Mostrar mensagens com a etiqueta descobrimentos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta descobrimentos. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 12 de setembro de 2025

(REPUBLICO)

. . . . . . . . 
Eu não peço desculpa pela História de Portugal. 

Assumo a história com as suas grandezas e as suas misérias, que também tem, como todos os países. 
Eu não vou pedir desculpa pelo Bartolomeu Dias, nem pelo Vasco da Gama, nem pelo Camões, nem pelos grandes movimentos que colocaram Portugal na vanguarda da História. 

Portugal é o primeiro país que leva a Europa para fora da Europa. Que leva a Europa ao encontro de outros povos e de outros continentes. É o país do ver, claramente visto, como diz Camões. 
É o país que deita por terra, com o saber de experiência feita, o saber fantasioso das escrituras e dos livros que, até aí, formavam a cultura europeia. 
E, com isso, contribui para o Renascimento europeu. 

As navegações portuguesas, o encontro com outros povos, com outras culturas, o ver, claramente visto, o saber de experiência feito, é uma coisa que faz parte da Europa. 
E que contribuiu para o Renascimento europeu e que faz parte hoje da cultura europeia, no seu todo.
. . . . . . . . . . 
. . . . . . . . . .

As reparações históricas, eu acho que isso é uma coisa absurda, não têm sentido, porque a História não se rebobina, não anda para trás. Que por certas coisas se peça desculpa, que nós possamos pedir desculpa pela escravatura, que é um lado negro da nossa História, muito bem.

Estas partes apareceram em tempos no Diário de Notícias, eram declarações de Manuel Alegre

Entreguem por favor e com urgência, cópia disto a Marcelo Rebelo de Sousa, aos Pedros, aos Carneiros, aos Leitões, às Catarinas, às Mortáguas, aos Tavares, às Marianas, a jornalistas e pés de microfone e comentadores, e a tantos e tantas mais sobre quem, respeitosamente,  não consigo deixar de pensar se saberão o significado de - idiotas úteis

Em alternativa, convençam-me que Manuel Alegre ao contrário do que sempre pensei dele, é um terrível e disfarçado fassssissstaaaaa de alto coturno, um horroroso racista e xenófobo, um machista do pior, um branco dos piores!

Manuel Alegre, eu também não peço desculpa, sou como você em muita coisa.
António Cabral

terça-feira, 12 de agosto de 2025

. . . . . . . . 
Eu não peço desculpa pela História de Portugal. 

Assumo a história com as suas grandezas e as suas misérias, que também tem, como todos os países. 
Eu não vou pedir desculpa pelo Bartolomeu Dias, nem pelo Vasco da Gama, nem pelo Camões, nem pelos grandes movimentos que colocaram Portugal na vanguarda da História. 
Portugal é o primeiro país que leva a Europa para fora da Europa. Que leva a Europa ao encontro de outros povos e de outros continentes. É o país do ver, claramente visto, como diz Camões. 
É o país que deita por terra, com o saber de experiência feita, o saber fantasioso das escrituras e dos livros que, até aí, formavam a cultura europeia. 
E, com isso, contribui para o Renascimento europeu. 
As navegações portuguesas, o encontro com outros povos, com outras culturas, o ver, claramente visto, o saber de experiência feito, é uma coisa que faz parte da Europa. 
E que contribuiu para o Renascimento europeu e que faz parte hoje da cultura europeia, no seu todo.
. . . . . . . . . . 
. . . . . . . . . .

As reparações históricas, eu acho que isso é uma coisa absurda, não têm sentido, porque a História não se rebobina, não anda para trás. Que por certas coisas se peça desculpa, que nós possamos pedir desculpa pela escravatura, que é um lado negro da nossa História, muito bem.

Estas partes apareceram em tempos no Diário de Notícias, eram declarações de Manuel Alegre

Entreguem por favor e com urgência, cópia disto a Marcelo Rebelo de Sousa, aos Pedros, aos Carneiros, aos Leitões, às Catarinas, às Mortáguas, aos Tavares, às Marianas, a jornalistas e pés de microfone e comentadores, e a tantos e tantas mais sobre quem, respeitosamente,  não consigo deixar de pensar se saberão o significado de - idiotas úteis

Em alternativa, convençam-me que Manuel Alegre ao contrário do que sempre pensei dele, é um terrível e disfarçado fassssissstaaaaa de alto coturno, um horroroso racista e xenófobo, um machista do pior, um branco dos piores!

Manuel Alegre, eu também não peço desculpa, sou como você em muita coisa.
António Cabral

segunda-feira, 8 de março de 2021

DESCOBRIMENTOS,....e.....Fernando Pessoa

O Simões perdoará falar nisto?

António Cabral

quarta-feira, 3 de março de 2021

COISAS do ANTIGAMENTE. ASTROLÁBIO

Será que Ascenso Simões proporá a curto prazo mandar destruir todas as réplicas existentes de astrolábios e de outros instrumentos de navegação do tempo da nossa odisseia marítima?
Era boa ideia, oh Simões!
António Cabral

domingo, 27 de janeiro de 2019

CABRILLO
Capa de um livro de 1987, da Academia de Marinha, onde se aborda a questão da nacionalidade de Cabrillo, existindo autores que consideram ser Espanhol por nascimento, enquanto outros defendem que é Português. 
AC

domingo, 4 de novembro de 2018

POR  CAUSA de NOME de MUSEU,.......e não só.....
D. Manuel I está muito pensativo, ao ver a polémica que alastra entre, o politicamente correcto, a brigada dos costumes, os donos da cultura, os re-escrevinhadores da história, e a excelência do jornalismo caseiro.
Os meus antepassados, os portugueses de antanho, uns bárbaros e facínoras sem paralelo no mundo. Dá que pensar.
Olhando com mais atenção,.....para o ar pensativo de D.Manuel I .......será que ele está temendo que alguma radical o vá decapitar?
Se fosse hoje não tinha aceitado ser rei, ainda por cima não teve a Web Summit.
AC

domingo, 17 de junho de 2018

ROTA de VASCO da GAMA
K
Será de presumir que Catarina mandará a curto prazo percorrer livrarias, antiquários, escolas, universidades, para caçar todos os mapas desta natureza, todas as referências á vergonhosa missão de Vasco da Gama que assim abriu caminho ás atrocidades praticadas pelos portugueses e sem qualquer paralelo no mundo.  Creio que ainda pensou em mandar arrancar o asfalto do caminho maritimo para a India mas lá lhe explicaram que era oceano!

AC

domingo, 3 de junho de 2018

COMO ESTAMOS NUMA DE COISAS OBSOLETAS, INCORRECTAS, COISAS COM SENTIDOS EQUÍVOCOS...
E na sequência de um post anterior, e porque tenho andado muito sobressaltado com várias coisas e, particularmente, com a questão envolvendo o museu do sr Medina o qual, aparentemente, lá deixará de ter aqueles nomes horrorosos com descobertas, epopeia, descobrimentos, etc, resolvi visitar de novo dois museus muito específicos: o Museu de Marinha, e o Museu Militar.
Tinha esperança que algumas coisas estivessem já diferentes e consentâneas com o pedido de desculpas que nos cabe aos povos africanos e asiáticos.
Então não é que, lamentavelmente, continuam expostos adereços militares, de guerra, de atrocidade. Desde alfanges enormes com que certamente se degolaram muitas cabeças, ao canhão enorme que, juntamente com muitos outros maldosamente nos serviu séculos atrás.
Barbaridades, naturalmente, e apenas executadas por portugueses, sem paralelo no mundo.
"Shame on You"
Isto está a causar-me tanto dano emocional que não consigo escrever mais.
Têm que, com urgência, corrigir todas estas coisas.
Tal como agora se diz, quanto ao futebol, e ao Sporting, aquilo (as vigarices, o drama em Alcochete, agressões, insultos, etc) não é o futebol nem é o Sporting, os alfanges e etc, aquilo não é o meu Portugalinho.
AC

sábado, 2 de junho de 2018

COMO ESTAMOS NUMA DE COISAS OBSOLETAS, INCORRECTAS, COISAS COM SENTIDOS EQUÍVOCOS...
E tantos a preparar-se reescrever a nossa história, talvez valha a pena assentar em duas ou três coisas, para se ter sossego espiritual.

Para começar vamos lá tratar da Bandeira Nacional.
Ora bem quanto a isto, e estou-me borrifando para se outros países fizeram coisas idênticas, o vermelho representa muito sangue e, se calhar muito misturado com o daqueles infelizes que os nossos antepassados brutalizaram e chacinaram. 
Classicamente, o vermelho alude ao sangue derramado pelos Portugueses na defesa da Pátria, da sua liberdade e independência, sendo a cor da luta, da coragem e da vitória. Mas foi sempre insuportavelmente negligenciado, escondido, o que fizemos aos outros, sem paralelo na história mundial.
Portanto, antes de arranjar outra Bandeira, ela devia passar a estar assim, sempre içada, em sinal de respeito e pesar pelas chacinas de séculos atrás.
Em segundo lugar, e indo à génese das coisas, parece restarem poucas dúvidas de que foi o Henrique o inspirador daquilo que uns parvalhões andam a louvar desde pelo menos 1926.
Assim, com carácter de urgência, a referência a todos esses hipotéticos feitos no passado, devem ser erradicados em definitivo de todos os livros de ensino em Portugal. Além disso, as estátuas e outras referências a Henrique, devem gradualmente ser removidas.
Coisas destas não fazem sentido algum. Há que banir.
Olhando por exemplo ao tido como iniciador da independência, à criação do País, as referências a esse primeiro Rei devem ser mitigadas; além disso, nada deve ser mencionado respeitando ás hipotéticas desavenças com a Senhora sua Mãe. Inconcebível relatar a brutal agressão contra a sua pobre Mãe, uma mulher, certamente em sofrimento.
Inconcebível que não tenham sido destruídos todos os livros de antes do 25 de Abril de 1974 onde se encontram bárbaras referências ao colonialismo Português, responsável por atrocidades sem fim e sem paralelo em outros países.
Fico-me hoje por aqui. Mas há muito a fazer.
Ah, designar por "Viagem" o futuro museu a erigir em Lisboa talvez seja de ponderar. 
Aliás, espero bem que ele venha a ser construído pelos mesmos do costume que tantas boas obras têm levado a efeito na frente ribeirinha de Lisboa.
AC

domingo, 4 de março de 2018

4 MARÇO
1394 -  nasceu no Porto o Infante D. Henrique. Faleceu em 13 Novembro de 1460.
Em 1960 fizeram uma emissão comemorativa do quinto centenário da sua morte.
Reproduzo parte de um opúsculo dessa data.
AC

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

VOLTO a PUBLICAR


quinta-feira, 12 de dezembro de 2013


A propósito de um País com mar imenso

- Bom dia Majestade,………...……………
- Quê,…….ah,……........sim,………….dizei………...…………
- Majestade, o que haverá para lá do horizonte? Podíamos construir embarcações maiores, e….mandar "valerosos" ir ver……..
...................................................................
- Tendes razão,…..vamos a isso…..mãos à obra………………

...................................................................
- Majestade, que boas notícias de Pero da Covilhã e Bartolomeu Dias………
…………………………
- Majestade, esta do tratado de Tordesilhas foi genial…..e a Bula "Inter Caetera" ajudou bastante…………………………………..
…………………………………………………………
- Majestade, que belos feitos os de Vasco da Gama, Alvares Cabral, Corte Real, e todos os outros…………………………………..
…………………………………………………………………
- Majestade, chegam notícias de Fernão de Magalhães………………
………………………………
- Majestade, esta continuidade de problemas com os Holandeses…..mas também houve revolta no Maranhão………………...
……………………………………………………………
- Majestade, o Brasil português está reconstituído…………………………………………
…………………………
- Majestade, desculpai, mas o tratado de Methuen não devia ter ficado com aquela formulação, muito prejudicial para o Reino……...
…………………………………………………………………………………
- Magestade, os proventos do ouro do Brasil e as especiarias já foram………
………………………………………………………………………………………
- Majestade, agora sem o Brasil, sem várias possessões na Ásia, urge olhar com mais atenção para África………………………………..
………………………………………………………
- Majestade, chegam boas novas de Hermenegildo Capelo e Roberto Ivens ………………………………………………….
…………………………………………………………
- …..........ora bem......................Companhias de Navegação……….vejamos……………Companhia Colonial de Navegação, Companhia Nacional de Navegação, Empresa Insulana de Navegação, Sociedade Geral de Comércio Indústria e Transportes Lda, Companhia Industrial Portuguesa, Companhia de Navegação Navio-Motor Lda, Barão Nunes & Machado Lda, Companhia de Navegação Carregadores Açoreanos, Eugénio de Araújo Moreira, Empresa de Navegação Madeirense Lda, Empresa Mutualista Açoreana…………………………………….
…………………………………………………………
- Senhor Ministro, hoje 25 de Janeiro de 1933, em Glasgow, foi lançado à água o Contra-Torpedeiro Vouga…………………………….
………………………………………………………………………………
- Senhor Ministro, a guerra está a acabar, e a nossa Marinha Mercante precisava de ser reanimada………………………………………
..........................................................
- Tem razão,…..neste Agosto de 1945 tudo está complicado…….mas já posso avançar com o despacho
………………………………………………………………………………………
- Senhor Presidente do Conselho, que acha destes novos navios Franceses, submarinos e fragatas…….e as corvetas…………………….
………………………………………………………………………
- Senhor Ministro,…………………….os estaleiros estão parados…………e quase sem encomendas……………………………………….
......................................................
- Nacionalizem-se os estaleiros, principalmente os grandes…………………
………………………………………………………………………………
- Senhor 1º Ministro já fecharam quase todos os estaleiros pequenos, os grandes estão em grandes dificuldades, as nossas capacidades de
reparação e construção naval estão muito longe do que deviam ser, dada a nossa posição geográfica, ZEE e a descontinuidade territorial……..
.................................................................................
- Não se preocupe, vai ver, o que for preciso compramos barato e melhor no estrangeiro, disso não tenho dúvidas, .........como sempre……….
……………………………………………………………………………………
- "Sô Dotor" sabe que já não temos quase nenhuma capacidade em construção e reparação naval………………………………………………
.............................................................................
- Oh homem, ……desapareça……….que ainda me assusta a tartaruga………
…………………………………………………………………
- Senhor Ministro,……os navios de superfície da Marinha concretamente as fragatas, precisavam de ser modernizados…………………………………….
................................................................................
- O quê?……………..já têm rombos no costado?…………………………………………………………
António Cabral (AC)