Gama, nem pelo Camões, nem pelos grandes movimentos que colocaram Portugal na vanguarda da História. 

Portugal é o primeiro país que leva a Europa para fora da Europa. Que leva a Europa ao encontro de outros povos e de outros continentes. É o país do ver, claramente visto, como diz Camões. 
É o país que deita por terra, com o saber de experiência feita, o saber fantasioso das escrituras e dos livros que, até aí, formavam a cultura europeia. 
E, com isso, contribui para o Renascimento europeu. 

As navegações portuguesas, o encontro com outros povos, com outras culturas, o ver, claramente visto, o saber de experiência feito, é uma coisa que faz parte da Europa. 
E que contribuiu para o Renascimento europeu e que faz parte hoje da cultura europeia, no seu todo.
. . . . . . . . . . 
. . . . . . . . . .

As reparações históricas, eu acho que isso é uma coisa absurda, não têm sentido, porque a História não se rebobina, não anda para trás. Que por certas coisas se peça desculpa, que nós possamos pedir desculpa pela escravatura, que é um lado negro da nossa História, muito bem.

Estas partes apareceram em tempos no Diário de Notícias, eram declarações de Manuel Alegre

Entreguem por favor e com urgência, cópia disto a Marcelo Rebelo de Sousa, aos Pedros, aos Carneiros, aos Leitões, às Catarinas, às Mortáguas, aos Tavares, às Marianas, a jornalistas e pés de microfone e comentadores, e a tantos e tantas mais sobre quem, respeitosamente,  não consigo deixar de pensar se saberão o significado de - idiotas úteis

Em alternativa, convençam-me que Manuel Alegre ao contrário do que sempre pensei dele, é um terrível e disfarçado fassssissstaaaaa de alto coturno, um horroroso racista e xenófobo, um machista do pior, um branco dos piores!

Manuel Alegre, eu também não peço desculpa, sou como você em muita coisa.
António Cabral

quarta-feira, 10 de setembro de 2025

CULTURA

. . . . .
Às vezes parece música
vai-se a ouvir : é o M.

Às vezes parece o M
vai-se a ver : é o mar.

(Manuel Alegre, "Letras")
. . . . . 

AC 

sábado, 15 de junho de 2024

LIVROS
Voltei a ler este livro.
Como esta transcrição logo no início do livro mantém actualidade.
As guerras, nesta paz pós 1945, particularmente as que lavram nos tempos mais recentes, nada têm a ver com hipocrisia, com apelos patéticos a cessar fogo, com resignação, com políticas contraditórias.
Certo?
AC

domingo, 9 de junho de 2024

. . . . . . . . 
Eu não peço desculpa pela História de Portugal. 
Assumo a história com as suas grandezas e as suas misérias, que também tem, como todos os países. 
Eu não vou pedir desculpa pelo Bartolomeu Dias, nem pelo Vasco da Gama, nem pelo Camões, nem pelos grandes movimentos que colocaram Portugal na vanguarda da História. 
Portugal é o primeiro país que leva a Europa para fora da Europa. Que leva a Europa ao encontro de outros povos e de outros continentes. É o país do ver, claramente visto, como diz Camões. 
É o país que deita por terra, com o saber de experiência feita, o saber fantasioso das escrituras e dos livros que, até aí, formavam a cultura europeia. 
E, com isso, contribui para o Renascimento europeu. 
As navegações portuguesas, o encontro com outros povos, com outras culturas, o ver, claramente visto, o saber de experiência feito, é uma coisa que faz parte da Europa. 
E que contribuiu para o Renascimento europeu e que faz parte hoje da cultura europeia, no seu todo.
. . . . . . . . . . 
. . . . . . . . . .

As reparações históricas, eu acho que isso é uma coisa absurda, não têm sentido, porque a História não se rebobina, não anda para trás. Que por certas coisas se peça desculpa, que nós possamos pedir desculpa pela escravatura, que é um lado negro da nossa História, muito bem.

Um exemplar do Diário de Notícias onde estão estas declarações de Manuel Alegre, entreguem por favor e com urgência, a Marcelo Rebelo de Sousa, aos Pedros, Catarinas, Mortáguas, Tavares, e tantos outros idiotas úteis.

Ou, em alternativa, convençam-me que Manuel Alegre é um fassssissstaaaaa de alto coturno, um horroroso racista e xenófobo, um machista do pior, um branco dos piores!
AC

sexta-feira, 19 de abril de 2024

CULTURA

. . . . .
Às vezes parece música
vai-se a ouvir : é o M.

Às vezes parece o M
vai-se a ver : é o mar.

(Manuel Alegre, "Letras")
. . . . . 

AC 

CULTURA

. . . . .
Um dia alguém dirá
que esta foi a época
duma letra expatriada.
A época em que se escrevia
com seis espinhos
a palavra exílio.

Um dia desta época alguém dirá
que ela foi como as longas estranhas
estradas
da palavra exílio.

(Manuel Alegre, "Letras")

AC